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História Price Of Sin - Capítulo 7


Escrita por: e LukeMonako


Notas do Autor


Ei, Demoanjos... como cês tão? Vim aqui com meu humilde capítulo, que está simplesmente foda e eu não creio que escrevi essa gracinha (claro que tive ajuda do Luke).

Aproveitem o capítulo, abram suas mentes e viagem nessa linda história.

Isso é tudo, até mais.

Capítulo 7 - Amigos Surpresa


Fanfic / Fanfiction Price Of Sin - Capítulo 7 - Amigos Surpresa

Savannah Bullock

Ouvir aquela simples palavra sair da boca de Zaph foi como um soco um soco no estômago. Nunca pensei que ela fosse me trair desse jeito, que fosse fazer isso comigo.

Não importa o quanto ela me ame, ela sempre escolherá Ele no final das contas. 

Eu saí de lá, porque precisava tomar um ar.

Estava chateada com ela sim, mas nunca ficaria com ódio dela. Zaph podia não entender agora, mas talvez mais tarde fosse entender. Eu não queria deixa-la nos céus sozinha, eu queria trazê-la comigo, mas Miguel me proibiu de falar qualquer coisa sobre isso com ela, resultando em uma descida totalmente sozinha, mas logo depois Maria veio junto e me pegou de surpresa.

Estava sentada no estacionamento, olhando as pessoas passarem por ali com sacolas saindo do shopping, outras entrando muito felizes.

Penso em Zaph e sinto um aperto no peito, não devia ter a deixado sozinha, não de novo.

Respiro fundo criando coragem para levantar.

Então eu me levanto e caminho de volta para o shopping.

Ela não tinha culpa de fazer isso, foi uma ordem e ela apenas as obedeceu, como sempre. Zaphkiel sempre fazia o que Miguel queria, então não tinha muita novidade em tudo aquilo, ela estava fazendo o que a ordenaram e eu não poderia culpá-la. Não voltaria para os céus, mas ia passar o máximo de tempo que conseguisse com ela, nem que seja só por essa noite e ela volte, mas eu ficaria com ela o quanto eu conseguisse.

Quando adentro no shopping volto para onde deixei Zaph, ela estava sentada no banco que havia ali, estava de cabeça baixa e podia ver algumas lágrimas descendo por suas bochechas. Uma mulher se aproxima dela e pergunta se está tudo bem, ela assente fraco com a cabeça e sorri fraco, então seus olhos encontram com os meus e abro um sorriso fraco para ela.

Ela corre para mim, abro os braços para recebe-la e quando nos abraçamos, eu a abraço com força pelo pescoço.

— Não me deixa mais, Ael. — Pede aos choros, eu nego com a cabeça sentindo meu coração ser esmagado — Não quero te perder mais. — Ela chorava compulsivamente, me sentia tão culpada — Não me abandona, sem você eu fico sem chão.

— Prometo que não abandono mais! — Falo, sinceramente.

Não a largaria mais, nunca mais.

[...]

Depois do nosso episódio no shopping, eu decido chama-la para uma festa que Jason estava organizando. Ela perguntou quem era Jason, eu disse a ela que era meu namorado e nada mais do que isso.

Não podia dizer a ela o que Jason era.

Decidi que a roupa de ontem deixaria para Zaph, hoje eu compraria outra roupa para mim. Minha mãe surgiu com um iPhone 7 Plus rosa para Zaph, dizendo a ela como usar e outras coisas eu ensinaria para ela, então minha mãe disse que encontraria com algumas amigas para almoçar e nos deixa.

— Ele é bem engraçado. — Zaph aponta para o celular rindo.

Ai, a inocência de Zaph me deixava abobada.

Eu amava essa inocência que ela tinha, mostrava o quão pura ela era.

— Vamos comprar uma capinha pra ele. — Aponto o celular, levando-a para escolher uma capinha.

Eu consegui comprar uma roupa, era um macaquinho preto de lantejoulas bem decotado na frente. Zaph disse que era muito vulgar, eu disse que era pra lá de extravagante e maravilhoso, ela fez a única coisa que sempre faz, deu de ombros e sorriu.

