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História Prestes a Mudar - ERERI - Capítulo 18


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Notas do Autor


Primeiro de tudo, eu peço desculpas pela demora. Eu estou com um bloqueio horrível, mas deixei uma surpresinha para vocês, espero que isso sirva como um pedido de desculpas kkkkklkkkk bem, como já devem saber (já que falei tanto), essa fic está em seus últimos caps. Aproveitem, amores. E outra, muito obrigado por tudo, tamo juntos❤ obs: N corrigi o lemon por preguiça, mas depois dou uma olhadinha e corrigirei. Boa leitura❤

Capítulo 18 - Capítulo 17


Sentimento de impotência? Possivelmente. Ou melhor, era claro que ele sentia isso. Ver Rivai ir se esforçando cada vez mais sem poder ajudá-lo em nada, era algo que Rogue odiava com toda a sua força. E agora, olhando bem para sua mão gélida, ele tinha certeza que não poderia continuar mais desse jeito. Fechando-a em punho, ele levantou seu olhar na direção de onde Rivai estava. Franzindo seu cenho suavemente, ele mordeu seus lábios e ameaçou levantar-se quando de repente Rivai se segurou na mesa para não cair.

"Opa." brincou com sua situação, forçando um sorriso para tentar aliviar a tensão óbvia no ar por meio do Rogue. "Acho que deveria me sentar, não é?"

"Rivai, já chega." pediu ao se levantar de onde estava sentado, indo na direção do outro com calma. "Foram mais de doze horas. Você está nessa há dias. Precisa descansar. Mesmo que seja um pouco."

Desviando seu olhar, Rivai decidiu não falar nada e então voltou sua atenção para o quadro. Havia cálculos em cima de cálculos, teorias em cima da sua antiga que finalmente o fez enxergar o que precisavam. E enquanto o mesmo observava suas anotações, Rogue parou bem atrás de si. Segurando em sua cintura, ele sentiu o menor endurecer com seu toque. "Já chega por hoje. Por favor, Rivaille."

Abaixando sua cabeça, Rivai olhou para seus pés na intenção de não ter que olhar para o Rogue, já que sabia que, caso fizesse, o escutaria. Ele não era idiota, ele sabia que precisava de descanso. Seu corpo gritava e implorava por isso, mas ele simplesmente não o ouvia. Ele só queria terminar com tudo isso e ficar livre e em paz, mas aparentemente, não era isso que aconteceria. Ele estava mentalmente exausto, mais do que na forma física. Mas ele não conseguia parar, sua cabeça parecia ir a mil por segundo.

Com sua vista embaçando, Rivaille tentou se segurar novamente em algo, mas acabou caindo contra o Rogue, que o segurou com todo o cuidado de imediato.

Franzindo o cenho, Rogue observou a forma pálida na qual Rivai se encontrava quando desmaiou em seus braços. Sentindo seu coração apertar com a sensação de inutilidade, Rogue olhou em volta na intenção de procurar algum canto para  colocá-lo, suspirando aliviado pelo fato de ter um pequeno sofá próximo de onde estavam. Com bastante dificuldade, ele segurou no Rivaille pela cintura e o arrastou até onde ficava o móvel. Quando o colocou lá, caiu ao seu lado de joelhos com sua respiração ofegante. Maldição! Ele ainda estava muito fraco.

Voltando sua atenção para a feição do outro, Rogue sorriu de uma maneira exausta. "Vai ficar tudo bem, amor... Eu prometo." murmurou ao fazer um carinho em seu rosto, deitando a cabeça próxima de sua barriga logo depois. "Eu vou te proteger. Não precisa ter medo."

Escondendo seu rosto no seu próprio braço, Rogue lutou contra suas lágrimas em prol de se manter forte nessa situação. Ele já havia chorado, não tinha motivos para chorar novamente. Foi o que ele pensou quando suas lágrimas escorreram pelo seu rosto. "Eu estou com medo." admitiu em voz alta, o que lhe rendeu um grande nó na garganta. Mordendo seus lábios com força, ele tentou abafar um soluço alto quando a verdade dita ecoou por sua mente.  "Eu preciso de você, Rivai... Se eu te perder... Eu estou com muito medo. Não posso te perder."

