História Pretty Reckless - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Demi Lovato, Justin Bieber, Katy Perry, Taylor Lautner, Taylor Swift
Tags Colegial, Festas, Justin Bieber, Romance
Visualizações 831
Palavras 1.829
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


"Trovões trovejando
Castelos desmoronando
Eu estou tentando ter forças.
Deus sabe que tentei
Ver o lado positivo
Mas eu não sou cega mais."
-Wide Awake, Katy Perry

Capítulo 23 - Times Square


-Para gente, sério! Eu não dou bandeira! -Eu falei sentando ao lado deles. Ficamos conversando um pouco e o Josh não tinha aparecido ainda. Depois fui pra minha casa.

 

 

Deitei na minha cama e fiquei assistindo um filme. Quando eram 18:00 minha mãe entra no meu quarto.

-Ei filha, vamos jantar onde hoje? -Ela disse sentando na minha cama.

-Mamis, vou jantar com o Justin. -Eu falei e dei pause no filme.

-Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm eu sabia que vocês iam dar certo. Ele me disse que vocês ficaram ontem. -Ela falou.

-Sim, ficamos sim. E você perguntou pro guri se a gente tinha usado camisinha, mãe! Pra que isso? -Eu perguntei.

-Ah filha, eu queria saber ué. -Ela disse sorrindo, normalmente.

-Mãe, ele ficou constrangido!! -Eu falei.

-Eu sei, ele fica fofo vermelho. -Ela falou.

-Mãe, sério, não faça isso! -Eu disse levantando da cama.

-Tá, ok. Mas ele disse que não aconteceu nada de mais.

-E não mesmo! Vou tomar banho. -Eu falei pegando minha toalha. Tomei um banho, saí do banheiro, minha mãe já tinha ido. Escolhi uma roupa e terminei de me arrumei. Olhei no relógio e eram 18:55, ele tá chegando. To pronta! Desci as escadas e minha mãe estava na sala.

-Vai onde? -Eu perguntei.

-Na casa da Dianna.  -Ela disse desligando a TV.

-Ok, daqui a pouco o Justin tá chegando já. -Eu falei.

-Vão onde? -Ela disse.

-Programamos cinema, depois comemos hot dog enquanto andamos pela Times Square. -Eu falei.

-Awwwn que programa lindo! -Ela falou. -Se divertam.

-Ok. -Eu falei e ouvi uma buzina. -Tchau mãe!

-Tchau filha. -Ela falou me dando um beijo na testa. Saí de casa e Justin estava descendo do carro.

-Boa noite. -Ele disse pegando minha mão e beijando o dorso dela. Revirei os olhos.

-Boa noite, Justin. -Eu disse sorrindo.

-Vamos? -Ele perguntou.

-Claro. -Eu falei e abri a porta do passageiro. Ele deu a volta, abriu a porta e entrou sorrindo.

-Posso te perguntar uma coisa? -Ele disse dando a partida.

-Sim, desde que não seja "posso sentar". -Eu falei rindo, lembrando da praia.

-AHHAHA. -Ele riu, ficando vermelho. -Não é isso!

-Então pergunte...-Eu falei.

-Hmm...Porque me odiou desde quando cheguei aqui? -Ele disse sem olhar pra mim.

-Porque você se sentia superior a mim, e começou a implicar comigo. -Eu respondi o olhando.

-Entendi, mas, não sei. Eu nunca quis implicar com você. -Ele disse e sorriu torto.

-Então porque implicou? -Eu perguntei.

-Porque você começou a implicar comigo também. -Ele disse.

-Porque você implicou comigo ué. -Eu falei.

-HAHAHA, ok. Deixa essa pergunta pra lá, não quero discutir com você. -Ele disse e eu permaneci em silêncio. Depois de 10 minutos, ele estacionou o carro.

-Hmm.. É cinema primeiro? -Ele perguntou.

-Sim, pode ser. -Eu falei tirando o cinto de segurança, e descendo do carro. Ele ligou o alarme e veio até mim. Fomos até a bilheteria sem falar nada.

-Vamos ver o que? -Ele perguntou entrando na fila da bilheteria.

-Hmm... Escolhe você, menos romance meloso demais. -Eu falei sorrindo.

-AHAHAHA, ok. Me dá duas entradas aquele ali, na próxima sessão, por favor. -Ele disse para a moça.

-Aqui, deu 12 dólares. -Ele pagou e saímos da fila.

-Começa que horas? -Eu falei.

