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História PRAZER CULPOSO:Luxúria - Capítulo 85


Escrita por:


Notas do Autor


*Lembrando que o capitulo 54 e os bonus são flashbacks de um mês antes da Lanai deixar Nova Iorque, ou seja, o momento do aeroporto é um mês depois desse capitulo*

Capítulo 85 - Cinquenta e Quatro. (Part IV) (FLASHBACK)


FLASHBACK ON:

Miguel o beijava com tanta saudade e necessidade que até Math ficará assustado.

-- Hey, eu não vou fugir. – Math disse entre risos. – Meu tempo longe já passou faz tempo.

-- Espero. – Miguel disse após morder de leve os lábios do namorado. – Eu senti muito a sua falta, mas sei que cuidar da sua tia era importante.

Os dois não se soltavam por um segundo sequer, pois a saudade falava muito mais alto principalmente para Miguel que sempre se sentiu sozinho desde o falecimento dos pais e entendia que dinheiro jamais compraria a presença das pessoas que ele além de amar e não esta ali para ele. Ambos tiraram as blusas e jogaram-se no sofá causando certo barulho que incomodaria a senhorinha que mora no apartamento do andar debaixo.

X

Davi estudava concentrado na matéria quando sentiu seus olhos serem fechados por mãos pequenas e cheirosas e pelo cheiro do creme já sabia de quem se tratava: Victoria.

-- Eu me rendo. – A garota disse mordendo o lábio. – Eu até que tentei, mas no fundo eu gosto mesmo de você. – Tori dizia seria. – Obviamente isso também não quer dizer que esqueci a traição, pois eu não esqueci, contudo percebi que eu também não fui a melhor pessoa do mundo.

Davi abriu um sorriso sincero e continuou esperando a garota terminar de falar tudo o que precisava.

-- Eu fiquei mais chateada nem foi pela traição, olhando bem... eu só estava com raiva por ser algo entre o Miguel e você, porque vocês tem uma historia e com isso eu vi o quão maldoso foi o meu comportamento, eu debochei quando o Miguel estava superando o termino dos dois e dai fui ferida na mesma espada e não soube lidar e ele é um amigo muito bom. -- Vic dizia movimentando os dedos. -- Acho que funcionamos mais como uma amizade colorida do que uma relação seria, porque se assumimos isso como namoro não dará certo. 

-- Victoria, esta se ouvindo? -- Davi a questionou jogando a caneta para u canto da mesinha. 

-- Não sabia que sexo sem compromisso assustava um garoto tão quente como você. -- Tori riu. -- O "não" não será aceito, então quando sentir vontade de você te procuro e quando sentir essa vontade me procure também e no geral somos solteiros. -- Victoria disse finalizando o assunto com um selinho nele. -- Agora volte aos estudos, Promotor. 

O barulho da porta rangendo assustou Laurie que digitava rapidamente em seu telefone e quando ouviu o barulho colocou a mão no coração e uma face de susto ao ver Counter entrar em seu quarto. 

— O quê foi? Quer me matar de susto Counter? — Laurie perguntou ainda com uma mão segurando o aparelho celular e a outra posta sobre seu peito.

— Mia foi atacada na clínica. — O irmão mais velho da família Borwers disse.

— E daí? — Laurie comentou sem muita importância.

— Como assim e daí? — Counter a olhou desconfiado. — Mia é nossa irmã e só para constar quem deu a ideia da internação dela foi você! — Counter disse sem rodeios.

— Eu ainda não entendi. — Laurie respondeu zombeteira. — O que eu tenho haver com isso mesmo? Dei a ideia porque Mia é uma completa desequilibrada e quem concorda com ela é tão louco quanto.

— Não seja cômica e nem beire ao cinismo Laurie. — Counter atacou. — Seja honesta, foi você quem bateu na Mia não foi?

— Como é quê é? — Laurie perguntou entre uma gargalhada debochada e chocada. — Aí Counter, deixa de ser patético. — Laurie disse zombando do irmão mais velho. — Mia e uma pessoa horrível logo a lista de pessoas que a odeiam deve ser imensa, então, meu caríssimo irmão eu me torno a última suspeita da lista de quem pode ter espancado-a.

