História Prey - Capítulo 24


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Aventura, Criminal, Ficção, Járbara, Policial, Romance
Visualizações 134
Palavras 1.463
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - Capítulo 24


Ponto de vista de Angel Russell

O barulho do elevador indicando que havia chegado ao andar me fez despertar dos pensamentos. Ainda estava atordoada sobre tudo, eram muitas informações para assimilar. E ainda, precisava encarar Justin depois de todo o espetáculo de hoje cedo e também...  Precisava contar para ele aonde eu estava, com quem eu estava e o do por quê eu estava . – Que Deus me ajude! – Caminhei pelo corredor silenciosamente, e logo parei em frente da porta do apartamento de Justin. Girei a maçaneta e a abri, relevando o mesmo sentado no sofá enquanto via TV. – ou fingia, pois parecia estar com a cabeça nas nuvens. – O mesmo se surpreendeu com o barulho da porta, pois olhou e quando viu quem era, travou o maxilar.

- Porra, Angel! – ele se levantou alterado. – Por onde esteve? – suspirei.

- Não precisa gritar. – sussurrei, olhando para o corredor, imaginando que sua mãe escutaria a nossa conversa. – Sua mãe...

- Ela não está. – ele deu as costas para mim e foi até a janela que tinha a vista para a rua movimentada. – Ela saiu. – Justin, então, virou-se para me olhar. – Você está bem?

- Es... Estou. – gaguejei, lembrando-me do que havia acontecido comigo. – Olha, me desculpa pelo o que disse mais cedo. – ele veio em minha direção, mas não ficou perto. – Eu...

Ele me interrompeu. – Não precisa se desculpar. – ele fechou os olhos e passou uma das mãos em frente ao rosto, suspirando pesado. – Só quero saber onde você esteve, Angel. – pude ver que ele estava nervoso. – Você sumiu e apareceu agora. Você me fez te procurar pela cidade toda. Deixou-me preocupado! – ele gritou a última frase, fazendo-me pular de susto. Eu nunca havia visto ele assim. E do nada, todo o meu corpo ficou rígido.

Franzi a testa com sua atitude. Lambi os meus lábios e deixei com que a raiva que estava sentindo por Andrew e por aquele velho nojento agora fosse jogada para cima de Justin.

- Você não é meu pai para dizer o que fazer. – murmurei e ele me olhou com os olhos cerrados. Logo, desviou a atenção de mim.

Ele desligou a TV, mas não me olhou. – Mas você me deve satisfação já que mora na minha casa. – aquilo me soou ofensivo.

- Lembrando que eu não moro aqui por opção, vivo aqui para me proteger... Para você me proteger. – disse alterada, mas tentei manter meu ritmo calmo.

- Eu não posso protegê-la quando você some pela cidade. – ele gritou, mas ao perceber que eu estava recuada, abaixou a guarda. – Existem pessoas tentando te matar, Angel. Você não pode fazer isso com si mesma. – observei o seu peito subir e descer rapidamente causados pela agitação da nossa pequena discussão.

Senti os meus olhos marejarem e minha garganta queimar, então me contive para não desabar em sua frente. – Eu preciso da sua ajuda, Justin. É a única coisa que eu te peço agora... – disse controlando meus sentimentos. E ele me olhou sem entender.

- Eu já estou te ajudando. – disse, mas eu neguei sentindo agora uma lágrima correr pelo meu rosto.

- Eles vieram atrás de mim. – falei tão rápido que acabei o assustando. – Aquele filho da puta do Andrew me enganou... – abaixei a minha cabeça para não encara-lo. – Eu fui enganada a vida toda. Não sei mais o que é verdade e o que é mentira. – sussurrei e senti a mão de Justin tocar o meu braço.

- Angel, o que houve?

E sem mais, contei tudo. Desde quando o deixei naquela mesa em frente da cafeteria até o encontro com o chefe da facção. Não se esquecendo de nenhum detalhe. E ao terminar, Justin ficou ali parado, olhando para um ponto atrás de mim, pensando tudo em silêncio. Depois de algum tempo, ele começa a andar de um lado para o outro.

Estava devastada, não tive mais forças para permanecer em pé. Sentei-me no sofá, deixando as almofadas me envolverem e me reconfortarem. Justin ainda andava de um lado para o outro. Um minuto se passou, talvez dois, até que ele disse alguma coisa.

- Nós precisamos ir atrás desse pen-drive. – o olhei com esperança.

- Mas como? – perguntei. – Eles estão de olho em mim. Sabem cada movimento que damos. – passei a mão em meu cabelo como se aquilo fosse me auxiliar a ter uma resposta.