Rogue sentia-se como se estivesse prestes a entrar em pânico. As memórias de sua vida ao lado do Rivai enchiam sua mente, e por um momento, ele teve que se controlar para não xingar-se alto por não ter dado mais valor naquela época. Agora, que sabia das chances de não vê-lo nunca mais, Rogue sentia falta dos planos que criaram juntos. Rivaille se aposentaria, eles iriam morar numa casa de praia e teriam filhos... Ah, como ele se odiava por nunca realmente ter colocado fé e ter ajudado o Rivai a concretizar ao menos um daqueles planos. Se ao menos tivesse concordado antes... Com certeza muitas coisas não teriam acontecido.

Levantando sua cabeça, ele enxugou suas lágrimas mesmo sendo uma ação inútil. E ainda com seus olhos fechados, ele disse em voz alta: "Nunca consegui dizer isso para você, mas, Rivai, você é a razão do meu viver. Então, por favor, acredite que esse não será seu fim. Se você não acreditar, eu também não conseguirei. Eu preciso que você volte a ser forte mais uma vez, mesmo que por pouco. Só então poderei te proteger."

Seu medo se tornava tão forte com o passar dos segundos ao ponto de deixá-lo puxando seu próprio cabelo. Ele sentia que se isso não passasse rápido, logo ele enlouqueceria com o tempo. Voltando sua atenção outra vez para a feição suave do Rivai, ele franziu o cenho ao morder seus lábios quando se inclinou contra ele. E com uma respiração profunda do seu aroma, Rogue mordeu a sua marca, forçando-o a acordar.

Agarrando-se nos ombros do maior, Rivaille arregalou seus olhos com o ardor da mordida em sua pele. Buscando entender o motivo, ele sentiu seu corpo mole contra o de Rogue, que nesse momento abria com uma certa dificuldade a sua camisa.

"R-Rogue..?" chamou com sua voz rouca, não totalmente desperto. Franzindo o cenho quando notou a feição no rosto do alfa, Rivai estendeu sua mão trêmula para tocar em seu rosto, forçando-o a encará-lo. "Calma."

Desviando seu olhar, Rogue, pela primeira vez, não fez o que Rivai pediu. E sua ação surpreendeu o menor, que ao sentir o toque do alfa contra sua pele fria, estremeceu com o contato. "Eu disse para se acalmar, Rogue."

Fechando seus olhos com força, ele encostou sua testa na do omega. "Por favor, Rivai... Eu te imploro... Eu preciso te sentir agora. Não estou conseguindo me controlar, preciso de você."

Entendendo a situação somente pelo timbre na voz do Rogue, que soou misturada com a do seu alfa interior, fez com que Rivai se magoasse consigo mesmo. Como ele pôde deixá-lo naquela situação? Para um alfa feito o Rogue, perder o controle era extremamente raro, mas a situação estava contra eles e Rivai não percebeu a tempo. A necessidade de marcar que o Rogue sentia era bastante simples. Ao reenvindicar um companheiro, você está aumentando o laço entre os dois e garantindo ao parceiro total segurança. O sexo normal com o nó é apenas um processo básico para estar mostrando seu domínio, mas uma reenvindicação era o extremo. E Rivai sabia disso. Tanto que eles só realizaram esse processo somente uma vez.

"Vou trancar a porta, ok?" avisou ao tentar se levantar, apenas para parar no mesmo instante quando Rogue o segurou pelo braço.

"Por favor." conseguiu ainda pronunciar, soando quase que de uma maneira inaudível numa mistura com o rosnado de seu lobo.

"Vai ser rápido." garantiu, aproveitando o momento em que ele o soltou para ir até a porta com passos longos, estremecendo com a sensação molhada de sua cueca. Chegando lá, ele garantiu que rodou a chave duas vezes. Quando iria tentar abrir a porta como garantia, sentiu seu corpo travar com o forte feromônio que Rogue deixou escapar após ter tirado sua blusa com uma certa dificuldade.

