História Pride and Prejudice - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jungkook Jimin Kook
Visualizações 84
Palavras 2.157
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores, estamos chegando ao fim... Espero que gostem...

Deixem seus comentários, digam o que estão achando, comentem é rápido e incentiva a escrever mais...

Capítulo 17 - Capítulo 17 - Penúltimo capítulo


Fanfic / Fanfiction Pride and Prejudice - Capítulo 17 - Capítulo 17 - Penúltimo capítulo

     ┈✷◎்۫۫✵

P.O.V Youn Ju

Eu jamais imaginei que a vida que eu levava, pudesse causar um problema tão grande assim, não só a mim,as também as pessoas que amo.

- Namjoon... - Minha voz chamou sua atenção, Jungkook e Taehyung ficaram tensos, toquei as costas de ambos para que eles ficassem calmos.

- O que está fazendo Youn Ju? - Jungkook me perguntou sussurrando.

- Ganhando tempo... Chama a polícia... Era para eles estarem aqui perto... - Falei sussurrando. - Namjoon, deixe eles irem embora, eu vou com você. - Eu disse mas Jungkook me segurou.

- Não!!! Você não vai!! Você pode se machucar... E nosso... - Toquei seus lábios com meu indicador para que ele não ouvisse, se Namjoon souber do bebê, talvez ele tente algo... - Por favor... - Ele falou suplicante.

- Youn Ju, leve isso com você. Vou rastrear você, joga seu celular fora para que ele não desconfie. - Taehyung disse colocando seu celular dentro de minha calça atrás. Namjoon não percebeu.

- Namjoon, irei deixar meu celular, assim você verá que não estou blefando. - Eu disse jogando meu aparelho no chão. - Eu te amo Jungkook... Venha me buscar...- Eu disse me afastando.

- Eu te amo... - Sua voz falhou,senti suas mãos me soltarem e então caminhei até Namjoon.

- Sabia que você viria minha angel... - Ele disse beijando meus lábios com força. Não olhei para Jungkook. - Vamos, querida, vamos para um lugar especial, onde seremos somente eu e você. - Ele disse me abraçando de lado, a arma agora estava dentro do bolso de seu casaco.

Ele me guiou até um carro preto, era luxuoso, eu entrei e ele entrou em seguida. Ele deu partida e saiu fugindo dalí comigo.

Tentei manter minha calma, mas ela foi desestabilizada quando ouvimos o som da sirene atrás de nós.

- Droga!!! Mas como...? - Ele praguejava raivoso. Ele acelerou mais e eu fiquei com medo... Apertei mais o cinto e tentei proteger a mim e ao meu bebê... - Maldição!!! Se você tivesse sido uma boa garota, isso não estava acontecendo!! - Ele gritou e eu só sabia ficar envolvida com medo. Ele acelerou, mas aconteceu algo que não esperávamos, no meio da rua onde ele seguia, tinha algo que fez os pneus estourado, ele tentou manter a direção, mas perdeu o controle e só vi quando o carro capotou e então apaguei...

- Ju... Por favor me deixe ver minha mulher!! - Eu ouvi a voz do Kookie de longe. Tentei abrir meus olhos mas pesavam. Senti uma dor latente na cabeça e na costela. - Meu amor... Estou aqui... Vai ficar tudo bem... - Abri meus olhos com dificuldade e vi o rosto dele, havia umas manchas de sangue em seu rosto e em suas roupas, seus olhos estavam inchados e vermelhos. - Oi meu amor... Estamos chegando no hospital, você vai ficar bem... Eles... Eles irão cuidar de você... - Sua voz que era um sussurro falhou. Senti que algo estava errado. A dor no meu corpo era forte.

- Preciso seda- la... - O paramédico disse mas quando iria entrar em pânico novamente, eu apaguei novamente...

P. O. V Jungkook

Vê-lo lá frágil desse jeito, machuca... Quero que aquele miserável morra na cadeia, farei com que ele nunca saia de lá... Isso se ele sair vivo daqui... Por causa dele... Eu... Ela...

- Kookie... - A voz dela era um sussurro, levantei da poltrona e corri até ela, segurei sua mão. Seu rosto estava com escoriações, havia um corte grande em sua testa, ela precisou levar seis pontos. Duas costelas faturadas, a perna fraturas e...

- Estou aqui meu amor... - Acariciei seu rosto onde não estava ferido. Me senti um inútil, um covarde, um...

- O que aconteceu...? Porque estou... - Então ela olhou um pouco seu corpo e deslizou sua mão em seu ventre... Meu coração doeu... Meus olhos encheram de lágrimas então eu apertei o botão e chamei o médico... Eu não conseguiria fazer isso... - Jungkook... O que aconteceu? Nosso bebê...

