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História Pretty Rey - Capítulo 7


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Notas do Autor


Sinopse:
Ben revela a verdade sobre seu plano a Rey. Rose descobre o porquê de Hux não dar o primeiro passo.
Luke parece viver em constante férias no Caribe XD.

Capítulo 7 - As pessoas que vocês amam


Fanfic / Fanfiction Pretty Rey - Capítulo 7 - As pessoas que vocês amam

Rey disse que estava grávida e todos naquele ambiente arregalaram os olhos. Leia ia abaixar a arma da mão de Ben, mas Fred fez isso primeiro. Ele comentou algo como “nunca iriamos permitir isso de fato”, e os loiros saíram da área da piscina. Ben passou alguns segundos absorvendo as palavras da namorada e abriu o sorriso mais largo que já deu em toda sua vida.

- Eu apenas disse isso para você não atirar na sua própria cabeça.

- O quê? - Ben soltou baixo e magoado.

- Ela blefou Ben. - Han soltou colocando um cigarro na boca. - Ela pode ter salvado a sua vida.

Ben olhou incrédulo para o pai e ao redor dele, antes de que alguém o impedisse ele levantou novamente a arma e disparou. Todos ficaram chocados e ninguém se atreveu a se mexer até que Ben soltou uma gargalhada.

- Eu venci. - Continuou rindo.

Rey ficou inicialmente em choque, em seguida ficou furiosa e saiu dali sem querer nem olhar a cara do namorado maluco e sua atitude patética. Ben agiu como um perfeito idiota e ela não conseguia imaginar um bom motivo que justificasse as ações daquele garoto maluco. Ele passou dos limites, ficou arrumando confusão e ainda arriscou a própria vida como se não tivesse valor algum? Espere. Ben não amava a si próprio? Rey virou-se para ele antes de entrar no hotel, ele estava a encarando com os olhos chorosos. Será que o Ben escondia por trás daquele olhar frio na verdade um menino magoado e depressivo? Ele caminhou para perto dela.

- Rey, me perdoe. Eu não deveria ter feito isso. - Ele sussurrou.

- Não, não deveria. Não sei se posso te perdoar tão fácil.

- Tudo bem, Rey. Apenas não me deixe.

- Você disse que me daria qualquer coisa?

- Sim, qualquer coisa.

- Então me dê respostas, Ben por que você fez isso, como se sua vida não tivesse valor algum?

- Minha vida destruiu tantas outras vidas e destruirá muitas.

Ben enrugou a face e deixou algumas lágrimas descerem, Rey o pegou carinhosamente pela mão e o guiou até o elevador. Em silêncio foram até o quarto deles. Rey o levou até a cama e sentou ao lado dele encostando-se nos travesseiros.

- Me diga Ben. Coloque para fora. É sobre a máfia?

- É sobre Palpatine.

Um frio penetrou as entranhas dela.

- O que ele fez para você?

- Eu não sou digno do seu amor, Rey. Ninguém deve me amar. - Ele fez uma pausa para enxugar as lágrimas. - Ele me enviava fotos, quase todos os dias.

- Que fotos, Ben?

- Das pessoas que morriam por minha culpa. As pessoas inocentes que pagavam com a vida as dívidas dos pais ou dos maridos. Tinham crianças! Eu queria ser um novo líder mais justo, rigoroso para ajudar minha empresa subir, mas eu não estava olhando para baixo, era sempre o alto e hoje estou no topo, pisando em muito sangue. - Ele tocou na mão dela. - Então eu tentei me vingar do Palpatine. Eu descobri que ele te escondeu, pois iriam tentar atingi-lo através de você. Então ele te protegeu escondendo a sua identidade. Porque eu descobri que ele te considera muito.

Rey tremeu os olhos confusa

- Mas ele não tinha matado meus pais?

- Ele matou. Mas não diretamente. Foi uma dívida dele com outra máfia, ele pagou com a vida da família dele por que quis. - Então Ben não estava sendo totalmente sincero, e até mentiu sobre isso.

- E o que você queria fazer comigo, Ben? - Rey precisava induzi-lo a confessar.