Ela queria muito saber o que era milk-shake, então eu a levei para tomar e compramos hambúrgueres para comer com o milk-shake. Zaph escolheu o de chocolate e eu de morango, já deu para perceber o quanto ela gostava de chocolate.

Estávamos na praça de alimentação, até que Zaph segura com força meu braço.

— O que foi? — Eu pergunto para ela, preocupada.

— Uma energia maligna está presente. — Ela diz, me deixando despreocupada.

— Angeline, aqui em Heavens Rock tem muitos demônios, é normal. — Eu a faço soltar meu braço e volto a comer meu lanche tranquilamente.

O que mais tinha aqui em Heavens Rock eram demônios, mas eram tudo de classe baixa, não me faria mal mesmo se quisessem.

Uma anjo e uma anjo caída treinada pelo próprio Arcanjo Líder das tropas? Eu duvido que tentassem algo.

Porém o país Lemegeton era considera “amaldiçoado” pelos mundanos. Não que não fosse, aconteciam muitas mortes que não foram solucionadas, pessoas desaparecidas há décadas que não foram encontradas até agora e até mesmo ressureição.

Uma cidade conhecida como Goethe, era o estado mais assustador de Lemegeton e a cidade que ficava nela era Solomon, conhecida como “A cidade amaldiçoada”. Sempre aconteciam coisas “sobrenaturais” por lá e vários padres já foram para lá, nenhum deles retornou desde então.

Era horripilante pensar no que pode ter lhes acontecido.

— Mas por que logo aqui? — Zaph pergunta, intrigada, se mexendo desconfortável na cadeira.

— Para de se mexer assim, parece que tá com coceira na bunda. — Repreendo ela, que ri sem graça.

— Mas eu estou! — Afirma, sem graça.

Caio em uma gargalhada, as pessoas que estavam na praça de alimentação olhavam para nós.

— Ael...

— Ai, não... — nego com a cabeça ainda rindo — Não acredito que ouvi isso.

— Mas é verdade, para de rir de mim. — Pede, na verdade, implora.

Eu não acredito que ela abandonou os modos para dizer isso... logo para mim.

— Ai, ai... — tomo um pouco do milk-shake, me recupero da crise de riso — Você é hilária, Angie.

Angie? — Franze o cenho, confusa pelo nome.

— Apelido carinhoso para Angeline. — Pisco para ela, que sorri fofa.

Aperto suas bochechas e lhe mandando um beijo.

Começamos a comer normalmente, agora como pessoas normais — ou tentamos. Depois seguimos para um tour em Heavens Rock.

Lhe mostrei alguns lugares ao meu alcance, não a levei em Rosenrot por conta de lá ser bastante perigoso, apesar de sermos anjos, eu não queria voltar em outro corpo, gostava desse aqui.

Zaph me fez comprar um golfinho gigante para ela, só porque ela tinha gostado da pelúcia. Eu comprei e demos um jeito de colocá-lo na parte da frente, porque atrás estava com as bolsas de compras das roupas e um bolo de kitkat que Zaph também me fez comprar.

Essa menina come muito.

Fomos direto para minha casa, guardamos as bolsas com roupas no meu closet e o golfinho ficou no quarto onde Zaph estava dormindo.

Descemos para comer o bolo que ela tanto queria comprar, cortamos uma fatia grande para cada uma e comemos na sala bebendo refrigerante.

Zaph comeu mais três pedaços, eu comi só mais um, ele era enjoativo demais.

— É tão bom, acho que...

— Vai deixar o bolo em paz, daqui a pouco te dá caganeira. — Ralho com ela que me olha entediada.

Ficamos na sala e fizemos nossas unhas, eu fiz as de Zaph e só o que eu precisei fazer foi limpar e pintar, já na minha só tive que pintar. Depois ficamos mexendo em nossos celulares, Zaph tinha criado uma conta em algumas redes sociais. No instagram ela já estava quase nos duzentos e sessenta seguidores, no twitter tinha quase trezentos e ela só tinha postado duas fotos no twitter, no instagram tinha postado três fotos e cinco stories.

