História Pre-Destined (1 temporada) - Imagine : Jimin - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Personagens Originais
Tags Bts, Girld_bae, Hoseok, J-hope, Jimin, Jungkook
Visualizações 505
Palavras 2.136
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Capitulo 19


Fanfic / Fanfiction Pre-Destined (1 temporada) - Imagine : Jimin - Capítulo 22 - Capitulo 19

Jimin (on)

Meu coração bate frenético em meu peito, embora não demonstre, estou morrendo de ansiedade esperando a resposta de (S/n) para meu pedido, realmente desejo tê-la como namorada, não apenas por estar perdidamente apaixonado pela pessoa maravilhosa que é mas também para poder tê-la apenas para mim, pelo menos até depois do baile quando ela terminar comigo.

- Park Jimin acabou de me pedir em namoro? - Pergunta tentando conter o sorriso e falhando na missão. Aproximo-me, dou um selinho casto em seus lábios e sussurro em seu ouvido.

- Exatamente, e espero que aceite princesa. - Mordo o lóbulo de sua orelha fazendo-a rir, eu amo o som de sua risada.

- Hmm, acho que tenho que pensar. - Mesmo sabendo que está brincando o nervosismo que começava a se dissipar volta com força e acho que agora estou transparecendo meus sentimentos. - Calma, é brincadeira! Não precisa fazer essa cara. – (S/n) ri freneticamente de mim e não consigo evitar rir junto. - É claro que aceito. - Apoia as mãos em meu peito e chega mais perto para que beije castamente minha boca.

(S/n) dormiu encostada a meu peito enquanto fazia carinho em seus cabelos e logo em seguida fui vencido pelo sono também e estranhamente essa noite dormi bem, sem pesadelos, agitações, nada, como alguém normal, exatamente como da vez anterior que ela dormiu em meus braços.

Essa mulher ganhou meu coração apenas por ser ela e parece que meu corpo também entende que não apenas seu lugar é junto a mim, mas meu lugar também é junto a ela, minha mente não simplesmente esquece de tudo de ruim e asqueroso quando estou perto da minha princesa, agora, realmente minha.

[...]

Acordo e vejo que (s/n) continua dormindo como um anjo, movo-me devagar para não acordá-la e vou ao banheiro fazer minha higiene matinal. Assim que termino de escovar os dentes desço até o subsolo onde fica minha academia particular, poucas pessoas tem acesso a essa parte da casa, não porque ela esconda algo, mas simplesmente porque a escada que uso para ter acesso a ela fica atrás da parede móvel do closet e não gosto que apareçam enquanto treino, tira minha concentração.

Começo correndo por vinte minutos na esteira para aquecer e em seguida vou para os pesos e malhação. A academia é consideravelmente grande, com dois aparelhos de cada equipamento dispostos em diverso cantos do ambiente e um banheiro com hidromassagem.

Ao contrário do que muitos pensam, nem tudo que fica no porão ou subsolo precisa ser mal iluminado ou com a iluminação amarelada. Fiz questão de deixar o ambiente aqui embaixo o mais claro possível, o piso de granito bege juntamente as paredes de madeira escura e a iluminação de led deixam a academia clara e confortável mesmo que não haja luz do Sol. 

Deixei a porta do closet aberta para o caso de (s/n) acordar e procurar por mim. Alterno entre socos e chutes no saco de pancadas, estou tão concentrado no que estou fazendo que mal ouço a voz de (s/n)

- Hmm, acordei e você não estava na cama ai vi a porta aberta e desci pra ver o que era. Espero não estar incomodando.- Diz sonolenta com a voz manhosa mais deliciosa que já escutei. Paro o que estou fazendo e viro-me lhe dando minha total atenção.

- Minha namorada nunca incomoda. -Digo sorrindo feliz de como isso soa pronunciado em voz alta e (s/n) faz o mesmo enquanto se aproxima apenas com a camisa com a qual dormiu a noite.

- Gosto de como isso soa. - Fala cada vez mais perto. - Mas ainda não recebi um bom dia do meu namorado. - Diz fazendo um beicinho lindo me deixando com vontade de mordê-lo.

- Pode apostar que eu também. - Agora sou eu quem me aproximo, mas paro imediatamente lembrando que estou suado. - Eu estou nojento de suor princesa, vou tomar um banho e pode ter certeza que não ficará sem seu bom dia. - Pisco pra ela e viro-me indo em direção ao banheiro mas sinto sua mão suavemente tocar meus bíceps e seus braços rodeando meu tronco.

