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História Precious - Capítulo 1


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Notas do Autor


Ignorem a capa por favor....



Enfim, Olá flores lindas! Como estão? Sentiram minha falta? Não aceito não como resposta...


Sobre as duas fanfic que eu apaguei eu irei reescrever elas mas não por agora, talvez daqui a umas duas semanas ou mais eu reposte elas pois atualmente eu não estou com muito tempo e também pretendo fazer algumas modificações antes de postar a fic e o Menu então por favor sejam pacientes.




Esse é meu primeiro imagine então caso não dê certo eu irei apagar e fingir demência 🤭❤️



Boa leitura

Capítulo 1 - Prólogo


10:45 PM, Nas ruas de Seul


Perder alguém é difícil, perder alguém que você ama é mais difícil ainda. Como aguentar a perda do grande amor de sua vida? Como consolar as pessoas, sendo que você está pior que elas? Essas perguntas e muitas outras rodeiam minha cabeça todos os dias. Uma tristeza profunda tomou conta de me, e a culpa também. 


Lá estava eu e meu Appa voltando para nossa casa de carro, as ruas de Seoul estavam alagadas por conta do temporal que estava caindo brutalmente. Enquanto meu Appa dirigia com atenção para que nada de ruim ocorresse, eu estava no banco de trás observando a chuva cair as vezes meu olhar se desviava para o mais velho a minha frente, mas logo depois retornava ao temporal lá fora. 


— No que tanto pensa, San? — Pergunta o mais velho, tirando minha atenção. 


— Nada. —Digo rápido, voltando a ver a chuva. 


— O que você pretende fazer no final das férias? — Pergunta puxando assunto. 


— Estudar, não é o que eu sempre faço?! — Digo sem tirar os olhos da janela. 


— Desculpe. — Diz um pouco rápido. — A chuva está aumentando.  


O sinal fecha e meu Appa, começa a limpar o vidro do carro que estava embassado. Suspiro entediado, e logo depois vejo uma mulher jogada no chão aparentando estar desmaiada. 


— Appa! — O chamo. — Ali é uma pessoa? 


— É sim, San. — Ele força um pouco os olhos. — E parece estar desmaiada.  


—  O quê vai fazer ? — Pergunto. 


— Ajudá-la. — Responde tirando o cinto de segurança e descendo do carro. 


— Que ridículo. — Digo para mim mesmo. Observo meu Appa indo até a pessoa desmaiada, e sinto a necessidade de ir até lá. — Que droga! 


Tiro meu sinto e desço do carro, caminho um pouco rápido em direção a eles. Ao chegar paro e encaro um pouco a situação, olho o rosto do indivíduo e… 


— Heejin? — Me pronuncio um pouco baixo. Minhas pernas começam a tremer, enquanto o resto do meu corpo paralisa. Essa garota não pode ser a Heejin, afinal ela… 


— O pé dela está preso. — Diz o mais velho mas eu não consigo responder. — Me ajuda a puxar essa pedra.... San? San? 


Ele chama novamente mas eu continuo no mesmo estado, até que finalmente recuperei os sentidos. 


— O quê? — Digo um pouco baixo, sem tirar os olhos da menina


— Me ajuda a tirar essa pedra. — Fala alto. 


Eu puxo a pedra devagar para não machucar o pé dela, e assim que retiro completamente meu Appa a carrega indo em direção ao carro. Eu abro a porta do banco de trás, meu Appa a coloca deitada e cobre a mesma com o meu casaco marrom. A gente entra no carro e ele dá partida. 


— Para onde você vai levá-la? — Pergunto um pouco curioso. 


— Para o hospital, ela está muito gelada. — Diz  o mais velho acelerando o carro. 


A viagem até o hospital foi rápida, afinal ele era perto dali. Eu carrego a garota enquanto meu Appa caminhava na frente abrindo a porta do hospital e indo até a recepção. 


— Por favor, é uma emergência. — Diz ofegante. A moça da recepção me olhou e logo direcionou os para a morena que eu carregava. 