-Daqui a 10 minutos, o que vamos fazer até lá? -Ele perguntou.

-HAHAHA, vamos ficar na sala já. -Falei e fomos pra sala. -Tem medo de escuro? -Eu perguntei quando entramos.

-Não, óbvio que não. -Ele disse e fomos subindo, bem lá pra cima. -Você que deve ter!

-Não tenho, seu idiota. -Eu falei dando um empurrão nele.

-Acho que tem sim, não consegue dormir sem o abajur. -Ele disse me empurrando também.

-Ahhhh que mentira. -Eu disse o empurrando. Ele se recompôs, rindo, e me puxou pra perto dele.

-Só não deixou ligado ontem, por dois motivos: 1-Porque não queria ficar com vergonha e 2-Porque eu estava lá pra te proteger. -Ele disse rindo. 

-Para de ser mentiroso Justin, eu não durmo com o abajur ligado! E não tenho medo de escuro. -Eu disse e sentei em uma das poltronas.

-HAHHAHAHAHAAHHAHA, ficou bolada foi? -Ele disse se sentando ao meu lado.

-Não! Besta. -Eu falei.

-Ui, ela não tá bolada! -Ele disse colocando as mãos para cima.

-AHAHAHAHAHAHAH, para de ser idiota véi! -Eu disse me aproximando dele.

-Eu não sou idiota! -Ele disse e encostou nossos lábios, sua língua explorava cada canto da minha boca. Interrompi o beijo e ele estranhou, mas não falou nada.

-Se eu fosse seu namorado, eu nunca te deixaria ir sabia? -Ele sussurrou no meu ouvido. Mordi o lábio e não respondi. Logo a sala começou a ser preenchida e eu me ajeitei na cadeira. Justin empurrou o braço da minha poltrona pra trás, e se aproximou de mim, colocando seu braço entorno de minha cintura. Deitei minha cabeça em seu ombro e ele começou a acariciar meu cabelo. Um tempo depois, meu pescoço começou a doer e eu voltei para a posição natural dele. Olhei Justin, ele se concentrava no filme, seus olhos olhavam a tela sem piscar, ri baixo e virei seu rosto pra mim, o beijando. Ele me trouxe pra si.

-UAU. Você me surpreende sabia? -Ele sussurrou no meu ouvido, assim que parei de beija-lo.

-Gosto de surpreender. -Eu sussurrei em seu ouvido também.

-Podia me surpreender lá na minha cama. -Ele sussurrou pra mim. Dei um tapa em sua testa e voltei a assistir o filme. Esse Justin é um idiota mesmo! Eu odeio que ele pense que sou uma que só sabe dar. -Desculpa, amor, foi sem pensar... -Ele sussurrou.

-Cala a boca e não me chama de amor. -Eu sussurrei seca. Ele tirou seu braço de minha cintura e retomou sua atenção ao filme. Na metade do filme, Justin levantou e saiu da sala.

Vixe... Será que ele ficou chateado com o que eu falei? Aff --' Crianção.. Ele voltou após alguns minutos e sentou em seu lugar. O filme acabou e nós não tínhamos se falado depois do "cala a boca". Uma grande maioria de pessoas já tinha saído da sala, eu levantei mas Justin colocou seu enorme tênis na minha frente e escorreguei, caindo em seu colo. 

-Porque colocou seu pé na minha frente? -Eu falei brava.

-Pra isso. -Ele falou e me beijou, e claro, eu como sou viciada em seu beijo, retribuí. Depois do beijo o empurrei.

-Affe, você é um idiota! Eu te odeio! -Gritei. Ele sorriu não sei o porque! Sorrir? Eu falei que o odeio e ele sorri?

-E eu não! -Ele disse e tornou a me beijar. Eu não queria beija-lo, mas não queria parar. -Vamos?

-Você é louco! -Eu disse e levantei, descendo as escadas. Ele veio atrás e me pegou pela cintura, me girando no ar.

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH JUUUUUUUUSTIN!!!!!! -Eu gritava enquanto ele me girava. -To ficaaaaaaando tonta!!! -Eu falei e ele me colocou no chão, rindo.

-HAHAHAHHAHAHAHAHA, Foi engraçado! -Ele disse rindo.

-Idiota!!! -Eu disse e saímos da sala.

-Cachorro-quente certo?! -Ele perguntou sorrindo.

