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História Price Of Sin - Capítulo 6


Escrita por: e LukeMonako


Notas do Autor


Ei, Demoanjos... como cês tão? Vim aqui com meu humilde capítulo, que está simplesmente foda e eu não creio que escrevi essa gracinha (claro que tive ajuda do Luke).

Aproveitem o capítulo, abram suas mentes e viagem nessa linda história.

Isso é tudo, até mais.

Capítulo 6 - Meninas Problemáticas


Fanfic / Fanfiction Price Of Sin - Capítulo 6 - Meninas Problemáticas

Jason Willians

Olhava em seus olhos castanhos, que se encontravam estreitos, seu nariz franzido e seus lábios quase em um enorme bico. Nós nos encarávamos seriamente, eu sei que ela iria desistir, sei que me contaria quem tinha sido a pessoa que roubou, sei que diria.

— Quem roubou, Amanda? — Pergunto, novamente, continuando com a minha postura de mau.

— Ludovica. — Responde, convicta.

Ouço Ludovica prender o riso, Chris faz o mesmo e, sinceramente... eu não sabia mais como fazê-la contar a verdade.

Amanda Carter, minha sobrinha e afilhada, tinha comido uma barra de chocolate sozinha quando eu disse que não era para comer, pois era minha, ela jurava solenemente que não tinha sido ela quem comeu, porém, sua boca estava cheia de chocolate.

— Amanda, última chance...

— Não foi eu, tio Jay. Eu juro! — Seus olhinhos grudados aos meus, reviro os olhos para ela — Tá, eu comi... Mas foi só uma mordidinha bem pequenininha. — Ela usa o polegar e o indicador para sinalizar menos.

— E que pequena mordida. — Ludo mostra a nós apenas a embalagem.

— Não seja mentirosa, tia Ludo. Porque você também comeu! — Ela diz brava com a tia, Ludo levanta as mãos em redenção.

— Não comi nada. — Ludo ralha com ela — Eu te pedi e você enfiou tudo na boca, sua garotinha egoísta. — Ludo abanava a embalagem na frente de Mandie.

— Comeu sim que eu dei. — Reclama Mandie, cruzando os braços acima do peito — E ainda comeu um pedação. — Ludo dá língua pra ela, Mandie devolve a língua.

Chris e eu ainda riamos das duas, que se provocavam.

— Ok... Ok! — Pego Mandie pelos ombros — Vamos tomar um banho, senhora sujeira.

— Ai! Tio Jay, não me chama assim. — Reclama, mal humorada.

Mandie sempre ficava de mal humor quando a contrariávamos. Ainda mais agora que Ludovica estava grávida de gêmeos, era difícil dessas duas não brigarem, ainda mais por comida.

O engraçado de tudo era que Ludo tinha vinte e dois anos e Mandie tinha sete.

Era hilário a briga pelos doces dessa casa.

Ludo e Chris moravam na mesma mansão que Octavio e Tiffany — uma puta particular do Ottie, que ele cismava de dizer que era sua namorada —, Ryan vinha aqui de vez em quando resolver alguns assuntos e voltava para o centro, onde morava em um apartamento sozinho, e eu... bom, eu morava com a minha mãe.

— Cadê o Ryan que nunca chega, hein? — Ouço a voz de Chris na cozinha.

Já eram quase cinco da tarde e nada do Ryan aparecer, estávamos todos já ficando preocupados achando que alguém tivesse sequestrado ele, até que a porta do escritório se abre com força.

— Seu filho da puta! — Ludo vai até Ryan e o abraça com força.

Ludovica e Ryan são primos de segundo grau, o que deixa tudo com mais ar de família.

Um sorriso de alivio cresce no meu rosto, mas ele logo se esvai ao ver que Ryan mancava um pouco quando começa a caminhar para o sofá.

— Machucou a pata como? — Pergunto, preocupado e desconfiado.

Talvez ele tenha tido algum problema com os caras.

Ryan me olha e sorri despreocupado, continuo o olhando sério.