— O seu deboche e tranquilidade são estranhos, afinal trata-se de sua irmã. — Counter retrucou com a voz carregada de julgamento.

— HAHAHA! — Laurie respondeu rindo novamente. — Aí Counter quem pensa que quer enganar? Olha para você... eu sei exatamente o que quer fazer e vou deixar uma coisa bem clara e eu espero que eu não precise explicar por uma segunda vez: "Não se meta no meu caminho ou eu acabo contigo".

— Está me ameaçando? — O mais velho perguntou num tom vocal irônico.

— Entenda como quiser. — Laurie respondeu com o olhar de tédio para a discussão besta entre eles. — Eu só quero que algumas coisas fique bem esclarecidas entre nós. — A morena ficou frente a frente com o irmão. — Você não é ninguém para dizer o que eu devo ou não fazer, espero que entenda isso. E em torno do assunto principal que lhe trouxe até o meu quarto só tenho a dizer que seja lá o que tenha acontecido com imbecil da nossa infeliz irmã não me interessa e eu não me importo e digo isso sem remorso algum, haja vista que não tenha sido nada além do que ela merece. — Laurie segurou um enorme cinzeiro e o apertou com todas as forças entre uma das mãos. — A pessoa que fez isso com a Mia só está vingando todas as outras que nossa querida irmã prejudicou. — Laurie riu. — Ela me jogou de uma escada há algumas semanas mesmo estando num estado supostamente deplorável e causando comoção no restante da família, mas para mim isso foi apenas o destino devolvendo todo o mau que a Mia causou por aqui e eu não posso ficar mais que satisfeita em vê-la se fodendo merecidamente. — Laurie abriu um sorriso. — Desculpe, não consigo ser falsa e hipócrita e não me leve a mau, de o fora do meu quarto.

X

Max lia o jornal tranquilo em seu escritório quando viu sua ex-mulher entrar sem pedir licença. Não se importou com a presença dela de imediato, afinal os dois dividiam o espaço, contudo, foi surpreendido com a mão pesada da loura sobre seu rosto o fazendo tombar a cabeça para trás num grande susto. Summer montou em cima dele e começou enche-lo de arranhões.

— Como pode ser tão baixo? Ela e só uma garota perdida. -- Summer gritava, enquanto batia no ex-marido.

— Do que está falando? — Max questionou ainda com a loura em cima dele, mas tentando segurar as mãos dela. -- Sai de cima de mim, Summer.

-- Estou falando da Lanai. -- A mulher respondeu fora de si. -- Como é que teve coragem de ficar bancando o sugar Daddy da garota? Como foi tão imundo?

Max arregalou os olhos visivelmente assustado com a acusação e indignado questionou: -- De onde tirou esses absurdos? Isso não é verdade.

— Não é verdade? Ah, claro que não é... Brianna apenas me contaria isso para sujar a sua reputação e da própria filha. — Summer riu. — Poupe-me Max.

Max conseguiu finalmente tirar as mãos da loura de seu pescoço e mais calmo disse: — Saia de cima de mim e eu te explico tudo. — A olhou com pesar. — Eu não sou o vilao dessa situação.

Por mais que Summer estivesse raivosa queria saber o lado dele e de Lanai nessa bola de neve e sabia que se não desse a eles o direito de defesa estaria sendo injusta.

— Tudo bem. — Summer disse arrumando a própria roupa e se sentando na cadeira ficando frente a frente com o ex.

Max se sentou e olhou a loura a sua frente e sentia que seus ombros estavam pesados além da ardência devido os arranhões dela em seu rosto.

— As coisas aconteceram de repente. — Max suspirou. — Pode não parecer, mas o nosso divórcio me destruiu mais do que possa imaginar e eu sou homem que necessitava de uma distração para superar o fato de que eu e você não é mais possível, ou seja, eu passei a frequentar casas noturnas - prostituição atrás de divertimento. — Max dizia olhando no fundo dos olhos de Summer. — Por isso eu chegava tão tarde e dormia no quarto de hóspedes, não queria mais ronda-la como fazia, pois eu sabia que isso estava te sufocando. — Ele riu. — Até que certo dia fui na boate que fica próximo à baixa Manhattan e nesse lugar eu vi uma linda garota loura dançando no pole dance e senti a impressão de que ja a conhecia e de fato isso era real, pois, era Lanai.

