História Primeiro - Capítulo 5


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Huang Zitao (Tao), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Lu Han (Luhan), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Personagens Originais, Wu Yifan (Kris Wu), Zhang Yixing (Lay)
Tags Baekhyun Seme, Chanbaek, Chanyeol Uke, Kaisoo, Minseok Fem
Visualizações 87
Palavras 3.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente: eu sinto muito
Segundamente: eu mudei coisas, muuuitas coisas nessa fanfic.
Terceiramente: ta uma bosta, não é novidade.

sem betagem, então perdão por qualquer erro que eu deixei passar.
Queria agradecer aos que ainda acompanham essa história e eu estou com problemas para escrever. Assumi meu semi hiatus então não sei quando o próximo irá sair.
Obrigada a todos os favoritos e não deixe de comentar sobre o que achou do capítulo. Críticas construtivas me ajudam muito.

Capítulo 5 - Nem tão amigo assim


Fanfic / Fanfiction Primeiro - Capítulo 5 - Nem tão amigo assim

 Baekhyun acordou feliz naquela manhã. Sua felicidade era fruto da sua ótima noite. Seu encontro foi muito agradável. Passar a noite com Chanyeol foi tão bom. 

Park estava super animado. Sempre sorrindo e puxando assunto, tudo estava perfeito. 

Ele lhe divertia muito, era bem extrovertido e trazia paz para a vidinha um pouco doida de Baekhyun. 

O Byun sorria ao lembrar de sua noite. 


— Obrigado por hoje, Baek. — Sorriu fraquinho ao chegarem na porta de sua casa. Ainda estavam dentro do carro. — Você gostaria de entrar? 

— Não, estou bem. — Sorriu de volta. — Gostou de hoje? 

— Foi incrível. — Respirou fundo. — Obrigado por tudo. — Aproximou-se do mais velho para lhe dar um abraço.

— Desculpa pelo incômodo, tá? Se eu fui inconveniente ou algo assim. Me desculpe. — Hyun iniciou um pequeno carinho nos fios macios. 

— Você não incomoda, Baekkie. Tá tudo bem. Foi tudo perfeito. — sorriu pequeno. — Sabe, a mãe tá morrendo de saudades de você. 

— Hm. Ela está? 

— Sim. 

— E Sabe… Seria uma ótima ideia se você desse um oi para ela. 

— Hm… Acha mesmo? 

— Ai, eu tenho certeza. 

— Então nesse caso, acho que devo dar um oizinho para ela. 

— Sim! Com certeza. — riu. 


Senhora Park estava dormindo quando chegaram. Mas Chanyeol fez questão de acordá-la — contra a vontade de Byun, poxa, ela merecia descansar após um dia tão longo no trabalho—, e quando a mulher viu o Byun em sua sala, não perdeu tempo em abraçá-lo. 

— Quanto tempo, Baek! Você nunca mais me visitou.

— Oh, eu sinto muito, senhora Park. Eu prometo que irei visitá-la de tarde para tomarmos um café igual antigamente. 

— E falar do Yeol, claro. — ela brincou. 

— Exatamente. 

— Vocês são dois fofoqueiros. — Chanyeol acusou. Onde já se viu? Eles ficam fofocando sobre si? 

— Como foi o encontro de vocês? 

— Mãaaae. — murmurou.

— Ok, me desculpe. — sorriu. 

— Está ficando tarde. Tenho que ir embora, senhora Park. 

— Mesmo? Não quer dormir aqui? 

— Obrigado, senhora. Mas não quero incomodar. 

— Oh, você não incomoda. 

— Mas o Chanyeol me contou que vocês vão sair amanhã cedinho. Não quero atrapalhar o plano de vocês dois. 

— Tudo bem, Baek. Mas venha aqui mais vezes, ok? — beijou sua testa. — Yeol, o leve até a porta. 




— Não quer mesmo ficar, Baekkie? 

— Então você quer que eu fique?

— Só se você quiser, sabe. — enrolou um dos dedos em seu próprio cabelo cacheadinho enquanto olhava para baixo. Coisa que fazia sempre que estava envergonhado. 

— Oh, você é um amor, Yeol. Mas dessa vez não dá. — Aproximou-se e beijou a testa alheia com delicadeza. — Está tarde, entre. 

— Tudo bem. — suspirou. — Vou te ver na segunda, não é? 

— Sim. 

— Ok. Por favor não deixe de me mandar uma mensagem quando chegar em casa. — murmurou. 

— Eu prometo que vou mandar. — sorriu doce. 


