História Prazer, a filha do batman - Capítulo 14


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Jared Leto
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harvey Dent (Duas-Caras), Jared Leto, Jason Todd, Personagens Originais
Visualizações 274
Palavras 1.104
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie genteeeee
Tô de bom humor ajdjajdjsj enfim ninguém liga
Boa leitura ♡

Capítulo 14 - Massacre


Fanfic / Fanfiction Prazer, a filha do batman - Capítulo 14 - Massacre






 

Assim que deixei o asilo, liguei para um táxi, que em poucos instantes chegou para me buscar.
 

Já em casa, como sempre não avistei ninguém. Meu olhar caiu sob o relógio pendurado à parede e me assustei ao perceber que já eram nove horas da noite. Eu havia passado tanto tempo assim naquele lugar?!
 

Como de costume, tomei um banho e fui dormir sem jantar. Pela manhã, o calendário marcava segunda-feira, e fui obrigada a me levantar para a aula.
 

Os dias se passaram normalmente, porém meus pensamentos ainda estavam em Joker. As vozes em minha mente haviam piorado, agora haviam mais vozes e cada vez mais imploravam por Joker.
 

Aquilo estava se tornando um inferno. .

Mas estranhamente, quando eu estava perto do príncipe palhaço do crime, as vozes se calavam.
 

Eu ainda pensava como conseguiria a metralhadora que ele pedira, afinal não era algo tão fácil de se encontrar.
 

Mas eu sabia que Bruce possuía um armazém de armas em seu escritório, para segurança pessoal. Talvez houvesse uma metralhadora.
 

E então decidi por meu planos em prática. Quando era por volta de quinta feira dessa mesma semana, esperei Bruce sair de casa para eu invadir seu escritório.
 

Silenciosamente invadi sua sala e fui em direção à um cofre que ficava na estante de livros.
 

Aquele cofre aparentava ser apenas um cofre comum, Mas não. Haviam dezenas de armas lá dentro.
 

Eu sempre fui boa em desarmamento de cofres. Quando eu era menor, passava horas tentando desvendar a senha apenas ouvindo os ruídos do mecanismo de trava da porta.
 

Eu estava um pouco enferrujada em quesito à essa habilidade, mas tenho certeza que me sairia bem. Coloquei o ouvido contra a porta do cofre e comecei a girar o mecanismo de senha. Eu ouvia o pequeno barulho da roda girando lá dentro, porém nenhuma era compatível com a senha.
 

Mas após alguns minutos tentando, POW! Acertei!
 

O cofre se liberou e eu abri a porta para averiguar tudo o que havia la dentro.
 

Revólveres, balas, e.... metralhadora! Perfeito!
 

Com um tanto de dificuldade por conta do peso, ergui a arma com meus braços e fechei o cofre novamente. Sem ser vista, subi para o meu quarto e guardei a arma em minha mochila.
 

No instante seguinte, ouvi uma movimentação no andar de baixo. Joguei a mochila com a arma para debaixo da cama e saí do quarto acima de qualquer suspeita. Quem suspeitaria de mim, afinal?
 

Descendo as escadas, avistei Jason e Bruce conversando na sala de estar. Como eles não haviam percebido minha presença no recinto, Espreitei-me atrás da parede para ouvir o diálogo entre os dois.

 

- Não há necessidade. - Dizia Bruce - Ele está preso. É suicídio.
 

- Como não? - Com o timbre alterado, Jason questionava - Ele já escapou uma vez e vai escapar novamente.
 

Me perguntei a quem eles se referiam.
 

- Se ele o fizer - Começou Bruce - Eu cuidarei disso, como sempre fiz.
 

- Mas e se ele descobrir que Margot é sua filha?
 

- Não irá descobrir se não dermos brechas.

 

O que raios estava acontecendo aqui?!
 

- O asilo Arkham não é mais tão confiável para mantê-lo lá. - Enquanto pronunciava sua opinião, ouvi Jason andar de um lado para o outro - Eu irei entrar em ação.
 

- Jason, eu sei que você quer ajudar, mas se ele descobrir que você é o rob...
 

Antes que Bruce prosseguisse com suas palavras, acabei esbarrando num pequeno vaso de planta acidentalmente, que caiu se rachando ao meio, causando um barulho que os alertara.

 

Droga, eu havia sido descoberta. Burra.
 

Sem mais escapatória, decidi aparecer na sala onde eles se encontravam com um breve "teatro" meu como se não soubesse de nada.
 

- Oh, como sou desastrada - Comentei enquanto ria sem graça sob o olhar dos dois - Direi à Alfred para limpar isso

 

- Olá, Magort - Disse Jason, levantando-se do sofá em que se encontrara e apertando minha mão em um breve cumprimento. - Como vai?
 

- Bem e você? - Respondi enquanto meu olhar oscilava de Jason para Bruce, que até então se mantinha em silêncio.
 

- Estou bem - Respondeu o rapaz - Obrigado por perguntar.
 

Sorri brevemente em um sinal de simpatia, ainda me perguntando do que se tratava o assunto.
 

- Oque faz aqui? - Decidi perguntar.
 

- Negócios. - Respondeu Bruce entrometido, aparentemente sem paciência para meus questionamentos.
 

Acabei por dar de ombros, despedindo-me de Jason e subindo as escadas, de volta para meu quarto. Sabia que seria uma perda de tempo tentar descobrir algo através do dois.
 

Como eu ainda teria aula no dia seguinte, optei que iria ao Arkham no final de semana.
 

Na sexta feira de manhã, arrumei-me normalmente para a aula. Vesti meu uniforme e escovei os dentes, tomei meu café da manhã e me despedi de Alfred antes de sair da mansão.
 

No Colégio, tudo agiu normalmente. Conversei com Rebeca assuntos normais, obviamente omitindo o caso de Joker.
 

No sábado, acabei me ocupando de mais com atividades escolares, e apenas no fim do dia tive tempo livre.
 

Quando era por volta das oito horas da noite, cheguei ao Asilo Arkham, mais uma vez sendo deixada por um taxista, que também fitava-me espantado com meu destino.
 

Os guardas do portão, ao me avisarem, deram-me passagem. O que o dinheiro não faz, não é mesmo?
 

Ao atravessar o imenso jardim e encontrar Amanda, cumprimentei-a.
 

- O que a trás aqui de volta, senhorita Wayne? - Questionou a mulher - Imaginei que não retornaria.
 

Sorri tentando transpassar inocência.
 

- Vim ver o Joker. - Afirmei convicta de minhas palavras - A última vez.
 

- Tudo bem. - Concordou Amanda, agora guiando-me pela mansão. Seu timbre era sereno e ela parecera não suspeitar de nada.
 

Assim que passamos pelos guardas como na última vez, Amanda deixou-me na sala à sós com Joker.
 

O palhaço, assim que me avistou, sorriu feliz em minha direção.
 

- Você veio.
 

Ele parecia contente. Sorri.

 

Retirei a mochila de meus ombros e a joguei sob a mesa. Abri o zíper e de lá retirei a pesada metralhadora. Os olhos de Joker brilhavam de fascinação ao avistar a arma em minhas mãos.
 

Sem muito tempo disponível, rapidamente o ajudei a se livrar daquela camisa de força. Ao retirar a peça, ele se encontrou apenas com uma calça moletom preta. Admito ter admirado, por alguns momentos, aquele corpo perfeito.

 

- Come on, baby - Sussurrou ele sedutoramente para mim, já com a metralhadora em mãos, causando-me um calafrio em toda a extensão de meu corpo - ...Está na hora do massacre.










Notas Finais


Então é isso!
Até amanhãaaa


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