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História Primeira Claridade - Jikook - Capítulo 1


Escrita por: e Kill-This-Love


Notas do Autor


Bom.. é a minha sengunda fanfic, eu excluí a primeira, mas essa eu pretendo continuar, acredito que meu roteiro esta bom.

Boa leitura😳🌷
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Capítulo 1 - Uma rota se inicia com um sonho


Fanfic / Fanfiction Primeira Claridade - Jikook - Capítulo 1 - Uma rota se inicia com um sonho

        Não vamos falar de romance por enquanto. Porque não me dou bem com essas coisas, posso dizer que nenhuma pessoa me chamou atenção aqui na cidade. Mas agora vai ser diferente, afinal eu vou para Seul, uma cidade grande, para morar com meu avô Park Lohan de 64 anos, minha mãe vai viajar com o marido dela o Hoojen Won. Ela me deixou responsavel por cuidar do vovô, e para mim me distrair um pouco das responsabilidades que tenho agora.

 Sou Park Jimin tenho 17 anos estou no segundo ano do ensino médio, sou um garoto complicado podemos dizer, não em questão de obediência ou coisas erradas, mas sim completamente complicado pois sou pensativo de mais e vejo detalhes em tudo. Atualmente moro em uma cidade ao leste da província chamada Suncheon, o clima aqui é ótimo. É uma cidade pequena que no entanto é perfeita, mas amanhã logo de manhã irei pegar um vôo para ir para a capital da Coreia do Sul, Seul, tem muita gente naquele lugar não sei vou me encaixar no meio daqueles pessoas, modernas ainda.


. . .


Era de manhã por volta das seis, estava uma manhã quente e úmida pela constante chuva intensa da noite anterior. Meus olhos estavam sendo abertos, por conta da luz branca que estava a invadir meu quarto, uma luz suportavelmente forte. Meus olhos marejados de lagrimas tomaram conta de mim, eu não sabia que ir embora para outra cidade por um tempo, poderia acarretar em lágrimas de saudades que sentiria de minha mãe e de meu padrasto Hoojen. 

Eu já tinha me levantado da cama, a cama na qual eu não vou mais dormir, não vou mais chorar, não vou mais ter meus momentos pensativos e insignificantes por um bom tempo... Um tempo... Indeterminado estão achando que vou sentir falta de meus amigos? Ah não, eu não tenho amigos além de colegas de companhia, não os considero pois não me consideram o tal.

   Como minhas malas de rodinhas já estavam prontas desde quinta-feira, — esqueci de dizer que hoje é sexta, — vou passar o fim de semana curtindo os lugares com meu avô, segundo minha mãe, dúvido muito. Somente me visto com uma roupa confortável, digo, uma blusa larga e simples, uma calça moletom preta e um all star amarelo. Ok, eu estava arrasando com uma peça de cada cor, pelo ao menos estou um gato, porém morto de fome.

       Esquecendo de escovar os dentes, desço vagarosamente para o andar de baixo, onde fica a cozinha, minha mãe já estava a minha espera junto com o Hoojen. Faço reverência aos dois e vou em direção a geladeira, para pegar um danone que estava ainda unido as suas copias no meio da geladeira, pego um e fecho a geladeira, colocando o danone em cima da pia para pegar a colher, e ir para sala da casa.

        Depois de ter comido o danone, jogo o potinho redondo no lixo e subo novamente para meu humilde quarto, pego minhas malas bem devagar para não fazer um barulho escandaloso.

                                   . . .



         Já no aeroporto cheio de crianças, mulheres, homens e até alguns animais. Me dei conta de que havia viajado somente uma vez de avião, em uma viagem de escola, a muito tempo, então não lembrava exatamente da sensação de estar no alto das nuvens, acima das pessoas, próximo ao ceu... Próximo ao solitário espaço.


       _ Tchau filho! Mamãe vai sentir sua falta e.. Tome cuidado! - minha mãe disse com um tom de sinceridade, deixando algumas lagrimas cairem por seu rosto.

       _ Pode deixar mãe, vou me cuidar e cuidar do vovô também. - digo isso abrindo um pequeno sorriso sem mostrar meus dentinhos.

  Hoojen não falou nada, somente me abraçou e sussurrou no encosto de meu ouvido "Ache!!" na hora eu apenas sorri mas, eu realmente não havia entendido muito bem o quê o mais velho havia acabado de me dizer.

 Meu vôo iria partir em dez minutos, eu estava bem nervoso e com um pouco de medo, mas finjo que o nervosismo não tomou conta de mim e subi a escadas do avião até chegar a porta, olharam meu passaporte, assentiram, caribaram e me deram espaço para entrar. Entro com todo cuidado do mundo e me sento no assento direcionado por eles.

                                      . . .



  Eu estava longe muito longe, quando avisto um raio, para ser mais preciso, uma pequena claridade diante de um garoto. Um garoto alto, com cabelos cor de marfim, olhos escuros e tinha uma pequena cicatriz na bochecha esquerda, ele estava vindo até mim, bem lentamente. E parecia que o homem me analisava, era tão real eu tentava correr mas não saia do lugar.

       Quando o homem chegou perto de mim, ele abaixou a cabeça ainda olhando em meus olhos, a pequena claridade estava em nós, ele chega perto de meu ouvido e sussurrou "você vai achar, basta tempo...", e foi justo nesse exato momento que ele desapareceu e eu despertei.

     Passado mais algumas horas, anunciaram que já haviamos chegado na cidade, retiro meus fones de ouvido que estava tocando um hino que cujo o nome era Pacify Her da da Melanie Martinez, logo os guardo na minha mochila que tinha trazido comigo para dentro do avião.


                                   . . .



 Já fora do avião quando eram mais ou menos sete horas da noite, avisto meu avô do lado de uma BMW, eu sinceramente não sabia que meu avô era tão rico assim. Vou me aproximando do mesmo e o vejo com minhas malas no porta malas daquela máquina linda e negra com detalhes foscos. Ele sorri para mim e eu devolvo o sorriso, ele me abraça fortemente, logo dizendo:

    _ Estava com saudades de voce Minnie! - sua voz muda e sinto uma gota cair em minha roupa o que indica que o mesmo estava chorando  

 _ Eu tambem estava com saudades vovô... - deixo duas lagrimas escorrer de meus olhos.

 _ Espero que goste do presente comprei pra você... Verá somente quando chegarmos em casa! - ele disse e eu assenti. 

      Nós dois entramos no carro, fiquei olhando pela janela do carro escuro, atento até mesmo aos pequenos detalhes de cada prédio, estabelecimento ou até mesmo das casas, eram tudo tão cinza e tão iluminado.

Ao chegarmos na mansão do vovô as empregadas retiram minhas malas do carro, enquanto vovô dizia que ira me levar até minha tão grande surpresa, me deixando cuiroso. O que será que é? 



Notas Finais


No próximo capitulo Jungguk não vai aparecer ainda mas logo logo ele vai estar ai

Obrigado quem leu!!🌷


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