— Eu sofri um acidente. — Dá de ombros, indiferente — Mas valeu a pena bater no carro da riquinha.

Ficamos o olhando, esperando que falasse mais sobre a tal riquinha. Ele dá uma risada nasal e dá um gole na bebida que Ludo preparou para ele.

— Eram duas no carro. — Ele dá outro gole e faz uma leve careta, mas continua — Uma era um tanto... estressadinha. Essa daí precisava transar. — Ele diz, maneando cabeça e terminando a bebida em um gole.

Fico intrigado com a "estressadinha" que Ryan menciona, decido questionar sobre tal.

— Ryan, sabe me dizer como era o carro? — Inclino meu corpo para frente, ele dá de ombros e começa a pensar.

Que não seja um Corvette. Que não seja um Corvette.

— Era um Corvette com um puta ronco monstruoso... era bem moderno e bem... de gente rica, era branco. Nego com a cabeça baixa.

"Puta que me pariu, ela vai falar pra caralho hoje à noite."

— Por que essas perguntas?

Ryan me questiona, levanto a cabeça para encara-lo e todos no escritório me encaravam.

"Porra."

— É...

A porta de repente é aberta com brutalidade.

Essa porta só vivia sendo aberta assim, a gente devia parar com isso.

Octavio passa pela mesma sendo carregado, praticamente, pela vara de pau da Tiffany.

— O que ele tem? — Ludo pergunta indo até os dois, permaneço onde estou.

Então um alvoroço de instala dentro do escritório, pois Octavio tinha bebido demais, um cara que estava querendo morrer deu em cima de Tiffany e Octavio partiu para cima do cara igual bicho, eles travaram uma briga na rua — e eles começaram a briga em um bar — então Ottie perdeu a paciência de ficar trocando socos e matou o cara a queima roupa.

Aquilo não me surpreendia. Me assustava, mas não me surpreendia.

Continuo olhando-os indiferente, até ver que Ryan também estava indiferente sobre aquilo tudo. Ele olha para mim e aponta o mini bar, eu assinto com a cabeça e faço sinal para ele colocar pouca bebida no meu, ele assente e prepara as bebidas.

— Gelo? — Ryan pergunta, eu assinto.

— Isso é porque você se ofereceu ao cara! — Ludo grita com Tiffany.

Dou de ombros assentindo com a cabeça, concordando com o que Ludo disse.

— O que? Como pode dizer uma coisa dessas? Eu amo o Octavio! — Tiffany faz cena.

Enquanto isso Ryan me entregava a bebida e se sentava em cima da mesa, batemos o copo em um brinde e tomamos um gole da bebida.

— Ama? — Ludo ri sarcasticamente, tombando a cabeça para trás — Ama um caralho, literalmente... e todos que vê pela frente quer sentar. — Ludo cuspia tudo na cara de Tiffany, que se irrita.

— UOU! — Ryan, Chris e eu falamos ao mesmo tempo.

Agora começou a ficar interessante.

Logo Chris se junta a nós e começa a beber junto conosco, trazendo as bebidas para a mesa e oferecendo a nós.

— Você é uma vagabunda! — Tiffany grita no rosto de Ludo.

Iiiiiih... agora fodeu!

— Chris!

O chamo, preocupado, ele me olha com aquela cara de "deixa, vai dar merda não".

No caso, ia dar muita merda.

— Você me chamou de que, sua puta barata? — Ludo se aproxima mais de Tiffany.

— Daqui a pouco rola um beijo lésbico. — Ryan fala, mas recebe um tapa na cabeça de Chris.

Merecido.

— Você me ouviu bem, piranha. — Tiffany diz cheia de si, Ludo tinha ódio nos olhos.

E um... dois e...

Ludo pega nos cabelos de Tiffany e pressiona sua cabeça para baixo, fazendo Tiffany gritar e mandar Ludo a soltar. Ludo começa a deferir socos pela cabeça, costas, braços... tudo que ela conseguia acertar de Tiffany, ela acertava.

