História Prazer, a filha do batman - Capítulo 13


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Jared Leto
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harvey Dent (Duas-Caras), Jared Leto, Jason Todd, Personagens Originais
Visualizações 274
Palavras 1.268
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui estou Eu! Boa leitura amores, nos vemos nas notas finais

Capítulo 13 - Visita ao Arkham


Fanfic / Fanfiction Prazer, a filha do batman - Capítulo 13 - Visita ao Arkham







 

O trajeto levou cerca de quase uma hora até alcançarmos Arkham. Durante todo o tempo, me mantive pensando no príncipe palhaço do crime e na carta que ele, supostamente, deixara. Era loucura, eu sei, mas já nem me importava mais.
 

Assim que chegamos, o motorista parou em frente ao asilo de segurança máxima, logo em seguida se virando para o banco de trás, que era onde eu me encontrava.
 

- Tem certeza que é aqui, senhorita? - aparentemente assustado com o meu destino, o motorista indagou.
 

- Sim. - apressada, onfirmei enquanto entregava o dinheiro da corrida. Queria logo ir até o asilo para descobrir oque esperava por mim naquele lugar

 

 - Obrigada.
 

Desci do carro sem olhar para trás e fechei a porta. Em poucos segundos vi o táxi acelerar, sumindo entre a neblina que agora se formava. Me perguntei se aquele clima medonho era sempre assim.
 

Respirando fundo, parti até o portão principal feito de grades altas do asilo. No portão havia apenas um vigia.
 

- Pois não? - Indagou-me o guarda ao me ver aproximar.
 

- Vim visitar um paciente. - Respondi certa do que estava prestes a fazer.
 

- Tem hora marcada?

 

Neguei.
 

- Então não poderá - Disse o guarda, acabando com minhas esperanças. - Sinto muito.
 

Mas é claro que eu não iria desistir aqui.
 

- Por favor - Insisti - É urgente.
 

Ele suspirou, pensando por alguns segundos.
 

- Qual seu nome? - Questionou.
 

- Margot. - Respondi sem muita pretensão - Margot Wayne.
 

Mas assim como a mulher do hospital hoje mais cedo, o guarda pareceu surpreso com o sobrenome Wayne. Fala sério, só por que Bruce era rico as pessoas o temiam tanto?
 

- Pode entrar, senhorita Wayne - Disse o guarda, abrindo apressadamente o portão para minha passagem.
 

O agradeci e adentrei.
 

Antes de alcançar o asilo, havia um grande Jardim ao redor. Mas não era um belo jardim. A grama era seca e já não havia mais tanta vida nas flores, o que dava um visual macabro ao lugar.
 

Assim que alcancei a porta principal, uma senhora morena e de estatura mediana atendeu-me.
 

- Senhorita Wayne? - Questionou a mulher assim que avistou.
 

Assenti em concordância.
 

- muito prazer, sou Amanda Waller - Se apresentou apertando minha mão em um breve cumprimento - Em que podemos lhe ajudar?
 

- Vim visitar um paciente. - Respondi um tanto insegura, já que quem em sã consciência visitaria o príncipe palhaço do crime? Mas eu não estava totalmente sã, afinal de contas.
 

- Quem seria? - Questionou.
 

- Joker.

 

A mulher pareceu espantada com minhas palavras.
 

- O príncipe palhaço do crime? Tem certeza, senhorita Wayne?
 

- Sim, senhora. - Afirmei passando convicção.

 

- Certo. Venha comigo, então.
 

Adentramos o imenso asilo de segurança máxima e fui guiada pelos corredores. Pelo pouco que pude observar, notei que aquele lugar era macabro até o último tijolo. Chegava a ser pior do que uma prisão normal. Não... de fato, era muito pior que uma prisão normal.
 

Passando por algumas celas, avistei uma mulher de cabelos ruivos e muito bela, por sinal. Ela mantinha uma pequena planta em suas mãos quando nos avistou.
 

- Aquela é a Hera Venenosa. - Disse Amanda ao perceber minha curiosidade sobre a detenta - Ela possui poderes de manipulação das plantas, principalmente as venenosas.
 

A tal Hera sorriu gentilmente para mim, e foi impossível não sorrir de volta.
 

E após mais alguns minutos andando por aquele lugar que parecia não ter fim, chegamos em uma imensa porta de ferro, que era prontamente vigiado por dois guardas fortemente armados.
 

Amanda fez um sinal com a cabeça para os guardas, que deram passagem. Passamos pela porta de ferro e então adentramos outro corredor, que no final havia apenas uma única porta, também de ferro e vigiada por mais quatro guardas.
 