Essa garota fazia sucesso aqui na terra que era uma beleza.

— Ai, misericórdia. — Ela tinha os olhos arregalados enquanto os mesmos estavam na tela.

— O que foi? — Pergunto, ela não me responde.

Me estico para pegar o celular de suas mãos, quando eu pego vejo quem tinha a seguido.

Isso só podia ser obra do destino.

— Olha só... — abro um sorriso malicioso para ela, que fica vermelha — Butzzi seguiu você. Que nome de merda. — Ela pega o celular enquanto eu ria.

— Ele é bonito. — Ela passava para ver as fotos dele, olho para ela de cenho franzido.

— O nome ou a pessoa? — Meu cenho ainda se encontrava franzido, ela ri.

— A pessoa, besta. — Reviro os olhos para ela, que continuava sorrindo olhando as fotos daquele garoto.

Sim, ele era bonito, mas eu não reparo nisso.

Meu celular começa a vibrar, olho para o mesmo e Jason me ligava pela ligação de vídeo, atendo sem protestos.

Ele estava em um quarto, mas não era dele.

— Oi, amor. — Aceno para ele, que acena para mim de volta.

— É o Jason? — Zaph pergunta, eu assinto com a cabeça para ela.

Jason franze o cenho para mim.

Quem é? — Pergunta, curioso.

Fofoqueiro.

— Minha irmã. — Respondo, simples, ele fica confuso.

Nunca me disse que tinha uma irmã.

— Fomos criadas juntas desde pequenas, então... — escondo os lábios, ele sorri.

Tá falando com a Savi? — Era a voz da Ludo, me animo.

Tô, sai. — Jason aponta alguma coisa, provavelmente a porta.

Ludo aparece no vídeo e sua pequena barriga já à mostra.

— E essa barriguinha aí? — Falo alto para que ela me escute, ela alisa a barriga rindo.

Esperando a titia Savi vir visitar eles. — Ela pisca para mim e some do meu campo de visão.

Chata. — Jason reclama, rio dele — Vou te pegar às onze em ponto, tá?

— Nunca vem na hora. — Reviro os olhos para ele.

O que? Eu sempre vou na hora, Savannah. — Finge estar ofendido.

Tão na hora, que uma vez era para ele estar aqui às cinco e chegou às sete.

— Drama não combina com você. — Faço biquinho pra ele, que ri alto.

Tenho que ir, gatinha. Até mais tarde. — Pisca pra mim.

— Até.

Desligamos a ligação e vejo que eram quase oito da noite. Maria disse que ia ficar com umas meninas tomando seus altos drinks e sumiu desde às sete em ponto, então estávamos apenas eu e Zaph em casa.

Como eu teria que arrumar Zaph e a mim, teríamos que nos arrumar daqui a alguns minutos e eu acho que ninguém se importaria que eu coloque um som alto nessa casa.

— Vou colocar uma música, espera aí. — Falo com ela e começo a andar para a área externa.

Lá tinha uma enorme caixa de som para quando tivéssemos festas grandes. Como os pen—drive ficavam em uma caixinha perto da caixa de som, pego a mesma e começo a procurar meu pen—drive com minha playlist. Encontro a mesma e a conecto no som, ligando o mesmo a primeira música da playlist era Flawless da Beyoncé.

Eu amava essa música.

Aumento até o volume máximo, as casas eram distantes umas da outras e quase não dava para escutar direito.

— Ael! — Zaph me grita, reviro os olhos para ela.

— Vem, vamos nos arrumar para a festa. — Grito bem alto, ela ri e me chama de doida.

Subimos e primeiro fomos para o quarto de Zaph. Preparei seu banho com sais, pedindo para que ela ficasse apenas quinze minutos e depois tomasse uma ducha, podia lavar os cabelos e o que quisesse fazer, e que depois que acabasse tudo fosse para o meu quarto.

Eu vou para o meu quarto e faço o mesmo que Zaph, fico na hidro tomando meu banho de sais.