Baekkie estava meio despreparado ao receber um abraço apertado de Yeol, mas nem por isso deixou de retribuir. Embrenhou os dedos longos no cabelo loirinho e com a mão disponível, apertou a cintura macia. 

— Você tem cheirinho de bebê, Yeol. 

— A Jin esqueceu o perfume dela aqui. E era tão cheiroso que não resisti. 

— Usou perfume de criança para ir em um encontro? — Gargalhou. 

— Eu queria causar um impacto, sabe? 

— Claro que queria, e conseguiu. — terminou o afago nos fios e desvencilhou-se dos braços alheios. — Irei para casa, agora. Nos vemos na faculdade. Tchau, Yeol. 

— Tchau, Baekkie. 





⋇⋆✦⋆⋇ 





— Bom dia, Kyungsoo hyung. — Chanyeol disse ao se aproximar do mais baixo. 

— Bom dia, Chanyeol. — suspirou. — Como foi com o seu namorado? 

— Eu já disse que o Baek não é meu namorado! — fez bico. 

— Porque você não quer. Ele te olha igual um bobo, Chanyeol. 

— Não fala assim dele. — murmurou. 

— Estou mentindo? Esse cara ta afim de você tem muito tempo. Não sei o que está esperando. 

Park resmungou. 

— Bom, de qualquer forma, sexta-feira você está livre? 

— Sim, por quê? 

— Me encontre naquela lanchonete que a gente costumava ir quando estávamos do médio. Pode ser? 

— Hm? Ok, Soo. Eu te encontro lá. 

Ao se despedir de Kyungsoo, encontrou Jongin perambulando pelos corredores. O estranho foi o fato do moreno estar tão interessado sobre o que Kyungsoo estava conversando com ele. Mas Chanyeol ignorou isso. Não parecia importante. 

A cabecinha confusa de Chanyeol começou a pensar em Jongin após aquilo. Bem, o moreno tinha total pose de macho alfa e atleta da escola, mas na verdade, Chanyeol o conhecia o suficiente para saber que o garoto não era nada parecido com isso. Jongin ao invés de passar seus dias malhando como os outros, ele dançava balé em uma academia de dança perto de casa. Ao invés de se interessar por basquete, Jongin sempre achou mais interessante passar as aulas de educação física, dentro da biblioteca. Uma vez, Kim confessou baixinho para Chanyeol que a vida que ele fingia levar perto dos outros, não era nem um pouco parecida com sua vida real. Ele não se importava em fingir, mas também não queria que soubessem sobre ele. Chanyeol se sentiu especial em saber que Jongin confiava em si daquela maneira. A amizade de Jongin significava muito para Park. Muito mesmo. 




.・゜゜・




— Preciso arranjar um emprego. — disse com convicção. 

— De onde tirou isso, Chanyeol? — Luhan que estava em seu lado, indagou. 

— Não sei, mas eu sinto que preciso. 

— Eu trabalho em uma doceria. 

— É legal? 

— Sim. O salário não é lá dos melhores, mas pra quem vive com os pais é um luxo, não é mesmo, Park? Se sua família te sustenta, de onde surgiu essa vontade de trabalhar? Você nem precisa. 

— Eu pareço um desocupado, Luhan. 

— Mas eu duvido que o senhor Park te deixe trabalhar. Não lembra do que aconteceu da última vez? 

— Eu tinha 15 anos quando pedi para trabalhar da primeira vez. Ele pode ter mudado. Ele achou que eu queria abandonar os estudos ou algo assim. — deu de ombros. 

— Bom, se você tiver sucesso, essa doceria que eu trabalho está precisando de um atendente. Posso falar sobre você, se quiser. 

— Você faria isso, Luhan? — perguntou com os olhos brilhando. 

— Sim, sorte sua que eu gosto de você. — brincou. 

— Obrigado, Lu! — abraçou o amigo. 




.・゜゜・




— Pai? — Chanyeol chamou enquanto jantavam.

— Sim? 

— Meu amigo Luhan trabalha em uma doceria, e ele me contou que, eles precisam de um atendente. Eu vou passar lá amanhã. 

— Desde que isso não atrapalhe você na faculdade, tudo bem, Yeol. 

— Por que quer trabalhar? — sua mãe perguntou. 

— Eu fico aqui o dia todo, sem nada para fazer... 

— Já pensou em fazer algum curso? 

— Tipo o quê? 

— Inglês. 

— Eu terminei o curso de inglês no ensino médio, pai. 

— Oh, certo. Eu me esqueci. Mas até onde eu sei você irá precisar cumprir o estágio obrigatório. 

