História Premonição carrossel. - Capítulo 3


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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Visualizações 42
Palavras 1.898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei mas estou de volta, Espero de coração que o capítulo tenha ficado bom.

Capítulo 3 - A Premonição e o ascendente.


P.O.v Cirilo.

Na hora de entrar nos carrinhos foi uma verdadeira bagunça, Algumas pessoas estavam  animadas como Valéria, outras pessoas já preferiam estar em casa assistindo Netflix como eu.
Sentei no último banco, pois de maneira alguma teria coragem de ir lá na frente, e todo mundo estava brigando pelo primeiro lugar o que não faz sentido nenhum para mim.
Depois de um tempo Jaime veio e sentou-se ao meu lado.

- E aí maninho beleza? Falou o rapaz com seu ânimo de sempre.

- Tirando o fato que daqui a pouco eu vou está despencando daquela altura - falei enquanto apontava para o topo da montanha russa.

-  Jaime apenas revirou os olhos e ajeitou se no carrinho, abaixando a barra de proteção.

- eu não sei porque eles colocam isso aqui, se acontecer alguma coisa no que essas barras vão nos ajudar?  -falei enquanto  aadmirava enorme fila do lado direito.

- Ué como você quer que eu saiba, pergunta para pessoa que inventou a montanha russa.
- respondeu Jaime em um tom de ironia.

- Oi Jaime, Oi cirilo, Marcelina e Mário  estavam sentados na frente deles.

-  eu achei que vocês iam ficar lá na frente! - falou Jaime.

- Deus me livre! Eu até falei para o Mário se ele quisesse poderia ficar lá com pessoal, mas ele disse que não se importava de ficar aqui atrás. -falou Marcelina sorrindo.

-na frente de Mário e Marcelina, estavam Paulo e Alicia discutindo como sempre.

- ah Morena eu queria sentar lá na frente! - resmungou Paulo fazendo biquinho.

- a guerra Não começa vai, 
Eu queria ficar perto da minha amiga que a propósito é sua irmã também. - lembrou a moleca.

- Paulo não se contentou muito com aquela resposta, Mas resolveu não dizer mais nada,
A única coisa que ele não queria naquela hora, era ter um problema com a namorada.

Enquanto isso lá na frente...

P.o.v Margarida.

Davi Adriano ficaram no primeiro lugar, Davi não gostou muito da história, mas Adriano queria muito ficar lá para imaginar que estava voando de foguete, uma das bizarrices dele como sempre.
Logo atrás dele Bibi e Clementina conversavam animadamente.
Atrás dela estavam Laura e Jorge, e logo atrás eu e Maria Joaquina.
E atrás da gente Carmen e Daniel.
E atrás deles Kokimoto e Valéria.
E a minha tensão só aumentou quando o moço veio checando assento por acento para ver se estava tudo bem.

p.o.v Helena.

Não sei porquê, mas estou muito apreensiva,
Eu amo essas crianças mais que tudo na minha,
Vida, e nunca me perdoaria se algo acontecesse com elas, mas também não entendo porque estou pensando isso? Deve ser esta superproteção o que eu sempre tive por eles,
Mas acho que dessa vez estou passando dos limites.

- Professora Helena! - falou graça estranhando a preocupação estampada no rosto da amiga..

- Oi? Ah sim graça? - respondeu Helena saindo de seus pensamentos.

- por quê está tão amuadinha frozinha?  Olha só como a gurizada tá alegre, vai dar tudo certo não se preocupe. - falou graça segurando firme na mão de Helena, que apenas sorriu Amarelo.

P.o.v Cirilo.

Depois que o moço terminou de ver se os assentos estavam bem Seguros, voltou onde estava, perto daquele maldito botão que ligava a máquina.

- divirtam-se meus amores!  - vi a professora Helena assenando  junto com graça para todos nós.

- vamos lá meus coleguinhas!! - gritou o Paulo animado.

- então quando vi o moço já tinha apertado o botão, e o carrinho já estava começando a andar.