Summer abriu a boca formando um "O" de choque.

— Eu fiquei exatamente da mesma forma que você está agora quando ela se virou para mim e eu a reconheci, entretanto eu fui surpreendido por ela. — Max respirou pesadamente. — Lanai não trocou nenhuma palavra e simplesmente me beijou e eu estava lá para isso mesmo eu queria prazer e distração, uma distração que me fizesse não pensar na minha ex-mulher e daí foi acontecendo e cada semana estava naquele lugar e Lanai sendo a minha atendente fixa, porém eu não ia naquele lugar apenas para sexo.

Summer não dizia nada apenas ouvia sem perder nenhuma palavra.

— Sabia que algo estava errado. — Max afirmou convicto. — Lanai numa casa de prostiuicao por livre e espontânea vontade era uma piada e foi isso que me motivou a subornar um dos seguranças da casa para me falar como a garota tinha parado naquele lugar, como eu conseguiria tirá-la de lá, eu dei uma nota preta pra esse homem e também tive a ajuda da Bia. — Max suspirou. — Se pensa que sou um cafajeste saiba que minha consciência pesou varias vezes porque eu pensava que podia ser Valentina naquela situação e foi isso que me motivou a tirá-la de la. Quando soube que Lanai seria leiloada para passar uma noite com varios homens foi o dia que eu sabia que ela tinha que ser "salva".

— Deus! — Summer disse em choque. — E como conseguiu tirá-la de la?

— Eu compareci ao leilão e cada vez que um daqueles homens davam um valor alto por ela eu aumentava minha proposta. Entretanto as coisas não aconteceram da forma que planejei, de repente Enzo e Valentina surgiram naquela boate, eu cravei uma briga com o cafetão dela que não queria que eu " arrematasse" o mesmo tentou até fechar o leilão e dar a garota para um velho barbudo e gordo e de fato seria finalizado aí se nossos filhos não tivessem surgido do nada.

Enzo também ficou dando lances por ela e eu não estava entendendo, mas me desesperei quando o cafetão tentou fechar com outros homens e deu um lance de R$$ 1.000.000.000 de dólares.

— Max? — Summer levantou-se da mesa assustada. — Você deu todo o seu dinheiro por ela?

— Não. — Max respondeu sem entusiasmo. — Esse e o motivo pelo qual Lanai está no meu apartamento. — Eu dei um golpe no cafetão. — Ele sorriu de lado. — Beatriz me ajudou fazendo uma simulação de transferência, ou seja, não tinha dinheiro na conta e precisei esconder a garota em um local seguro.

— Então basicamente a Lanai pode estar sendo cassada por esse cafetão e por isso está morando no seu apartamento? — Summer estava chocada. — Porque fez isso? Porque não contou a ninguém conhecido?

— Pensei em recorrer a você, mas preferir no fim contar com a Beatriz por peso na consciência de tantas ajudas suas e eu nunca ter retribuído. — O homem confessou. — Sabia que Enzo e Lanai eram namorados? Enzo e eu estamos em guerra por causa disso e eu me sinto exausto porque antes dele surgir naquela casa noturna e eu descobrir o namoro nos dois tínhamos nos acertado. — Max deixou uma lágrima escorrer. — Eu tinha dito que não iríamos mais viver como dois inimigos de guerra e horas depois os dois estavam brigando por
uma mulher.

— Max... — Summer procurou as palavras certas.

— Eu tentei de alguma forma compensar os meus erros contigo ajudando a Lanai, mas eu sinto que perdi meu filho completamente e a pior parte é que eu nem sabia disso, porém agora sinto que estamos "quites" pelo caso da Valentina. — Ele disse sério. — Posso te pedir uma coisa? 

