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História Precijenjen - Uma história de KRIV - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá meus queridos, com vocês meu primeiro Oneshot e a finalizações de KRIV.

Espero que gostem e comentem.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Precijenjen - Uma história de KRIV - Capítulo 1 - Capítulo Único

5 anos depois 

 

Não é como se ela estivesse fora do próprio corpo. Ela estava consciente, sabia e sentia muito bem tudo que estar sentada naquela imponente cadeira de madeira trazia à tona. As mãos estavam apoiadas na coxa, sentia as palmas suadas compra a pele descoberta pelo vestido que subiu alguns centímetros. Deu um leve puxão para trazê-lo de volta para perto do joelho e ficou olhando para o grande anel de diamante em sua mão esquerda. Focou nele até sentir que sua respiração estava começando a ficar pesada. Mesmo sabendo que conseguia respirar, começou a sentir o ar faltar em seus pulmões, estava começando a ter um ataque de pânico e não podia deixar isso acontecer. Fechou os olhos e focou em sua respiração e em seu novo mantra “Sve je u redu“, está tudo bem em croata. 

 

Mas claro que sua reação de apenas ficar naquele lugar chamou atenção das demais pessoas. 

 

— Senhora Nadal?  — chamou o velho acima do peso, com as sobrancelhas falhas na sua frente. A mão dele era peluda e estava apoiada na frente dela.  

 

—  Petrovic! —  corrigiu Ravena, respirando fundo uma última vez e olhando para ele com desdém. 

 

A correção pareceu acender uma chama nele, seus olhos castanhos brilharam maliciosamente. Ele ergueu o dedo indicador, que mais parecia uma salsicha estragada.

 

—  De acordo com meus documentos, a Sra. é casada com o Sr. Luka Miles Nadal há mais de 3 anos. Estou errado?

 

Ravena mudou seu olhar para Luka, que estava sentado praticamente à sua frente, e, claro, apenas assistindo tudo de longe. Com a pergunta do advogado, os finos lábios dele se retrocederam e ele se remexeu no assento. Seus olhos também estavam nela e desde que saiu de seu lado, ele não os desviou. 

 

Mesmo que seus olhos estejam apenas enxergando Luka naquele momento, ela sabia muito bem todos que estavam ali, eram separados ou juntos.

 

— Sim, eu sou casada com Luka! Três anos e meio.

 

— Mas você não utiliza o sobrenome dele? Por quê? —  indagou de maneira presunçosa.

 

Ravena o fuzilou com o olhar. Sentiu aonde ele iria chegar e não deixaria aquele julgamento tomar o rumo errado. Mas antes que ela pudesse rebater, outro Petrovic foi mais rápido. 

 

— Protesto! — Jorge pediu, se levantando. O juiz afirmou com a cabeça e sinalizou para ele falar. — O que o nome de Ravena tem a ver com o caso?

 

— Muita coisa, Sr. Petrovic — insistiu o gorducho — De acordo com meus dados, Ravena é mãe do filho de seu cliente. E talvez o fato dela não usar o nome do marido pode nos dar algum outro rumo...

 

— Sabe o motivo de eu não usar a porra...

 

— Senhora — repreendeu o juiz acima dela. 

 

A morena, agora de cabelo curto, passou a mão nele e respirou fundo.

 

— Não uso o sobrenome Nadal por dois motivos. Primeiro, tenho o controle de quase metade dos hotéis Petrovics e acho que deveria permanecer com meu nome por isso. 

 

— E o segundo motivo? — quis saber. 

 

Ravena respirou fundo e seu olhar passou dele para Luka, que agora passava a mão na testa, revelando para a loira que estava sentada ao seu lado a grossa aliança dourada em sua mão. Seus cabelos estavam presos em um grosso coque, a maquiagem que usava tinha o blush muito carregado, usava um vestido rosa tubinho que descrevia perfeitamente o que ela tinha se tornado: uma simples dona de casa que cuidava dos gêmeos e uma bela mulher troféu. 