O carrinho chegou na ponta da subida, inclinou um pouco, mas logo todos nós sentimos o corpo indo para trás quando o carrinho inclinou-se De vez,.

- eu vou filmar vocês aí cagando de medo, para depois postar no YouTube e ganhar vários seguidores!! - gritou o Paulo em meio aos risos.

- não é seguidor idiota, é inscritos! - corrigiu Carmen.

- naquele momento não consegui mais ouvir nada do que meus colegas falavam, lentamente o carrinho andava sobre aquela enorme subida que não tinha mais fim, tudo lá embaixo foi ficando tão pequeno, as pessoas conversando pareciam simples ruídos, a única coisa que eu via era o vento, e o barulho do carrinho andando, eu só conseguia olhar para o carrinho subindo, subindo e subindo.
Quando vi o topo daquela   grande subida, fiquei feliz por   está acabando essa tortura, mas também fiquei triste porque da mesma forma que nós Subimos vamos ter que descer.
E foi isso que aconteceu, o carrinho começou a andar reto, indo de encontro a descida que Eu batizei de descida do inferno, tentei fechar os olhos por algum motivo não queria ver aquilo, mas não consegui, meus olhos permaneceram arregalados olhando para aquela  Decida que estava cada vez mais próxima.
, e por um instante comecei analisar a montanha russa ela era feita de madeira e corda, Acorda que puxava o carrinho para cima, mas não pude terminar a minha análise.
Logo carrinho desseu a toda velocidade, só assim eu pude prestar atenção ao som do meu redor, todos gritando desesperados, alguns pela emoção, outros pelo medo mesmo.

O vento forte que batia no meu rosto me causava arrepios por algum motivo, parecia que o parque todo estava em silêncio, e  só os gritos podiam ser ouvidos, em meio aquele silêncio.

quando o carrinho chegou lá embaixo subiu só que rápido dessa vez, e desceu o mais rápido ainda

Mas na terceira vez que o carrinho subiu, Parece que ficou tudo em câmera lenta para mim,  escutei claramente um som de uma coisa sendo arrebentada, evike bem na hora que o carrinho tinha acabado de subir      novamente, A corda que sustentava o carrinho arrebentou.

O carrinho ficou com as rodas presas nos trilhos, completamente inclinado para frente, Com certeza ele não ia aguentar muito tempo lá em cima por causa do peso, quando olhei para baixo senti um desespero imenso por  ouvir os gritos de Socorro dos meus amigos, e comecei a gritar junto por ajuda.

Os carrinhos começaram a descarrilhar, a parte da frente desmoronou e as barras de proteção se abriram, o meu grito  foi tão grande ao ver meus amigos lá no chão, mas não dava para ver se estavam bem ou não.
Com muito esforço consegui sair do carrinho e pedir para que todos fizessem o mesmo, porque a parte de trás também não demoraria muito para cair, então achei que ficaríamos mais salvos nos trilhos esperando ajuda.

Todos nós saímos, e consegui ouvir os gritos da Professora Helena de desespero, mas logo não vi mais nada, pois o carrinho que  estava  pendurado pelas rodas, soltou dos Trilhos, e desceu a toda velocidade na nossa direção.

Uma das grandes rodas pegou bem na garganta de Jaime, mas não teve tempo de fazer ou dizer algo, pois depois disso todos nós estávamos Voando para fora dos Trilhos com a forte pancada.

Aaaaaaaahhh!!!!!!!

- que foi Cirilo?!  - perguntou Jaime desesperado.

- o que deu em você chocolate? - perguntou Paulo.

- divirtam-se meus amores!! - vi novamente professora Elena e graça assinando para gente.


- para!! Não aperta esse maldito botão, eu quero ir embora daqui! Me tira desse maldito  carrinho!

- todos me olhavam como se implorasse por explicações por estar agindo desse jeito, mas eu não podia ficar mais nem um segundo aqui dentro.

- pode abrir as travas, falou o maquinista.

- todos vieram atrás de mim, menos Davi e Adriano, que permaneceram no brinquedo.

