História Preciso de um cupido - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Cho Chang, Dino Thomas, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Luna Lovegood, Neville Longbottom, Ronald Weasley
Tags Drastoria, Harry Potter, Hinny, Romione
Visualizações 38
Palavras 1.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas sejam bem vindos a fanfic "Preciso de um cupido!"
Espero que se gostem da história e que vocês se sintam a vontade lendo ela...

Boa leitura

Capítulo 1 - Prológo


Meus olhos estavam grudados nas mensagens de textos em meu celular: Preciso de um cupido! Elas começavam do mesmo jeito todas às vezes, chegava a ser engraçado. Mas minha atenção não estava nelas, e sim nos burburinhos que soavam atrás de mim: Sunan Bones e  Simas Finnigan haviam sido pegos em um momento bem íntimo no vestiário feminino ontem à tarde após o treino do time do colégio. Revirei os olhos. Como as pessoas ficavam surpresas com aquilo? Não era novidade para ninguém que Finnigan, fazia esse tipo de coisa depois dos treinos. Talvez as pessoas estejam alvoroçadas por ser Susan que estivesse com ele no momento, o que me deixava um pouco chocada confesso. Pensei que ela tivesse mais consciência dos seus atos do que as outras garotas, mas parece que estava enganada. Ainda bem que ela não veio falar comigo sobre esse assunto, mesmo por que minha resposta seria óbvia demais. “Nunca pegue ninguém do time de futebol, antes que ele já tenha vindo falar de você para mim!” Essa era a frase que eu mais repetia, porém as garotas pareciam surdas todas as vezes que escutavam.

Ouvi o sinal, que indicava o término das aulas, ecoar despertando-me do meu transe.
Suspirei pesadamente. De forma lenta guardei todos os meus pertences na minha velha mochila jeans preta, surrada e desbotada, e sai após perceber que os corredores estavam praticamente vazios. Eu não tinha pressa ao andar, não gostava do tumulto que os brutamontes causavam na hora de irem embora, era um tanto desconfortável e insuportável quando aquilo acontecia. Ouvi algumas passadas atrás de mim, eram leves, não tanto quanto as minhas, e também eram rápidas, ou talvez só quisessem me alcançar.

- Diga que vai me dar uma carona naquele seu lindo carro vermelho, Nevill . - Soltei as palavras em um tom doce e irônico, sem mesmo me virar para trás. Tinha certeza que estava com a cara de forma debochada. Soltei um leve riso ao notar um par de olhos castanhos revirarem em reprovação ao meu comentário.

- Desculpe, Nevs, mas como você já deve imaginar você virou meu motorista particular no momento exato que ganhou aquele carro maravilhoso da sua avó!

- Me lembre de vendê-lo assim que chegar em casa, Ginny – ele soltou um sorriso, enquanto desviávamos da incrível manada que vinha dos corredores.

Meu amigo estava carregando um enorme vaso de planta, sem nenhum broto dentro. Ele fazia parte do clube de jardinagem, então era normal ver ele cheio de terra ou carregando plantas, para lá e para cá. A cada passo que dávamos, algumas pessoas apontavam e davam risada para Neville. Sentia vontade de socar a cara de todos aqueles idiotas que faziam isso, mas felizmente – ou não – Nevs, era uma pessoa bem calma e me mataria se eu fizesse qualquer coisa que fosse considerada “agressiva”. Então fiz o que fazia todos os dias, apenas dei de ombros. Ele não se importava muito com o que falavam dele. Na verdade, creio que o mesmo já tinha até se acostumado com toda aquela “atenção” para si. Andávamos lado a lado, a presença dele era reconfortante, e divertida.  Éramos amigos desde que nos entendíamos por gente. Nossas casas eram uma ao lado da outra, éramos bons vizinhos. Nossos pais eram amigos há décadas, trabalhavam na mesma empresa desde... Sempre – eu acho.
Quando éramos pequenos nossas mães torciam para que tivéssemos um envolvimento amoroso, mas isso não durou muito. Com o tempo elas foram percebendo que entre mim e ele só rola amizade mesmo. E na verdade, atualmente elas querem que continue assim.

