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História Priel: After of BBB. - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Um pouco de ousadia.


Fanfic / Fanfiction Priel: After of BBB. - Capítulo 3 - Um pouco de ousadia.

POV Prior

Acordei com Daniel em meus braços. Ele estava horrível, literalmente, horrivel. Esse cheiro de cerveja, olheiras, rosto vermelho. Dan vai sentir uma dor de cabeça enorme.

Tirei Dan dos meus braços, estava soado já. Me levantei e fui em direção a porta. Deve ser quantas horas? Eu chuto 11h.

Me levantei e fui em direção ao banheiro da casa, o mesmo em que eu e Daniel estávamos se "pegando". Cade o Rafael? Quero sair dessa casa, antes dele notar.

Abri a porta do banheiro e me noto com RAFAEL pelado indo ou saindo do box. Só deu para ver a bunda dele, que era bem arrebitada e grandezinha. Eu me virei pro lado oposto e tampei os olhos. 

— Ah, me desculpa. Eu... não vi que tinha gente aqui no... no teu banheiro. — Falei desengonçado.

— Oh! Eu tinha me esquecido de que tinha gente na casa. Eu que peço perdão. — Disse ele.

Eu sentia ele se mexendo, mas não olhei para trás.

— Eu espero aqui fora.

— Que nada! Já fiz a minha necessidade. — Disse ele passando ao meu lado. — Pode ir.

Ele estava com uma toalha enrolada na cintura. Que belo peitoral, mas continua sendo escroto.

— Obrigado. — Eu disse, tranquei a porta do banheiro.

Me olhei no espelho. Credo!

Falei de Daniel, mas estou na mesma situação. Parece que ficamos em uma festa por 6373738 dias. Sim, não foi exagero. O que será que tem aqui no armário?

Abri o armário de cima, tinha nada demais. Tinha escova de dente, uma camisinha (típico), pasta de dente e um creme de barbear. Nada interessante! Vou usar um pouco de pasta de dente nos meus dentes, vou escovar com os dedos mesmo. Peguei a pasta de dente com muito cuidado, passei no meu dedo e comecei a escovar os dentes.

Quando ia colocar a pasta de dente no lugar, ela caiu no chao fechada. Eu me agachei para pegar e vi algo interessante debaixo do armário de baixo. Era um vibrador rosa. Parecia que foi usado recentemente, por conta do brilho que estava presente. O Rafael estava usando isso quando eu cheguei. Meu Deus?

Peguei a pasta e fiz a minha higiene matinal. Nunca que eu vou encostar nisso. Sai do banheiro e encontrei Daniel encostado na parede e olhando para o teto, esperando eu sair do banheiro. 

— Pelo visto, você não está bem. — Falei para o Daniel.

— Sim... Eu não cheiro diariamente... Você sabe muito bem. — Disse ele com a mão na cabeça e continuou. — Meu pai vai fazer um jantar e te convidou para ir junto. Você... vai né?

Já assim. Eu vou conhecer os pais dele. Até hoje eu não conheci pessoalmente a minha sogra.

— Eu vou... mas, e você? Você vai? — Brinquei com ele.

— Palhaço. Obvio que vou! — Daniel deu-me um selinho e entrou no banheiro.

Fui ao quarto de visitas, abri a cortina, veio a claridade em meu rosto. Quase me deixou cego. Eu não acredito. Dormi na casa de um administrador e encontrei um vibrador usado no meio de tuas coisas. É um pouco constrangedor, mas em comparação o que aconteceu ontem. Fiquei NU em frente de um monte de gente. Arrumei as nossas coisas. Rafael apareceu no quarto.

— Bom, agora estou arrumado. Caso vocês queiram comer, a Estefânia já fez o almoço. Eu vou em RedBull resolver algumas coisas em relação ao trabalho. — Disse ele me olhando de cima para baixo.

— Tudo bem... Acho que eu e o Dan não vamos ficar. Temos compromisso. — Respondi.

— Okay então. Eu amei a sua visita e a do Dan. Vocês foram ótimos para a festa e espero vê-los mais. — Continuou. — Eu vou comunicá-los sobre a divulgação e a produção da Martiplex.


Dan? Só eu que chamo ele assim.

—  Obrigado. 

Daniel chegou e parou na porta. Rafael já virou o olho nele, esse olhar dele me mata.

— Bom dia, Dan! Espero te reencontrar mais vezes para o nosso cheiro. — Ele disse e foi embora. — Bebe água de coco que vai melhorar.

