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História Priel: After of BBB. - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Do BBB à Vida.


Fanfic / Fanfiction Priel: After of BBB. - Capítulo 1 - Do BBB à Vida.

POV Daniel

Fez 2 anos que eu conheço o amor da minha vida, Prior. Nós ainda não decidimos o que faremos com o lucro, até porque a gente achou muito cedo (uns 8 meses atrás). Eu fiquei super abalado com o nosso "término", mas nos reencontramos e ele pediu para voltar. Eu sinto que já me realizei, só falta uma coisa: Filhos e Casamento. Eu amo o Prior e pretendo me casar. Espero que ele pense o mesmo. Ele mudou muito do BBB para cá, está mais maduro.

Eu admiro muito pessoas assim. Foi por esse homem que me apaixonei. Hoje, eu trabalho, tenho minha própria empresa e tudo. Era horrivel trabalhar e ver Prior todos os dias. Agora, está tudo bem. Eu lembro que o elevador trancou eu e ele dentro, a gente tinha terminado, ficou um climão. Até que ele percebeu que eu usava a camisa dele (era a unica que tinha limpa no armário), Prior me perguntou se eu não tinha jogado fora. E eu respondi que não, obvio presente não se joga fora. Ele ficou em minha frente, o gay panic.

Eu não resisti e o beijei. E foi assim que eu tive a minha primeira transa no elevador. Depois desse dia, nos encontramos novamente no escritório. Eu perguntei a ele se sentia a minha falta. Ele não me respondeu (Prior queria se fazer o machão). Apenas me olhou. Eu sabia que ele sentia minha falta, era nítido. Começamos a nos falar do Priel (o nosso cachorro), era a junção dos nossos nomes, até porque a gente era o dono. Nós não transamos nesse dia, foi somente uma conversa.

Voltando ao nosso hoje. O Prior estava na Martiplex, eu pedi para ele ir para reunião resolver sobre a divulgação da nova cerveja da Martiplex. Era uma cerveja que tinha um gosto ardente e ao mesmo tempo era gostosa. Acredite!

O Tadeu, meu irmão gêmeo, vai me fazer conhecer o meu pai. Eu já percebi que o Prior não gosta muito dele, mas ele precisa entender que o TADEU é meu IRMÃO. Esse foi o motivo de nós termos terminado, ele acreditava que Tadeu se aproveitava de mim para conseguir meu dinheiro e que o Tadeu queria ficar com Prior. Eu não via nada disso. O Tadeu era meu irmão gêmeo, falei para ele e refalei. Ele tem que respeitar minha relação familiar. Nós terminamos.

Eu tive alguns ficantes por aí, mas nada se compara ao Prior. Eu amava ele. Alias, eu amo. Adorava sentir ele ao meu lado.

Eu estou pensando em uma coisa: o casamento. Eu quero me casar, mas estou com medo de falar com ele e Prior surtar. Conheço como ele é. Se quando eu pedi ele em namoro, ele surtou. Imagina casamento e FILHOS.

Eu tenho uma coisa para resolver. Eu quero conhecer o meu pai. Ele tem dois filhos. Até hoje eu não consegui me virar a ele e falar. Nem sei quem é. Hoje eu tomei coragem de ir conhecê-lo. Será que ele vai me abraçar, ou dar dinheiro. Porque ele me deixou com minha mãe e ficou com meu irmão?

Muitas perguntas para poucas respostas.

Estava com uma calça preta, blusa do Prior (amo usar blusa dele), tênis básico e um boné preto (também de Prior.

O Tadeu chegou para me buscar. Estou nervoso. Entrei no carro e ele botou Rihanna para me acalmar.
— Ei, fica calmo, maninho. Tudo vai se encontrar em seu devido lugar. — Falou ele, continuando a olhar para frente dirigindo.
— Estou calmo, somente emocionado. Nunca tive a sensação de ter um pai, é algo novo para mim.

Tadeu continuou a dirigir. Ele não era tão parecido comigo, o teu corpo é mais forte, cabelo mais curto. Se não fosse o meu irmão, eu dava.

Tadeu dirigiu durante uns 20 minutos. Entramos em um condomínio rico, um pouco perto da minha casa, e meu pai nem foi me visitar. Paramos em frente a uma mansão, essa mansão era comum entre todas no Brasil.



Era uma mansão normal. Meu pai é milionário. Vamos conhecer ele. Saimos do carro. Tadeu já foi logo falando:
— Olha, age normal, age você mesmo. Ele vai gostar de te conhecer.
— Ue? Ele não sabe que estou aqui?
— Não exatamente... Ele não sabe. — Tadeu falou.
Meu Deus? Agora mesmo que vou morrer de vergonha. Parei de andar.
— Por que você não falou? Você vai chegar lá e falar o que? "Olha, pai, encontrei meu irmão gêmeo perdido". Você tem merda na cabeça? — Falei revoltado e nervoso.
— Calma! Ele vai gostar. Só peço que não se assuste com o pessoal da família. — Disse ele apontando para casa.

Eu o ignorei. Fiquei chateado. Tinha que ter falado. Ele tocou a campanhia. Eu não sei como reagir, que vontade de sair correndo. Uma senhora atendeu a porta. Pela roupa, parecia ser a empregada ou a Babá.
— Oi, Janette. Esse é meu irmão gêmeo, o Daniel.