 

— Eu odeio minha cunhada! — afirmou, ainda olhando para Vule, que revirou os olhos, mas não desviou o olhar dela.

 

— Hum... 

 

Ele continuou falando algumas outras baboseiras, mas Ravena não ouvia. Por um momento, enquanto encarava Vule, se desligou do mundo. Nunca tinha gostado muito dela, mas depois que se casou com Luka e ela com Carlos, até tentaram se aturar, mas nenhuma das duas se suportava. Às vezes o clima ficava estranho, ainda mais pelo fato de que Carlos e Luka criaram uma empresa de contabilidade juntos e estavam grudados grande parte do tempo.

 

— Sra. Petrovic?

 

Ravena acordou de seus pensamentos e encarou o senhor a sua frente. 

 

  — Consigo imaginar um grande e importante motivo para você não gostar da Sra. Vule Nadal Strong! —  afirmou, ficando à frente dele e tampando a visão a outra do primo e o marido. —  É por causa de Karla Tallent, certo?

 

Todo corpo de Ravena congelou, seu olhos marejaram imediatamente, suas mãos e o resto dela deram uma leve tremida. Toda situação com Karla ficou meio que um assunto proibido entre os amigos e tinha um bom tempo que ela não ouvia o nome da amiga. Mesmo com tudo aquilo, Ravena não foi a única abalada.. 

 

—  O QUÊ? COMO OUSA? EU NÃO TENHO NADA A VER COM A MORTE DE KARLA! — berrou Vule Nadal, sendo segurada pelo marido.

 

— ORDEM NO TRIBUNAL! — ordenou o juiz.

 

Ravena olhou para Vule, entendia a raiva dela. Depois que saiu da mansão, todos ainda duvidavam dela. Achavam que ela tinha matado Karla, mas foi comprovado pelas câmeras da mansão que tudo não passou de um acidente. Karla estava saindo para nadar, as duas trocaram algumas farpas no corredor, mas quando estava perto da piscina, por algum motivo, acabou escorregando e batendo a cabeça. E assim morreu. Mesmo sabendo que a cunhada não tinha culpa nenhuma, ainda sentia grande rancor dela por isso. 

 

— Sra. Petrovic, está muito desligada hoje. Deseja fazer uma pausa? — indagou o advogado. 

 

Ravena revirou os olhos e o encarou furiosamente.

 

— Continue!

 

— Como queira — aceitou sorrindo. — Poderia contar um pouco de sua experiência na mansão Black?

 

— Bom, foi horrível, é óbvio —   começou, olhando para os rostos de amigos que estavam ali e com a pergunta, o semblante de medo de todos era o mesmo. — Foi comprovado que Magdalena pagou algumas pessoas para nos manter ali dentro e para fazer todo trabalho sujo. Na verdade, estávamos em um grande e horripilante big brother. Tinham câmeras e tudo mais. 

 

Ravena continua falando um pouco dessa experiência, como ficaram lá dentro e como foram os dias. Do outro lado da sala, ela conseguia ver cada reação de seus amigos. Todos estavam ali, quer dizer, todos que sobreviveram. Atrás de Luka estavam Ivan e Brita, que tinham se juntado há pouco tempo. Ele era um grande e famoso empresário musical, recebeu grande ajuda de Ravena. E Brita se tornou a mais jovem professora universitária e estava cada dia mais realizada. 

 

E claro, a alguns metros de Ravena estava aquele que ela evitava olhar, não por medo ou por algum motivo ruim, apenas para manter os sentimentos em ordem e conseguir o melhor para Gordon. Mas havia uma ilustre pessoa naquele lugar e mesmo sabendo o que causaria a ele, Ravena não se deixa oprimir ao falar o que realmente sentia. 

 

— Foi tudo muito desumano. O que Magdalena fez com a gente não foi coisa de uma pessoa boa, estando no leito de morte ou não — ela não evitou de olhar para Abraão Lee Black. Seus olhos azuis, que lembravam os da falecida, estavam tristes e no fundo mostravam que concordava com ela.

