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História Presas Em Um Século Distante - Capítulo 40


Escrita por:


Notas do Autor


Hey My Friends!!!!❤️😍😘❤️

Este é o último capítulo desta Fanfic.
Agradeço a todos que leram.







Boa Leitura!!!!

Capítulo 40 - Fim


O que é um final feliz?

É quando a mocinha fica junto com o herói no final?

Ou é quando o vilão morre e tudo fica bem?

Talvez seja, quando você conquista o seu objetivo de vida?

Um final feliz é muito relativo, para uns, pode ser uma coisa, para outros... Outra.

Laura e Priscila conversavam, enquanto estavam sentadas em uma mesa, observando o redor. Era o baile de aniversário de trinta anos de Laura e elas estavam pensando em tudo isso. Em como havia chegado naquele exato momento...

Olharam ao redor, observando a todos. Notaram Sam brincando com Julian em seus braços, o fazendo rir.

Priscila suspirou.

Se não fosse por seu pai ter criado aquela máquina do tempo, ela nunca teria vindo ao passado e conhecido todos. Nunca teria se casado com Stephen, a quem amava mais do que tudo e nunca teria tido Nina e Benedict, Anne e Julian.

Nina e Benedict, os gêmeos, tinha agora 11, Anne tinha 5 e Julian apenas 8 meses de idade

E se não fosse por Prii, tendo o seu dom de curiosa e desastrada ter mexido naquela máquina do tempo, fazendo ela virem parar em um século distante, Laura não teria se apaixonado por Steve, casando com ele e tendo dois lindos filhos: Luíza, de 12 e Chris de 5 anos de idade.

Olhou ao redor, vendo as Benedict, Nina, Anne, Luíza e Chris, brincando com Stefany (filha de Natasha e Bruce), Tommy (filho de Cassie e Peter) e Thomas e William (filhos de Wanda e Barão Visão).

Claro que várias coisas aconteceram nestes últimos onze anos, como o fato de Scott ter casado-se com uma mulher, cujo nome é Hope Van Dyne; Sam ter pedido a mão da princesa Shuri, de Wakanda, em casamento e Pietro ter se casado com uma Baronesa de outro reino, cujo nome é Carol.

No final de tudo, haviam conseguido algo que elas não tinham na época dela: Conseguiram uma família.

Uma grande e louca família, pela qual elas dariam a vida e tinham certeza que eles também dariam a vida a elas.

— Acho que tudo fica bem agora... Então esse é o tão famoso "Felizes Para Sempre"? — Laura perguntou fazendo aspas com os dedos.

— Claro. É só a gente não morrer de Peste Negra ou em uma guerra, que fica tudo bem. — Priscila respondeu calmamente.

— Mas a Peste Negra foi no século 14, não foi? — a Rainha franziu o cenho confusa.

— Ah, é mesmo. Esquece o que eu falei... É só a gente não morrer em uma guerra que está ótimo. — a Conselheira Real se corrigiu e deu de ombros.

— Posso saber o que as senhoritas estão pensando?

Priscila se virou e encarou a Stephen. Franziu o cenho e falou:

— Estou pensando... Se os bonecos de Toy Story morrem e ninguém sabe... As crianças vão continuar brincando com os cadáveres e os outros brinquedos serão obrigados a assistir?

— Mas que merda! — Laura exclamou encarando a melhor amiga.

— Olhe a língua, Majestade... — o príncipe a repreendeu com sorriso de deboche.

— Dane-se! Dane-se! Dane-se! Dane-se! Dane-se! — Prii começou a cantalorar.

— Amor, quando é que vais criar maturidade? — Stephen cruzou os braços e a encarou.

— No dia em que os brasileiros deixarem de ser zoeiros. — Priscila afirmou sorrindo cínica.

— Ou seja, nunca. — Laura completou e revirou os olhos. — É mais fácil ela perder um braço do que deixar de ser zoeira. Ops... Péssimo trocadilho!

