História Presa ou Predador - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Infecção, Infectados, Mortos Vivos, Pandemia, Vagantes, Virus, Zombie, Zumbi
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Palavras 638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Os equipamentos roubados foram: 6 rifles de assalto (ak47), 2 jipes modificados, 6 coletes balísticos, 12 granadas, 16 pentes de ak47 e 1 binóculos

Capítulo 7 - Hospital


— ei, ei, olhem, o Leo está acordando — Felipe afirma

Estranho, eu... Estava deitado numa cama de hospital, a energia ainda não tinha sido cortada, as usinas de São Paulo nos ajudavam, tinha um cara me examinando, parecia nervoso, ele não era médico, tava na cara, atrás estava meu grupo e uma... Gravida?! Que merda aconteceu?!

— quando tempo eu fiquei inconsciente?!

— 3 dias — disse o "médico"

— o que?! Merda... Precisamos ir...

— calma, você ainda não pode ir.

— ah, e o que você sabe?!

— sua mãe era enfermeira — disse a grávida.

— o que aconteceu enquanto tava inconsciente?!

— viemos para o hospital mais próximo, mais a entrada estava cheia de zumbis, esses dois nos mostraram uma entrada nos fundos, que os zumbis já estavam mortos — diz Helena.

— o que? O que faziam aqui?! antes de chegarmos?!

— precisávamos de medicamentos para quando ela fosse dar a luz. — diz o "médico"

— já faz mais de 8 meses.

— e é aí que entra vocês.

— o que?! como assim?! — pergunta Helena confusa.

— o hospital está cheio de zumbis, precisamos dos medicamentos, ela não pode ir comigo, está grávida, por favor, nos ajudem.

merda, então foi por isso que me salvaram. Vocês só nos ajudaram para ajudarnos vocês?! — eu perguntei.

— também por isso.

— qual foi o outro motivo?! — pergunta Helena.

— bem... Não poderíamos deixá-los entrar sabendo que morreriam, ainda mais com alguém incapacitado.

que mentira, merda, estamos devendo uma a eles, droga... Bem, vocês parecem gente boa, acho que, devemos ajuda-los.

— obrigada moço — diz a grávida.

— mais o que querem que nós façamos?!

— você não, você vai ser melhor repousar, precisamos que vão buscar esses remédios — o médico dá uma lista para Helena.

— onde encontraríamos isso?!

— eu não sei, mais eu vou com vocês, quando eu achar, pegamos e voltamos.

— não é arriscado demais?!

— bem... Sim, de fato, mas é necessário para...

— ah ok, vocês salvaram um membro nosso, é o mínimo que devemos fazer. — diz Helena querendo parecer agradecida

 membro?! Eu criei esse grupo garota, eu sou o líder. Sim, mais você nem sequer sabe onde esses remédios estão, não posso arriscar meu grupo assim.

— você nos jogou contra 5 brutamontes e quase nos atropelou com um caminhão. — diz Helena com ironia.

— conseguimos equipamento, duvido que reclamará disso depois.

— devemos ajuda-los Leonardo! 

— você... Ok, acho que não estou em posição de recusar.

— ótimo, muito obrigado mesmo, será de grande ajuda. — o médico agradece.

— ok, acho que deveríamos ir eu, o Taiger e Felipe. — Helena sugere.

— não sei... Acho que seria melhor o Thomas ir. — diz Felipe

— por mim tudo bem, vou levar uma ak. — diz Thomas.

esse Felipe, tenho que conversar com ele. Não fodam.

— vai ficar tudo bem com seus amigos, isso eu garanto - diz o médico.

amigos?! Mal nos conhecemos.

ei Leo, aqui, a doze de seu vô. — Thomas me entrega a shotgun.

— valeu Tom.

Eu a deixei encostada a minha esquerda na cama, Helena, Taiger, Tom e o médico enfim saíram, merda, estamos perdendo muito tempo, acho que posso me recuperar até amanhã, espero partir logo.

— ei Felipe, por que não foi com eles?!

— eu não nasci pra essas coisas Leo, não consegui matar nem os caras do acampamento.

— como sobreviveu a 3 meses atrás?!

— os bankers, lembra?!

— ah, claro, você entrou neles?!

— sim.

— boa escolha, mas não adianta Felipe, alguma hora, você vai ter que fazer isso.

— é... Tem razão...

Felipe é interrompido pela mulher, que estava tendo uma contração.

— merda — diz Felipe.

— o que?!

— não faz nem 10 minutos desde a última contração.

— a que ponto quer chegar?

— eles... Precisam se apressar, e muito...

Todos sabemos que se o parto não fosse bem ou sucedido, ou a mulher morria, ou o bebê morria, e acreditem, ser comido por dentro não é nada bom...



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