— Aposto cinco mil que o braço da Tiffany vai ser o primeiro a quebrar. — Ryan é o primeiro, reviro os olhos.

— Aposto sete mil que o nariz vai ser o primeiro a quebrar. — Faço a minha, Chris nos olha incrédulo — O da Tiffany.

— Vocês são patéticos. — Ele fala, dando um gole em sua bebida. Ryan e eu o olhamos de sobrancelha arqueada — Aposto doze mil que a Tiffany fratura uma costela primeiro. — Abre um sorriso convencido.

Nós três nos encaramos e acenamos com a cabeça um para o outro.

— Acerta o nariz, Ludo! — Grito, balançando o copo e um pouco de bebida cai no meu braço — Oh... porra!

Chris e Ryan riem de mim, também gritando para Ludo fazer o que eles apostaram.

Até que Ludovica taca Tiffany no chão e se ajoelha começando a deferir socos por todo o seu rosto.

— Não, Ludo... a costela! — Chris grita, empurro ele da mesa que cai de bunda no chão — Seu filho da puta.

— Minha mãe escutando isso... — nego com a cabeça rindo.

— Me solta, sua vadia! — Grita Tiffany.

Nos viramos a tempo de ver Ludo dar um soco com força no nariz da Tiffany, o som do osso se quebrando é música para os meus ouvidos.

Já era hora de separar, porque Tiffany sangrava muito.

— Quero dezessete mil depositado na minha conta pra ontem. — Pisco para eles, que pegam os seus celulares e começam a transferência.

Largo o copo em cima da mesa depois de beber tudo em um gole, vou até as meninas e tiro Ludo de cima da Tiffany, Ludo começa a se debater e para que eu não faça algo que machuque os bebês, a agarro por trás, passando meus braços por baixo de suas axilas e segurando ela por trás, a deixando chutar o quanto quisesse, mas só chutaria o ar.

— Não quero machucar seus filhos, então se comporta. — Falo em seu ouvido, ela para de se debater.

Levo ela para um Chris muito orgulhoso, reviro os olhos quando eles se beijam e vou até Tiffany, vendo como ela estava. Seu nariz estava quebrado, de fato, mas fora isso, ela tinha um supercílio rasgado, o canto da boca tinha um corte profundo — talvez feito pelo anel de casamento da Ludo que tem um diamante gigantesco —, ela tinha no olho direito um roxo que ia até sua maçã do rosto.

Resumindo, ela estava toda fodida.

— Tá feio esse nariz, acho que vai ter que fazer cirurgia. — Falo pra ela, vendo seus olhos arregalarem — Nada o que você já não fez nesse nariz.

— Eu vou contar tudo pro Ottie. — Faz birra ainda caída no chão como uma criancinha.

— E ele não vai fazer nada. — Dou de ombros, indiferente, da situação — Ottie nunca expulsaria Ludo da equipe, ela é o melhor homem que ele tem, apesar de eu não gostar disso. — Franzo o cenho.

— Machista! — Ludo grita, olho para ela e lhe dou língua.

— Você o Ottie expulsaria. — Ela diz e eu que ainda estava olhando para Ludo, viro meu rosto para ela vagarosamente.

"O que essa puta acabou de falar?"

— Como é? — Pego em seu pescoço e a faço se levantar, ela de imediato põe as mãos no meu braço.

— Pronto, agora ele vai terminar de afundar a cara dela. — Ouço Ryan dizer, mas me concentro em Tiffany.

Encosto ela na parede com tudo, batendo sua cabeça na mesma e ela choraminga.

Abro a boca para falar, mas ouvimos uma voz grossa vindo do sofá.

— Solta ela, Jay. — Ottie pede com a voz fraca, mas ainda assim ameaçadora — Não vai querer problemas comigo. — Aperto mais o pescoço de Tiffany, que aperta mais o meu braço.

— Você vai brigar comigo por causa dela? — Viro meu rosto novamente para Tiffany, que ficava roxa — Ela não vale um terço do que Katie valia. — Cuspo as palavras, ouço Ottie suspirar cansado.