Eles começaram a rir.

— Olha que sem vergonha! Isso é bullying com deficiente! Vocês vão de tobogã para Hell! — Prii disse e saiu andando indignada.

Eles reviraram os olhos, mas ainda riam. Stephen foi por atrás dela e agarrou o pulso da mulher puxou-a, sem aviso prévio, fazendo com que Priscila tivesse que se apoiar nele, para que não perdesse o equilíbrio.

— Ei! O que você acha que está fazendo?!

Levantou a cabeça para olha-lo nos olhos. Se arrependeu no mesmo minuto quando as íris azuis esverdeadas de Stephen se encontraram com os olhos castanhos claros dela, fazendo-a esquecer como se respirava por um segundo.

— Estou aprendendo a trançar teus cabelos! — Stephen assegurou irônico e revirou os olhos. — Eu estou dançando contigo, minha querida. — respondeu como se fosse óbvio.

Prii revirou os olhos, mas sorriu.

— Você nunca vai cansar de fazer isso, não é?

— Enquanto eu viver, eu sempre manterei a memória o dia que eu me apaixonei por ti viva.

Priscila sorriu e ele levou sua mão direita até a nuca dela, enquanto a direita mantinha-se na cintura dela, e a beijou com paixão, até ficarem sem ar e se separarem sorrindo.

— Sabe... Poderíamos ir fazer outra coisa agora... — Stephen sugeriu com um sorriso um tanto quanto malicioso, enquanto dançava com ela. — Tenho certeza que Samuel não se importaria de cuidar dos nossos pequenos um pouco...

— Se continuarmos assim, vamos acabar repovoando o Reino do Norte. — Prii avisou rindo e sendo girada pelo marido.

— Não seria má idéia...

— Mas se sairmos agora juntos... Não acham que o povo vai falar disso? — Priscila interrogou com um sorriso de canto.

Stephen sorriu, e a girou, fazendo ela ficar de costas para ele. Se inclinou e sussurou no ouvido dela:

— Não me importo se eles falarem.

Prii sorriu, e foi girada novamente, ficando de frente para ele e colocando a mão metálica ao redor do pescoço dele, enquanto o mesmo segurava firme em sua cintura.

— Stephen?

— Sim, minha querida?

— Você ainda tem aquela casa no lago, meu amado príncipe?







— O que estás pensando, minha rainha?

Laura levantou o olhar e encarou Stephen. Sorriu.

— Um pensamento pelo outro, Majestade.

— Estou pensando que és a mulher mais linda que já existiu ou existirá. — Steve gracejou estendendo a mão a ela, que aceitou e foi conduzida até o meio do salão de danças.

— Eu tenho sorte por te você comigo, meu rei. — Laura sorriu apoiando a mão no ombro do marido.

— Não. — Rogers negou sorrindo e levou a mão até a cintura da esposa, a puxando para perto de si. — Eu que tenho sorte em ter a ti como minha rainha. Aliás... Se não fosse por ti, eu estaria morto ou pior.

Laura sorriu mas franziu o cenho.

— Não dá para acontecer algo pior do que morrer.

— Claro que dá. — o rei a girou, a puxando para perto em seguida. Sorriu. — Uma vida sem você, é pior do que a morte... Eu Amo Você.

— Eu Também Amo Você. — Laura sorriu passando as mãos ao redor do pescoço dele e suspirou, encostando a cabeça no peito dele. — Ste, eu tenho que te contar uma coisa...

— E o que seria, meu amor?

Laura levantou a cabeça e Steve segurou em seu queixo, a fazendo olha-lo. A rainha sorriu e anunciou:

— Eu estou grávida.

Steve sorriu abobalhado e se inclinou beijando Laura lentamente, com todo o amor do mundo.

Por fim, apesar das dificuldades, traições e tudo...

Ficarem Presas Em Um Século Distante, foi a melhor coisa que aconteceu a elas.



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