História Preto: é a nossa cor - ( shortfic hot - Jungkook ) - Capítulo 15


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Personagens Originais
Visualizações 3.289
Palavras 1.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amoras, como estão???
EU TÔ MUUUUUITO FELIZ, AGORA VAMOS PROS TÓPICOS:
1- TEVE +170 COMENTÁRIOS NO CAP ANTERIOR, MDS, QUASE N ACREDITEI ANTES DE POSTAR AQUI, FIQUEI MORRENDO POR CADA UM, AS TEORIAS, A PROTEÇÃO DO JK, DO CUIDADO DA MARJORIE, JURO, NÃO TEM GRATIFICAÇÃO MELHOR PARA O ESCRITOR DO QUE TER OS LEITORES SUPER ENVOLVIDOS.
2- HOJE (13/07) COMPLETO 2 ANOS DE SPIRIT ( textinho nas notas )
3- FALTA MENOS DE 15 SEGUIDORES PRA 4K
4- FALTA MENOS DE 200 FAVS PRA 3K EM PRETO.
Agora vamos pro cap, pq to exaltada sksksmsn

Boa leitura 🌸🌸🌸
Correção: @xdaegu

Capítulo 15 - XIV- "Danger!"


Sinceramente? Esperava que ele dissesse "Não” em pelo menos cinco idiomas diferentes, mas percebi que sua respiração ficou mais pesada e a densidade se voltou contra seus ombros, e novamente, tudo que ouvíamos era o som da água caindo sobre o chão. E eu continuei ali, limpando suas costas com suavidade, havia cicatrizes demais, algumas mal podia decifrar se eram de sexo intenso ou de agressões que levaram tempo para se curar. Quando Jungkook se virou, estava tão distraída em meus próprios pensamentos silenciosos que só percebi que estava ensaboando sua tatuagem, quando a “mancha” preta não saiu. Talvez, estivesse esfolando-o.

— Você já está sendo alguém por mim, Marjorie — sussurrou baixo, me tirando dos meus devaneios. Nossos olhares se conectaram e percebi o quanto estava sendo sincero. Talvez, ele fosse um bom ator. — Não precisa pedir isso.

Era estranho como suas palavras me deixavam sem reação, meu coração parecia que iria sair pela a boca se eu não tomasse alguma atitude, mesmo que fosse mínima. — É, acho que sim... — nossos lábios começaram a se aproximar de forma tão natural, que o silêncio e o impulso dos nossos corpos começaram a nos atrair mais e mais.

— Acho que não te agradeci por ontem — sussurrou, quase com seu lábio unido ao meu.

— Pelo o quê? — eu já estava ridiculamente entregue, sabia que o beijaria e que a tensão momentânea só serviria para impulsionar os próximos toques. Nossos olhos estavam fechados, nossas respirações partilhavam do mesmo oxigênio.

— Ontem, na sala de aula, você nos defendeu... Me defendeu como se eu fosse realmente digno de se ter por perto... — seus dedos úmidos tocaram em minha cintura e nossos corpos se aproximaram um pouco mais.

— Olha pra mim — novamente, o olhei, não havia mais escuridão sobre sua íris, apenas via doçura e talvez, um medo desconhecido por mim. Levei uma das minhas mãos até seu rosto e acariciei sua bochecha com suavidade. — Você pode ter milhões de defeitos, todos nós temos, só que isso não pode ser maior que suas qualidades, e ontem, sua proteção me mostrou algo a mais do que tudo que dizem. E se estou aqui, é porquê merece ter alguém do teu lado! — minhas palavras saíram calmas e firmes, era como se eu tentasse não quebrar a tensão boa, apenas deixar suas inseguranças de lado.