— Alguém trás uma maca. — Grita ela e logo a maca junto com uns médicos e enfermeiros chegam. Eu coloco a garota na maca e os médicos e enfermeiros a levam. E do nada surge uma mulher de cabelo castanho não muito alta. 


— Me sigam. — Diz ela piscando para mim, e eu sorrio malicioso. Ela nos leva até a sala de espera e eu me sento na cadeira presente ali, enquanto meu Appa fica em pé. 



  15 minutos depois


— Será que a garota morreu? — Brinco e meu Appa me repreendeu com os olhos. Segundos depois, um médico bem alto de olhos puxados chega. Eu me levanto da cadeira e fico próximo do médico, e meu Appa faz o mesmo. 


— Vocês são responsáveis por Choi Hee-min, certo? — Pergunta ele e meu Appa confirma com a cabeça. Tá o nome é estranho, mas foi o único que conseguimos pensar. — Venham até minha sala, por favor. 


Caminhamos até a sala dele e o mesmo se senta na cadeira atrás da mesa e a gente do lado oposto. Do nada, a enfermeira de mais cedo entra na sala e fica “atrás” do médico. Ela começa a mexer no decote de sua blusa e me olhar com malícia, e eu sorrio e olho para o médico. 


— A senhorita Choi, está com uma pequena pneumonia, mas se obtiver os cuidados específicos ficará boa em uma semana. E o tornozelo esquerdo está torcido brutalmente. Há algum motivo para ela está nesse estado crítico? 


— É que… 


Antes de meu Appa se pronunciar e inventar uma mentira sem coerência ou falar a verdade eu me pronuncio. 


— A minha namorada saiu para fazer compras, e pelo visto foi surpreendida pelo terrível temporal, assim como todos que ignoram o jornal falando sobre a previsão do tempo. — Início a mentira. — E então ela me ligou para ir buscá-la e não sei como se acidentou. Fim. — Digo a última palavra um pouco baixo. — Quer dizer, quando eu vou poder vê-la?


— Você é o namorado dela? — Afirmo com a cabeça. — E o senhor? 


— Eu sou o pai dela. — Mente. 


— Ok! Eu preciso que o senhor Choi, venha comigo, acertar umas coisas. — Ele nos encarou desconfiado. — Somin, leve o senhor San para ver a namorada dele. 


Somin confirma com a cabeça e começa a ir em direção a sala da garota, e eu a sigo. Chegamos no corredor da sala dela e Somin me joga na parede.


— O quê você está fazendo garota? — Pergunto “inocente”.


— Shiu. — Diz ela pondo um dedo em meus lábios. Ela desce até minha calça e começa a desabotoar. 


— Eu tenho namorada. — Digo manhoso. Ela se levanta e começa a dar beijos em meu pescoço. 


— Choi San, eu te conheço e sei que você não tem namorada. — Ela tenta me beijar, mas me esquivo e a empreso na parede. — Por que você sempre foge de me, Oppa? Você não quer fazer isso aqui? Ou vamos fazer? 


— Hoje não, Somin. — Digo piscando para ela e a soltando. 


 Vou até a sala da garota e entro. Caminho em direção a cama da mesma e olho seu rosto. Ela não tinha nada haver com a Heejin, ela era MUITO mais linda. Calma ai, no que eu estou pensando? A garota começa a abrir os olhos devagar e com um pouco de dificuldade. 


— Onde eu estou? — Pergunta confusa. A voz baixa e calma dela, soou como uma calma e doce melodia perante meus ouvidos. 


— Você está no hospital. — Respondo admirando sua bela face. 


— Ah ela acordou. — Diz o médico surgindo do além. Ele caminha até a cama e eu chego um pouco para trás, dando espaço. — Como está se sentindo, senhorita Choi? Está sentindo alguma dor? 


— A minha cabeça está doendo. — Reclama. — Quem são vocês? E porque eu estou em um hospital? 