- Eu ia te manter comigo. Que todos os dias ele não conseguisse dormir sabendo que a neta que ele tanto gosta está ao meu lado e a qualquer momento eu posso responder pelo que ele me causou.

- Me matando?

Silêncio, Ben apenas a encarou com os olhos inchados e o nariz vermelho, o plano era apenas mantê-la perto dele, por isso daria o emprego a ela, matar nunca foi considerado, mas era uma ameaça então...

- Sim, a princípio. Mas isso é terrível de tantas formas, eu me sinto culpado e hoje eu queria que aquela bala me matasse. Por que eu te amo e não sou capaz de… - Ele foi interrompido por um beijo, um beijo calmo e lento. - Rey… Não tem medo de mim querida?

- Você deveria ter de mim. Afinal eu tenho um avô poderoso. - Ele riu fraco e ela mordeu o lábio inferior dele sugando-o, Ben passeou os dedos pela nuca dela, Rey suspirou com a carícia e voltou a encará-lo.

Ben Solo ergueu as sobrancelhas como se fosse afundar-se em um novo choro. Por que Rey era tão compreensiva?

& Você tem que decidir, se quer ser um líder da máfia tem que aceitar que pessoas inocentes morrerão por sua causa. - Rey falou determinada e bem ficou surpreso com a atitude dela. - Mas se quiser começar a fazer o que deve pela sociedade, tem que abandonar tudo o que construiu com o dinheiro sujo. Você escolhe e eu estarei lá ao seu lado.

Ele se aninhou na curva do pescoço dela, sentindo profundamente o cheiro da pele bronzeada, era tão atrativo que ele molhou os lábios e depositou um beijo na pele quente da moça. Ben contou os segredos mais profundos dele e ela o aceitou sem julgamentos, apenas o queria perto, esse garoto-homem se sentiu o cara mais sortudo da face da terra.

Rey se afastou apenas para tirar por cima do biquíni que Ben queria ter visto ela usar na piscina, com as mãos grandes ele mesmo tratou de desamarrar a peça puxando o laço pelas costas dela, revelando os seios pequenos e empinados que ele adorava.

- Você é perfeita, Rey. - Ele sussurrou quase rosnando em desejo, as mãos dele começaram a acariciar os seios e brincaram com os mamilos eriçados e rosados. Entre os beijos ele sorriu e esfregou o nariz no dela que sorriu de volta com malícia, a boca dele desceu para chupar um dos seios enquanto tentava puxar a parte de baixo do biquíni.

Quando ele jogou a calcinha para longe, Ben a encarou completamente nua, a visão que ele mais adorava agora tinha marquinhas de biquíni causadas pelo sol. Ben Solo abriu as pernas dela e as levantou por cima de seus ombros e desceu para beijar o clítoris ansioso pelo toque dele.

- Ben. - Rey gemeu o nome dele, como apenas um beijo poderia deixá-la tão vulnerável e mais sensível aos toques dele?

A boca dele se abriu começando a chupar o pequeno broto dela, a língua dele brincou descendo e subindo os lábios até voltar ao clítoris, quando ele voltou para a vagina a penetrou de leve enviando ondas de prazer mais intensas a Rey que dançou os quadris no rosto dele. Ele amava aquela boceta, o prazer que ele tinha em chupá-la era incondicional, poderia adorá-la com a língua e ficaria satisfeito apenas com isso, pois era bom demais vê-la se contorcer de prazer e o gosto dela era delicioso. O pensamento dele o deixou ainda mais duro dentro da sunga debaixo da bermuda, quase rasgou a pele de Rey quando apertou os dedos que estavam nas coxas dela, ele estava sedento, completamente insano por aquela deliciosa flor encharcada e pronta para ele. Ela veio para ele gemendo alto, cedo demais… Ben Solo a queria punir por gozar tão rápido e tapear aquela bunda atrevida, mas ela só estava sendo a boa garota dele.

A verdade era que Rey tinha um tesão imensurável por Ben Solo, ele é tão grande em tudo, um homem tão grande a possuindo daquela forma, fazendo-a se sentir desejada era um mar de excitação e a forma como as mãos dele a dobraram em cima da cama empinando-a e virando a bunda dela para cima enquanto ela deitava os seios no colchão, eram mais um fetiche que a deixava louca de tesão, sentir-se dominada.