Um sorriso mínimo e sincero surgiu entre nós, antes dos nossos lábios se unirem com cuidado. Iniciamos um beijo calmo, nossas línguas eram como conhecidas de longa data, que se tocavam com maestria, sem receios de cada movimento. Meus dedos deslizaram por sua pele e seguiram para seu cabelo levemente úmido, me fazendo lembrar que ainda estávamos no banho. Por questões de segundos, havia perdido a noção de tempo e espaço, não conseguia ao menos perceber a água chuviscando em nós. Suas mãos deslizaram por minha cintura, para o centro das minhas costas, me puxando com suavidade contra sí, fazendo-me sentir o quão quente seu corpo nu estava o e quão vestida eu ainda estava.

Aos poucos, fui recostando-o contra o azulejo, provavelmente estava gélido e causaria-lhe arrepios imediatos, mas me lembrei que ainda estava machucado e que, em hipótese nenhuma, poderia forçar sua pele, ou ter movimentos bruscos, como costumava ter. Na verdade, não sentia vontade alguma disso, só queria aproveitar a tranquilidade que seus toques me causavam.

Sua destra, com sutileza, começou a deslizar para minha bunda, massageando e pressionando a carne macia, me fazendo sentir sua ereção se formando rente a mim. Por falta de oxigênio, afastei nossos lábios e olhei para baixo, notando como sua respiração estava oscilando. As gotículas de água em seu abdômen deslizavam por sua pele até chegarem em sua intimidade.

Senti minha boca salivar e lábios secarem ao ver sua glande avermelhada e as veias ficando em relevo na pele branquinha da extensão de seu falo. Sorri minimamente ao perceber que o desejava tanto, e me odiava por pensar que não iria conseguir satisfazê-lo, por me preocupar demais com seu estado físico. — Acho que seu problema precisa ser resolvido por você — sussurrei, voltando a ficar com meus lábios rentes ao seus, seu sorriso foi tímido e podia jurar que suas bochechas ficaram avermelhadas.

— Me desculpe pelo o problema, pode sair para que seja resolvido? — sua voz estava embargada de timidez, o que o deixava super adorável e me fez questionar se eu estava agindo de forma coerente, em não querer transar nas atuais condições dele: psicologicamente e fisicamente vulneráveis. — Não quero que seja prova disso, ou que se submeta a algo apenas para me satisfazer, ou que se sinta da forma rude que te ofenderam.

— Eu não me sentiria uma vadia por ser sua — sussurrei com minhas mãos pousadas em seu tórax, podia perceber seu coração pulsando rapidamente sob meus dedos. — Portanto, não acho que estamos em boas condições para continuar. Está todo machucado e eu acabaria com o restante de você — murmurei, com um sorriso divertido, fazendo com que seus olhos e sorriso se tornassem parte de uma timidez adorável. Mordiscou brevemente seu próprio lábio inferior, me convidando a dar-lhe um selinho de despedida.

— Se um dia transarmos, que seja quando estivermos na mesma sintonia, vibração.

Concordei com a cabeça e me virei para ir de encontro a porta. Me sentia pateticamente ridícula por não transar, não por falta de desejos, e sim por excesso de preocupação com seu estado. Meu corpo queria ficar ali, o ouvindo gemer baixinho e rouco, mas meu consciente foi mais ágil, me obrigando a ir para a cozinha, pois sabia que um mísero sussurro sôfrego de excitação, me faria esquecer tudo e pedir para que me fodesse.

Foram dez minutos de silêncio torturante, sozinha, em frente à pia. Pensava em como seria divertido estar na beira de um penhasco, ao invés de ficar ali, cogitando a alta hipótese do provável orgasmo de Jungkook. Quando menos percebo, ouço a porta do banheiro destrancar, automaticamente, fingi que buscava água para beber, era um escape para não me deixar tão nervosa. Virei rapidamente para olhá-lo, estava com uma toalha preta envolvendo sua cintura e dessa vez, não pude deixar de notar o quão gostoso era. Mesmo com a pele vermelha devido às lesões, os músculos definidos do seu abdômen eram chamativos demais!

— Desculpa, tive que tomar um pouco de água — mencionei, para quebrar o possível clima, pois nós dois sabíamos o que eu pensaria sobre sua demora no banho.