Meu Deus, quanta segurança.
 

- Joker está na sala depois daquela porta. - Comentou Amanda enquanto nos aproximavamos. Eu sentia meu coração bater cada vez mais forte com cada passo que eu dava.
 

A mulher então, mais uma vez, acenou com a cabeça para os quatro guardas, que deram passagem para passarmos pela porta.
 

- Ainda está certa disso? - Perguntou Amanda na esperança de que eu negasse.

 

- Sim, absoluta. - Prontamente afirmei.
 

- Certo. - Disse ela - Lhe daremos privacidade. Mas caso acontecer alguma coisa, grite, e no próximo seguindo adentraremos na sala para lhe ajudar.
 

Inquieta de ansiedade, assenti em concordância.
 

Os guardas abriram a porta e passei pela mesma, logo ouvindo-a ser fechada novamente, deixando-me sozinha com Joker.
 

Analisando o local, vi que era apenas uma simples sala com uma mesa e duas cadeiras, uma de frente para a outra.
 

E em uma dessas cadeiras, estava Joker com uma camisa de força.
 

Meu coração batia tão rápido que eu mal conseguia respirar.
 

Ele se mantinha de cabeça baixa, mas a ergueu quando me sentei na cadeira a sua frente.
 

Suas olheiras pareciam mais fundas, enquanto que suas cicatrizes mais evidentes. Senti um aperto no peito ao imaginar que o maltratavam neste lugar.
 

- Margot. - Disse ele - Que surpresa.
 

Me permanecendo em silêncio, puxei a carta de baralho de meu bolso, a jogando sob a mesa para que Joker pudesse a analisar.
 

E enquanto seu olhar se assimilava entre mim e o pedaço de papel, um sorriso formava-se em seus lábios, causando-me um estranho arrepio.
 

- Recebeu meu recado. - Ele parecia contente. - Só não imaginei que viria aqui. Você é imprevisível, arlequim.
 

Arlequim...?
 

- Como fez isso se está preso aqui?
 

- Um bom mágico não revela seus truques. - Disse reflexivo, sorrindo em seguida.
 

Acabei por sorrir minimamente com aqueles lábios contagiantes.
 

- Me preocupei com você. - Falei sem pensar, mudando de assunto - Queria ver se estava bem...
 

- Que atenciosa. - Disse o Joker, remexendo-se na cadeira para me fitar melhor.
 

Meus olhos estavam vidrados em si. Hipnotizada, eu estava desligada de toda a realidade, focando-me apenas no príncipe palhaço do crime a minha frente.
 

- Tem uma coisa que pode fazer por mim, docinho. - Disse ele, aproximando-se o máximo que conseguia de mim, que não era tanto, já que a mesa entre nós não permitia tanto.
 

- Q-qualquer coisa. - Falei mais uma vez sem pensar . - Pode falar.
 

- Preciso de uma metralhadora.
 

E no mesmo instante olhei para ele espantada. Onde eu arrumaria isso?
 

- Uma metralhadora? - Questionei perplexa.

 

E então ele sorriu mais uma vez, expondo seus dentes metálicos.
 

- Pode fazer isso por mim? - Ele questionou, fitando-me profundamente.
 

E quando percebi, eu estava debruçada sob a mesa, apenas a alguns centímetros de distância de meu Joker. Seus lábios pareciam tão atrativos.
 

- Eu... - Antes que prosseguisse, fitei-o por alguns segundos - Eu consigo. Mas preciso de algum tempo.
 

Ele sorriu mais vez, e foi impossível não sorrir consigo.
 

- Isso, meu docinho. - Ele sussurrou, aproximando-se perigosamente de meus lábios - Estarei lhe esperando.
 

Sorri com suas palavras.
 

E antes que eu pudesse fazer mais alguma coisa, ouvi dois toques à porta de ferro vindo do lado de fora.
 

- Senhorita Margot - Reconheci ser a voz de Amanda - Está tudo bem?
 

- Sim - Falei prontamente, me recompondo - Eu já estou indo.
 

Me levantei da cadeira e fui em direção à porta, que foi aberta logo em seguida, revelando Amanda e mais alguns guardas. Sorri os tranqulizando-os da situação.
 

- Está tudo bem, Margot? - Perguntou mais uma vez.
 

- Sim. - Virei-me para observar Joker, que me fitava - Está tudo sob controle.
















Notas Finais


Uoooou
Gente agora a treta vai começar a acontecer de verdade, se preparem KKKKKK SOCORRO
Mais uma vez muito obrigada pelo apoio, vcs são incríveis!
Amanhã posto o próximo capítulo, bjsssss


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