- Meu amor...- Minha voz falhou... - Ele...

- Não... Não pode ser!!! Meu bebê... Nosso bebê... Me diz que é mentira... Por favor... - Quanto mais ela falava, mais eu entrava em desespero.

- Eu sinto muito meu amor... Ele não... - Eu não pude terminar de falar... Cai em lágrimas e ela se desespero um, foi aí que o médico chegou e tentou acalmá- lá, mas era impossível, ela gritava, quanto mais gritava, mais eu me desesperava. Foi então que ele decidiu seda-la. Aos poucos ela foi apagando. - O que eu faço doutor... - Perguntei enquanto a via pegar no sono.

- Vai ser difícil, ela ficará muito abalada, precisará de acompanhamento psicológico, não vai ser fácil, vocês precisarão ser fortes. - Ele disse me dando um tapa no ombro me consolando. - Ela ficará aqui por uma semana, depois poderá ir embora. Vou atender outros pacientes, se precisar, não exite em chamar.

Ele saiu nos deixando alí, eu só conseguia chorar, perdemos nosso bebê e eu não fui capaz de protegê-los... Sem pensar em nada, levantei e fui até o quarto em que ele estava. Havia um policial na frente, não foi difícil entrar no quarto. Entrei e alí está ele. Algemado na cama, com as duas pernas quebradas, fiquei sabendo que as ferragens passou perto do coração. Deveria tê- lo matado... Me aproximei e o olhei, seria fácil matá- lo... Ele está aí, imóvel, algemado... Esse desgraçado matou o meu filho... Eu deveria...

- Você deve morrer... - Eu disse enquanto aproximava minha mão de seu pescoço.

8

- Jungkook!!! Não... Não faça isso...- Ouvi a voz ui o999do Jimin Hyung mas ignorei. - Ela não ficaria feliz se você fizesse isso... Mas não por ele... Sim por você... Não faça isso... - Senti ele segurar meu braço e me puxou para um abraço. Eu o apertei e chorei... Chorei tudo o que tinha para chorar, pois eu teria que ser forte por ela.

- Como soube que eu estava aqui...?

- Vi você entrar... Taehyung me avisou sobre o que aconteceu, só agora consegui vir. Ele está no refeitório, disse que desde que chegou com você não foi embora.

- Ele me ajudou, ele a ajudou enquanto eu... Não fiz nada Hyung... Só deixei que ela fosse... Eu deveria ter impedido, eu deveria ter me colocado frente a ela... Se eu tivesse impedido... Nosso bebê estaria vivo! - Falei em desespero.

- Mas você estaria morto!! - Ele gritou. - Jungkook - ah... Ela jamais o culpará, você não tem culpa de nada.

- Mas eu sinto isso... Hyung... Meu filho está morto... - Eu disse e senti uma falta de ar e a cabeça rodar.

- Vem, vamos sair daqui. - Jimin Hyung me levou até o corredor e me fez sentar. - Espere aqui. Já volto. Ele saiu e alí fiquei. Eu tentava respirar, mas o ar insistia em faltar. Se eu a tivesse assumido antes, se eu tivesse tivesse sido menos orgulhoso... - Toma. - Jimin Hyung me estendeu um copo e um comprimido.

- O que é isso?

- Toma. Vai te ajudar. - Peguei o copo e comprimido e tomei. Ele me puxou me fazendo levantar e apoiou meu corpo ao seu e me levou ao quarto da Ju. - Deita aí, isso vai te ajudar a dormir um pouco. Falei com a enfermeira e ela não vai acordar tão cedo. Descanse. Eu vou ficar aqui com vocês. - Ele me ajudou a deitar na cama auxiliar. Ele se sentou na poltrona ao lado dela.

Não sei quanto tempo dormi, ainda estava escuro, Jimin Hyung falava com ela baixinho. Eu fiquei olhando seu cuidado e carinho com ela. Me sentei, acabou fazendo barulho e eles olharam para mim. Meu olhar encontrou o dela, ela estava com os olhos muito inchados e vermelhos.

- Vou deixá-los a sós, vocês precisam conversar. - Ele se levantou e saiu nos deixando a sós, me levantei com dificuldade. Estava com tontura, fui até ela.

- Eu sinto muito... - Minha voz era somente um sussurro, meus olhos estavam novamente marejados, ardiam e estavam inchados. - Fui um inútil... Não te protegi... Eu devia tê-la impedido... Eu devia... - Ela tocou meu rosto e sorriu fraco. Ela estava pálida e seus olhos muito inchados e vermelhos.

- Não meu amor... A culpa é somente minha... Eu decidi ir... Me perdoe Kookie... - Eu selei nossos lábios, não permitir que ela terminasse, não posso permitir que ela se culpe. Ela foi vítima todo o tempo. Eu jamais a culparia...