 

— Muito compreensivo — concorda. Até o momento ele se mantinha sentado em sua mesa, mas se levantou e deu um pendrive para um policial colocar na tv. Se aproximou dela e a fitou por um segundo. — E Gordon?

 

Naquele momento ela não teria o que fazer. Seus olhos rapidamente correram para o lugar onde ele estava. Gordon usava um terno alinhado e perfeito, a cabeça estava baixa e o cabelo raspado; já Jorge Petrovic, ao lado dele, o olhou de rabo de olho. Sentindo o olhar de Ravena, ele levantou a cabeça. Quando seus olhos a encontraram, ela sentiu o tremor percorrer todo seu corpo. O amor que sempre sentiu por Gordon, era claro que ele nunca iria embora. Foi o primeiro amor dela. Mesmo sabendo que Luka era o amor de sua vida e a pessoa que ele desejava passar o resto da vida, se forçou a desviar o olhar do primeiro pois sabia o que o outro sentia. 

 

— O que tem Gordon? — perguntou ao advogado.

 

O senhor caminhou até o aparelho de TV e o ligou. Assim que a tela acendeu e revelou o rosto de Niko sorrindo, Ravena se lembrou daquela foto*, tinha sido no final de semana que Magdalena morreu, ela mesma tinha tirado a foto. Eles estavam jogando algum jogo que não se lembra. Conseguiu capturar um breve momento dele sorrindo. Riu ao se lembrar de como era difícil conseguir uma foto dele rindo. 

 

— E Niko? Merecia o que aconteceu com ele?

 

Sozinha e a algumas fileiras atrás estava Lucija. Ela se distanciou de todos e mal aparecia para dar notícias, tinha se mudado para a Espanha e herdado o Império Green. Ravena olhou para ela, a velha amiga já tinha os olhos e o rosto molhado e olhava diretamente para a tv. Ravena sentiu algumas lágrimas escorrem por seu rosto.

 

— Não, Niko não merecia o que aconteceu com ele. Mas infelizmente acontece e não adianta nada ficarmos remoendo isso. Temos que honrar a memória dele e sempre lembrá-lo assim — ela indicou a tela e focou no sorriso do amigo. — E sim, eu perdoei Gordon — afirmou ainda olhando para o aparelho. — Ele tinha seus demônios, como todos nós, apenas não conseguiu controlá-los. Seu lado ruim foi mais forte e por alguns momentos, o comandou. Consegui ver a melhora nele, apenas por isso o perdoei completamente. 

 

— Entendo, é um gesto muito bonito de sua parte — concordou o gorducho. — Mas você acha que se vocês tivessem continuado lá dentro, trancados por mais algum tempo, Gordon teria matado mais alguém ou até mesmo você?

 

— Protesto — pede Jorge, se levantando. — Obviamente ele está perturbando ela, esse não é o tipo de pergunta que se faça para alguém que teve esse grande trauma. 

 

O juiz passou o olhar dele para Ravena que, novamente, mal conseguia respirar. 

 

— Protesto aceito — ele olhou novamente para Jorge e se dirigiu a ele. — Sr. Petrovic, apenas manere seus protestos. Todos estamos cientes do seu grande e íntimo envolvimento no caso. Agora pode fazer as perguntas.

 

Jorge concordou e se levantou. Sua primeira pergunta foi em um sussurro. 

 

— Você está bem? — Ravena confirmou e ele deu início. — Sra. Petrovic, é tão claro o quão traumático todos esses eventos foram. Não apenas para você, mas para todos os envolvidos — Ravena concorda veementemente. — Eu gostaria de saber como se sentiu quando compreendeu que sua melhor amiga tinha armado para você ser incriminada inocentemente.