Respirando fundo, ele lutou contra a fraqueza em suas pernas antes de se virar para encarar seu alfa, que já o esperava sem camisa e com sua calça em torno dos seus pés. Ao ver o grande volume exposto, ele sentiu sua entrada contrariar e liberar mais do seu lubrificante natural, o que fez as íris do Rogue brilhar na cor vermelha por causa do aroma doce que se expandiu por toda sala de uma maneira colossal. Sem romper contato visual com o alfa sentado no sofá, Rivaille terminou de tirar a camisa, deixando a mostra sua pele pálida que fez Rogue morder seus lábios com a vontade de deixar suas marcas por toda a área. E enquanto vinha em sua direção, ele retirou seus sapatos sem muita frescura e desabotoou o botão de sua calça. Livrando-se de vez de suas roupas, ele parou em frente ao alfa somente de cueca.

"Satisfeito, alfa?"

Sem responder sua perguntar, Rogue fez uma trilha de beijos por todo o seu abdômen, começando pela área próxima do pau até o peitoral. Parando com os beijos molhados na pele do outro, Rogue olhou no fundo daqueles olhos azuis, sorrindo antes de puxá-lo pela cintura contra si. Segurando-se no sofá, Rivai gemeu baixinho com a sensação do hálito quente do outro contra seu mamilo endurecido.

"Abra um pouco as pernas, Rivai." pediu de uma maneira direta, quase usando de verdade a voz do alfa para fazê-lo se submeter a ele.

Obedecendo-o, Rivai fechou seus olhos quando ele abaixou sua cueca. Mordendo seus lábios, ele segurou com força no sofá, sentindo a mão do outro entre suas nádegas, provocando sua entrada com os dedos. "Você está bem molhado, Rivai."

"R-rogue..." chamou, conseguindo conter seu gemido ao pronunciar o nome.

"Sim?"

"Eu quero montar em você."

Com um sorriso de lado, Rogue falou: "Então você fará. Mas antes disso preciso te prepar-"

"Eu quero montar em você agora. Preciso de você dentro de mim e têm que ser agora."

Não querendo ir contra o desejo do omega, Rogue apenas assentiu com uma certa incerteza. Obviamente não era a primeira vez que Rivai aprontaria uma dessas, mas no fim passaria uns bons longos dias mancando e xingando-o por não tê-lo feito mudar de ideia. Mas o que ele poderia fazer? Não mentiria em dizer que sentir aquela entrada apertada se abrindo com seu pau não era tentador.

Aproveitando o momento em que Rogue passou fora do ar perdido em seus pensamentos, Rivai passou uma perna em cada lado, sorrindo pelo fato  daquele pau que tanto ama ter ficado bem entre suas nádegas sem nem ao menos ter o esforço de levá-lo até lá. Seu corpo estava quente com a sensação ousada que crescia dentro de si, o fazendo segurar nos ombros do alfa apenas para ter mais acesso ao seu pescoço, onde lambeu e deixou algumas de suas marcas para trás.

Fechando seus olhos, Rogue agarrou com força a bunda do Rivai, deixando a marca de sua mão na pele pálida quando o mesmo deu-lhe uma mordida no ombro. Gemendo de prazer, o alfa mordeu seus lábios ao dar um tapa na coxa grossa e macia do omega, que se contorceu um pouco pela força que foi usada. "Alfa bruto."

"Omega atrevido."

Com um sorriso estampado em seu rosto, Rivai passou seus braços em volta do pescoço do Rogue, puxando-o para um beijo sedento que demonstrava todo o seu desejo por todo aquele corpo, pelo seu alfa. Retribuindo o beijo com a mesma intensidade, Rogue segurou com uma certa força em sua cintura, fazendo-o rebolar em seu colo para dar fricção ao seu pau necessitado.

Rompendo o beijo pela sensação molhada em seu colo, Rogue gemeu com o aroma adocicado que se tornou ainda mais forte conforme Rivai se excitou. "Eu preciso de você dentro de mim. Agora, Rogue."

Pegando no pau do outro, Rivai o masturbou lentamente para espalhar todo o pré-gozo, levando-o até sua entrada logo depois. "Aproveite, alfa."