— Katie me amava e eu a amava também, mas agora eu gosto da Tiffany e, se você pudesse largar ela... eu ficaria muito grato, Jason. — Ele fala tudo empurrado, como se fosse forçado a fazer aquilo.

Que ódio que me dá quando ele coloca essa mulher acima de tudo e todos, até acima de Mandie... o que resulta uma Christine Willians muito puta.

Solto Tiffany com tudo, ela cai no chão e saio do escritório batendo a porta com brutalidade ao sair.

— Eu falo com ele. — Ouço a voz de Ludo.

Porra, eu não quero conversar com ninguém, eu só podia conversar com uma pessoa... e essa pessoa só tinha sete anos de idade.

Subo as escadas correndo, quando chego no quarto dela e vejo que estava dormindo, a primeira coisa que eu faço é sentar na poltrona que tinha em frente a cama dela, fico ali a olhando dormir serena e com sua respiração tranquila.

Quando Mandie nasceu, foi como se eu presenciasse um milagre de tão linda que ela e preciosa que ela era. Os meses para Katie carregar essa criança foram difíceis, eu mesmo era o segurança particular de Katie e quase todos os dias davam um jeito de tentar matá-la, já que não podia existir herdeiros para assumir o lugar de Ottie no futuro. Com tudo, quando Katie e Ottie descobriram que iriam ter uma menina, eles foram direto lá para casa informar minha mãe qual era o sexo e minha mãe ficou tão feliz, mais tão feliz, que ela chegou a comprar umas quatro saída de maternidade online.

Fiquei impressionado quando chegou as embalagens.

Katie nos pediu para sermos padrinhos de Mandie, eu aceitei na hora e minha mãe também, mas eu já desconfiava que seriamos nós dois a cuidar da pirralha. Meses depois de muita espera, nasceu aquela coisinha pequena e linda, me deixando louco de amores para poder pegá-la no colo, então veio a grande notícia, iriam chamar o bebê de Amanda, o nome que eu tinha escolhido para ela.

Se eu fiquei muito animado? Sim, muito.

Mas também salvei Mandie de um nome ridículo, os pais dela estavam querendo a chamar de Imogen.

O que caralhos era Imogen? E o que significava isso?

Por sorte eu pesquisei o nome da Amanda, que significa: digna de amor, amável e aquela que deve ser amada.

Porra, tinha significado mais lindo que esse?

Sendo que Katie não aproveitou tanto com Mandie. Ela morreu quando Mandie tinha dois anos de idade, levou um tiro no coração e morreu instantes depois de me fazer prometer que iria cuidar de Mandie a qualquer custo, não importa o que acontecesse, eu protegeria e cuidaria de Mandie. A última coisa que ela pediu foi que eu dissesse todos os dias que ela amou Amanda mais do que tudo, ela disse que me amava e que estaria em paz, pois deixaria Mandie nas melhores mãos. Ela se foi e me deixando totalmente sem chão, ela morreu deitada com a cabeça bem no meu colo, não consegui superar a morte dela até hoje, ainda sentia que ela desceria as escadas e me desse um tapa na cabeça com um "bom dia, irmãozinho".

Katherine Evans Carter era minha melhor amiga, era a pessoa mais doce, respeitada, incrível e forte que alguém já pôde conhecer. Ela era independente, era batalhadora e tinha suas próprias decisões — foi por isso que Ottie se apaixonou por ela. Ela era minha melhor amiga, era minha irmã mais velha e uma parceira do crime que nunca me esqueceria.

Minha mãe ficou devastada quando Katie morreu. Katie era como uma filha para minha mãe, ela até a chamava de mãe e as vezes de mãezinha, minha mãe a amava como me ama, o sentimento delas uma pela outra era algo que não dava para explicar.

Olho para cômoda do lado, vejo uma foto de Katie sozinha na festa de casamento da Ludo e do Chris. Ela tinha um lindo sorriso no rosto, o brilho nos olhos de quem estava feliz com a vida que tinha, mas então... tudo acabou em um piscar de olhos.