 

— Eu fiquei fora de mim. Mal pude acreditar em tudo que ela armou para mim. Ter que passar por um julgamento e por outro apenas para cancelar o primeiro foi algo muito difícil, mas fiquei muito aliviada e agradecida quando tudo acabou e minha inocência foi decretada.

 

— E os outros como estão? 

 

— Ah, é muito difícil dizer — ela olhou para eles ali. — Tudo afetou cada um de maneira diferente. Uns se uniram, outros se separam, — ela olhou de maneira triste para Lucija, sentia muita a falta dela — mas todos conseguimos seguir nossas vidas. 

 

— Seguir em frente é muito bom para todos — ela sorriu olhando para as mãos e levantou quando o pai colocou alguns papéis em sua frente. — Aqui estão alguns registros das suas visitas à clínica que Gordon estava. Você o visitou muito, certo? Quais os motivos dessas visitas? Consigo ver aqui que elas iniciaram apenas depois de 5 meses de todo ocorrido. 

 

— Sim. Eu precisei de um tempo para digerir tudo, era muita coisa ao mesmo tempo e quando me senti pronta eu fui até lá — afirmou, dando um breve sorriso para Gordon que a olhava com brilhos nos olhos.— Eu não iria abandoná-lo, já tinha perdido muito e ele não seria outra perda. 

 

— Você conseguiu ver o avanço, já confirmados pelos médicos, no Sr. Del Vale?— perguntou. 

 

— Claro, foi um avanço visível para todos. 

 

Ela ameaçou falar mais sobre esses avanços, mas foi interrompida pelo advogado do Estado.

 

— Protesto, Meritíssimo. Sr. Pretovic está fazendo perguntas levinas e sem muito avanço ao julgamento. Claro, pelo envolvimento dele. E pensando no melhor desfecho para esse caso, tenho apenas duas perguntas muito mais importantes que como foram as visitas. 

 

O Juiz pareceu pensar um pouso. 

 

— Protesto aceito. Por favor, Sr. Jones — autorizou, indicando para o gorducho se levantar. 

 

— Bom, Sra. Pretrovic, tenho duas perguntas bem diretas para você — ele fez uma pausa e todos ali sentiram o clima do julgamento mudar.

 

Já estava passando do horário previsto e pelo envolvimento de Ravena com todo caso, ela foi considerada a principal testemunha e já tinha ficado claro a todos que o depoimento dela era o mais importante e o que realmente iria conseguir liberar Gordon da clínica. 

 

— Gostaria de saber se a Sra. confiaria Niko Kian Petrovic Del Vale sozinho com Gordon?

 

Aquela pergunta fez ela travar, e mais uma prova de que ela tinha escolhido o marido e o melhor padrasto para Niko Kian. Luka ficou todo ereto na cadeira, se preocupando com o que poderia acontecer com o enteado. 

 

Ela pensou no filho, ele estava com a mãe e com os pais de Luka nesse momento. Seus olhos correram diretamente para Gordon que estava ansioso para esta resposta, mas ela não tinha muito certeza do que realmente queria, entretanto sabia o que tinha que fazer. 

 

— Hum, — iniciou tentando pensar se a resposta que daria era mentira ou não — sim. 

 

— Mas a Sra. nunca deixou Niko Kian ver o Sr. Del Vale na clínica, estou certo?

 

— Essa é sua segunda perguntas? — Jorge se levanta um pouco alterado e mostrando seu real estado na voz.

 

— Sr. Petrovic, ordem por favor — pediu o juiz batendo na mesa. 

 

— Me desculpe — quem se desculpou foi Sr. Jones. — Realmente não é minha segunda pergunta. — ele limpou a garganta antes de se voltar para ela — Você realmente, não apenas por estar em juramento, mas no fundo do seu coração, pensando também como mãe, confia que Gordon Del Vale fora do hospital vai trazer confiança e segurança a todos vocês?

