História Precisa-se de máquina do tempo - Capítulo 1


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Categorias Os Bridgertons, Vikings
Personagens Gregory Bridgerton, Hyacinth Bridgerton, Ivar, Personagens Originais, Violet Bridgerton
Tags Hvitserk, Ivar The Boneless, Os Bridgertons, Vikings
Visualizações 79
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii gente! Espero muito que gostem dessa história.
Se vocês não leram os livros ou não assistiram a série não se preocupem. Eu vou usar o universo e alguns fatos que aconteceram, não tudo.
Eu realmente espero que vocês gostem da história. Tô fazendo com muito carinho :):):)

Capítulo 1 - A aventura começa


Fanfic / Fanfiction Precisa-se de máquina do tempo - Capítulo 1 - A aventura começa

Brasil, 18 de agosto de 2018

Pov. Mari

- Anda logo Lipe. – reclamei enquanto esperava meu irmão. Já tínhamos sido liberados fazia meia hora, mas ele ainda tava dentro da sala.

“Que lerdo! Eu mereço meu Deus.” pensava parada na portaria da escola. Depois de uns minutos finalmente vi aquela criatura.

- Até que fim. – falei já enjoada de ficar esperando aquele idiota.

- Que foi guria? – falou como se não tivesse acontecido nada – Vamo. – falou andando eu o segui resmungando o quanto ele era insuportável.

Andamos por um bom tempo, naquele sol ardente e naquele calor dos infernos. Ele começou a mexer no celular, queria ser roubado só pode, eu continuei caminhando pela calçada, até que...

- Droga! – gritou ele – Mas que merda! Não. Não. Não. – reclamava se abaixando pra pegar o celular caído no chão. Eu comecei a rir.

- Eita. – falei me aproximando dele – Ainda tá prestando? – perguntei e ele me lançou um olhar de raiva.

- Cê não tá vendo que laxou tudo. – falou mais irritado – Pior que a mãe só vai me dar outro daqui pro ano que vem.

- Que pena. – falei me esforçando pra não rir da cara dele de desespero – Vamo pra casa menino. Lá você ver o que vai fazer.

Voltamos a andar, comigo mais a frente e ele ia atrás cabisbaixo e reclamando alguma coisa em voz baixa.

- Mas eu sou muito burro. – falou de repente. Me fazendo virar pra trás.

- Ainda que bem que cê sabe. – falei brincando.

- Palhaça. – retruca e continua – Eu esqueci do Lucas. Ele conhece um cara que conserta essas coisas. – falou apressado.

- Vai pra casa ou não? – falei já cansada do drama dele.

- Vou depois. – falou já se afastando rápido.

- Se a mãe perguntar eu vou dizer o quê?! – gritei na esperança de que ele ouvisse. Ele ouviu.

- Inventa alguma coisa! – gritou de volta já longe.

Bufei alto, passando por algumas pessoas antes de atravessar a rua.


~

Eu peguei o controle pra mudar o canal da TV. Mudei. Mudei. E mudei. O último que eu tinha passado, era o jornal, que tava falando sobre alguma chuva forte, tempestade, essas previsões do tempo que nunca acontecem.

Fazia horas que eu já tinha chegado da escola e nada de Lipe voltar. Nossos pais tinham saído, então eu tava em casa sem fazer nada pra fazer. Já tinha comido, tomado banho. Agora tava largada no sofá, esperando anoitecer.

Comecei a mexer no celular, pra passar o tempo. Entrei nas redes sociais, vi vídeos. Liguei a netflix e já tava terminando the vampire diaries, quando a porta abriu.

- Quem é vivo sempre aparece. – falei ainda deitada no sofá, mas tirando a série e colocando no jornal da noite.

- Engraçadinha. – falou indo até a cozinha e voltando com um pedaço da pizza, que mamãe tinha comprado, na mão – Tire o pé aí. – bateu de leve no meu pé me forçando a sentar – Menina, o cara era muito estranho. – começou - Tô falando sério. Ele botou uns negócios aqui e disse que ia funcionar. – deu outra mordida quase acabando a fatia – Cadê a mãe? – perguntou.