Sentia tanto a falta dela.

Olho para Mandie e ela não tinha mexido um músculo, abro um sorriso para ela e sinto o sono chegar, logo eu dormia tranquilo.

[...]

Tinha acordado com Mandie no meu colo, dormindo como se nada tivesse acontecido e ela simplesmente caída no sono. Eu a acordei depois de tenta-la colocar na cama, mas ela ficou manhosa e eu tive que leva-la lá para baixo no colo com a cabeça no meu ombro.

Ela estava deitada no meu colo, sonolenta, se mexia demais e tentava a todo custo voltar a dormir.

— Sabe que não vai conseguir dormir, né? — Falo para ela, que me olha nada contente — Mas tenta aí.

Ela volta a se encostar em mim e fecha os olhos, apago o abajur e a sala fica pouco clareada, então Amanda volta a dormir depois de uns cinco minutos.

Pirralha manhosa essa.

Depois de sete anos cuidando dessa criança, eu já devia saber que a luz era um incomodo para ela.

Ouço vozes alteradas vindo para sala.

Chris, Ryan e Ludo começam a entrar na sala, eu os faço ficar em silêncio tacando o controle em Ryan.

— Ai, meu Deus... parece um anjo enquanto dorme, mas um pequeno demônio quando acordada. — Ludo fala com a voz fofa, olho para ela incrédulo.

— Pega a manta, psicopata. — Aponto a poltrona, ela pega a manta de mal humor.

Cubro Mandie para que fique aquecida, então olho para os três que encaravam Mandie dormir.

Eles querendo ou não, todos se encantavam pela Mandie.

—Com quem ela vai ficar hoje? — Ludo pergunta, eu dou de ombros.

— Vou deixa-la com a minha mãe. — Ludo assente com a cabeça — Arruma as coisas dela pra mim, por favor? — Ludo me olha entediada, mas não diz nada e some da sala.

Ficamos em silêncio, cada um mexendo no seu próprio celular e no meu tinha duas mensagens da Savannah. Ela queria saber se poderia levar uma amiga e se eu tinha como busca-las, respondo que sim para as duas mensagens.

— Ryan tá gamadão. — Chris o empurra com o ombro, presto atenção neles — Tá procurando uma mina que encontrou hoje no shopping. — Fala para mim, Ryan nem aí para ele.

— Qual o nome da infeliz? — Pergunto, provocando Ryan, ele me levanta o dedo do meio.

— Angeline. — Faço uma careta para o nome — É italiano.

— Hum... é italiano. — Imito ele fazendo voz fina, Chris começa a rir. — Mas o que tu viu nela?

— Os olhos. — Responde abrindo um sorriso no final, franzo o cenho.

— Os olhos? — Chris e eu perguntamos em uníssono.

— Sim, os olhos. — Dá de ombros, então arregala os olhos — Achei, aqui... Angeline St. Michaels... vinte anos. — Ele mostra a foto dela para nós.

Caralho, filho da puta tem bom gosto.

A garota tinha uma pele meio bronzeada, seus cabelos eram louros e batiam abaixo dos seios, os olhos dela eram azuis vivos — mais azuis que os do Ryan —, seu nariz era pequeno e bem bonito, seus lábios carnudos e em um tom rosado. Ela parecia ter nascido de alguma deusa grega, porque ela era linda demais, tanto o rosto como o corpo.

— Essa garota é linda demais pra você, Ryan. — Ludo aparece na sala com a bolsa de Mandie na mão — Vai te querer não, amigo.

— Chris parece um tribufu e hoje em dia tá carregando os gêmeos dele. — Ryan diz tão natural, que eu acabo explodindo em uma gargalhada.

— Jason, vai acordar a Mandie. — Ludo ralha comigo, eu nego com a cabeça.

O sono de Mandie é mais pesado que do Ottie.

Depois que a minha crise de riso passa, me recomponho e olho para eles ainda risonho.

Ludo tinha a cara emburrada, mas eu não podia fazer nada se o marido dela parecia um tribufu.


Notas Finais




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