Pessoas que estavam na fila entraram ocupando os lugares vagos, eu tinha que impedir aquilo    de qualquer jeito.

Gente por favor sai daí! Vai acontecer um acidente os carrinhos vão cair, saiam por favor! - eu gritava inutilmente, pois todos me olharam como se eu fosse louco.

- calma Cirilo! - professora Helena tentou me acalmar, mas naquele momento nada iria adiantar.
O botão novamente foi apertado, mas  naquele momento não pude controlar as lágrimas.

- o que   aconteceu com você Cirilo?? - perguntou maria joaquina nervosa.

- não consegui responder  pois, gritos de desespero e pedidos de socorro começaram a surgir desesperadamente pelo lugar os funcionários corriam de um lado pro outro sem saber o que fazer.

P.o.v Valéria.

E lá estávamos, no enterro de tantos jovens, acho que não consigo expressar com palavras a dor que todos nós estamos sentindo agora, eu perdi um grande amigo, que sempre estava com a gente em todas as aventuras, todos nós amávamos o jeito sonhador dele, sempre querendo inventar alguma coisa para nos ajudar.
E também perdi o Davizinho, meu namorado de anos, que me amava com todas as minhas neuras possessivas.
E agora estou aqui, agachada no chão com a cabeça entre as pernas, é o único jeito Para não preocupar ninguém, eu não tenho mais controle sobre mim mesma, a única coisa que me controla agora é a dor, a tristeza e saber que eu tenho que lidar com essa triste realidade.
Justo eu que estava tão animada com esse maldito passeio, eu sei que todos os meus amigos estão na mesma situação que eu, principalmente a professora Helena, por algum motivo ela se sente culpada,
Eu só me arrependo de não ter escutado Cirilo enquanto tinha tempo, eu tinha que ter tentado salvar eles,
Mas não fiz nada! E agora estou   arcando com as consequências.
Senti meu pai me levantando pela cintura e me  levando até o carro, Ele me disse que eu precisava descansar, como se isso resolvesse alguma coisa.
Seria muito bom pensar que tudo isso não passa de um terrível pesadelo, e que  eu vou acordar assustada no meio da madrugada, e ouvir a voz doce da minha mãe dizendo, fica calma filha foi só um sonho.
Mas infelizmente isso não vai acontecer..

Quando cheguei em casa fui direto para o meu quarto,
Nas paredes haviam várias fotos minhas com o Davi, naquele momento a dor parece que veio com mais intensidade, Parece que só agora havia caído a ficha, Eu nunca mais vou voltar a vê-lo, eu o perdi para sempre
, Conforme as coisas iam ficando Claras, a intensidade das Lágrimas só aumentava, e depois de chorar tanto adormeceu.

P.o.v Jaime.

Depois do enterro tive que acompanhar o Cirilo até o hospital, a pressão dele caiu e ele teve que tomar um sedativo bem forte, quase toda a turma também estava comigo, tirando a Valéria, Laura, e Clementina.
O silêncio chegava a ser incomodante, Estavam todos perdidos em seus próprios pensamentos, eu tenho certeza que todos estão se perguntando a mesma coisa, porque não escutamos o Cirilo? Por que não fizemos alguma coisa enquanto havia tempo? Porque não existe uma máquina do tempo Igual nos desenhos animados? O que seria da nossa turma daqui para frente? Eram  perguntas que simplesmente não tinham respostas,
E para ser bem sincero, eu não sei se gostaria de saber essas respostas.

Depois de algumas horas o Doutor Miguel liberou o Cirilo, e nós o  acompanhamos até sua casa.

- você vai ficar bem amigo - ? Perguntou Jorge com a voz baixa

- não sei. - respondeu  Cirilo entrando em sua casa com a cabeça baixa, algo lhe dizia que aquilo ainda não havia acabado, mas preferiu não dizer nada.

Depois daquilo todos seguiram para suas casas, e com certeza aquela noite seria a pior de todas para aquele grupo de amigos.


Notas Finais


Peço desculpas se ficou algum errinho despercebido, um grande beijo e até o próximo Capítulo 😘


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