— O quê? — Summer perguntou trêmula.

— Visite a Lanai. — Max pediu doce. — Ela precisa de uma ajuda que não seja a minha e eu só penso em você para isso. — Ele suspirou. — Ela tem transtornos alimentares e eu não sei lidar com isso mesmo tentando arrancar tudo dela já você é mulher e passou por coisas semelhantes.

X

-- Mãe? Eu posso conversar contigo? -- Olivia Archibald surgiu no quarto de Summer.

-- Não só pode como deve conversar. – Summer respondeu  olhando docemente. – O que acontece?

-- Eu espero que não fique chateada. – Olivia disse seria. – Quero falar sobre a Tia Ana. – Liv disse calma. – O que ela te fez? Eu não entendo, pois, ela dedicou a vida dela me protegendo.

Summer sentia a dor de Olivia tentando entender exatamente o que Beatriz era e sabia que não podia julgá-la porque também já se sentiu desse jeito.

-- Não a odeio. – Summer respondeu. – É que a Bia... é uma caixa de Pandora! Sempre há algo além do que se procura, há sempre algo além do que se vê quando se trata de Beatriz e por um bom tempo me senti cansada disso, mas não a odeio.

— Sabe... Bia foi a minha melhor amiga, professora, mãe... tudo... E como se eu pudesse considerar o meu alicerce.

Summer engoliu em seco tudo que ouviu de Olivia, pois mesmo sendo doloroso para a mais velha a dor de ter a filha arrancada de seus braços não podia proibir a filha de amar Beatriz e não tinha como negar o quão importante a Bia foi para elas.

-- Ana é uma boa pessoa. – Sam confessou. – Óbvio que algumas atitudes dela e assustam, mas sou grata por ela ter lhe dado todo o amor que eu queria ter lhe dado e não pude Liv. – Summer deixou uma lágrima escorrer. – À noite em que eu passei mal e "perdi" você foi uma das piores em toda minha vida, seu pai sem saber como falar que eu tinha perdido o bebe. – Sam respirou se lembrando. – Eu era jovem demais e já tinha sofrido demais. Eu guardei seu primeiro macacão, o macacão que usaria assim que nós sairíamos do hospital, então, eu devo confessar que a parte que mais me doeu quando soube que estava viva era saber que Beatriz fez o papel de sua mãe no meu lugar. Isso me destruiu porque honestamente, eu já havia perdido meu marido e depois descobri que perdi minha filha também... Por isso quando soube que Ana estava viva quase enlouqueci, mas já passou. 

X

-- Summer? – Lanai perguntou assustada ao ver a mulher parada na porta do apartamento de Max.

-- Posso entrar? – Sam perguntou, entretanto Lanai não respondeu só ficou encarando a mais velha porque de todas as pessoas Summer van der Woodsen era a única que L jamais pensou em como deveria se explicar e como poderia? Seu coração começara a bater fora do comum e uma onda de medo lhe invadiu e não era anormal, pois estava cara-a-cara com a ex-mulher do homem pelo qual a garota mantinha um casinho amoroso.

Engolindo a própria saliva, enquanto estralava os dedos das mãos Lanai comentou: -- Eu...

-- Tudo bem. – Sam disse calma. – Eu já sei de tudo, tudo mesmo e eu vim aqui a pedido de duas pessoas: Brianna e Max. – Toma. – A as velha abriu a mão da garota lhe entregando um pen-drive. – Essa é a única coisa do vídeo entre você e o Ryan. Brianna me pediu para sumir com isso e eu fiz dentro da lei, sendo assim, faça o que achar melhor com isso.

Lanai olhava o pen-drive e suas mãos ficaram ainda mais tremulas e seu suor se intensificou, pois nunca pensou que Brianna pudesse fazer algo para ajudá-la.

-- Os erros cometidos por sua mãe jamais apagará todo o amor que sente por ti. – Summer dizia a olhando seria. – Nunca se esqueça disso. 

X

Seus pulsos doíam e a morena sentia o suor escorrendo por sua testa devido à força excessiva que fazia para soltar-se. Enzo era um belo filho da puta pensou a mulher amordaçada. A porta se abriu e a mulher amordaça não sabia se agradecia ou se chorava e internamente Beatriz se sentia no fundo do poço.

