História Pretend... (REPOSTANDO) - Capítulo 7


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Categorias The 100
Personagens Bellamy Blake, Clarke Griffin, Indra, Lexa, Marcus Kane, Octavia Blake
Tags Clexa, Elycia
Visualizações 258
Palavras 2.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, LGBT, Orange, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo sete.


 

 

Luna afastou-se da janela com uma perturbação gritante em seu interior pela cena que tinha visto, não sabia que Lexa estava namorando, nem ao menos cogitava a hipótese de que a morena havia lhe esquecido. Por muitos anos alimentou a ideia de que era inesquecível nas memórias e no coração de Lexa, achara também que a morena a cultuava por todos esses anos, assim como ela fez com Lexa.

Como Lexa a tinha esquecido depois de tudo que viveram juntas? Juntas descobriram o amor, porcaria! Esse tipo de coisa não se esquecia facilmente. Tinha suspeitas de que Lexa não tinha esquecido... Até porque a morena passara cinco anos sem dar às caras. O seu ego dizia que o afastamento de anos era apenas por um motivo: Para não vê-la e por medo de que o amor treslouco que as envolviam explodisse novamente.

Não. Um amor assim não se acabava, negava-se acreditar e não iria acreditar. Sabe por que? Porque desde que Lexa saiu daquela maldito carro que o coração de Luna batia descontroladamente, e fazia muito tempo que não tinha essa reação. Quando os seus olhos baterem em Lexa, a viu maravilhosamente linda, bem mais do que cinco anos atrás, e o seu mundo se iluminou novamente. Infelizmente a escuridão a envolveu quando viu a Lexa beijando aquela individua. O ódio amargou a sua boca, sentiu tanto ciúme que se tivesse uma arma descarregaria na cabeça daquela mulherzinha por ousar se aproximar do seu amor.

Tivera que se afastar da janela por não suportar mais ver aquele beijo tão apaixonado. Inferno! Limpou as lágrimas que queimavam os seus olhos, e focou o teto. Estava há cinco anos em um casamento infeliz com o tedioso do Bellamy. Não o suportava mais. Estava na hora de sua vida sair daquela monotonia. Tinha se casado com o Bellamy por dinheiro, isso não era novidade, largara a Lexa porque ela não tinha recursos nem dinheiro para fazer a Luna luxar... Lexa sempre fora trabalhadora e empenhada, mesmo com os pais ricos sempre preferiu lutar para ter suas coisas sem ficar na sombra dos seus progenitores, e Luna detestava isso, queria aproveitar tudo o que o dinheiro tinha a oferecer e a solução imediata foi o Bellamy que já estava bem situado e não tinha a menor vergonha de pedir algo aos pais se precisasse.

Agora os contextos tinham mudando, finalmente a Lexa estava rica... Estava do jeitinho que Luna gostava, e ela iria aproveitar isso.

– O que faz olhando para o teto? – A voz do seu marido a despertou.

Luna o olhou com desagrado. Bellamy não era um homem feio, ao contrário, era muito bonito, assim como todos os Woods, se parecia muito com o pai. Apenas na aparência, porque no caráter deixava a desejar. Era alto, forte. Tinha um rosto muito bonito, o cavanhaque lhe dava um charme a mais, as sobrancelhas grossas fazia parte do pacote, os cabelos castanhos penteados para trás de uma maneira bagunçada propositalmente era atraente. Menos para Luna que não sentia nada por ele.

Não gostava de homens. Nunca gostou, mas na vida sempre existia alguns esforços para ter o que bem queria. Ela não o amava, e jamais amaria.

– Nada. – Ela o olhou com mais atenção, ele usava uma camisa polo rosa, calça jeans e tênis.

– Preparada para ir cumprimentar o seu grande amor? – Bellamy perguntou com sarcasmo na voz.

– Poupe-me de suas perguntas tolas. – Ela caminhou até o grande espelho e se olhou, estava belíssima, como sempre. O seu corpo era esplendido e com aquele biquíni minúsculo preto ficava sensacional, usava uma saída de banho branca aberta e saltos altos pretos. Tinha feito uma maquiagem suave no rosto, jamais ficava sem maquiagem, apesar de saber que não precisava daquele artificio. Passou as mãos nos cabelos longos, ruivos. – Eu não tenho tempo para elas, nem para você. – Andou até a cama e pegou o chapéu de praia.

Não tinha tolerância para o seu marido, e não iria ter hoje, especialmente hoje. Estava ansiosa para falar com Lexa, de preferência sozinha. Passou pelo Bellamy, mas ele a segurou pelo braço, a puxando para trás, os seus olhos colidiram.

– O fato de Lexa estar na mesma casa que nós, não significa nada, não se anime e nem tente me fazer de palhaço, por que se ousar... – Ele apertou o braço dela, os olhos adquirindo uma tonalidade macabra. – Eu a mato!

