História Precisa-se de máquina do tempo - Capítulo 2


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Categorias Os Bridgertons, Vikings
Personagens Gregory Bridgerton, Hyacinth Bridgerton, Ivar, Personagens Originais, Violet Bridgerton
Tags Hvitserk, Ivar The Boneless, Os Bridgertons, Vikings
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Palavras 1.469
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aiii gente! Muito obrigada pelos comentários e pelos favoritos
Espero que gostem:):):)

Capítulo 2 - Onde? Quando? Como?


Fanfic / Fanfiction Precisa-se de máquina do tempo - Capítulo 2 - Onde? Quando? Como?

Londres, 18 de agosto de 1821

Pov. Mari

- Mas que porra é essa. – exclamei olhando pro local onde tínhamos caído.

- Tô querendo saber também. – falou Lipe já de pé e com a mesma expressão que eu. Confusão. Onde estávamos?

- Onde a gente tá? - se aproximou de mim e ficamos olhando as ruas e as casas. Com certeza não estávamos em casa.

- Pra onde você vai? – Lipe saiu andando em frente à mim.

- Ver onde a gente tá. – continuou andando – Vem logo. – andei rápido pra ficar ao lado dele.

A rua não era tão extensa, logo viramos na esquina. Não parecia ter quase ninguém nas casas, apesar de algumas luzes acesas não tinha ninguém nas ruas. E tava muito frio. Eu tava de casaco, mas meu short não ajudava muito nessa situação. Meu irmão, pro outro lado, ainda tava fardado da escola.

- Parece uma cidade fantasma. – falou Lipe e lhe dei um tapa no braço.

- Vira essa boca pra lá. – falei cruzando os braços pra me esquentar.

- Acho que tem alguma coisa ali. – falou apontando numa casa distante.

- Melhor mesmo ter. – digo andando junto à ele – A gente tá aqui é culpa sua. – ele parou de andar.

- Minha culpa? – perguntou alarmado – Como que é minha culpa?

- Bem, foi essa desgraça do seu telefone trouxe a gente pra cá. – era a coisa mais óbvia de deduzir.

- É...Verdade. – suspirou e voltou a atenção pra casa mais adiante – Mas onde é aqui? – falou pra si mesmo. Voltamos a andar, observando o local. Aquelas casas não eram de onde eu morava.

Chegamos no final da rua, quando olhamos melhor a casa, era enorme. Aquilo ali era uma mansão misturada com um castelo, só pode.

- O que é isso? – Lipe se aproximou de uma das fileiras de carruagens que tinha perto da casa. Peraí. Carruagens?

- Onde a gente tá? – eu já estava ficando preocupada – Vamo pra mais perto da casa. – falei e fomos até a porta.

- Aqui. – falou Lipe dando a volta na casa e indo até uma das janelas do térreo. Fui até onde ele estava e não pude acreditar no que tava vendo.

- Não é possível. – me afastei da janela tentando raciocinar.

- Isso é uma festa? – perguntou meu irmão tão confuso quanto eu.

- É um baile. – falei exasperada, mas, provavelmente os únicos bailes que ele conhecia eram os bailes funks.

- Baile tipo daqueles filmes que você assiste? - perguntou apontando pra dentro da casa. Fiz que sim com a cabeça.

- Mas como... – parei e olhei a mão em que ele ainda segurava o celular – Foi isso aí. – falei apontando – Foi essa coisa que trouxe a gente pra cá!

- Não me diga?! – falou alterado também – Acha que eu não percebi?

- O que a gente faz? – falava andando de um lado pro outro no gramado.

- Deixa eu ver. – ele tentou ligar o celular, mas foi em vão – Acho que queimou. – concluiu.

- Sério? – ironizei já sem paciência – Acho que depois de um RAIO qualquer coisa queima.

- Deixa de enxame guria! – falou irritado – Eu vou resolver isso! Um enjôo da porra! – ele respirou fundo e eu também. Tínhamos que tá calmos pra resolver a situação. A gente ia sair dessa.

- Precisamos de informações. – falei depois de uns segundos – Saber onde a gente tá.

- Quando, a gente tá. – me corrigiu ele.

- É. Quando. – completei. “Não acredito nisso. Viagem no tempo? Parece um sonho.” pensava, mas parecia bem real, principalmente pelo que veio a seguir.

- Excuse me, do you any need help? – falou um cara estranho que se aproximou sem que nós percebêssemos.

- É o quê? – perguntei sem entender o que ele dizia. Ele pareceu assustado quando olhou pra mim e pra Lipe, os olhos deles percorreram nossas roupas.

- Are they lost? They need help? - perguntou de novo, mas não entendíamos nada.

- É o quê tio? – perguntou Lipe. Aí aconteceu algo estranho de novo. O telefone piscou. Mas não tava pifado?

- Eu perguntei se precisam de ajuda? – nos olhamos surpresos. Estávamos entendendo?

- Você ouviu isso? – olhei pro meu irmão que tinha a mesma expressão que eu não face.

- Você ouviu? – perguntou também.