— Ainda falta um ano. Você não confia em mim, pai? 

— Sim, mas você é um tantinho desastrado. — comentou. 

— Hey, isso não é verdade! 

— Seu pai está certo, Yeol. Mas você já está ficando velho, deve trabalhar. 

— Velho? Oh, que insulto! Se eu sou velho, imagine vocês dois! — deu a língua. 

— Park Chanyeol! — sua mãe arqueou a sobrancelha. — Ainda tenho o direito de te deixar sem sobremesa, vai arriscar? 

Chanyeol revirou os olhos e riu baixinho. 

— Não, senhora. 

— Ótimo. 




✧༺༻✧





— Bom dia, senhor Jung, esse é o amigo que eu te disse. O nome dele é Chanyeol. — Luhan apresentou. 

— Ah, sim. É um prazer, Chanyeol. Me chamo Jung hyuk. O Luhan irá te mostrar o lugar, tudo bem? Em seguida venha até minha sala para conversarmos. 

Park assentiu e sorriu, tudo estava se encaminhando. 




✧༺༻✧



— Oppa? — ouviu uma vozinha bonita lhe chamando. Olhou para baixo e viu Kyunhee sorrindo e ao seu lado, Kyungsoo. 

— Boa tarde, pequena. 

— Você trabalha aqui? — Kyungsoo perguntou surpreso. 

— Sim. 

— É uma novidade e tanto. — comentou. — O que quer, Hee?

— Um pedaço daquele bolo rosa. — deu um sorrisinho. — Oppa sua roupa é engraçada. 

— Acha mesmo? — Park olhou para o uniforme. Realmente era diferente do que estava acostumado a usar. 

— Sim, mas eu gostei. 

Chanyeol riu. 

— Vão querer mais alguma coisa? 

— Eu quero um pedaço de bolo de chocolate. — Kyungsoo disse. 

— Ok. — Chanyeol digitou no pequeno computador que havia ali para logo calcular os preços. — Apenas isso? 

— Sim. Hee, sente ali, ok? — mostrou o lugar para a irmã. — Tudo certo para sexta? 

— Acho que não. 

— Aconteceu alguma coisa? 

— Minha avó adoeceu. — murmurou.

— Oh, eu sinto muito. — entregou o cartão de crédito na mão de Chanyeol. 

— Acho que sexta, mamãe quer ir visitá-la. Não tenho certeza. — suspirou enquanto dava a máquina para Kyung digitar a senha. 

— Não se preocupe, vá. Se tudo ocorrer bem, nos vemos no sábado. 

— Tudo bem. 

— Onde sua avó está? 

— No hospital. 

— Se você for visitá-la, me chame. Gostaria de ir vê-la. Espero que ela fique bem. 

Chanyeol assentiu. 

— Seu pedido estará pronto em breve. — sorriu. 

— Tente não derrubar antes de chegar à mesa. — zombou. 

— Vou te ignorar. — fez beicinho. — Sente-se com a Kyun, eu vou fazer o meu trabalho. — brincou. 

— Quem diria, Park Chanyeol deu um tempo das HQ's dele para fazer algo útil. 

— Não fala assim. Estou sentindo falta das minhas preciosas. 

— Você não tem jeito, Park. — riu. 




✧༺༻✧




— Em uma escala de zero à dez, quais são as chances de você largar essa porcaria desse celular e prestar atenção em mim? — Minseok perguntou irritadíssima. 

— Desculpa, Min. — Chanyeol murmurou. — É que o Chul tava me contando uma novidade incrível. 

— Você conversa com seus amigos virtuais estranhos depois do trabalho, Chanyeol. Foco! 

— Ok, Minseok. — mandou um emoji triste para o amigo dizendo-lhe que estava ocupado e que mandaria mensagens depois. 


Minseok era a garota mais linda de sua sala. Olhos bonitos, lábios bonitos, cabelo bonito, corpo bonito e tudo mais. Chanyeol se lembra bem de quando seu pai a conheceu, foi um tanto desastroso pois o homem não sabia sobre a sexualidade de Chanyeol, então se mostrava tão feliz elogiando a suposta namorada do filho. Aquele dia foi tão vergonhoso. Seu pai não tem preconceito, de forma alguma, ele apenas estranhou no início. No final, Yeol se sentiu feliz pela aceitação dos pais. 

— Entendeu, Park? 

— Acho que sim. — murmurou. — Min, me perdoe. Eu estou distraído hoje. 