A Janette ficou olhando para mim e para o Tadeu, até que ela caiu no chão dura. A mulher desmaiou.
— Tá vendo, Tadeu? Era para você ter avisado, agora a mulher desmaiou. — Falei, enquanto pegava na cabeça da mulher e botando em meu colo. Tadeu estava parado. — Tadeu? Está esperando o que? Pega uma toalha molhada ou um copo d'água. — Bufei.
Tadeu saiu correndo.
Fiquei abanando o rosto da mulher. Olhei para dentro da casa do meu pai, era lindo. As escadas pareciam que eram feitas de ouro, um quadro daquele duas pessoas quase encostando a mão, enorme no meio da sala. Era lindo. Tinha até um garoto, aqueles caras de armaduras. PERA, O QUE? Um garotinho, era loiro, pequeno, tinha franjinha, um anjinho. Com certeza, vai ser gay. Meu gaydar não falha.
— Oi... Você poderia chamar...
— SOCOLO! O Tadeu foi substituido. SOCOLO! — A criança me interrompeu e começou a gritar.

Não julgo, faria o mesmo. A criança tem a língua presa. Um homem segurando uma mulher no colo, abanando. Tadeu apareceu com a toalha, veio ele, uma mulher, um senhor e um homem. Jesus! Chamou a casa toda.

Peguei a toalha da mão do Tadeu e comecei a passar no rosto da mulher. Tadeu se agachou para ver como a mulher estava e eu sussurrei no ouvido dele.
— Tadeu, quem é esse povo? Tadeu, eu te conheço faz 1 ano, não me faça te bater e te jogar em um rio, todo ensanguentado.
— Eles são o teu avô, tua irmã, teu irmão e o nosso meio-irmão

Eu mexi a minha cabeça um pouco, fiz um "Oi" com as mãos.
— Me ajuda aqui, pega ela pelos pés e vamos colocar ela no sofá. — Falei ao Tadeu.
Segurei ela pela cabeça e fomos colocar no sofá. Eu estava cansado, suando frio, era melhor ter ido para reunião.
— Gente, eu quero apresentar à vocês, o meu irmão gêmeo, o Daniel. — Falou Tadeu.

Todos estavam de bocas abertas, não sabia se isso era bom ou ruim.
— Prazer...
— Você é filho da Cleide? — Perguntou a minha possivel irmã.
— Não... Sou filho de Mônica. — Falou Tadeu e Eu.
— Ah... Bom, prazer. Meu nome é Larissa. — Ela veio me abraçar.
— Meu nome é Peter. — O meu possível irmão.
— Você é meu maninho também? — Falou a criança.

Acho que sou né...

— Sou.
— Então venha "blincar" comigo. — A criança foi me puxando pela mão, tive que ir curvado.
Olhei para Tadeu, para ver a reação dele e ele fez OK com os dedos.

A criança me levou para o quintal que tinha atrás da casa, ficou me mostrando os brinquedos que ele tinha, tinha uma boneca.
— Qual é seu nome, garotinho? — Perguntei de uma forma carinhosa.
— Igor, mas minha familia me chama de Betinho, não sei o porquê.

Que criança fofa! Prior iria amar essa criança.

— Vamos blincar de pega-pega. Tá com você. — Disse Igor saindo correndo.

Ai, eu todo sedentário correr atrás de criança. Vou correr.

Na Reunião - POV Prior

Estava com meu terno social. Preciso manter à disposição. Estou na espera dos administradores da RedBull. Quero um contrato com eles para promoverem a nossa cerveja ao lado da deles. A nossa empresa era mais exportadora do que importadora. Queriamos vender mais e não dividir o lucro. Os administradores chegaram. Eram charmosos. Eram dois. Tinha um de cabelos pretos, barba feita, um corpo definido e olhos castanhos. O outro era mais magro, dava para ver pelo pulso, não tinha barba e era negro, cabelos castanhos e era bonito. Eu cumprimentei-os de uma forma formal e demos início à reunião.
— O que vocês querem nos propor, Sr. Prior? — Perguntou o negro.
— Eu queria propor aos senhores: uma nova cerveja a ser vendida. A nossa empresa, Martiplex, queremos impor uma cerveja que seja agradável e de uma forma mais segura a beber.

Liguei o telão para passar os slides. Também tinha a cerveja que eu queria que eles experimentassem.

— E como os senhores querem que ela seja vendida? — Perguntou o de cabelos pretos.
— Eu pensei em uma forma de anúncio ao lado da RedBull, nós pagamos os anúncios.
— Queremos experimentar a cerveja. Já que é para vender junto ao nosso, devemos ter a responsabilizade de experimentar e provar o que está sendo proposto.
— Claro. — Peguei os copos e botei a cerveja nos copos.

Eu os entreguei. Botei em meu copo também e experimentei. A cerveja é forte, ácida e doce. Sentia descer em minha goela ardendo que nem fogo, mas depois ficava um doce.
— Ela tem um gosto bem... peculiar. — Falou o negro. — Queremos avaliá-la, mas em uma festa. Iremos fazer uma festa beneficente à crianças carentes, o senhor está convidado e pode levar convidados. Nessa festa, iremos finalizar o contrato.
— Muito grato.

Eu agradeci, o de cabelos castanhos saiu na frente, deixando o cabelos pretos para trás.
— A cerveja é boa e ácida. Boa jogada! — Ele se aproximou até demais de mim e saiu. — Diz "Oi" ao Daniel.

Ele acabou de dar em cima de mim e pediu para dar "Oi" para Daniel? Quem ele é? 



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