Olhando por cima dos ombros Rey pôde ver o tamanho dele, ele parecia maior e ela revirou os olhos quando a boceta piscou ansiosa por ele. Não teve como segurar as lágrimas quando ele a penetrou pressionando fodidamente bem o ponto G, o pênis era tão grosso que se ele não tivesse preparado-a antes, mesmo com ela já molhada, com certeza ele a rasgaria. As estocadas rápidas sequer esperaram ela se acostumar com o tamanho, ele era selvagem e ela queria esse lado dele. Rey chorava de prazer e chiava porra, puta merda, enquanto Ben mordia os lábios vendo ela já o apertando ao redor do pau, sinal de que estava prestes a ter um orgasmo, mas ele não a permitiria tão rápido dessa vez. Ela sentiu um vazio doloroso quando ele retirou o pênis durante longos segundos.

- Ben… - Ela tentou tatear de costas procurando o membro para colocá-lo de volta. - Por favor!

Ele riu sádico. Com certa pena de deixar aquela boceta tão vazia sem ele, o rapaz pegou o pau e começou a esfregar na porta dela, na entrada da vagina que contraiu desesperada para ser preenchida por ele. Apenas a cabeça do membro entrou e ela moveu o quadril para o engolir novamente.

- Diga o que você quer, Rey.

- Por favor, eu preciso dele aqui. - Ela bateu em cima da boceta. - Me foda, sou sua, completamente sua.

A bunda dela ficou ainda mais empinada e sem pensar duas vezes Ben deu uma estocada forte, ela quase perdeu o equilíbrio. Assim ele voltou as estocadas selvagens e graciosas, os gemidos de Rey eram tão altos que ele tinha certeza que todos os outros vizinhos poderiam ouvi-los.

Rey finalmente teve seu orgasmo pelo pau dele, Ben parecia ter guardado energia durante dias, pois continuou penetrando freneticamente trazendo o terceiro orgasmo do dia para ela que sorria com a onda de prazer que a tomou. O herdeiro Solo sentiu as paredes dela o apertarem tanto que foi a vez dele de derramar-se aliviado nela. Não que estivesse exausto, mas com a mente cansada ele caiu ao lado de Rey descansando e acariciando os fios suados da cabeça dela.

- Eu estou apaixonada por você Ben. - Ela confessou tentando normalizar a respiração e ele deu selinho nela. - Mas sem mais mentiras.

- Eu amo você, Rey. E eu contarei os meus segredos a você.

- Eu comecei a tomar remédio. - Ela sabia que podia ser um pouco tarde, mas pelo menos ela estava tentando se prevenindo de uma gravidez prematura.

Ele apenas a puxou para cima do peito dele a abraçando e absorvendo o momento juntos. Longe de tudo, em um lugar tão longe ele se sentiu em paz e podia amá-la sem se preocupar tanto.

Era tudo tão perfeito, mas Rey não pôde deixar de sentir um ar shakespeariano, em que tudo parece estar bem, no entanto algum fim trágico parecia os aguardar, dependia dela impedir isso de alguma forma.

 

 

 

A viagem finalmente começou a progredir e o casal estava mais grudento e amoroso do que nunca. Em um passeio pelo iate Rey e Ben repetiram em brincadeira a cena clássica de Titanic em que Jack segura Rose na frente do navio e ela abre os braços.

- Senhor. - Mitaka que havia chegado a poucos dias o chamou. - Precisamos resolver o caso dos traficantes locais e voltar imediatamente, Palpatine está planejando algo.

Ben rosnou algo indecifrável e se preparou para eles irem na reunião com os traficantes.

- Eu quero ir com você, Ben. - Rey falou acariciando as costas largas dele.

- Não é seguro, Rey.

- É justamente por isso que quero ir. - Ele se virou para ela. - Se você me quer na sua vida, tem que me deixar entrar.

- Tudo bem.