-- Que garota obediente. – Enzo disse debochado ao vê-la amordaçada na mesmo posição que tinha deixado antes. – Sabe Bia, eu acho tudo isso o que me obrigou a fazer uma grande pena e confesso que não me sinto bem fazendo essas maldades, afinal, eu devo minha vida a você. – O rapaz disse se aproximando.

Beatriz por mais forte que fosse não agüentava mais ficar presa naquela posição completamente desconfortável, entretanto a morena continuava a se remexer tentando em vão se soltar e seu olhar era de cansaço e raiva. Raiva por estar presa e por ter sido feita de idiota por um homem, logo ela que tanto os usava como se cada um deles fosse seus brinquedos prediletos.

-- Isso já me entediou. – Enzo confessou. – A graça de tudo não é ver uma gostosa como você amordaçada. – Enzo disse serio. – Vou solta-la.

Bia tinha os olhos ainda mais raivosos quando sentiu o rapaz arrancar com brutalidade o adesivo que estava grudado na boca dela e logo em seguida Ana deu um grito agudo exalando dor.

-- Eu vou matar você Enzo. – Bia disse raivosa.

-- Deixa de ser irritante. -- Enzo retrucou. – Pisei na bola fazendo isso, mas não é como se você estivesse certa, lembre-se que eu só pedi uma ajuda.

-- Eu deveria deixar aquela maldita bala ter atravessado seu pulmão e tu morrer sozinho naquele bar. – Bia respondeu. – Tu é podre igual a vadia da sua mãe, não a Summer, estou falando da piranha da Emmanuelle. 

-- Eu me arrependi. – Enzo disse doce. – No fim das contas... Nada disso vale à pena. – Ele dizia, enquanto desatava os nos da corda nos braços da mulher.

Ana respirou aliviada quando se viu solta, completamente livre.

-- O que realmente quer que eu faça? – Bia perguntou seria. – Sem palhaçada, me responde de uma vez. 

-- Quero que ele sinta na pele tudo o que eu sinto em relação a tudo o que eu passei durante minha vida.

-- Que coisa mórbida garotinho! -- Bia riu. -- A loirinha é tão importante assim? 

-- Não se atreva a debochar da Lanai. 

-- Quanto drama. -- Beatriz respondeu e um risinho convencido se formou em seus lábios.  

-- Vai me ajudar ou não? -- Enzo perguntou eufórico. 

-- So se me pedir desculpas -- Bia riu. -- De joelhos porque eu salvei sua vida e isso é mais do que o bastante para me respeitar. 

-- Ta me zoando? -- Ele bufou incrédulo 

-- Nem um pouco. -- Bia retrucou. -- Vamos Enzinho, ajoelha e me pede desculpas. 

Contrariado Enzo se ajoelhou pedindo desculpas e mal sabia ele o rojão que lhe aguarda, enquanto Beatriz tinha de volta o seu sorrisinho debochadamente vitorioso e em sua mente sabia como atingi-lo em cheio. 

A fúria do homem ao ver seu bordel voltando aos dias de lucros baixos o enfurecia de uma forma anormal. Havia-se passado cerca de dois meses desde que Anna Bella tinha sumido daquele lugar e King B movia céus e terras a fim de encontrá-la. O fascínio pela garota chegava a ser doentio e ele não descansaria ate tê-la novamente debaixo de suas asas, afinal sua beleza e inocência era o que mais o excitava na garota. King B tinha passado semanas vasculhando as redondezas por conta própria a fim de encontrá-la, todos os dias passavam pelo mesmo local onde tinha visto sua mina de ouro pela primeira vez, contudo batia as mãos no volante quando percebia que no maldito beco escuro não tinha ninguém. 

FLASHBACK OFF:


Notas Finais


Hey hey hoo hoo! Olha quem atualizou!
Gente cês não tem noção de como eu to chocada com a proposta da Vic / Tori é filha da Beatriz mesmo hein.


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