- Eu não sei ainda, mas vamos pegar isso e iremos entregar para a polícia. – ele disse calmamente. – Você tem certeza que sabe aonde esse pen-drive está?

- Tenho. – respondi com certeza. – Está na minha antiga casa em West Village. – o olhei cheia de esperança. – Lembra-se que comentei do fundo falso que havia na lareira? – então, ele concordou e eu prossegui. – Eu achava que meu irmão sabia sobre esse esconderijo, mas depois de hoje, sei que não soube. O dinheiro que meu pai escondeu ali está intacto, justo com o pen-drive. – Justin arregalou os olhos.

- Então é isso, vamos até lá e pegamos.

 - Como? A casa foi vendida. – soltei o ar pesado que estava preso em meus pulmões. E eu pude vê-lo revirar os olhos de frustação.

- E agora?

- Eu não sei. – suspirei. – Provavelmente, o novo dono da casa a reformou e acabou descobrindo aquele fundo falso. Achou o dinheiro e o pen-drive... E só Deus sabe o que fez com ele.

E mais uma vez começo a temer por minha vida. Fico pensando em todas as possibilidades de escapar, mas todas dão errado.

- Eu estou com medo. – sussurrei.

Justin não respondeu. Senti o olhar dele sobre mim, mas não sou capaz de olhar para ele... ainda não. Sinto minha garganta ficar apertada só de pensar no que pode acontecer comigo se eu não encontrar o pen-drive. Conforme olho ao meu redor, para fugir dos meus pensamentos negativos, o cômodo vai ficando embaçado devido às lágrimas que invadiram meus olhos.

Percebo que Justin dá alguns passos na minha direção, sentando-se ao meu lado no sofá, abaixando a cabeça até mim para que eu conseguisse vê-lo.

- Não deixarei nada e ninguém machucar você. – ele disse, mas soou como um sussurro.

Ele, então, me puxa para perto e me envolve em seus braços fortes. E aquilo me fez se sentir bem. Fez-me se sentir segura. Levantei minha cabeça na direção dele, seus lábios estavam a poucos centímetros de distância. Ele olha os meus olhos. E nesse momento, tenho a sensação de leveza por todo o meu corpo. Não a nada que eu possa fazer para impedir isso.

- Obrigada. – sussurro.

Porém, o silêncio ainda prevalece ali. - O meu maior inimigo agora -. Até sentir as mãos dele em meu cabelo, que começam a escorregar até o meu maxilar. Solto um suspiro. Quero escapar dessa situação, mas ao mesmo tempo quero permanecer aqui para sempre. Posso sentir a tensão em seu corpo, e ouço sua respiração pesada. E em um instante, a boca dele está junta a minha. Justin me beija com intensidade, como se estivesse ansiando por aquele beijo tanto como eu. Logo, sinto os seus lábios se afastarem do meu para descerem até o meu pescoço.

E por impulso, deito-me no sofá. Ele se acomoda em cima do meu corpo, com um braço sob minha cabeça para se apoiar e impedir que seu peso em sufoque. Então, sinto sua mão por baixo da minha blusa. Ela percorre por minha barriga até chegar a meu seio esquerdo, o apertando levemente. Soltou um pequeno gemido. E meus lábios encontram os seus novamente. Não quero me afastar e ele não mostra nenhum sinal que me quer longe.

Mas um barulho interrompe nosso momento. Não a mais tempo de Justin se afastar de mim, pois quem estava na porta já havia adentrado e agora nos encarava. Sinto minhas bochechas queimarem, enquanto observo Justin se afastar do meu corpo e olhar em direção da pessoa. E para não me sentir mais envergonhada, permaneço deitada.

- Eu sabia que deveria ter demorado mais naquele mercado... – a voz de Pattie soou risonha.

Respiro fundo e resolvo me levantar para encara a mãe dele. Fiquei um pouco atrás de Justin, e a observo colocar as sacolas das comprar que fez sobre o balcão na cozinha. E ela não parecia se importar por ter pegado nós dois se agarrando no sofá.

- Sinto muito. – disse, quebrando o silêncio que havia entre nós. De longe, ela me olhou com um sorriso em seu rosto.

- Está se desculpando pelo o que? – ela fingiu demência.

Além das minhas bochechas, agora sentia o meu corpo todo queimando. Engoli o seco e me movi rapidamente, passando por Justin e indo em direção do corredor sem dizer mais nenhuma palavra. Estava envergonhada demais por ter sido pega fazendo aquilo, e ainda mais por ter sido pela mãe dele.

Continua...


Notas Finais


Espero vê-los no próximo capítulo. Obrigada por ler!


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