Antes de Rafael sair, ele deu um tapinha nos ombros de Daniel. Eu virei a cara bravo. Daniel só assentiu com a cabeça.

— Estou indo, Daniel. — Disse para Daniel, saindo do quarton e indo para o quarto.

— Está levando as roupas já?

— Sim, mas não esquece que eu não sou seu empregadinho. — Falei bravo e sai.

Eu odeio ficar com ciumes, mas eu não consigo entender o porquê desse Rafael ficar dando em cima do Dan e o Dan não se toca. 

Fomos para o carro. A viagem foi silenciosa. Eu prefiro assim. 

— Felipe, para de me ignorar. 

— Eu não estou te ignorando. — Disse, virado na estrada.

Daniel precisa ter carteira de motorista. Ele foi reprovado 4x já. Já sabemos o porquê.

— Eu sei que está... Olha, você está com ciumes? — Ele olhou para mim e começou a rir. 

— Eu não estou com ciúmes. Estou somente concentrado.

— Está sim... 

Eu bufei de raiva. Que saco!

— Você sabe que eu percebo quando você está com ciumes.

Até que me virei para ele e comecei a falar bravo:

— Se você soubesse quando eu estou com ciúmes, você saberia muito bem que estou desde ONTEM A NOITE. Você e aquele Rafael ficam juntos o tempo todo. Você no colo dele e ele ainda fica te encarando. 

— Prior...

— NÃO AGORA VAI ME ESCUTAR.

— PRIOR O CAMINHÃO...

Me virei para frente, quase bato no caminhão. Ainda bem que Daniel pegou o volante e virou. Nos colocou do outro lado da pista, na contramão. Eu assumi o volante e virei para o outro lado. Respiramos aliviados.

— Meu Deus? Você quase bateu no caminhão.

— Sim. Eu vi. Não sou tolo. — Respondi curto e grosso.

— Prior, você está muito nervoso pro meu gosto. Deixa eu te relaxar. — Ele encostou a mão por cima do meu amigo.

Aquilo me arrepiou. Me deixou com tesão. Continuei a dirigir. Se não, poderia bater o carro e teriam que me fazer escolher entre: cortar o meu pinto ou meu braço. E eu não quero fazer essa escolha. Daniel foi fechar os vidros, os vidros eram escuros, não dava para ver nada. Dan começou a me beijar e tirou o meu amigo das calças. Ficou me masturbando devagar.

— Estou dirigindo, Dan. Não faça loucura! — Disse e dirigindo.

Loucura era o nosso lema. 

— E desde quando a gente não gosta de loucura?

Dan encostou a sua boquinha gelada em meu pinto, o que me fez arrepiar mais uma vez. Queria tanto parar o carro e começar a fuder ele. 

Estavamos em um engarrafamento. Unica coisa que eu podia aproveitar. Puxei o cabelo de Dan para trás para dar um beijo. Que beijo gostoso! Empurrei a cabeça dele para se engasgar em meu pau. Ouvi buzina vindo atrás de mim.

— Continue a dirigir, Felipe. 

Ele começou a bater punheta para mim. Senti ele chupando as minhas bolas e batendo uma para mim. Que sensação otima e eu ainda estava dirigindo. 

Eu estava chegando ao ápice de gozar. Ele levantou a minha blusa e me fez gozar em minha barriga, descendo pelo meu umbigo. Gozei muito.

— Que droga! Não tem como me limpar sem papel.

— E quem disse que precisa de papel, sendo que tem minha boca?

Ele se aproximou da minha barriga e foi lambendo o meu gozo com a boca. De vez quando ele subia e chupava meu mamilo.

— Que nojo, Daniel! — Falei rindo.

— Mas, você não gosta?

—  Isso você terá que fazer mais para eu descobrir.

Chegamos em casa. Fui me limpar e o Daniel foi descansar.

Ao acordar, ele me notificou a hora que iamos para casa do sogrão. Comemos e nos arrumamos. Daniel estava todo arrumado e estava com a roupa dele (milagre) e eu estava com uma roupa comportada. É a primeira vez que eu vou conhecer os pais do meu namorado pessoalmente.

— Ah, agora eu lembrei. Você nem acredita o que Rafael falou, enquanto eu estava em teu colo. — Falou Daniel.

— O que ele falou? Se ele tiver falado merda, pode falar que eu vou atrás desse babaca. — Falei estressado.

— Calma, anjo. Ele só falou que queria um... um... um... — Daniel começou a gaguejar.

— O QUE?

— Ele queria um sexo a três, um threesome. Com nós dois e... ele...  