Nada mais relaxante do que isso.

[...]

Tomei meu banho adequadamente, Zaph já estava no meu quarto e ia começar a aprontá-la.

Começo com seus cabelos, os secando e depois faria ondas neles.

Estava secando os cabelos de Zaph, quando ela me faz a seguinte pergunta:

Ael, você já... já se deitou com o Jason? — Me engasgo com a minha própria saliva.

Jesus Cristo.

— Ei, você está bem? — Ael me pergunta preocupada, eu assinto com a cabeça.

Me recomponho da minha crise de tosse, então eu a olho com mais calma agora.

— Eu... não, não tive relações sexuais com ele. — Respondo sua pergunta, ela assente com a cabeça.

Continuo a secar seu cabelo e não tocamos mais no assunto.

O que fez ela pensar que eu teria feito sexo com o Jason?

Afasto tais perguntas e pensamentos inapropriados da minha mente, me concentrando nos cabelos de Zaph.

Eles eram mais bonitos que os meus, me dava uma certa invejinha.

Depois de secos, eu os amarro em um coque alto desajeitado e começo a fazer sua maquiagem.

— Precisa mesmo disso tudo? — Pergunta enquanto eu passava primer no seu rosto.

— É claro que não, mas é o procedimento. — Ela sorri, revirando os olhos, mando-lhe um beijo.

Eu ia garantir que ela ficasse um espetáculo de mulher, mais do que já era.

[...]

— E... Prontinho! — Digo ao terminar de fazer seus cabelos.

Olho para ela e abro um grande sorriso para o resultado.

Ela estava mais linda do que era, com aqueles olhos bem destacados, como se pudesse destaca-los mais.

— Você está perfeita. — Digo a ela com o sorriso ainda em meu rosto.

Ela se levanta e se olha no espelho, arregalando os olhos para si mesma.

Nossa!

É a única coisa que ela consegue dizer.

Fico atrás dela e apoio meu queixo em seu ombro.

— Agora a roupa, Angie. — Pisco para ela, que suspira preocupada. — Não se preocupa, a roupa é menos extravagante que a minha. — Pisco para ela, que me olha nada contente.

Vou até onde deixei a sacola com a roupa, pego a mesma e entrego nas mãos de Zaph, seus olhos me encaravam com certa preocupação.

— Relaxa, Ele não te castigará por usar um pedaço de pano, isso não te tornará impura. — Tento fazer com que ela relaxe.

Ela puxa a saia primeiro e depois a blusa.

— Por Deus, Ael... eu não posso usar isso. — Aponta as roupas que estavam na cadeira, onde ela estava sentada — São muito vulgares.

— Não, não é... são roupas comportadas. Agora pare de arrumar desculpas para não as usar e vá para o banheiro vesti-las. — Aponto a saída do closet.

Ela fecha a cara, mas pega a roupa e começa a sair do quarto, mas eu a chamo.

— Ah, Angie... sua calcinha. — Ela arregalou os olhos ao ver a calcinha. — É a mais comportada que tenho!

— Não quero nem ver as ousadas. — Ela a pega e vai para o banheiro.

Eu confesso que soltei um riso internamente.

Eu não uso calcinha quando quero ser ousada.

Enquanto ela se arrumava, solto meus cabelos e pego o secador começando o processo de secar meus cabelos. Depois de secos, fiz prancha nos mesmo e os prendi em um rabo de cavalo baixo prendendo com meu próprio cabelo. Fiz uma maquiagem sofisticada, passando um batom nude e sorrindo satisfeita com o resultado final.

Estava indo até a sacola onde deixei minha roupa, até ver Zaph na frente da porta.

Puta merda.

Ela conseguiu ficar mais linda ainda, e além de tudo, conseguiu colocar a roupa direitinho.

— Angie... — Fico sem palavras, ela sorri sem graça.

Pego em sua mão e a arrasto até o espelho central do closet. Seus olhos arregalam levemente, sua boca fica entreaberta e eu posso ver o espanto estampado em seu rosto ao ver como ela estava linda.

