História Presos?! - Capítulo 21


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Categorias Felipe Z. "Felps", Matheus Neves "Pk Regular Game", Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Rodrigo "Saiko" Ximenes
Personagens Felps, Matheus Neves, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Rodrigo "Saiko" Ximenes
Tags Cellbit, Felps, Guaxinim, Meiaum, Qsemeianoite, Saiko, Tawo, Ykuuro
Visualizações 99
Palavras 781
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tenho que parar de madrugar ;-;

Leiam as notas finais onegai? ^^

E irei tirar os capítulos de avisos!

Capítulo 21 - Vida que segue!


É, eu estava de volta no meu quarto.

A primeira coisa que fiz foi encerrar a live, assim como os garotos pelo que pude ver.

Me joguei na minha cama enfiando meu rosto no travesseiro procurando processar o que houve nas últimas duas horas e quarenta e cinco minutos.

Aquilo tudo foi real?...

Escutei batidas na porta do meu quarto, levantei e abri a mesma encontrando minha mãe com o rosto vermelho e os olhos um pouco inchados, ia perguntar o que ouve mas ela me abraçou antes disso.

- Eu pensei que tinha perdido você.

Fiquei dois segundos sem reação mas a abracei logo em seguida, tudo foi real.

Eu morri diversas vezes assim como os garotos, posso ter toda a certeza que não quero passar por isso de novo.

- Por favor não me assusta mais desse jeito moleque. - Minha mãe falou e eu ri nos cabelos dela.

- Pode deixar minha senhora. 

Fiquei um tempo com ela para acalma-la depois fui dormir, mas não conseguia de jeito nenhum.

- Olá Saiko. 

Cai da cama com o susto, aquela voz voltou a ecoar de novo no meu quarto, só que sem brilho e mais baixa.

- Tu de novo?

- Eu de novo. Bom, vim agradecer pela participação no jogo, além de dizer que vocês vão ganhar mesmo os prêmios que eu disse no começo. 

- Ata. Só isso?

- ...não. - Pausa de dois minutos. - Vim dizer que isso tudo foi mais do que apenas um "entretenimento". 

- Como assim? - Sentei na cama.

- Eu fiz mais isso para que soubessem o que é morrer. Para que não pensem nisso novamente. - Travei. - Eu vi alguns vídeos e o seu "eu quero me matar" pareceu mais do que apenas uma brincadeira em alguns. Então os fiz passar por uma ou mais situações de perdas e desespero, assim mudariam de idéia. Ao menos era o meu objetivo.

Fiquei calado por um bom tempo.

- Comigo funcionou. 

- Que ótimo! - Ouvi um suspiro de alívio. - Bem, era apenas isso, até mais.

A voz sumiu e eu me deitei, a única coisa que eu pensei foi "ela não disse 'adeus' e sim um até logo... isso tem outro significado?", após isso adormeci.

Angel Narrando

Quando sai do jogo reapareci no local onde estava antes de entrar no "jogo", na casa da criadora desse "jogo". 

Sim eu menti, não estava na minha casa na hora, mas isso não importa.

Levantei devagar da cama fazendo uma mecha de meus cabelos escorrer pelo meu rosto tampando meu campo de visão, a tirei da minha frente e sai andando em direção ao quarto dela.

- Iae, gostou dos resultados finais? - Perguntei entrando no quarto e me escorando na parede com os braços cruzados.

- Foram bem agradáveis, mesmo com tantos problemas. - Riu se virando para mim. - Vai ficar mesmo com esse rosto?

- Bem, infelizmente ou felizmente é o único que eu tenho.

- Eu sei, mas nunca sei o que está pensando devido a essa expressão. 

- Eu também nunca sei o que você está pensando. 

- Se é assim, estamos quites então. 

Ri de lado e sentei em sua cama, ela apenas me observou e olhou para cima depois, deixando um leve sorriso nos lábios. 

- Já imaginou se entrássemos em um desses jogos e pudéssemos viver para sempre? - Perguntou sem me olhar.

- Não, mas acho que não teria muita graça. 

- A vida agora é um circo para ter graça? 

- Não minha querida, mas não teria graça viver em um lugar onde não teria nada para fazer depois que acabassem os recursos. 

- Mesmo assim, vida eterna, daria para criar novos.

- Mas não teria graça, já saberíamos todos os detalhes e como se passa de cada nível. - Falei me deitando em seguida. 

- ... você sempre acha uma falha.

- Claro, sou realista.

- Se és realista, o que me diz disso tudo que fiz? Não combina nem um pouco com a vida real.

- Claro que não, você quebrou as leis da física. - Ri, dessa vez de verdade. - Mas foi algo bem legal. Por que não trabalha pra NASA logo?

- Porque seria chaaaato e uma perda de tempo total. Teria que seguir regras, fazer o que mandam, não poderia criar o que eu quisesse sem ter a idéia roubada por um invejoso... - Pude até imaginar ela contando os motivos nos dedos, olhei de relance e ela realmente estava contando. - Quero fazer as coisas do meu jeito sem ter alguém fazendo pressão em mim.

- Claro.

Ficamos alguns segundos caladas, até que lembrei do que queria perguntar. 

- Esse foi o único jogo que você fez para eles certo?

- Mas é óbvio que não. - Riu. - Agora que as coisas irão ficar boas mesmo. 




Notas Finais


Esse foi o final

Calma calma calma, terá uma continuação, apenas estou vendo que jogo os colocarei... e dessa vez com o bando todo!

Mas enquanto não faço a continuação, estou pensando em fazer um livro de romance entre alguns, vocês querem? Apenas para passar o tempo mesmo :)

Se quiserem, qual o casal que deve ficar em foco?

Espero suas opiniões ^^ sayonara!


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