Eu estou chocado. Por isso que ele estava todo para cima de Daniel e de mim. Que pervertido! Bem... Eu nunca experimentei um sexo a três. 

— E você falou o que?

— Falei que iria falar com você.

— O que você acha? — Perguntei, fixando o olhar nele.

— Ah... Não sei. Eu já fiz uma vez, e foi legal... — Disse ele. — Por mim, ia ser uma experiência nova, principalmente para você.

Daniel já fez de tudo.

— Eu ia gostar. Você nem acredita o que eu achei... Achei um vibrador no meio das coisas dele e parecia ter sido usado. — Continuei. — Pensei em comprar um dildo e um vibrador. Que tal? Experimentar coisas novas.

Eu já tinha usado, não em mim. Mas fiz outra pessoa usar. Fiz tipo um fisting e não me arrepndo. Foi ótimo.

— Você pretende usar isso em mim? — Disse ele, se aproximando e sentando em meu colo. — Sim. Eu confio em você!

Ficamos namorando enquanto esperávamos dar o tempo de ir. Eu estou completamente apaixonado por esse homem loiro. Boiola demais estou.

POV Daniel

Tocamos a campanhia. Eu não podia simplesmente entrar, seria muito estranho. Só vim aqui uma vez. Meu pai atendeu. Meu pai era um coroa gato, gostoso, minha percepção né. Ele tinha cabelos grisalhos, uma barba. Não era totalmente barrigudo, mas também não era muito magro.

Meu pai veio me abraçar e olhou para Prior.

— Que bom que veio, filho. E você é...

— Ele é meu namorado, o Prior. — Falei e abracei o braço do meu namorado.

— Ah... Seu namorado. O famoso Felipe Prior. O Tadeu me contou algumas coisas. — Meu pai foi apertar a mão de Prior.

— Obrigado, meu senhor. Espero que seja coisas boas. — Ele riu envergonhado.

Prior falando todo certinho. Ele está nervoso.

— Ah, por favor. Meu senhor não. Me chame de Junior ou Tadeu Junior, mas é melhor me chamar de Junior.

A família estava toda reunida na mesa. Tinha o meu meio-irmão, o Bentinho. O meu outro irmão "adotado", o Peter. E a Larissa, que já me chamava para conversar. Falta só o tadeu. Chegamos na mesa, apresentei o Prior para a galera. Larissa já veio logo falando.

— Se ele não fosse gay, eu dava em cima dele. Tipo, dar, literalmente. — Ela o deixou envergonhado. — Ele está que nem pimentão, Dani. 

Começamos a rir. 

Era tão bom conversar entre família, eles me aceitando do jeito que sou. Por que eu demorei tempo para descobrir essa família. 

— E eu que fiz uma performance no BBB. Fiquei morrendo de vergonha quando soube. — Rimos das histórias contadas.

— Eu já fiz um papel de Drag Queen, em um bar que estavam precisando. E adivinhem quem eu encontrei lá? A Lady Gaga. — Disse Larissa.

— Duvido nada. Eu interpretei ela no BBB. Loucura e eu amei!

Tadeu chegou. Bem diferente, estava com cabelo pintado de preto. Creio que estava querendo diferenciar comigo.

— Eu mudei. Agora tem um Tadeu e um Daniel. E não, um Daniel e outro Daniel ou Tadeu e Tadeu. — Disse ele.

Fez a gente rir. Ele se sentou ao lado de Prior. O Jantar estava pronto e servido na mesa. Meu pai chamou Janette, a empregada-cozinheira, para se sentar junto com a gente, mas ela recusou.

O jantar ocorreu super bem. O Peter jantou e subiu para o quarto. Tadeu e Larissa ficou conversando com a gente, junto com papai. Até que sobrou somente nós 4. Começamos a beber vinho.

— A gente precisa marcar para ir curtir, sei lá em um quiosque ou algo do tipo. — Sugestão de Tadeu.

— Concordo. Ai eu levo o meu namorado. Ele não pode comparecer, ele está fora hoje. Mas vocês vão gostar dele. — Disse Larissa.

Uma pessoa hetera na família. 

— Felipe, você sabe qual nome daquele lugar que a gente foi e que serviram cerveja? 

— O bar do Joe?

— Isso. Precisamos ir nesse lugar.

— Vamos marcar. Já criei o grupo com todos daqui. Todo mundo vai. Você também né, Prior? Da outra vez que marcamos, você não foi. — Perguntou Tadeu.

— Vou sim. 

Nos despedimos dos meus irmãos e fomos para casa. Dormi durante a viagem. Estava exausto.




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