 

Ravena sentia o coração palpitar. Sentiu tudo ficar lento quando todos os olhos foram voltados a ela e naquele momento sentiu o verdadeiro peso que tinha nas costas. Eram diversas vidas entrelaçadas e qualquer coisa que dissesse ali iria mexer com todos. Mas perante aquelas perguntas sentiu a verdade em seu coração, sabia o que dizer e que caminho seguir sem se questionar. 

 

— Olha, você está tentando me estabilizar desde o começou, mas não vai conseguir. Eu estou bem ciente da mudança de Gordon e nada do que falar vai mudar o que penso ou o que sinto — começou encarando ele. — Eu realmente não deixo Niko Kian ir. Não é um lugar para uma criança, mas eles conversam por vídeo o tempo todo e ele sempre está com os pais de Gordon. — ela deu um breve sorriso para mãe de Gordon que choramingava atrás do filho. — Estar na mansão quase me matou e quase matou todos nós, os efeitos que causou em cada um de nós foram diferentes e terríveis — ela fez uma pausa e tomou fôlego. — Eu e Luka ainda acordamos a noite assustados e sei que todos os outros também, mas nenhum de nós quer fazer desse episódio a nossa vida. Queremos e superamos, e tudo isso é a última coisa que falta. Claro que sentimos um pouco de receio, mas todos demos uma chance para Gordon e concordamos que para ele melhorar cem por cento, ele tem que sair de lá e seguir sua vida normalmente. Ele foi o único que ficou totalmente preso a tudo isso e está na hora de se libertar. Eu amo Gordon e sempre vou amá-lo. Sei que ele vai conseguir o melhor para vida dele depois que sair dessa clínica. 

 

Claro que com esse discurso o advogado não se atreveu a dizer mais nada. Ravena foi dispensada e voltou ao seu lugar com Luka. Assim que se sentou, o marido a abraçou e ela apenas sentiu toda pressão que estava sentindo ir embora. Estava segura.

 

Por mais alguns minutos, Sr. Jones e Jorge Petrovic fizeram as apelações. Não era para um júri aleatório, haviam alguns oficiais de justiça, o promotor que cuidava de todo caso envolvendo Magdalena e alguns médicos que acompanharam Gordon. Tiveram um recesso de poucos minutos antes de voltarem e terem o tão esperado veredito.

 

— O Júri não chegou a um acordo, então eu vou decidir — avisou, fazendo tudo ficar ainda mais intenso. Mesmo abraçada a Luka, os olhos de Ravena estavam em Gordon e ele revezava em olhar para o juiz e olhar para ela. — Eu não consigo imaginar esses jovens passando por essa coisas, não consigo imaginar por eles mesmo e muito menos pelos pais. Espero que todos continuem se curando com o tempo — ele fez uma pausa e olhou para Gordon. — O Sr. Del Vale vai continuar fazendo o acompanhamento psicológico na clínica, mas  — ele fez uma pausa antes de dar três batidas na mesa — diante de todas as acusações e de todo seu histórico, acredito que o melhor para você é se curar junto com quem ama e junto ao seu filho. Você está livre, Sr. Del Vale. 

 

Um peso foi tirado das costas de Ravena. Ela sentiu um alivio tão grande que chegou a ser maior do que quando ela mesma ouviu aquelas palavras. Luka a abraçou de lado e depositou um beijo no topo de sua cabeça. Ela olhou novamente para Gordon, que já a olhava chorando e sorrindo. Um obrigado se formou em seu lábios antes de ser amassado pela mãe. Naquele momento, ela sentiu que tinha cumprido seu dever e sentiu que poderia, a partir dali, ser totalmente feliz e completa.

 


Notas Finais


Kriv : https://www.spiritfanfiction.com/historia/kriv-3368322

Foto NIko: https://br.pinterest.com/pin/800022321293453546/


Bom, agora sim Kriv teve seu fim, espero que tenham gostado e ver como tudo se encerrou e de como nossos adolescentes mimados amadurecera, ou não.


Muito obrigada pelas visualizações e por tudo.


XOXO Lux

Betagem por Moon Blog Painless Design


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