Luna sentia dor em seu braço, mas o orgulho não permitiu que demonstrasse qualquer reação, ergueu bem o rosto sem deixar de encará-lo, soltou um sorriso sarcástico. Lentamente puxou o braço sem se abalar com a ameaça.

– Como você fosse homem o suficiente para fazer isso ou qualquer coisa. – Ela debochou dando umas tapinhas no rosto dele antes de sair do quarto.

Bellamy ficou vermelho de raiva, mas não a impediu que saísse do quarto. Ela abriu um sorriso provocativo ao caminhar sensualmente para o andar de baixo, era hora da gata caçar a rata.

 

(...)

 

– Estou tão feliz que esteja namorando, o meu coração explode de alegria. – Indra informou com um sorriso amável, andando de um lado para o outro com a Marina nos braços, ela balançava a menina que ria com os pulinhos. – Só fiquei um pouco chateada que não tenha me contado antes.

Lexa estava sentada ao lado de Clarke, na frente, estava Octávia que continuava as analisando, era uma coisa bem chata, porque conhecia muito bem a sua irmã para saber que ela estava desconfiando de alguma coisa. Por isto, que matinha a sua mão entrelaçada com a de Clarke, as mãos de ambas repousavam em sua coxa direita.

Augustus tinha pedido licença assim que entraram na sala para fazer uma ligação importante de trabalho, mas prometeu que se juntaria á elas depois.

– Eu... Que dizer nós, queríamos fazer uma surpresa. – Lexa olhou para Clarke com um sorriso apaixonado.

– E fizeram! – Indra falou olhando para Marina. – Estou completamente apaixonada por essa lindinha, quantos meses que ela tem?

– Um ano e dois meses. – Respondeu Clarke.

– E quanto tempo que vocês estão juntas? – Octávia quis saber, apertando os olhos.

Ops, elas não tinham combinado sobre isso.

– Cinco meses. – Lexa respondeu, sentindo a mão de Clarke apertar a sua.

– Um tempo razoável. – Indra refletiu. – Temos que comprar um berço pra essa bonequinha dormir. – Disse animada.

– Oh, não é necessário. – Clarke apressou-se em dizer. – Ela pode dormir comigo na cama.

Indra parou de andar e olhou para Clarke com os olhos arregalados, o que deixou a loira um pouco receosa, preocupou-se por achar que tinha dito alguma coisa errada, porque a mulher a olhava horrorizada.

– Querida, não somos cafonas. – Indra informou com os olhos conspiratórios. – Sabemos que você e Lexa fazem... Como posso dizer...

– Mamãe. – Lexa revirou os olhos.

Clarke continuou viajando no que estava acontecendo, Octávia apenas ria achando tudo muito cômico.

– Sexo! – Indra soltou, deixando a Clarke muito vermelha. Lexa lançou um olhar torto para a mãe. – Não me olhe assim, eu sei que fazem sexo e como podem fazer sexo com uma criança na cama para atrapalhá-las? Nada disso! Amanhã iremos comprar um berço.

– Espera! Iremos dormir no mesmo quarto? Juntas? – Clarke perguntou aterrorizada, recebendo um aperto de advertência na mão.

– Sim, somos uma família moderna. – Indra piscou com um sorriso. – Vou até a cozinha para saber a que pé estar a janta. Vou levar a Marina comigo, com licença. – Retirou-se da sala.

Lexa não esperava que tivesse que dormir no mesmo quarto com a Clarke, mas não tinha nenhum problema, ao menos para ela, mas para loira parecia ser uma coisa do outro mundo, já que estava recebendo vários apertos em sua mão, interpretou que a mais nova não estava nem um pouco feliz com isso.

– Mamãe nunca muda mesmo. – Lexa comentou rindo do jeito de sua mãe.

– Não mesmo. – Octávia levantou-se. – Eu posso falar com você um minuto, maninha?

– Claro. – Lexa soltou a mão de Clarke e antes de se levantar depositou um selinho na loira. – Já volto para os seus braços, meu amor.

O selinho tinha pego a Clarke de surpresa que ainda não tinha se acostumado com essas demonstrações de carinho. Ela apenas acenou com a cabeça sem graça para Lexa. A morena ficou muito satisfeita por desconcertar a Clarke, mesmo que por um selinho, tinha gostado de beijá-la e se aproveitaria o máximo para fazer isso. 

Lexa seguiu a sua irmã até o escritório, assim que entraram, a Octávia virou-se para ela:

– Que circo é esse que você está armando?

– Do que está falando? – A morena exibiu uma expressão inocente com os olhos arregalados.

– Estou falando do seu namoro de fingimento. – Octávia falou calmamente. – Acha que eu sou tapada feito os nossos pais? Você pode enganá-los, mas não a mim. E se eu tiver certa sobre minhas suspeitas e os motivos que a levou para fazer isso, também não vai enganar a Luna.