-Você me deve isso... -Eu disse mostrando a língua, enquanto caminhávamos. Ele segurou minha mão. Isso foi cute da parte dele

-Eu posso segurar sua mão né? -Ele falou.

-Jus, pode, besta. -Eu disse sorrindo.

-Ali, aquele hot dog pode ser? -Ele perguntou apontando para um vendedor.

-Sim. -Fomos até ele e pedimos o nosso, com tudo que tínhamos direito. Justin pagou e fomos andando pela Times Square, olhando aquela "paisagem" da minha amada cidade.

-Gostando de Nova York, Jus? -Eu perguntei.

-Muito, só que muito mais da pessoa que habita ela. -Ele falou sorrindo. Eu sorri para ele mas não falei nada. -O que? Te deixei sem graça?

-Sim. -Eu respondi, devo estar vermelha, sério.

-HAHAHA, desculpa. -Ele disse.

-Bobo. -Eu falei. Sentei num banco de pedra que tinha ali, ele veio e se sentou ao meu lado. Acabei de comer e joguei os papeis no lixo, Justin fez o mesmo.

-Faz uma massagem nas minhas costas? -Ele falou quando voltou a sentar.

-Aqui? -Eu perguntei passando a mão por suas costas.

-É, tá doendo! -Ele disse e sentou no meio das minhas pernas, eu me afastei e comecei a massagear seus ombros. Ele segurou minha mão e levantou. Me deixando em suas costas.

-Justin, me solta!!!! -Eu gritei.

-Não, quero andar com você assim. -Ele falou me ajeitando em suas costas e segurando em minhas coxas.

-Mas você tá com dor nas costas menino! -Eu gritei enquanto ele corria comigo nas costas.

-Mentira, era só pra te colocar nas minhas costas!

-Booooobo! -Eu gritei. Ele ia andando rápido, não sei como ele me aguentava, havia poucas pessoas na rua, e os mais idosos nos olhavam com um sorriso no rosto, como se quisessem ser adolescentes novamente e fazer igual a nós.

-Idiota! -Eu disse quando ele me colocou no chão.

-HAHAHAHA, foi divertido! -Ele dizia tentando respirar normalmente.

-Foi. -Eu falei sorrindo. Me aproximei dele e segurei em seu pescoço. Encostei levemente meus lábios nos dele. Parei o beijo com vários selinhos. -Você precisa ir lá pra casa.

-Porque? -Ele disse fazendo carinho na minha bochecha.

-Quero te mostrar uma música da Tay, é nova. Além do que, você esqueceu uma meia lá. -Eu falei.

-Nossa, nem senti falta dela. Vamos então. -Ele disse pegando na minha mão. Nós fomos andando pelo meio da avenida, não passava muita gente. Eu olhava o céu e dançava ao som da música Starships da Nicki Minaj, que estava bem alta no som de um carro, provavelmente bem perto. Ele me agarrou pelas costas e riu.

-Que foi bobo? -Eu falei me virando para ele.

-AHAHHA, nada. -Ele falou.

-Fala Jus! -Eu disse.

-Você é doida! HAHAHAHAAH. -Ele disse rindo. Eu sorri e dei um tapa de leve no ombro dele.

-Não sou! -Eu falei.

-É sim, quem mais sai dançando no meio de uma rua dessas? -Ele disse tentando segurar o riso.

-Ahh.. Você gosta da minha doidice. -Eu falei sorrindo e segurando a gola de sua blusa.

-Eu gosto de tudo em você. Desde seu jeito chata de ser até seu dedinho mindinho. -Ele falou sorrindo. O abracei e ele fez o mesmo. Me senti como se meu mundo estivesse em meus braços, é estranho? Não não, impressão minha... Me soltei de seus braços e o beijei, sem pressa, sem correr, calmo e lento. Ele parou o beijo e disse:

-Vamos pro carro, se a polícia ver a gente no meio da rua é capaz de me prenderem! -Ele falou andando em direção ao seu carro.

-HAHAHAHAHAHA, e eu falo que você estava abusando de mim. -Eu disse rindo e passando em sua frente.

-Ah é??! -Ele falou e eu saí correndo, rindo, ele vinha atrás, correndo também, parecendo uma criança de seis anos. Cheguei em seu carro e ele me prensou contra ele. 

-Você...Corre...Muito! -Ele disse entre pausas para respirar.

-HAHAHAHAHAHA lento! -Eu falei.

-Para!! -Ele disse e destravou o carro, abrindo a porta de trás, e eu entrei, de costas.


Notas Finais


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