Sentando-se devagar, ele franziu o cenho pelo esticamento repentino em sua entrada quando a cabeça entrou. Gemendo alto numa mistura de dor e prazer, ele olhou nos olhos do Rogue, mordendo seus lábios ao descer mais um pouco, parando na metade do comprimento. Apertando-o dentro de si inconscientemente, Rivai sentiu seu tesão aumentar só em ver a feição do Rogue, que lutava para não meter de uma só vez dentro dele. "Será que cabe?" provocou num tom inocente, rebolando lentamente só para testar o auto controle do outro. Sorrindo de orgulho ao vê-lo lutando com todas as suas forças para permanecer calmo.

"Conheço a vadia que tenho, Rivai. Claro que cabe." sorriu, descontando as provocações do outro com apertos e tapas em sua bunda e coxas. "Ou por acaso não quer me satisfazer?"

"M-maldito... Pervertido." devolvendo o sorriso quente, Rivai terminou de sentar de uma só vez, gemendo alto com a sensação de estar cheio.

Inclinando sua cabeça para trás, Rogue fez de tudo para se acalmar enquanto o Rivai se acostumava com a intrusão, mas para sua surpresa, paciência era a última coisa que o omega queria ou sentia no momento. Rebolando, ele levantou-se e voltou a sentar, quicando de bom grado naquele grande pau.

"C-caralho."

Segurando em seus quadris, Rogue o ajudou a ditar o ritmo, gemendo junto a ele de prazer quando teve o pau apertado por ter acertado em sua próstata. "I-isso!"

Revirando seus olhos de prazer, Rivai voltou a cavalgar com a ajuda do Rogue, aproveitando sua posição para beijá-lo outra vez. Sendo um beijo bastante agressivo, na qual suas línguas guerreavam pela dominância, parando somente por não conseguir respirar direito quando Rogue acertou em sua próstata outra vez. Puxando o seu cabelo, Rivaille arranhou as costas do alfa com força, enquanto o mesmo distribuia mordidas e chupões pelo seu corpo.

"Você me fode tão bem...!"

Sem dizer nada, Rogue concentrou-se em erguer seus quadris sempre que Rivai sentava, fazendo seu pau ir fundo dentro dele. Ambos gemiam de prazer, completamente tomados pelo instinto crescente de seus lobos. Segurando na pele macia que era a bunda do Rivai com força, Rogue fez pressão nos movimentos que o omega fazia em seu colo.

"Você está tão molhado..."

O som dos corpos se encontrando misturavam-se com os gemidos manhosos de Rivai sempre que sua próstata era acertada com força. Suas unhas deixavam arranhões rasos, porém marcantes nos ombros e costas do alfa, que adorava tal sensação. Arranhando a nuca e as costas do maior, Rivai gemeu em seu ouvido. "Eu preciso da sua marca."

Apesar de ouvir, Rogue não prestou muita atenção, já que se encontrava perdido com a sensação do rebolar do menor em seu pau. Mordendo seus lábios, ele murmurou com a voz rouca: "Estou quase...!"

Sorrindo, Rivai fechou seus olhos e voltou a quicar, gemendo alto quando o pau ia em encontro com sua próstata, deixando-o louco em êxtase. Assustando-se quando Rogue o empurrou na direção do sofá, ele logo passou as pernas ao redor da cintura do alfa, fazendo-o não sair de dentro de si. "Me fode."

Sem ter que falar nada com o pedido do menor, Rogue simplesmente agiu e isso fez Rivai sorrir em meio a um gemido. Apoiando-se somente em um braço, que estava ao lado da cabeça do Rivai, Rogue o fodeu com força, gemendo baixinho toda vez que o omega se contorcia embaixo de si.

Sentindo-se perto de gozar, Rogue se inclinou contra Rivai, respirando fundo o aroma doce que o mesmo exalava em sua glândula úmida. Lambendo o local, ele deu algumas mordidinhas somente para provocar o Rivai, que arranhou suas costas com força, deixando para trás algumas linhas finas de sangue.

Os gemidos subiram de tom, deixando Rogue completamente louco e mordendo o lábio inferior para o rosto corado do seu ômega. Meteu mais forte, fazendo Rivai engasgar entre os gemidos.
Aquilo era tão bom, estava perto de gozar.