- Você não está nojento baby, está gostoso vestido só com essa calça caindo em seus quadris. E eu ainda não tomei banho também. - Diz com uma voz extremamente sexy que faz meu p.au acordar imediatamente.

Viro de frente para (S/n) e surpreendo-a pegando-a no colo, vamos em direção ao banheiro rindo e trocando beijos parecendo dois adolescentes eu acho, nunca soube de verdade o que é ser um adolescente, mas isso não vem ao caso. Sinto-me mais feliz do que nunca em toda minha vida. Tomamos banho juntos e dei-lhe seu bom dia digno de uma princesa, ou uma devassa.

Descemos de mãos dadas, e agora (S/n) veste as roupas que Hoseok trouxe para ela, uma camiseta branca simples, um short preto e seu cabelo preso em um rabo de cavalo bagunçado. Olho para o relógio na parede, dez e meia da manhã, vamos até a cozinha e encontramos Yoongi sentado a mesa tomando seu café e lendo alguma coisa em seu Iphone.

- Bom dia.- ela diz e Yoongi levanta a cabeça com um sorriso que se desfaz imediatamente quando vê nossas mãos entrelaçadas.

- Bom dia florzinha.

- Bom dia Min. - Cumprimento-o e nos sentamos a mesa.

- Bom dia Park. Sabia que o estado em que Naomi se encontra está em todos os sites de fofoca da cidade apenas por ser irmã do magnata dono das Park’s Industries? - Yoongi pronuncia a palavra irmã com tanto desdenho que fico confuso, qual é o problema dele com eu e Naomi sermos irmãos? Isso não me interessa agora, o que me preocupa é toda essa visibilidade, é quase como uma placa em neon apontando para sua localização, um chamariz de desgraça. Terei de resolver isso rápido. Além disso existem também minhas empresas, desde o acidente não piso lá para nada, a menos que seja extremamente necessário, fora isso posso trabalhar de casa respondendo e-mails e assinando ou não contratos que precisam de meu aval.

- Não Yoongi, não sabia. Trocou de profissão? - Pergunto enquanto sirvo suco de laranja para mim e (S/n).

- Como?

- É, parece que virou repórter querendo dar notícias em primeira mão.

- Não consegue ser adulto pelo menos uma vez na vida? - Relevo o que Yoongi diz e continuo com meu café.

- Chega Yoongi. – (S/n) se pronuncia fazendo o amigo ficar quieto.

- Eu vou resolver isso Yoongi, mas porque tanto preocupação com minha irmã? - Pergunto agora realmente interessado.

- Sua irmã? - Yoongi ri com desdém e encaro-o querendo saber do que tanto ri. - Naomi é minha irmã, a irmã que foi sequestrada da minha família quando tinha apenas três anos, a irmã que passei vinte e quatro anos procurando. Vai dizer que não sabia porra? - Grita com ódio e levanta-se fazendo um estrondo. Levo meu copo a mesa e tento assimilar toda a maluquice que acabei de ouvir.

- Como é? - Pergunto querendo que ele repita e espero sinceramente ter ouvido errado. Naomi não me esconderia que sabia onde sua família estava todo esse tempo, rio nervoso com o pensamento idiota, com certeza não. Sempre fomos sinceros e cúmplices um do outro, bom, quase sempre.

- Você ouviu muito bem! Ela é a porra da minha irmã e nem sequer passou pela sua cabeça me contar? Porque com certeza você sabia disso. - Demoro meio segundo para processar a informação antes de me exaltar.

- Eu não sabia de merda nenhuma, Naomi nunca me contou que sabia onde estava a porra da família dela. Eu sempre me ofereci, sempre, para contratar os melhores detetives, ofereci ajuda de amigos meus da polícia e Naomi sempre recusou. Então não venha me acusar de algo que não sabe se é verdade, eu sempre quis pra ela o que eu nunca tive, o amor de uma família de verdade. - Grito no mesmo tom que ele falava comigo antes e Yoongi senta novamente e põe a cabeça entre as mãos.

- Eu não entendo, se o que está me dizendo for verdade, porque ela nunca nos procurou? - Diz em um tom derrotado segurando os cabelos. Sento de novo e sinto (S/n) apertando minha mão.

- Esse é um assunto de vocês, não me sinto no direito de opinar sobre qualquer coisa. Se precisarem estou no quarto. - Levanta e sai porta afora.

