História Prazer, Kim Namjoon - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 20
Palavras 1.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Necrofilia, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AIII MINHAS POMBASSS❤ recadinho dps do capítulo!

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Prazer, Kim Namjoon - Capítulo 3 - Capítulo 3

- Em primeiro lugar Sook! - Ele olha para o retovisor central. - Fique calada, só alguns minutos, assim que estivermos à salvo eu conto tudo a você! Pode ser? 

- COMO ASSIM, "À SALVO" E "CONTO TUDO A VOCÊ"? 

- Por favor! Cale a boca! - me olha e bate a mão esquerda no volante, fraco.

- Está bem! - me indireitei, encostando no banco no carro, e me segurei para não arrebentar - lhe aquela cara linda. Quem ele pensa que é para me mandar "calar a boca". Eu hein!

         

                             ...


- Agora me conte tudo, eu preciso de muitas explicações suas! - estávamos no meio de um lugar, chamado "NADA". Eu realmente não sabia onde ele nos encaixara, para se esconder. Era uma espécie de rua deserta e muito longe de onde acontecera o tiroteio. - AGORA! 

- Okay okay, mas me prometa que não irá se exaltar, gritar, tentar fugir ou algo do tipo! - Olhou - me até a alma e se virou, ficando de frente para mim, no banco do carro. 

- ME CONTE, NAMJOON! - Não prometi nada. Afinal, eu não sabia o que viria da boca daquele indivíduo que eu só queria transar. 

- Está bem! - suspirou antes de continuar a falar. - Eu definitivamente menti a você sobre o meu emprego e coisa e tal! 

- NOSSA EU NEM PERCEBI! - disse sarcástica. - IMAGINA... EU SOU UMA SONGA - MONGA QUE, REALMENTE NÃO ENTENDEU O QUE O BONITO MENTIU! - bati palmas. - SEM CHANCE, SEM CHAN...

- Você pode me ouvir! - parei e me virei para ele com os olhos revirados e o rosto mais debochado que eu fizera na vida. - OBRIGADO! Como eu dizia... eu menti a você sobre isso! Mas foi por sua própria proteção. E eu o peço desculpas à você pela mentira! - curvou a cabeça. - Eu simplesmente achei que essa coisa toda não aconteceria.. - riu ironicamente pelo seu próprio comentario. - Quer dizer, achei que não aconteceria, AGORA! 

- Hm! Me diga, tudo e mais um pouco! Ou quer me ver gritando para fora do carro e chamando a atenção de todos que estiverem passando? - levantei a sobrancelha. 

- Você não faria isso... aliás - olhou em volta. - Ninguém passa aqui, moça!

- Eu te garanto que com a "sorte" que você tem, carros passarão aqui. E eu faria sim, quer apostar! - fiz que iria abrir a porta do carro e ouvi as trancas e sua enorme mão, segurando meu braço.

- NÃO! Eu conto...me deixe terminar! - me indireitei mais um vez no banco macio do carro. - Não fique com medo de mim, por favor sook! - assenti para ele continuar. - Eu tenho um emprego diferente. Eu sou um ... - Suspirou. - UM MATADOR DE ALUGUEL! - soltou essa oração em alto e bom som, para que eu pudesse escutar. Todas as letras, todas as palavras e todos os sons; até mesmo chiados. 

- O QUE? COMO ASSIM? - Coloquei uma mecha do meu cabelo vermelho para trás de minha orelha. No meu orifício anal da parte de trás, não passava nem vento - VOCÊ O QUÊ? 

- Isso mesmo que tu escutou! Mas... tem um porém. - levantou o indicador.

- HA, PORRA AGORA TEM UM "PORÉM" EM SER UM MATADOR DE ALUGUEL, PARABÉNS CARA! ESTOU EXTERNAMENTE E INTERNAMENTE CHOCADA! - bati palmas. Sim, mais uma vez. Ele merecia minhas salva de palmas. Na verdade, merecia um concerto musical, apenas de mãos esquerdas batendo nas direitas. Recital de palmas.

- Sim, tem um "PORÉM", e pare de bater palmas e rir em pânico sarcástico. Está me deixando irritado! - Levantei as mãos e fiz mais uma cara de desdém. - Meu emprego, não é como você pensa ser. Eu não mato pessoas inocentes por dinheiro, pelo contrário, eu ajudo a polícia. - Arregalei os olhos. - Ela me paga, para matar criminosos, que o campo policial, não poderia, não publicamente. Todos ficariam sabendo, inclusive o alvo, por isso eles me contrataram para matar os indivíduos. Assim ninguém ficaria sabendo! - Sorriu. - Agora... Não fuja por favor! 

- NÃO VOU FUGIR! 

- Não?! 

- Não... ISSO É FODA! - Abri a boca. - E outra, você trancou a porta, se não fosse por isso, eu com certeza fugiria... MAS ISSO NÃO VEM AO CASO! 

- AH NÃO?! - Sorriu sarcástico cruzando os braços. 

- NÃO! NÃO VEM! - olhei para o meio do "nada". - O fato é que, agora esses caras, estão atrás de você e consequentemente estão..

- Atrás de você, eu sei! 

- Puta que pariu, eu não quero morrer Namjoon! - choraminguei.