Um gemido alto ecoou pelo quarto quando Rivai finalmente atingiu seu ápice, sua vista escurecendo pelo forte orgasmo. Contorcendo-se de prazer com seu corpo hipersensível, ele apertou o pau do alfa dentro de si, o que fez o maior gemer em aprovação. Arranhando com força as costas definidas do alfa, Levi segurou em seu cabelo com força quando Rogue mordeu sua glândula, deixando com que suas presas afiadas perfurassem a pele sensível de uma maneira bruta.

Sentindo sua vista embaçar, Rivai gemeu alto de prazer. A sensação da mordida e do nó o prendendo dentro de si o levava a loucura sempre, mas dessa vez isso não era a única coisa que o deixava eufórico. Afastando seu rosto da glândula do omega, Rogue lambeu seus lábios, fechando seus olhos com o cenho franzido pelo gosto de sangue. Sem falar nada, ele inclinou sua cabeça para o lado, dando o livre acesso para que Rivai o marcasse de volta.

Arrastando suas unhas pela nuca e pescoço do moreno, Rivai aproveitou a brecha dada e mordeu com força a glândula, que já possuía uma marca bem antiga. Franzindo o cenho, Rogue rosnou, empurrando seu pau mais fundo do Rivai, que ao sentir o incômodo, soltou a glândula com a respiração ofegante.

Caindo contra o sofá, ele tentou normalizar sua respiração, tentando não se excitar com a vista do Rogue em cima de si ofegante e tentando se recuperar do seu próprio orgasmo. Quando os olhares deles se cruzaram, Rivai passou seus braços em volta do pescoço do Rogue e o puxou para um beijo sedento, na qual ambos procuravam a total dominância.

Quando romperam pela falta de ar, Rogue apoiou sua testa na dele, sem romper o contato visual. "Outra rodada?"

"Alfa afoito." sorriu, não discordando da ideia do outro mesmo com um nó enterrado dentro de si.

- - - Linha do Tempo Real - - -


Olhando para a mesa cheia de papéis para serem resolvidos, Elrick permanecia em um silêncio absoluto, perdido em meio aos seus desvaneios. Seu momento de tranquilidade foi arruinado por uma batida dura contra a porta. Voltando sua atenção para onde o barulho se iniciou, ele tomou uma profunda respiração antes de dizer: "Entre."

Pouco tempo depois, dois homens, que usavam vestes negras adentraram a sala seguido do braço direito do presidente. "Como foi pedido, trouxe dois dos cães mais fortes que tínhamos no momento para controlar o Rogue."

Olhando para os homens de feições monótonas e sem vida, Elrick se inclinou contra a sua cadeira. "Rogue está ferido. Tudo indica que debilitado. Acha que esses dois homens conseguirão deter aquela coisa?"

"Com sua permissão, senhor presidente, peço para que os escute antes de tomar qualquer suposição."

Erguendo uma sobrancelha pelo nervosismo do aliado, Elrick apenas fez um sinal com a mão para que os outros dois tomassem a frente e falassem. O primeiro a falar, era um ruivo de aparência forte e assustadora. "Marshal, 09. Especialista em artilharia a longa distância, passei três anos no Irã sob ordens do governo. Sessenta e oito missões, nenhuma falha."

"Rogue, 08. Especialista em artilharia a longa distância, envenenamento, infiltração, combate corpo a corpo, hacker, e um bastardo que mata qualquer um a sangue frio. Noventa e cinco missões, nenhuma falha. Acha mesmo que ser bom em artilharia e passar três anos no Irã o impedirá? Eu creio que não. Mas você servirá para ser meu guarda-costa."

Com uma tosse forçada, o outro homem, um moreno de cabelo negro tomou a frente. Sua aura transbordava puro egocentrismo de grandes missões. "Lenin, 06. Tive treinamento com o Rogue, e o venci em dois quarto de todas as lutas corpo a corpo. Oitenta e nove missões, sem ter falha em nenhuma dessas missões. Peço para que me deixe com ele. E se for do seu agrado, me ofereço a ser o único que tirará a vida do Cientista."

"Temos um corajoso aqui? Vendo que vocês empataram diversas vezes no treinamento... Não vejo o porquê não."

"Senhor presidente? Está satisfeito com minha escolha?"

"Muito." sorriu, "Agora devemos esperar pela volta daquela coisinha irritante."



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