- Senhores. – pigarreou o homem – Por que estão com essas... vestimentas? – perguntou envergonhado de nos olhar. Principalmente a mim. Eu mereço.

- O senhor sabe onde estamos? – perguntei. Já que, parece que essa viagem veio com um google tradutor embutido, vamo aproveitar.

- Estão na propriedade dos Bridgertons. – falou como se esperasse que soubéssemos que lugar era aquele. Ele pareceu perceber nossas caras confusas – Londres. Inglaterra. – completou e meu queixo caiu. O do meu irmão então.

- Em que ano estamos? – foi a vez de Lipe perguntar.

- 1821. – disse com uma expressão preocupada sobre nós – Mas por que essas perguntas?

- Lipe. – virei pro meu irmão ignorando o moço – O que a gente faz? – meu irmão olhou pra mim com uma cara de: você não sabe, imagine eu.

Um vento passou por nós naquele momento, fazendo eu e Lipe nos escolhemos de frio.

- Venham crianças. – falou o homem – Vou levá-los para dentro. – ele pôs o braço em volta de nós dois e nos guiou para uma porta nos fundo da casa.

Entramos no que eu deduzi ser a cozinha, já que tinha gente vestida de garçons e gente cozinhando. Eles pararam para nos observar, com certeza não éramos apropriados pra aquela época.

- Fiquem aqui. – falou o homem – Vou ver o que posso fazer. – e saiu nos deixando sozinhos naquela cozinha enorme e com aquelas pessoas nos olhando.

- Irmão. – fiquei frente à frente à ele – Guarde isso. – falei – Eles não sabem o que é um celular. – ele guardou no bolso conferindo que ninguém percebesse.

- A gente conta pra alguém? – perguntou ele. Estávamos falando baixinho e ignorando os olhares de quem passava por nós.

- Não sei. – falei – Vai ser difícil explicar uma coisa dessas.

- Aí que complicado. – soltou ele.

- Ali estão eles. – ouvimos o homem que nos achou entrar acompanhado de uma mulher, bem bonita pra idade que ela parecia ter.

- Obrigada Wickham. – ela parou quando nos observou melhor – Mas o que é isso?! – perguntou alarmada – Que... que roupas são essas? – nos entreolhamos sem saber o que dizer.

- Eu avisei a senhora. – falou o homem ao lado dela.

- De onde vocês são? - se aproximou e esperou que nós respondêssemos – De onde vocês são? - repetiu.

- Do futuro. – soltou Lipe no impulso.

- Como é? – perguntou a mulher confusa.

- De longe ele quis dizer. – corrigi – Viemos de muito, muito longe.

- Põe longe nisso. – murmurou Lipe e lhe uma cotovelada no estômago. Ele já queria falar demais – Aí.

- E essas vestes? – indagou.

- São de onde a gente veio. – falei.

- São... peculiares. – falou e senti meu irmão se segurando pra não rir. Quem fala peculiares?

- Como chegaram aqui? – perguntou.

- Foi um... acidente. – falou Lipe.

- Acidente? – arqueou a sobrancelha – Entendo. Venham comigo.

Ela nos guiou até fora da cozinha, passamos pelos corredores vazios. Acho que ela queria evitar que alguém nos visse. Chegamos a um tipo de sala, bem bonita por sinal. Com toques de verde claro nas paredes.

- Pode se retirar Wickham. – falou ela. O homem saiu e nos deixou sozinhos, de novo, com a moça – Então... estão perdidos. – ela se sentou no sofá que tinha na sala e indicou que nos sentássemos também – E os pais de vocês?

- Viajando. – falei e olhei pro meu irmão que concordou com a história - Nos perdemos tentando ir até eles. – ela tinha uma expressão pensativa no rosto. Será que tava acreditando?

- Sabe onde eles estão agora? – perguntou. 

- Não. – disse Lipe.

- Sabem voltar de onde vieram?

- Não. Mas tamo resolvendo isso. – falou Lipe e ela passou os olhos pela gente com uma expressão de dúvida.

- Quantos anos vocês tem? – ela franziu o cenho enquanto esperava a resposta.

- Dezessete. – falei.

- Dezesseis. – completou Lipe.

- Pois bem. – se levantou – Vou cuidar de vocês, até descobrirem como irem embora. – nos levantamos também – Podem ficar aqui. Mas, antes, vamos ter que dar um jeito nessas roupas. – nos olhou de cima a baixo – Podemos deixar isso pra amanhã. Fiquem aqui. Vou mandar arrumarem quartos pra vocês. Wickham virá chama-los. – se virou na direção da porta – À propósito, sou Violet Bridgerton. – completou.

- Obrigada. Meu nome é Mari. - falei e olhei pro meu irmão.

- Brigado. Lipe. – se tocou ele.

- Não há de quê. – falou – Não posso deixar, duas crianças na rua. – disse dando um sorriso, antes de sair.

- Conseguimos tempo, não? – me virei pra Lipe – E agora?

- Agora. – tirou o celular do bolso – Damos um jeito de consertar isso. Aí, voltamos pra casa.


Notas Finais


Espero muiiiito que tenham gostado desse capítulo
Até o próximo♡♡♡


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