— Achei que eu...

— Estava vulgar, mas não está! — Aperto seus braços de leve, ela sorri — Você está linda.

Ela assente com a cabeça, abro um sorriso para ela e encosto meu rosto junto ao seu.

— Não vai colocar sua roupa? — Me pergunta ainda se olhando no espelho, assinto com a cabeça.

— Mas primeiro você precisa passar um creme nessas pernas e nesses braços, depois passa um perfume bem cheiroso e escolha as joias que quiser, venho escolher seu salto daqui a pouquinho. — Pisco para ela pelo espelho, ela assente com a cabeça.

Pego minha roupa e quando chego na porta do closet, me viro para encarar Angeline.

Ela olhava minhas coisas encantada com tudo, sorrio vendo que ela estava mesmo muito animada com tudo aquilo.

Talvez a terra tenha feito um efeito bom a ela. Talvez ela se encaixe aqui e não nos céus.

Respiro fundo e vou para o banheiro me preparar.

[...]

Angeline já estava pronta, agora só faltava com que eu me preparasse, mas eu não tinha pressa.

Angie usava uma saia de couro preta — ela batia dois dedos abaixo da coxa — junto com uma blusa de manga longa prateada com um decote transpassado, o qual ela não deixou que seus seios aparecessem por completo. Nos pés ela tinha sandália preta se salto alto fino, de joias tinha argolas pratas médias nas orelhas e no pulso uma pulseira de corrente prata com pingentes.

Eu já usava um macaquinho preto crisscross volta, de lantejoulas sem mangas. Ele era bem sexy, tinha um decote em V profundo na frente, ele batia na metade das coxas e tinha um caimento perfeito no meu corpo. Nos meus pés eu tinha uma sandália bege cruzada de salto alto fino, de joias eu usava meus brincos de diamantes em gota e minha gargantilha colar de corrente com diamantes.

Estávamos as duas maravilhosas e dignas de brilhar.

Pego meu celular em cima da penteadeira e vejo as horas, já marcavam onze e vinte e sete.

Jason já estava para chegar.

Ligo para ele, queria saber se já estava chegando.

Já estou chegando. — Diz antes que eu tenha a oportunidade de falar — Que som é esse aí?

— Liguei o som enquanto eu e minha irmã nos arrumávamos. — Falo simples, ele murmura alguma coisa inaudível.

Eu tenho que passar na casa de um amigo meu, ele vai conosco. — Reviro os olhos.

— Não é pra minha irmã, né?

Claro que não, Alex tem a própria mulher dele agora.

Sinto um calafrio na minha espinha e um embrulho na barriga ao ouvir aquele nome.

Que sensação estranha, nunca senti isso antes.

Savi?

— Oi? — Pisco algumas vezes voltando a realidade — Pode falar.

Vai indo lá pra baixo, chego em dois minutos.

— Tá. — Encerro a ligação e olho para Angie. — Vamos?

— Vamos! — Fala animada, acho que animada até demais.

Saímos do quarto pegando nossos celulares, não sei se seria uma boa leva-los, mas eu queria tirar fotos.

Descemos para o primeiro piso e desliguei o som. Pedi para Angie tirar umas fotos minhas, ela concordou em tirar algumas fotos e eu também tirei algumas fotos dela, também tiramos fotos juntas e fizemos alguns stories.

Recebo uma mensagem de Jason de que ele já estava me esperando do lado de fora, chamo Angie para irmos e ela respira fundo um milhão de vezes. 

Quando chegamos na frente de casa e eu fecho a porta, Jason solta um “caralho!” ao olhar para nós duas.

— Eu te conheço! — Ele diz para Angie, que o olha confusa.

— Desculpe, mas eu não lembro de você. — Angie diz, confusa.

— Entra logo no carro, vai. — Peço a ela, que entra no carro sem mais delongas.

Entro no banco do carona e beijo Jason de leve.

— Estava cheio de saudades. — Jason diz para mim, abro um sorriso para ele — Vamos nessa.

Ele arranca com o carro, seguimos em direção a casa do tal amigo do Jason.