— Só hoje, Yeol? — ela suspirou. — Eu não queria ser ignorante com você, estou apenas estressada. Tudo bem? 

Park assentiu. 

— Acho que podemos dar uma pausa. — a garota sugeriu com um sorriso no rosto. 

— Como está as coisas com a garota que você disse?

— Oh, a Shin? Hm, vai bem eu acho. — murmurou. 

— Pensei que você e o Junmyeon estavam bem, mas do nada você apareceu com ela e…

— Eu ainda gosto do Junmyeon. Mas ele deixou bem claro que não quer nada sério. — suspirou. — A Jimin é legal, sabe? Eu não quero nada sério com ela, só preciso sair um pouco e ela pensa da mesma forma. 

— Você quer voltar com o Junmyeon? 

— Eu até gostaria. Mas o Jun é um cara "ocupado". 

— Ele magoou você? 

— De forma alguma. Ele foi tão gentil comigo, Yeol. Mas eu queria tanto ter algo sério com ele. 

— Por que você não chama ele para sair? Ele pode apenas ter medo de te decepcionar ou algo assim. 

— Você acha? Ai, Yeol. Não sei.

— Min, você sente saudade dele? 

— Principalmente na cama, Yeol. 

— Minseok! 

— Junmyeon fode muito bem. — ela mordeu os lábios e sorriu. — Aposto que tão bem quanto o Baekhyun, não é, Chanyeol? 

Park arregalou os olhos e sentiu o corpo todinho congelar. 

— Eu e o Baekhyun… eu nunca… Ele-

— Chanyeol você não me engana. 

— Nunca transei com ele, e nem com ninguém.

— Eu não acredito em você. 

— Problema é seu! — fez beicinho. 

— Park Chanyeol é um virjão, quem diria? — ela riu sozinha. 

— Eu te odeio, Minseok. 





✧༺༻✧





— Eu acho que aqueles dois seriam um belo casal. — Baekhyun disse enquanto recebia um carinho gostoso no couro cabeludo. Era Chanyeol. 

— Você acha, Baek? Acho que a Yoona combina mais com o Hyuk. 

— Yoona combina com os dois, mas ainda acho que fica melhor com o Chul. 

— A Yoona é tão bonita e legal. — Park suspirou. — Combina com todo mundo. 

— Fato. 

— Baekhyun? Você nunca sentiu atração por garotas? 

— Nada que tenha feito meu pau subir. — brincou fazendo Chanyeol o olhar incrédulo. — Tô brincando, Chan. Mas respondendo sua pergunta. Eu já gostei de uma garota, ou pelo menos achava que sim. Nunca foi minha praia. Garotos são mais interessantes, eu diria? Não sei. 

— Quem você acha que seria sua menina ideal, caso você fosse hétero ou bi. 

— Hm, com certeza a Tiffany noona. Aquela mulher é perfeita. E a sua, Yeol? 

— Acho que a Seungwan. — murmurou tímido. 

— Nossa veterana, Yeol seu safado! 

— Mas ela é linda. — suspirou. — Teríamos grande chances se eu não gostasse de homens e se ela não gostasse de mulheres. 

— Quem te disse isso?

— Ela mesma. Oh vidinha difícil. — murmurou. 

Baekhyun caiu na gargalhada. 

— Ok, Yeol. Pensei que seria a Minseok. 

— A Minseok? Cruzes. Aquela garota só pensa no Junmyeon e no quanto ele transa bem.

— Ela te disse isso? 

— Passou duas horas inteiras apenas falando sobre isso. 

— Você conversa sobre transas com suas amigas heterossexuais? Interessante. 

— Elas conversam. — corrigiu. — Não falo sobre coisas que não tenho experiência, Baek. 

— Se quiser ajuda. — piscou o olho direito fazendo Park revirar os olhos. 

— Estou oficialmente te ignorando. 

Baekhyun levantou a cabeça do colo alheio apenas para aproximar o rosto ao de Chanyeol. 

— Tá vermelhinho, Yeol. 

— Nem vem, Baek. — fez biquinho. 

— Ah, eu venho sim. — se aproximou mais ainda, e para piorar — ou melhorar— Chanyeol olhou para si, deixando os rostos bem próximos. Os lábios gordinhos de Park, estavam entreabertos, tão convidativos. Estava tudo certo, mas nem tudo são flores. 

— Então, Chanyeol. — Baekhyun nunca se sentiu tão frustrado ao ver um professor, nem mesmo em dia de provas. — Baekhyun. — acenou. 

— Senhor Im. — sorriu. — Posso lhe ajudar? 

