História Preso Por Engano - Mitw - Capítulo 5


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - A Moça policial


O grande navio chegou ao seu destino desejado, a grande prisão de Alcatraz! Ja de cara, havia varios policiais militares aos redores da construção. 


O medo ja predominava o branquelo que estava trêmulo, dois policiais estavam o segurando pelo braço, mas quando desceu da pequena "ponte" ambos policiais os soltaram e secaram as grandes armas uma k45 e alguns deles estavam de Katana juntamente a armas de fogo muito perigosas aceitadas pelo o governo, isso e bem estranho, mas para quem trabalha na prisão de Alcatraz é acustumado usar armas de todos os tipos, nem que sejam pistolas. 


Após o navio desembarcar, Tarik pode ver João vindo em sua direção, este ja estava sem as algemas, oque deixou o branquelo incrédulo e tentando processar oque estava acontecendo! 


— Detento 245 irá apresentar a prisão a você novato! Iram ficar na mesma cela! — O polícial diz firme e sua voz trazia medo oque fazia o estômago de Tarik embrulhar e gelar por estantes. 


O homem tira as algemas de Pacagnan e sai do local junto a varios outros policiais que estavam presentes ali, deixando apenas o moreno e o branquelo quase dentro da prisão, nos portões tinha varios guardas oque dificultava para qualquer um que tentasse fugir com sucesso. 


Tarik virou para João que apenas sorri. 


— Eu sou o detento 245 do bloco A seu parceiro de cela, vem vou apresentar o lugar — Se apresentou João, e Tarik apenas assentiu positiva mente. 


Ambos andavam pela grande prisão de Alcatraz, era um lugar bem fechado com segurança máxima, havia vários outros detentos. 


João havia contado sobre todas as horas de acordo com os horários do café da manhã, almoço e janta, e os horários sobre as luzes que sempre se apagam as 10:00 da noite dando-lhes um sinal de que era hora de durmirem. 


— E todos devem esta de pé as seis da manhã, se não, ira ficá sem café da manhã — Termina João que caminhava ate dentro da prisão onde ficava as celas, Pacagnan tinha que aprender muito sobre aquele lugar, um lugar onde havia hora pra tudo, onde os horários eram organizados, mas fora isso, era tudo um verdadeiro caus — Se apronta, solitária, se brigar, solitária, e se tentar fugir e ser pego, toma um tiro na cabeça — Avisou Queiróz que parou de andar para subir as escadas de metal junto ao parceiro.


— Aqui e pior do que imaginei — Tarik estava realmente preocupado, não sabia mas oque fazer, havia sido preso por engano concerteza, mas ninguem, absolutamente ninguem tinha provas que provariam ao contrário da prisão de Pac. 


— Tem uma policial aqui e ela é uma amiga pra mim, então se precisar de algo ou mal acustumado, me chame que chamarei a policial.... Hum... Acho que chamarei ela agora, mas precisarei que fique dentro da cela — Victor para numa cela passa pela cela de metal que é automática e sempre fecha a noite. 


O branquelo avista duas camas com colchões finos — Não muitos — , uma escrivaninha, um lavatório e toalete. As paredes tinham o tom de cinza claro e com a parte de baixo cinza escuro, quase como preto, o chão ate que era limpo, não havia lixo jogado ali. Mas mesmo assim, ainda obtia pouca poeira. 


— Vou chamar a tal polícial que lhe informei tudo bem? Fique aqui e não saia pelo amor de deus! Tem uma pessoa nessa prisão que tenho certeza deque odiaria ve-lo por aqui! Ja volto — O moreno sai da prisão depois de seu aviso, Tarik queria perguntar quem era o tal cara que pela pouca informação que teve, era um dos chefões dos detentos. 


Os policias não ligavam para isso, eles apenas matam para terem um dia tranquilo, aqueles homens fortemente armados e treinados para trabalhar num lugar como aquele, não queriam esta ali, mas com os anos, foram se acostumando, no sentindo deles, matando e se livrando de varios detentos que eram, maioria, estrupadores e assassinos. Com os que usavam drogas até que não, e nem os bandidos que roubavam bancos, com eles era tranquilo , mas os assassinos e estrupadores não tinha mais saída para aquele que entrasse ali. 


Os quatro grupo, dado como, bandidos, estrupadores, assassinos — Que quase não tinha por la — e por fim... Os que traficam drogas. 