- Você não vai morrer, pare de ser dramática! 

- Ah é? Não vou? Como tem tanta certeza? POXA EU SÓ TENHO 23 ANOS, tinha um vida inteira pela frente, e agora eu vou mo..

- Eu vou te proteger, sua boba! NADA DE PÂNICO! 

- E SE POR ACASO... - apontei para o mesmo fingindo estar com uma arma. -  VOCÊ MORRER?

- Assim eles te deixariam viver, até por que as armas de fogo estão apontadas mais para mim do que para você. Se eu morrer, você vive! Esqueceu que o alvo sou eu?

- Nossa, que horror! - Até engasguei

- Portanto, eu morrer é bem improvável. Eu sou muito foda, meu bem! - colocou uma das mãos em meu queixo e se aproximou de meu ouvido. - Eu prometo, te proteger até depois de morto! - Senti um sorriso e me arrepiei por completo. Engoli seco. - Vamos princesa! - Sorriu ligando o carro.

- Vai me levar para casa? - sorri animada.

- Se tenho que te proteger não posso ir para a sua casa! Vamos para um motel... Assim podemos levantar cedo e ir para o Texas.

- T - texas? - gaguejei

- Sim, tenho uma casa lá! Ficaremos pelo lugar até conseguir falar com a polícia  e avisar do acontecimento. Ai veremos o que poderíamos fazer! - Acelerou o carro.

- Ah okay! - Deitei a cabeça no cinto de segurança do veículo e aproveitei que o "nada" era longe da cidade, então decidi descansar um pouco.

  

                        ...


- Min? MIN SOOK! - senti suas mãos em meus ombros me balançando delicadamente. - Acorde! - Abri um pouco os olhos e antes de me levantar, pensei em algo diferente. Fingir demência, na verdade... não bem fingir demência, mas sim fingir estar dormindo. - Ah, acorde Min sook! - senti suas mãos quentes alisarem as minhas pernas tatuadas. Apesar de sentir um fogo subir pelas mesmas, manti a postura de vítima adormecida. - Okay, okay! Está cansada, vou te levar até o quarto! - O que? Ele vai mesmo, me carregar? Ai meu santo DEUS da misericórdia. Não vou "acordar" agora. É... vou continuar fingindo estar super cansada. O que não é mentira, mas... necessito de um pouco de mordomias. 

De olhos fechados, escutei a porta do carro fechar e espiei um pouco para me certificar que ele definitivamente, havia saído do mesmo. Sim, ele saiu e deu a volta. Abrindo a minha porta e me pegando em seu colo alto. Faltou ar, quase morri ali mesmo. Respirei fundo, e aspirei o perfume maravilhoso daquele assassino, digo..  homem. Era um perfume único, nunca sentido por mim. Perfeito, diriamos.

- Eu quero leite, mãe! - Fingi sonâmbulismo. E resmunguei mais algumas coisas que nem eu, entendi.

- Leite? Poxa, se você estivesse acordada eu poderia dar à ti, que pena! - riu e eu gelei. Não estava esperando que ele dissesse alguma coisa. Achei que ele só riria. 

Na minha mente eu estava, acordada e cometendo mil pecados com aquele cara. Mas meu corpo estava em estaca zero. Isto é, eu permanecia imóvel e em um quase ataque cardíaco.

- Chegamos! - ele empurrou a porta de um quarto do hotel, onde estavamos. 

Me colocou suavemente em cima da cama e eu quase me desfaleci em cima do acolchoado. Parecia que eu não encontrava a cama a 5 anos e não à algumas horas apenas.

- E agora? Como vou te trocar? - Espiei abrindo os olhos de leve e vi ele remexer uma mala. Pegou uma blusa grande, provavelmente dele, de dentro dela e veio caminhando até mim. Fechei os olhos o mais rápido possível. Achei que eles afundariam de tão forte que foram fechados.

Namjoon me colocou sentada lentamente, para eu não "acordar" e assim eu permaneci. O homem levantou meu vestido azul para cima, afim de tira - lo de meu corpo. Retirou a peça e o vi dobrar e coloca - lo em cima de uma mesa de vidro que havia no centro do quarto.

Fiquei um tempo apenas de peças íntimas e por um relance, vi o Sr. Kim, me contemplar por alguns segundos.

- Cinta - Liga... É sook, estava em outras intenções, não é mesmo? - riu soprado e pegou a camiseta, enfiando a mesma na minha cabeça para se encaixar em meu corpo. - Você está certa se pensou que isso seduz, qualquer homem! Hm! Bem certa! - conseguiu coloca - lá em mim. - CERTO! - me deitou mais uma vez no colchão, mas dessa vez com uma camisa dele. - Boa noite! - beijou minha mão. 

Escutei os passos dele indo em direção ao interruptor e desligar as luzes. E depois os andares, foram direcionados ao banheiro. Antes que ele adentrasse ao cômodo, lançou a frase que eu tenho certeza, ficaria guardada em minha mente, por conta de seu tom rouco e sedutor:

"Ah... e foi um prazer te conhecer min sook!" 




Luh Hoseok: Não seja um leitor fantasma, comente! Sua opinião é necessária para a continuação dessa fic! Amo vcs❤







Continua...



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