— Não precisa se desculpar — falou enquanto caminhava até mim, minha mente parecia um comercial da Jequiti, aparecendo entre os programas com a mensagem de “DANGER”. — Você precisa tomar um banho, sua roupa está com sangue. Se quiser, te empresto umas roupas, enquanto a sua seca.

Eu olhei para meu corpo e ele tinha razão. Meu casaco, além de molhado, estava manchado de sangue, e minha calça estava levemente úmida, o que me fez pensar que estive assim durante todo esse tempo e, por estar na adrenalina, não consegui notar antes. — Pode ser, mas acho melhor ir comprar alguns remédios para você e algo para fazer um almoço.

— Acho que podemos comprar alguma coisa pronta… — ele falou, ainda tímido, mal me olhava nos olhos enquanto se mantia parado, encostado no balcão de divisão de ambiente.

— Porém, não são saudáveis e você precisa se manter forte. Você está bem? — sussurrei ao perceber que sua expressão intercalava entre tentar se manter bem e alguns reflexos de dor.

— Estou com um pouco de dor, mas com remédios isso vai passar — um sorriso mínimo apareceu em seus lábios. — Obrigado por se preocupar.

Caminhei até sí e, apesar de não ser a pessoa mais carinhosa do mundo, senti a necessidade de toques, por isso diminui o espaço entre nossos lábios, os selando gentilmente. — Não me agradeça por cuidar de você — nossos olhares eram conectados por um sentimento bom. — Vem, vou te ajudar a se vestir.

Quando estávamos caminhando para o quarto, sinto meu celular vibrar em meu bolso. Não era como se tivesse ignorado todas as mensagens anteriores, mas precisava ver se era alguma outra banalidade ou não.

“Mar, onde você está??? Já era pra ter chegado no colégio, todo mundo está perguntando de você!! Inclusive o Taehyung! Ele disse que tinha te buscado e que está preocupado contigo por não ter aparecido e nem atendido suas ligações!! Me manda mensagem, estou preocupada também!!” — Minah.


Notas Finais


O quê acharam??? Mar fez certo ao não transar por medo de machuca-lo??? E o cuidado do JK com ela???? É ou não nosso casal 2018??? Tae sendo um perseguidor chato???

Contem pra mim, favoritem e sigam meu perfil: @xbanshee


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Espaço do agradecimento, hoje dia 13/07 completo dois anos de spirit. Foram anos cheios de acontecidos, cheios de sorrisos, algumas lágrimas, muito nervoso. Porém, faz dois anos que decidi perder o medo de publicar para ser a _queen ou xbanshee, para ser alguém que passa horas escrevendo, apenas para fazer pessoas se distraírem. Eu sou muito grata a todos que entraram na minha vida através do spirit, e por todos que me permitiram entrar na rotina de cada um, ninguém imagina como me tornou mais feliz ter vocês comigo, saber que mesmo de longe, mesmo não tendo contato com todos, consegui plantar pelo menos um sorriso de felicidade ao ver uma notificação, ao sentir o que tentei transmitir com minhas escritas. Muito obrigada amoras, por terem abrido espaço na vida de vocês para me acolherem, para me fazer se emocionar com o cuidado e o amor que tem por mim. Muito obrigada, por me incentivarem, me apoiarem, por me ajudarem a ser um alguém melhor, se hoje completo 2 anos e 4k de seguidores ( espero que role ) é porque tive uma boa estrutura de ter os melhores leitores que não me fizeram desistir e abrir mão da escrita. Muito obrigada por cada mensagem, cada comentário, favorito, por cada: VOU BATER PANELA NA SUA CASA. Vocês só me mostram que não estou sozinha nesse mundo.
E sabem porque de: "amoras"? É porque são frutas pequenas, doces e com uma coloração tão intensa que mancha. E vocês marcaram minha vida suficiente pra saber que quando eu sair daqui, vocês jamais sairão de mim, pois tem uma "mancha" do amor recíproco na minha alma. Enfim, muito obrigada a todos e que venha mais dois, quatro, dez anos com vocês! Amo vocês!

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