- Sei que não gosta de mim Yoongi, mas acredite quando digo que Naomi nunca me contou que sabia onde estava sua família, provavelmente por saber que a obrigaria a contata-los e por algum motivo ela não queria que o fizesse. - E tenho quase certeza que o motivo é o mesmo pelo qual a afastei de Jin, proteger sua família. - Se pelo menos soubesse quem você era é claro que teria lhe dito sobre ela. - Digo sinceramente e espero que Yoongi acredite.

- Estranhamente, eu acredito em você, consigo ver que está sendo sincero. - Assinto e espero que continue a falar. - Posso fazer uma pergunta?

- Sim.

- Onde vocês dois estiveram esse tempo todo?

- Não posso expor Naomi sem o consentimento dela, se quiser saber, pergunte a ela mas não espere que ela lhe diga muita coisa. - Levanto-me querendo acabar com o assunto de uma vez. - Ah, e se Naomi resolver lhe contar, não espere ouvir coisas agradáveis.

Yoongi assente entendendo que esse assunto não está aberto a discussões e subo a procura de Rubi. E encontro-a vestindo-se como se fosse sair.

- Vai a algum lugar? - Pergunto encostado no batente da porta.

- Sim, pretendo passar no hospital e já que o baile é sábado, queria passar no shopping e pegar um vestido que encomendei. - Diz enquanto veste uma calça jeans e uma blusa vermelha.

- Quando teve tempo pra encomendar um vestido? - Pergunto curioso.

- Hmm, bom, antes do, você sabe. Estava voltando do shopping quando fui atacada naquele dia. - Entendo o que ela quer dizer e sinto-me uma merda por isso.

- Hey baby, não fica assim, você não teve culpa. – (S/n) vem até mim e passa os braços ao redor de meu pescoço, não consigo evitar em fazer o mesmo ao redor de sua cintura. Respiro fundo não querendo me aprofundar nesse assunto e assinto.

- Posso ir com você? – (S/n) sorri e mexe em meus cabelos.

- Eu pretendia isso. - Junta nossos lábios rapidamente e volta a se arrumar.

Preciso ir ao hospital imediatamente tirar essa história a limpo com Naomi. Se ela acha que pode fazer todo aquele escarssel por conta do que fiz para protegê-la e a Jin quando causou a mesma dor a sua família para o mesmo motivo ela está muito enganada.

Chegamos ao hospital em pouco mais de 20 minutos, estaciono o carro, descemos e caminhamos juntos até a porta do quarto de Naomi e escutamos risadas vindas de dentro do mesmo.

- Eu sei que vocês não estão bem, percebi também que ela tem alguma ligação muito especial com Jin, só não sei o que é e sei também que a briga de vocês tem haver com ele. Se quiser se abrir comigo, sou toda ouvidos, mas se não quiser, também tudo bem. - Seguro sua mão entre as minhas e aperto.

- Obrigada princesa.

- Vou entrar primeiro e ver quem está lá com ela e vou tentar convencê-la a falar com você tudo bem? - Assinto e espero no corredor.

Cinco minutos depois (S/n) e um Jin contrariado saem do quarto e deduzo que Naomi irá me receber.

- Pode ir. – (S/n) diz suavemente e Jin completa. - Você tem cinco minutos.

- Só preciso de trinta segundos. - Digo espantando-o e ando até o quarto, abro a porta e encontro uma Naomi magoada, muito diferente dos sons de risada que ouvia do corredor.

- O que você quer Jimin? - Pergunta rudemente.

- Só vim dizer duas palavras pra você.

- Então diga e vá embora.

- Hipocrisia e família,Naomi.

Seus olhos que antes focavam-se do outro lado do quarto agora tem toda atenção em mim, e posso garantir que entendeu o recado e está atordoada com isso. Saio do quarto sem nem mais uma palavra e ouço-a chorando baixinho, minha vontade é de voltar lá agora mesmo e consolá-la, mas não vou. Jin lança-me um olhar mortal e grita enquanto corre até a porta.

- O QUE VOCÊ FEZ PARA DEIXÁ-LA ASSIM,PORRA?

Não respondo-o e sigo com (s/n) de volta ao estacionamento.

- O que você disse a ela?- (s/n) pergunta curiosa.

- Apenas o que ela precisava ouvir. - Respondo dando a partida no carro.


Notas Finais


Até o próximo! ^^


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