— Você não se lembra do que aconteceu? — Pergunta o médico. 


— Não. Eu não lembro de nada. — Responde. 


— O que está havendo, Doutor? — Se pronuncia, meu Appa. 


— Pelo visto a senhorita Choi, perdeu a memória. — Anuncia ele. — Talvez seja temporário, ou, permanente. 


— Ela não lembra da gente? 


— Talvez não senhor San. — Diz analisando os batimentos cardíacos dela. — Você consegue reconhecer um desses rostos? 


— Não. — Responde rápido. 


— OK! Ela ficará em repouso está noite, mais tarde a Somin virá aqui dar umas medicações para ela. — Informa. — Senhor San, acredito que seria melhor você ficar perto dela, talvez ela se lembre de algo. E por favor, organize sua roupa. 


Diz ele e eu me lembro do zíper que a Somin abriu e o fecho rapidamente. O médico sai e leva meu Appa junto, talvez eles conversem novamente sobre essa garota. Eu vou até a cama dela e me sento na cadeira que estava do lado. A olho “disfarçadamente” e penso na Heejin, porque eu as comparei pela aparência? Essa garota é tão diferente dela. 


— Até quando vai ficar me admirando? — Pergunta com voz de tédio. 


— Eu não estava te ”admirando“, eu apenas estava te olhando. — Minto. 


— Quem é você, ein? 


— Eu sou Choi San, seu namorado. — Reviro os olhos. 


— Você não é meu namorado. — Diz ela e eu a olho assustado. Como ela sabe? 


— Porque você diz isso? — Engulo ar seco. 


— Se você fosse eu tinha que ter um anel de compromisso e você também. — Tá eu não pensei nisso. 


— Você tem, e está aqui comigo. — Eu tiro um de meus anéis e coloco no dedo dela, mesmo ficando um pouco folgado ficou perfeito. — Aí está. 


— Que ridículo. — Diz baixo. 


— Qual o problema dessa garota. — Digo para me mesmo bem baixo. 


— Você é o meu problema. — Responde. A garota se vira para me se deita e me encara um pouco. 


— O quê foi? — Pergunto incomodado. 

 

— Nada. — Responde rápido. — Quando eu vou para casa? 


— Talvez amanhã. — Digo mexendo em meu anel do polegar. 


Alguém bate na porta e logo eu sugiro ser a Somin. E assim foi, ela entra e vem até a cama da garota com uma bandeja com alguns remédios. Enquanto isso, eu pego meu celular e vejo as minhas mensagens 


Mensagem 1 on


Hong Joong– Hey Choi San, onde você está seu pirralho? 


Mensagem 2 on


Wooyoung– San, onde você tá? 


Mensagem 1 e 2 off


Havia mais mensagens mas eu resolvi ignorar. Desligo meu celular e logo sou agredido na cabeça, e olho para as individuas ao meu lado sem entender. 


— Porque você me bateu? — Digo passando a mão na minha cabeça. 


— Você é surdo ou faz cursinho? — Pergunta Somin brava. — Eu estava dizendo que eu já acabei, e fique observando se a senhorita Choi, caso ela se sentir mal me chame. 


Somin sai da sala e bate a porta. Eu continuo sem entender o porquê da agressão contra me. 


— Porque ela me bateu? — Digo inconformado e a garota começa a rir. — Qual é a graça? Aliás nem responda. 


— Para um homem bonito você é bastante lerdo. — Diz ela ainda rindo. 


— Então você me acha bonito?! — Me aproximo da cama. 


— Você não disse que era meu namorado? Eu tenho que te achar bonito, né? — Fala enrolada. 


— Claro que tem. — Rio um pouco fraco. 


Os remédios dela começaram a fazer efeito. A garota adormece devagar e eu a observava atentamente. Cada detalhe nela era único. Será que ela mexeu comigo? Ou eu apenas estou delirando por causa do sono? Seja o que for, acho melhor esquecer. Não posso me apaixonar de novo e estragar tudo. 



Notas Finais


Bjs!


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