A morena ficou um pouco amuada, não esperava que fosse descoberta tão rapidamente, sentou-se no sofá e respirou fundo:

– Como você percebeu?

– Sou uma ótima observadora. – Octávia disse ironicamente, virou a poltrona de frente para irmã e sentou-se. – Está mais claro que vocês podem ter tudo, menos um relacionamento. E outra coisa, ela não faz o seu estilo.

– Claro que ela faz o meu estilo. Ela é linda. Existe tensão sexual entre nós, uma sintonia boa... – Lexa tentou se defender e também se justificar, não queria aceitar que estava tão ruim assim.

– A tensão sexual é bem palpável, aquele beijo quase me excitou, provavelmente foi a única coisa que não foi armado. – Octávia balançou a cabeça em negativo. – Mas reforço que mesmo sendo linda, ela não faz o seu estilo.

– E qual é o meu estilo, sabichona? – Lexa arqueou a sobrancelha esquerda, cruzando os braços abaixo dos seios com um bico.

– Mulheres maldosas, interesseiras e sem caráter, ah, de preferência sem filhos, quem me lembra ser assim? Ah! A Luna. – Octávia deu um sorriso de lado. – E foi pensando nesse filhote de satanás que você armou tudo isso! Assuma logo, sabe que não pode mentir pra mim.

– Droga! – Lexa deitou a cabeça no encosto do sofá e esticou as pernas. – Clarke é minha funcionária e eu a contratei pra se passar por minha namorada, não queria vir pra cá sozinha. – Confessou com ares derrotado.

– Sabia que tinha merda no ar! – Octávia bateu palmas, animada. – Tudo isso por causa de Luna? Você é mais trouxa do que eu imaginava, maninha.

– Sim! – Lexa gritou. – Quer dizer, não! – Tentou concertar, olhando para a irmã. – Eu só não queria aparentar que parei no tempo.

– Cara, você é muito idiota... A mulher lhe trocou pelo teu irmão e você ainda fica querendo provar alguma coisa para ela. Isso é sinal que ainda a ama, né?

– Isso não vem ao caso agora. – Lexa retrucou. – Eu não acredito que paguei caro para na hora H, não dar certo.

Octávia olhou bem para a irmã.

– Por que você não deixa de ser lesa? Claro que sutil efeito, ao menos no beijo, depois tudo ficou muito forçado, você uma geleira e a pobre moça quase morrendo de tão apática, investe nessa tensão sexual, tente ser menos indiferente com a Clarke que tudo dará certo.

– Você não conhece a Clarke, na realidade, nem eu. Mas, tenha certeza de uma coisa: Ela é mais geniosa que o diabo, não duvido que ela esteja na sala planejando mil maneiras de me matar por causa do beijo, do selinho e ainda mais com essa ideia de dormimos no mesmo quarto. Ela deve estar me odiando com todas as forças.

– Melhor ainda. – Octávia deu um sorriso presunçoso. – Ódio é o irmão do amor e primo da paixão.

Lexa sorriu para a irmã, isso era verdade. Soltava faísca quando estava com Clarke, só precisava aprofundar mais isso, provocar um pouco não seria nada mal, principalmente se pudesse roubas beijos quentes dos lábios finos e deliciosos da loira...

 

(...)

 

Clarke estava se sentindo muito perdida com tudo isso, parece que o beijo aniquilou toda a sua capacidade de pensar e se expressar. Tinha que reagir ou a família de Lexa acharia que ela tinha algum tipo de retardo mental.

Levantou-se e caminhou até a parede de vidro, tendo a visão do lado de fora... A piscina era realmente enorme e com belíssimos coqueiros envolta, algumas cadeiras de sol com guardas sol distribuídas, no canto, tinha uma cobertura mediana com uma churrasqueira elétrica de última geração com uma mesa e bancos de madeiras. A piscina tinha uma parte de hidromassagem. A família de Lexa deveria ser muito rica, a loira sentia-se um peixinho fora da água naquele lugar, como iria interagir com aquelas pessoas? Ela nem saberia como se comportar na mesa!

Poderia usar a desculpa que estava com dor de cabeça e ficar reclusa no quarto. Ao pensar em quarto lembrou-se que teria que dividir o mesmo quarto com a Lexa. O seu corpo arrepiou-se com essa constatação. Como iria suportar aquilo? Se em um ambiente aberto sentia vontade de agarrar a Lexa, imagina entre quatro paredes? Isso a deixava nervosa e muito tensa.

Ora, pare com isso, Clarke. Está agindo como se você e Lexa fosse transar como duas coelhas. Recriminou-se, se Lexa estava a tratando com beijos e carinho era porque estava de frente para a família dela, elas sozinhas o contexto mudaria completamente. Era uma simples funcionária, uma plebeia, enquanto, Lexa era a majestade. Não estava em um conto de fadas que a rainha ficava com a serviçal e viveriam uma romântica história de amor.