- Não vou dizer que vai ficar tudo bem... Pois não vai, não agora... Pois perdemos nosso maior tesouro... Mas vamos superar juntos. Eu não sairei do seu lado... Eu prometo. - Minha voz saia baixa e embargada, era difícil, mas eu precisava ser forte para ela.

A semana passou devagar... Ju evitava me olhar ou falar comigo. Ela falava poucas coisas, sorria forçado, isso me fazia me sentir pior. Ela já teve alta, acabei de assinar os papéis, irei levá-la para meu apartamento, falei com minha mãe que ficaríamos os dois lá. Ela é minha noiva e iríamos ter um filho... Mal tive a notícia de que seria pai e ele foi tirado de nós... Me sinto um bosta... Deve ser castigo... Jamais irei me perdoar pelo o que aconteceu...

- Vamos meu amor? - Perguntei enquanto entrava no quarto, ela já estava trocada. Mas seu semblante não era de felicidade. - Já assinei a papelada da alta, suas coisas já estão no carro...

- Tudo bem... Podemos ir. - Peguei sua bolsa menor e fui atrás da cadeira de rodas . Ela precisará ficar 20 dias com o gesso, suas costelas levará quase o mesmo tempo para curar.

Sua testa está melhor, mais quatro dias e ela pode tirar os pontos. Mas há uma ferida que nunca irá se recuperar... A levei para o carro, abri a porta e com cuidado a coloquei no banco, fechei a porta, dei a volta e entrei. Ela ficou quieta. Segui para meu apartamento e quando ela percebeu, ela bufou. Entrei no estacionamento, a coloquei na cadeira de rodas, peguei a bolsa, travei o carro e subimos pelo elevador. Quando chegamos, a levei direto para o quarto, deixei tudo arrumado para ela.

- Porque me trouxe aqui ao invés de meu apartamento? - Ela perguntou deitando.

- Porque agora ficará o tempo todo comigo. Você é minha noiva, minha mulher. Eu jamais deveria ter me afastado de você... - Eu disse me sentando na cama e a olhando, pude ver a lágrima em seus olhos.

- Verdade... Se tivesse estado comigo e não escondido... Talvez... - Ela falou com amargura, foi como um tapa em meu rosto, me faltou o ar e lágrimas escorreram em meu rosto. Ela mudou sua expressão e tentou se aproximar, mas eu levantei e fui em direção a porta. - Me perdoe... Não queria falar isso eu...

- Mas é a verdade... As culpa é minha... - Abri a porta e saí.

- Kookie... - Ouvi ela me chamar enquanto saía e fechava a porta, me deixei cair sentado escorado na porta, então chorei, chorei muito. Eu tinha culpa é jamais me perdoaria.

Não sei quanto tempo fiquei sentado, acabei cochilando. Acordei com ela chorando e me chamando, meu rosto ainda estava meio úmido e grudento pelas lágrimas. Levantei e abri a porta, ela estava sentada na cama e respirava com dificuldade, ela estava torta, as costelas devem doer. Fui ajeitá-la, não falei uma palavra. Quando ela ficou bem, me virei para sair, mas ela puxou minha mão e me fez deitar ao seu lado, eu deitei e ela se aconchegou um a mim.

- Me perdoe... Eu só... Está difícil Kookie... Dói meu corpo e meu coração. Saber que ele não está aqui dentro de mim dói muito... - Ela chorava forte, a abracei forte colando nossos corpos, tendo cuidado para não machucá-la.

- Eu sei... Mesmo ele ou ela não estando em mim, dói muito... Eu queria muito esse bebê... Eu estava feliz que finalmente iríamos nos casar e ser uma família... - Eu disse num sussurro. - Me perdoe amor... É culpa minha...

- Não é... Eu falei pela raiva e dor... Não sabíamos que isso iria acontecer... - Sua voz era muito baixa.

- Se ainda quiser... Ainda estarei com você, ainda quero me casar com você é formar uma família... O Doutor disse que poderemos ter outros filhos... Sei que jamais irá substituir esse... Mas podemos ter uma família... Claro se ainda quiser... - Eu disse chorando baixo. Ela puxou meu rosto entre suas mãos e me beijou, um beijo profundo, podia sentir o sabor de nossas lágrimas.

- Claro que ainda quero... Eu seria tola se não aceitasse... Eu te amo meu amor... E é com você é somente você que quero. Quero ter uma família com você... - ela disse chorando baixo e me beijou.

Nossa perda foi grande, mas isso nos fará ficar fortes e assim proteger nossa família. Nós ainda seremos felizes. Agora sem orgulho, sem preconceito. Somente nosso amor...



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