Era assim, esses quatro grupos — estrupadores, assassinos, bandidos e traficantes — Obtinham seus chefes, os considerados os fortes do local. Tarik como previsto de "seus crimes" ele estava na faixa dos assassinos os que estão no segundo nivel. Primeiro os estrupadores ; segundo os assassinos ; terceiro os bandidos e quarto os traficantes. 


Era algo bem.... Agitado, de qualquer forma, teria de saber qual era seu grupo, o novato tinha apenas duas escolhas, e as duas obtinham desgraça, era encontra seu grupo, ou morrer para o resto dos detentos inteiros. 


Aquele lugar era aonde tinha brigas e mais brigas, todos os dias sempre ia algum detento para a solitária, onde eles eram brutalmente punidos. 


A grande prisão dividia varias e varias salas com diferentes cômodos, era como um laberinto, mas que dava para encontra o caminho para quem sabia bem como era o lugar de tão grande que foi construída, tirando a parte de fora que era um quintal imenso para todos os prisioneiros que ficavam ali. Onde principalmente ja morreu muitos detentos pelos policiais ao lado de fora. 


A prisão em si era formada por uma casa de detenção de três andares e quatro blocos, contendo também o escritório do diretor, sala de visitação, biblioteca e barbearia. As celas mediam 2,7 por 1,5 metros, continham duas cama, uma escrivaninha, um lavatório e toalete. Afro-americanos eram segregados do resto dos prisioneiros por abuso racial ser predominante. O bloco D abrigava os piores detentos e cinco celas no final dele eram chamadas de "O Buraco", onde prisioneiros de mau comportamento eram enviados para serem punidos, frequentemente de forma brutal. O salão de refeições e cozinha ficavam em um edifício adjacente à penitenciária principal, local onde tanto os prisioneiros quanto a equipe tinham três refeições diárias. O hospital ficava em cima do salão de refeições.


O branquelo estava tão distraido com seus pensamentos que nem percebeu a entrada de seu colega na cela que agora terá de chamar de "quarto". 


— Ahm... Tarik? — João passa a mão em frente ao rosto do branquelo, que acaba acordando de seu transe, nem percebeu que estava tão pensativo a sim sobre a prisão, abrio um sorriso desengonçado para o moreno que retrebuiu o sorriso.


— S-sim...? 


— Olha, esta é a polícial que eu estava falando. Entre — Pediu moreno, e seu pedido foi cedido por uma mulher que entra pela porta, e olha para o branquelo com a mão em seu sinto onde guardava a maioria de suas duas pistolas e mais um aparelho de dar choque. 


A moça tinha sua aparência de jovem, parecia ter uns 20 anos, mas sua idade atual era de 29 quase trinta, tinha seus cabelos negros azulados e lizo meio ondulado, seus olhos da cor negra claro, seus lábios rosados em um sorriso amigável que dava a Tarik uma sensação de calma. 


— Sou Maria Luiza, mas pode me chamar de Moonkase ou Moon quando estivermos longe dos outros policiais — Estendeu a mão a Tarik que se levantou e a comprimentou. 


— Tarik Pacagnan — Sorrio nervo. E olhou seu parceiro de cela que olhava para algum lugar fora da cela. Ele tinha sua expressão de preocupada e juntamente a medo. 


— Sempre que precisar pode me chamar, se tiver alguma emergência, estarei na guarda do lado de fora, preciso ir, antes que minha parceira Malena sinta minha falta, até! — Maria, ou como gosta, Moonkase saio as pressas e dando um pequeno tchau para Jotavé que deu um pequeno asseno. 


Logo ouviram o som de uma bozina, avisando-os deque era hora do almoço. Pacagnan lógico, pulou de susto, a bozina era alta, era igual a umas de hospital ou coisa do tipo, não conseguiu identificar a bozina, so sabia de que era uma bozina. Bom, não perderia tempo de tentar descrever do que era o som da bozina, apenas seguiu João que o chamou com a mão saindo da cela. 





Notas Finais


Eai? Gostaram?

Olha, vou dizer em... Estudar pra escola e fogo e ainda estudar para saber mais sobre a prisão de Alcatraz... E meu amigo/a, e complicado, mas ta sendo muito legal escrever a fic! :3

Desculpa por qualquer erro ortográfico, tomei muito toddynho e segurei para não escrever nenhuma merda,_, Toddynho e vida '^'

Ate a próxima pessoas!


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