- Saiu. – falei – Já tentou ligar? – perguntei me referindo ao celular.

- Já. Já. – falou terminando de vez a fatia – Tem mais o que pra comer? – ignorou o assunto.

- Sei lá. Veja aí. – dei de ombros voltando a atenção pra televisão.

Ele foi até a cozinha resmungando alguma coisa sobre eu não fazer nada. Mas eu ignorei, já tava acostumada. Olhei pro meu telefone e minha bateria tava baixa, fui correndo pro quarto pegar o carregador. Só aí, que olhei a janela do meu quarto, e percebi que tava chovendo.

“Não é que acertaram dessa vez” lembrei da previsão de mais cedo.

- Lipe! – gritei do quarto – Tem roupa na varanda?!

- Acho que tem! – gritou da cozinha que era próxima ao quarto, já que não era um apartamento tão grande.

- Pegue aí! – falei revirando as coisas atrás do carregador. “Onde tá essa peste?”

- Tudo eu! – gritou e eu ouvi os passos apressados dele em direção à varanda.

Eu levantei os lençóis, abri o guarda roupa, quando me abaixei pra ver em baixo da cama, encontrei. Estiquei a mão pra pegar, e eu tava quase, quase conseguindo quando ouvi um grito. Saí correndo do quarto, podia ser um ladrão.

- Que susto Lipe. – me aliviei quando vi que era só ele assustado com alguma coisa, me aproximei dele na varanda tomando cuidado pra não me molhar.

- Isso tá dando choque. – falou confuso, com o celular na mão – Tava no meu bolso, aí começou a trovejar e ele esquentou.

- Sério? – peguei ele e quase derrubo sentindo o quanto estava quente – O que foi isso?! – pergunto já sabendo a resposta.

- Eu não disse. – falou impaciente.

Eu passei a mão pelo meu short jeans, afim de aliviar a quentura.

- Veja isso. – falou pegando o telefone e indo pra mais perto do parapeito – Olha como fica. – o celular começou a piscar de um jeito estranho, parecia que tinha dado um tique.

- Tá repreendido. – falei me aproximando – Jogue esse negócio fora menino.

- Deixa de coisa guria. – me cortou – Eu vou levar de volta pro conserto.

Um raio desceu do céu naquele momento. E foi aí que deu ruim de vez. O celular ficou doido.

- Lipe! – gritei indo pra perto dele – O que é isso?

- Eu não sei. – falou tão confuso quanto eu. A tela foi ficando toda branca. E aquele branco foi ficando mais forte. Era insuportável ficar olhando pra aquilo. De repente parecia que tudo a nossa volta tinha sido envolvido por aquela luz. Fechamos os olhos pra não ficarmos cegos.

Eu me senti como se tivesse sendo puxada por alguma, era como se a gravidade fosse tão forte que eu não conseguia manter meus pés no lugar. Procurei pela mão do meu irmão mesmo com olhos fechados. A agarrei quando a senti. E então ficou mais rápido, só que no sentido contrário, estávamos sendo puxados pra trás. E muito rápido mesmo. Leo apertou forte minha mão e nos deixamos ser levados.

Aí parou. Parou tudo. O ar começou a entrar normalmente pelo meu pulmão. Mas era um ar diferente, era um ar menos... pesado. Nossos pés tocaram o chão de forma violenta e a queda não foi nada agradável.

Eu tava deitada no chão quando comecei a abrir os olhos vagarosamente. O céu tava muito bonito, cheio de estrelas, e eu já comecei a estranhar daí, porque o céu tava nublado antes. Na verdade tava carregado.

Levantei devagar tentando recuperar o equilíbrio. Quando consegui me manter de pé, depois de um esforço, observei melhor o lugar. E olhei pro meu irmão, um pouco afastado de mim, tentando se levantar.

- Mas que porra...


Notas Finais


Espero que tenham gostado
♡♡♡


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