História Prazer Inocente - Capítulo 2


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
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Palavras 895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe a demora para postar, é que estava resolvendo alguns problemas, mais espero que gostem.

Capítulo 2 - Mamãe e Papai


Sempre seja educada e bondosa Betty!- As palavras da freira ecoaram pela cabeça de Betty novamente. Ela deveria ser educada e bondosa como sempre fora do convento dês de pequena. A pequena Cooper (que não era mais tão pequena assim) estava bem animada, aliás não era sempre que ia para Nova York, foi uma vez quando tinha 3 anos, assim que venho morar aqui nos Estados Unidos, pois é nascida na Bulgária. A freira Lurdes tinha preparado uma lista com coisas que a Betty deveria e o que ela não deveria fazer, a garota não tinha sequer se preparado para ler, ou ao menos não tava interessada. A única promessa que a Irmã Lurdes havia pedido para a Betty era que a mesma não cometesse o pecado de se entregar para algum homem disse que qualquer coisa poderia avisar por telefone.

As mãos começaram a suar frio quando Betty viu a bela vista, prédios, árvores e pessoas. Era uma cidade normal porem agitada, coisa que Betty não foi acostumada, sempre viveu trancada no convento brincando ou estudando, as vezes saia do convento para ir a missa nos domingo, ou a biblioteca no centro de San Francisco, fora isso, nem um lugar. As vezes a educação dada no convento era um pouco rígida com as meninas, mais elas eram sempre educadas e generosas, principalmente com as pessoas mais velhas. Betty encarou uma moça que estava sentada no lado dela, uma mulher que aparentava ter uns 40 anos, seus cabelos pretos e bem cuidado, sem nem um fio branco, sua pele era lindíssima sem nem uma ruga, suas roupas eram elegantes, porém, modernas. Betty ainda não sabia o nome da senhora, mais sabia que era uma pessoa de confiança de seus pais.

-Sem querer ser intrometida -Aquilo saiu mais como um sussuro, mais foi o bastante para chamar a atenção da mulher que estava ao seu lado atenta na tela do celular. A mulher olhou para a Betty que estava com o olhar para os seus dedos- Posso saber o nome da senhora?- Direcionou o seu olhar para a moça um pouco envergonhada.

-Sou Hermione Lodge- Olhou para a garota com um belo sorriso no rosto simpático- Quantos anos tem Betty?- Perguntou para a Betty que estava brincando comos polegares de suas mãos que estavam apoiadas em sua perna que era coberta por um belo vestido rosa.

-Tenho 16 mais irei completar 17 daqui a um mês- Balançou a cabeça afirmando suas próprias palavras que aumentaram um pouco o som- Sei que não devo perguntar, e sei que é indelicado perguntar isso para uma mulher- Afirmou suspirando baixo. Betty sempre teve um probleminha em questionar suas frases com a afirmação de sua cabeça- Mais quantos anos a senhora tem?

-Eu tenho 49 anos- Piscou para a Betty que sorriu um pouco envergonhada como sempre- Eu tenho uma filha da sua idade Betty, vou lhe apresentar ela, tenho certeza que irão se dar bem- Betty assentiu com a cabeça de vagar dando um pequeno sorriso.

-Senhorita chegamos- O motorista olhou para o retrovisor avisando-as com um breve aceno

Betty agradeceu com um sorriso fraco tímido. Um homem de roupas pretas ajudou Betty a sair do carro como se fosse uma criança. Mas realmente Betty era uma verdadeira criança em um corpo de adolescente, esse foi o jeito que ela foi criada no convento. A pequena Cooper sorriu confiante olhando os empregados da casa dos seus pais pegando as suas malas, acha isso desnecessário, pois tinha capacidade para fazer isso, mais assim que decidiu fazer isso um homem bem vestido a interrompeu de pegar a mala, seu olhar se ergueu para cima e seu sorriso se alegrou ao perceber que era:

-Papai!- Deu um pequeno grito acompanhada pela sua voz doce e calma, mais cheia da felicidade. Ergueu-se com um pouco dr dificuldade ficando na ponta dos pés, seus braços envolveram o corpo grande de seu pai que retribuía o abraço de sua filha mais nova- Estava com saudades!

-Eu também minha filha- Desfez o abraço colocando o corpo de sua menina no chão- Como está bonita com esse vestido- Disse pegando no pequeno dedo dela e fazendo Betty dar uma rodadinha em si- Sua mãe estava morrendo de saudades sua.

Ao entrar na sala da casa Betty ficou encantada com os mínimos detalhes do lugar, tudo bem planejado, nunca viu um lugar tão bonito como aquele. A garota direcionou seu olhar para a sua mãe que estava estada no sofá mechendo no celular.

-Elena que saudades minha pequena- Alice em um movimento deixou o seu celular em cima do sofá de couro branco e levantou indo até a Betty. Envolvendo a menina em um abraço forte, Alice liberou toda a saudade que sentia da sua pequena que não via desdo natal passado- Minha linda e doce Betty está tão radiante- Disse dando beijos no rosto da menina que sorria.

-A senhora está mais lida do que o normal mamãe, papai está cuidado muito bem de você- Analisou a mãe de cima a baixo

A tarde havia sido muito interessante, Betty e seus pais estavam tão felizes que parecia que alquilo nunca iria acabar. Betty contou ao seus pais como estava sendo sua vida no convento, Alice e Hall estavão tão orgulhosos da menina que eles chamavam dd filha inocente e bondosa, sempre vendo o lado bom das coisas.



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