 

 

 

Rose e Hux pareciam não ter progredido em nenhum tipo de relação. Rose se convenceu que ele não queria nada com ela, mas antes de desistir ela resolveu enfrentá-lo.

- Por que você está sempre perto de mim, mas não faz nada?! - Hux a olhou confuso. - Você sabe do que estou falando! Eu gosto de você!

Hux arregalou os olhos e uma expressão pálida o dominou.

- Diga alguma coisa seu ruivo… - Ela iria xingá-lo, mas ele se levantou e ficou extremamente próximo dela.

- Você sabe que Ben Solo é um mafioso?

Rose sabia. Rey não podia ter deixado de contar a ela. Ela assentiu mexendo a cabeça.

- Sabe que eu trabalho para ele? Que eu mato por ele?

Rose sabia também, ele atirou nos carros que os perseguiram. Ela assentiu.

- Então sabe que eu não posso ter ninguém, ou podem usar isso contra mim.

- Mas Ben tem Rey. - Rose o revidou.

- Ela é neta de Palpatine, a notícia foi jogada aos quatros ventos e ninguém ousaria machucar a pessoa mais importante para os dois maiores mafiosos do país.- Ele a segurou pelos ombros. - Mas você é tão indefesa, eu não tenho o poder de protegê-la.

- Pode ser nosso segredo. - Rose o puxou para um beijo casto. Armitage Hux tentou de todas as formas guardar para si o desejo de beijá-la, mas estava longe do poder dele controlá-la.

Luke aumentou o som do iate e dançava ao som de maná. Estrelas começavam a se espalhar pelo céu e o beijo casto deles se aprofundou em um delicado beijo de língua. Luke já meio bêbado começou a cantar:

- En un mundo de ilusión

Yo estaba desahuciado, estaba abandonado,

vivía sin sentido, pero llegaste tú

Ay, amor, tú eres mi religión

Tu eres luz , tu eres mi sol,

abre el corazón, abre el corazón

 

Ben ouvia rindo o tio cantar enquanto colocava a gravata e Rey terminava a maquiagem.

 

 

 

 

Paralelamente outro homem ouvia música latina, ele era latino de fato, mas foi para Alderaan realizar o sonho de ser delegado. Poe se perguntava se a moça de olhos esverdeados estava se divertindo com outro homem enquanto estava desaparecida.

Que me parta un rayo

Que me entierre el olvido, mi amor

Pero no puedo más compartir tus labios

Compartir tus besos

Labios compartidos

Poe nunca sofreu tanto em sua vida, ainda mais por alguém que ele nunca havia beijado. E lá estava ele quase chorando de saudade por não ver Rey a dias.

 

 

 

 

Ben Solo e Rey chegaram ao cassino do Hotel Skywalker e os convidados já os aguardavam. Jabba Hutt baforou um charuto caro e encarava com desdém o rapaz Solo.

- Espero que desfaça o que seu tio impôs. - Hutt começou. - Preciso vender minhas maravilhas nessa ilha.

- Não teremos um acordo. O seu negócio prejudica diretamente o de Luke. - Jabba fechou a expressão e os capangas dele apontaram armas na direção de Ben. - Você não sairá daqui vivo se atirar em mim.

- Jabba transbordou em ódio e levantou a arma na direção de Rey.

- É melhor ter cuidado Ben Solo, as pessoas que você ama nunca estarão seguras. - Dito isso ele saiu acompanhado dos capangas.

Rey ficou extremamente assustada com as palavras de Hutt, uma onda de náusea subiu-lhe a garganta e ela correu para o banheiro colocar para fora todos os frutos do mar que comeu. Ela e Ben estavam juntos a duas semanas e as possibilidades que surgiram no momento em que ela se sentou ao lado do vaso foram inúmeras, mas a principal a fez entrar em desespero.

- Eu não posso estar...

- Grávida? - Uma voz masculina desconhecida ecoou pelo banheiro. - Sinto muito Senhorita Palpatine, por levá-la dessa maneira.

E ele agarrou o rosto dela com um pano úmido e ela caiu desacordada nos braços dele. 

Ela se foi.


Notas Finais


Quem será o nosso sequestrador?


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