Não devia estar pensando sobre essas coisas, muito menos idealizando. Movimentou a cabeça de um lado para outro, escutando os ossos tensos do seu pescoço estralarem.

– Inacreditável. – Uma voz desconhecida a abordou, fazendo a Clarke vira-se para ela.

A mulher estava bem próxima de si, o que fazia a Clarke se questionar por estar tão distraída que nem tinha escutado uma desconhecida se aproximar. Se tivesse uma definição para aquela mulher seria: Perua. Típica dondoca que lidava o tempo todo na Equilibrium. Ela usava um biquíni beirando o escandaloso, mas também com aquele corpo chapado, quem não usaria?

Era muito bonita, todo o pacote era algo esplendido. Que cabelo era aquele? ruivos, tão brilhantes que poderiam cegar! A mulher estava a olhando da cabeça aos pés, sua cabeça balançava negativamente como se tivesse desaprovando completamente a Clarke. Será que era da família de Lexa? Por que não tinha nenhum traço que indicasse ser uma Woods. Os olhos pareciam lâminas preste a corta a qualquer momento.

Clarke esboçou um sorriso, mas recebeu um olhar tão hostil que os seus lábios se apertaram em uma linha firme.

– Classe baixa. – A mulher pontuou olhando com escárnio.

Precisou de alguns minutos para Clarke assimilar o que ela tinha dito. O seu padrão de vida não era elevado, mas isso não era motivo para ser questionado.

– Eu não... – Começou a falar, mas foi interrompida pela outra.

– Querida, isso não foi uma pergunta. – A mulher falou, analisando a loira dos pés à cabeça. – É um suicídio social receber uma mulher de sua classe em nossa casa.

Clarke não sabia quem era aquela mulher, mas estava a detestando.

– Sou a namorada de Lexa.

– Acha que isso é garantia de alguma coisa? – A mulher se aproximou como estava de saltos, ficou bem mais alta que a loira. – É apenas a confirmação que nos longos dos anos o gosto de Lexa decaiu bastante.

Clarke ficou pasma! Estava sendo humilhada e não tinha feito nada para merecer isso. Choque. Nunca tinha sofrido preconceito na vida e senti-lo na pele era algo que a deixava sem reação, não conseguia nem se defender. Sentiu-se acuada e sufocada, desejou que Lexa aparecesse logo.

– Quem é você, afinal? – Questionou num fio de voz.

– Eu sou a mulher que você nunca chegará aos pés, e vou a avisando, favelada... – Apontou o dedo no rosto da loira. – Melhor ficar bem longe do meu caminho e anular qualquer expectativa de ficar com a Lexa. – Olhou-a bem dentro dos olhos. – Eu não vou hesitar em passar por cima de você, se for preciso, por tanto... Aconselho que pegue suas malas e volte para onde você nem deveria ter saído. Estamos conversadas?

Clarke estava tremendo, uma louca vontade de chorar invadiu todo o seu ser, felizmente era orgulhosa e não permitiria derramar uma lágrima sequer por uma desconhecida. A mulher parecia muito feliz em humilhá-la e deixava transparecer isso em seu rosto.

– Clarke? – A voz tão conhecida fez com que Clarke respirasse de alívio. Não era tão indefesa assim, poucas vezes na vida tinha ficado calada diante de uma injustiça, mas dessa vez sofreu um bloqueio que não sabia explicar. – O que está acontecendo aqui?

Um brilho surgiu nos olhos da desconhecida que virou-se como se tivesse em câmera lenta, e para o horror de Clarke, o mesmo brilho surgiu nos olhos de Lexa... Algo quente, tóxico e sufocando explodiu dentro da loira. Era o ciúme, isso fez com que algumas lágrimas escapulissem dos seus olhos. Lágrimas de puro ódio e também inveja por Lexa ter olhado a desconhecida daquela forma e por saber que jamais a morena a olharia assim também. Limpou as lágrimas tão rápido que ninguém notou.

Lexa e a desconhecida se encararam sem nem ao menos respirar, como se o mundo fosse apenas delas e que não existisse mais ninguém no recinto.

– Luna, achei que você estava com enxaqueca e ficaria o tempo todo no quarto para descansar. – Octávia disse cortando o clima, estava ao lado da irmã e tinha os olhos irônicos. – Pelo jeito, já está bem melhor, não é, Hilker?

Octávia foi ignorada por Luna que mantinha os olhos de Lexa sem ao menos piscar. Então, esse era o nome da maldita, Clarke pensou com ódio. Uma nova cobra tinha sido descoberta no Brasil, cujo nome era: Luna Hilker.

 


Notas Finais


Perdoem-me os erros.


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