Ainda passávamos pelo corredor, que eu apelidei carinhosamente como “O inferno de Dante” Onde tínhamos que passar por vários estágios para sair dele. Na minha concepção era o melhor nome já criado para algo. Fred e George ficariam orgulhosos de mim.
Naquele exato instante passávamos pelos atletas, um bando de garotos suados e com pelos -  em lugares que eu prefiro não imaginar – que se achavam os pegadores. Talvez esses tipos de estudantes existam em qualquer escola, entretanto aqui estão concentrados 90% dessa população. Eu não prestava atenção neles, não tinha nada de interessante para observar, porém naquele momento eu vi uma coisa que – provavelmente - me traria uma pequena dorzinha de cabeça. Michael Corner estava se atracando com Romilda Vane bem no meio daquelas pessoas, que na minha cabeça eram apenas testemunhas. Nojento se quiser saber minha opinião. Como eu iria dizer para Padma Patil a “namorada” dele, que eu precisava devolver o dinheiro para ela, já que meus conselhos não tinham sido uteis o suficiente para segurar o pênis do futuro ex-namorado dela? Fala sério! O que custava o garoto fazer isso num lugar menos movimentado? Tinha gasto aquelas quarenta libras em artigo esportivo. Ah eu estava ferrada

- O que houve? Você ficou quieta de repente. – Neville chamou minha atenção enquanto terminávamos de cruzar o corredor principal. Aparentemente ele não tinha percebido aquela cena de filme pornô no meio do corredor. Ainda bem, ele era puro demais para essas coisas.

- Não é você que diz que eu falo demais?-Provoquei. Eu gosto de ficar irritando.

- Pode ter certeza disso! – ele afirmou com convicção – Mas o fato de Gina Weasley estar calada, não é uma coisa normal.

- Ah, não e nada. Só estava pensando em algumas coisas. – omiti. Não era tão importante afinal de contas, era só contar a verdade para Padma depois.

- Você está andando muito com a Luna. – Revirei os olhos dando risada. Senti falta dela na aula de história de Binns,-  que como sempre ficam muito mais chatas sem minha fiel e mais maluca amiga – Odeio quando ela falta da escola, tudo ficava tão mais sem graça e normal.

- Ei! Você também passa bastante tempo com ela, então pare de falar assim. – ele apenas deu de ombros. –E tem que concordar que essa escola fica um tédio sem ela.

- Tenho que admitir a verdade, ela alegra esse inferno aqui. Mas o senhor Lovegood, teve que sair numa daquelas viagens de novo, e ela nunca perde isso.

- É eu sei! Mas imagina aguentar duas aulas seguidas sem ela? – Minha voz saiu mais dramática do que imaginei, fazendo Neville rir. Ele sempre ria de mim quando estávamos sozinhos, as pessoas não acreditavam quando eu dizia que ele era capaz de gargalhar mais alto do que Romilda Vane em dia de liquidação.

- Calma Gin, ela volta amanhã. Nossa Luna ficará feliz em saber que você sente tanta falta dela assim.

Mostrei a língua para ele, uma atitude infantil eu sabia disso, mas eu era cheia dessas coisas. Minha mãe dizia que eu iria ser uma eterna criança, em que alguns aspectos poderia ser bom ou ruim, dependendo do dia da semana em que ela estava.

Minha carona estava estacionada no meio do estacionamento, reluzindo toda sua beleza em plena tarde, que é claro só eu e Nevill conseguíamos enxergar. Era um conversível vermelho escuro, daqueles tipos antigos os quais qualquer colecionador se mataria para ter. Eu ainda mal podia acreditar que a avó de Nevill tinha realmente aceitado o pedido do neto e lhe presenteado com o carro, que ele tanto queria, o máximo que tinha pensado era que a senhora, ira lhe dar um fusca velho. Não por problema de dinheiro, a família Longbottom era uma das mais tradicionais de Londres, então era normal que ela guardasse uma pequena fortuna. Mas a avó do meu melhor amigo era conhecida pela sua exigência e severidade. Nos pensamentos meus e de Luna, ela não iria nem cogitar o desejo do neto.

- Eu já disse que amo o Billy? – Disse me jogando em cima dele, fazendo com que meus cabelos ficassem esparramados no capo do carro se misturando com a cor dele.

- O nome dele é Joy, Billy é ridículo Gin! – Eu revirei meus olhos. Não sei aonde Luna e Nevill tiraram a ideia de que Joy é um nome melhor que Billy, simplesmente não dava para acreditar.

– Entra logo! Vamos nos atrasar para o jantar, e minha vó vai ficar puta se eu não estiver em casa as 17:30 em ponto.


Antes de entrar naquela maquina, eu recebi algumas notificações no celular. Deveria ser mais alguém precisando dos meus dotes de cupido – que estão começando a falhar - . Quando abri o aplicativo de mensagens, quase tive um ataque do coração, tenho quase certeza de que meus olhos saltaram no momento em que vi quem tinha mandado a mensagem para mim. Só poderia ser brincadeira...

 

 Harry Potter mandou uma mensagem:

Por favor Ginny, preciso da sua ajuda!!
Preciso de um Cupido!!




Notas Finais


Espero que tenham gostado


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