— Oh, sim. Não queria interrompê-los. Mas estou precisando de um aluno alto para me ajudar com algumas coisas. — o senhor sorriu. — Poderia me ajudar? 

— Claro que sim, Senhor Im. — sorriu. — Nos vemos mais tarde, Baek. 





✧༺༻✧




Chanyeol estava meio acanhado ao se aproximar dos garotos mais a frente, porém não tinha tanto tempo a perder. Com as mãos suando dentro dos bolsos do moletom, Park se aproximou e timidamente reverenciou os caras que ao menos sabia o nome, exceto Kyungsoo e Jongin, claro. Eles eram altos e bonitos, Chanyeol se sentia no ensino médio novamente. 

— Oi, Soo. 

— Tudo bem? 

— Eu queria saber se você ainda vai visitar a vovó comigo. 

— Oh, sim. Vai agora? 

— Minha mãe já chegou. 

— Certo. — Kyungsoo pegou sua bolsa do chão e acenou para os rapazes. — Vamos, Yeol. 


Chanyeol levou Kyungsoo até o carro de sua mãe. Para Kyung, foi uma surpresa encontrar Byun ali no banco de trás, ora ele iria também? 

— Boa tarde. — cumprimentou. 

— Soo! — a senhora Park sorriu. — Está tão bonito, eu estava com tanta saudades de você. — ela se virou para ele e ganhou um beijo na bochecha. — Oh meus garotos, tão crescidos. Eu estou ficando velha. — resmungou fazendo Baekhyun rir. — Podemos ir? 

Os três assentiram e logo ela deu partida no carro. 




A visita foi um pouco triste. Infelizmente a avó de Chanyeol estava bem doente, o que fez o garoto chorar bastante no colo de Kyungsoo e de Baekhyun também. Mesmo que o médico tenha lhe garantido que a senhora ficaria boa, Yeol não conseguiu parar de chorar. 

— Hey, Yeol? — Kyungsoo fazia um carinho em seus cabelos. — Ela vai ficar bem, sim? 

— Não vai, Soo. Eu sei que não. — fungou. 

Baekhyun olhou Kyungsoo, os dois não sabiam o que fazer, nada estava alegrando Chanyeol. 

— E se eu buscar um doce pra você, hm? — Baek ofereceu. — Posso pelo menos ver um sorriso? Park olhou para Baekhyun e soltou um gemido choroso. — Uma água talvez? Você aceita? — limpou uma lágrima. Park assentiu e voltou a abraçar Kyungsoo, este que não deixou de lhe fazer carinho em momento algum. 



No final eles conseguiram arrancar pelo menos um sorrisinho de Chanyeol. Foi necessário um grande sacrifício já que o rapaz estava tão abalado. Mas nada que uma grande quantidade de carinho e apoio não ajude. 





✧༺༻✧




Kyungsoo aconselhou Chanyeol a ficar em casa no fim de semana, passar um tempinho com a família e coisas assim. Combinaram de se encontrar na próxima sexta feira, Do realmente queria conversar com o mais novo. 


Kyungsoo: Tá pronto, yeol??

Chanyeol: sim, eu já deveria ter saído, mas a mamãe disse que quer me levar de carro. Estou esperando ela achar as chaves. 


— Filho? Achei. 

Park sorriu e olhou para a mãe. 

— Chanyeol, você está tão lindo. Vai à um encontro? É com Baekhyun, certo? 

— Não vou para nenhum encontro. E irei com o Kyungsoo. 

— Hm, Kyung? Ok então. Vamos logo. 




Chanyeol estava contente, Kyungsoo lhe chamou pra sair. Foi isso certo? Seus planos namorar com Kyungsoo estava acontecendo mais rápido do que imaginava! Com um sorriso meigo no rosto, Chanyeol entrou na lanchonete. Seu sorriso morreu no momento em que viu Jongin ali. Jongin estava beijando Kyungsoo? Não pode ser. O peito de Park parecia estar se rasgando, e seus olhos encheram-se de lágrimas no mesmo momento. 

Então era isso. Certamente não seria hoje que Chanyeol arrumaria um namorado. Mas o Park não entendia o que Jongin fazia ali. Ele era seu amigo, então por quê isso? 

Quando Park pensou em dar meia volta e sair correndo, seu olhar cruzou com o de Kyungsoo, e com um sorriso bonito, Do o chamou para sentar-se com ele. 

Park não poderia estar mais triste. 

Talvez Jongin não seja tão seu amigo assim. 



Notas Finais


O nome do capítulo deveria ser, plot twist


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