No meio do caminho Jason recebe uma ligação.

— Willians. — Atende indiferente — Fala, Butler. — A animação de Jason era nítida.

Mas aquele nome me lembrava um certo Butler, olho para Angie que me olhava da mesma intensidade.

— Talvez seja...

— Sim, talvez. — Respondo a ela, que sorri animada — Hum... toda assanhadinha.

— Nada a ver. — Angie fica vermelha e deu para ver o quanto estava envergonhada com aquela situação.

— Como assim ele ainda não chegou? — A voz irritada de Jason se faz presente, interrompendo meu momento com Angie.

Olho para ele preocupada, ele diz com os olhos que estava tudo bem.

— Resolva isso, Butler. — Jason diz desligando na cara da pessoa, olho para ele esperando respostas — O cara que ia correr comigo não apareceu ainda, querem colocar uma tal de Madison pra correr comigo. — Faz indiferença com o nome.

Mas eu sentia que essa mulher era perigosa, não sabia o porquê pensar assim dela, mas eu sentia que ela era.

— Está com medo de perder pra uma mulher? — Eu o provoco, ele me olha convencido.

— Se nenhum homem conseguiu me ganhar, não vai ser uma mulher que vai me ganhar, amor. — Pisca para mim, cínico.

— Nunca subestime uma mulher, querido. — Angie diz a ele e lhe manda uma piscadela sorrindo fofa.

— Você é a garota sorriso. — Jason diz a ela, então ri alto.

Olho para Angie, que olhava para Jason espantada.

— Como sabe? — Pergunta Angie confusa.

— Ryan Butler. — Diz apenas, me mexo desconfortável — Ele quem bateu no Bebê? — Assinto fechando a cara, ele ri — Ryan tá muito apaixonado em você, G.S! — Jason diz para Angie olhando para ela pelo retrovisor interno, ela cora e eu arqueio a sobrancelha para ele.

— G.S? — Pergunto confusa.

— É. Garota sorriso... G.S! — Reviro os olhos rindo do abreviamento ridículo de Jason.

Jason vira em uma rua, que dá para um condomínio fechado da Sunrock Plaza. Ele adentra direto no condomínio, já deviam conhecer ele. Quanto mais a gente se aproximava da casa desse tal amigo do Jason, meu peito ia se contorcendo por dentro, eu tinha um pressentimento ruim hoje, mas o ignorei totalmente.

Eu sentia esse pressentimento todo dia, então sabia que nada iria nos acontecer e assim eu espero.

Quando chegamos nos portões da mansão do amigo de Jason, o mesmo enviou uma mensagem para ele e vi que sua mansão enorme e não podia ver muito por causa dos muros.

Os portões eram de ouro e com inicias A.B no portão bem grande. 

Senti um arrepio na espinha que me fez estremecer e Angie tocou meu braço. Logo dei a mão para ela que suava frio e sorri tentando lhe passar confiança.

Meu coração acelerava, minha respiração estava falha, mas quando os portões se abriram e um Aston Martin DBS Superleggera atravessava os portões como em um daqueles filmes, mas parecia que meu sangue saiu de circulação, minha respiração ficou presa, eu apertava a mão de Angeline tão forte, que as pontas de seus dedos estavam brancas.

Esse não podia ser o amigo que Jason tanto falava.

Não podia ser, isso estava totalmente errado.

O príncipe de Belial não podia ser realmente o amigo de Jason.


Notas Finais


Oi, demoanjos! O que acharam? Votem, comentem. Gratos!

*ROUPAS DOS PERSONAGENS PARA O RACHA*

Savannah: https://dgzfssf1la12s.cloudfront.net/original/4584749f-9d17-4f3f-a772-6432eebdb9ab-79178-pc-5
Angeline: https://i.pinimg.com/originals/81/e8/e6/81e8e68d9846323b5b4b18f19d542a3b.jpg
Jason: https://i.pinimg.com/564x/a0/a4/3a/a0a43ae80b3406a17fdfd4f32abea32c.jpg

Até o próximo capítulo, demoanjos.


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