História PRIMEIRO AMOR - stony fetus - Capítulo 12


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Palavras 1.638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá galera, eu sinto muito por esses dias que não atualizei, eu tentei escrever esse cap 3 vezes, uma ficou uma bosta, depois eu perdi e aqui está a terceira tentativa. Eu espero que vocês gostem.

Pfvvvv comentem e dêem favvvvvv isso me anima muitooooo

Capítulo 12 - Ele fez uma promessa


Steve sentia suas costas doer como se uma cavalaria tivesse passado por cima dele durante a noite. Talvez dormir em uma cadeira de hospital não tenha sido a sua melhor idéia. Enquanto ele se esticava tentando fazer todos os seus ossos voltarem ao lugar notou que Tony ainda dormia na cama ao lado. Ele parecia bem mais confortável, o loiro sorriu vendo o amigo com uma expressão serena enquanto pensava que podia nunca mais andar. Ele amarrava o tênis quando Tony despertou.

Tony: não acredito que ia embora sem se despedir. - o moreno mal havia aberto seus olhos mas o tom debochado em sua voz fez parecer que já estava acordado a horas. 

Steve: eu não acredito que você me pegou. - tirou os olhos dos seus tênis levando-os até Tony. - esse era o meu momento de amante fugitivo. - eles sorriram alto.

Tony: você tem que ir agora? - se arrumava na cama colocando as costas na cabeceira. 

Steve: eu vou passar em casa primeiro, depois vou pro colégio. - ele já estava de pé no lado da cama de Tony se preparando pra sair.

Tony: eu vou ter alta hoje. - o moreno não sabia mas essas palavras chegaram no ouvido de Steve como um "fica, por favor". 

Steve: prometo que antes de você ganhar sua liberdade eu chego aqui. - por mais que gostasse se saber que Tony desfrutava da sua presença, ele não podia deixar de ir.

Tony: veremos. - Steve ficou parado alguns segundos no lado da cama pensando na maneira ideal de se despedir. Ele estava estranhamente nervoso com o momento. Foi até a porta e antes de sair acenou com a mão. Deixando no rosto de Tony uma expressão confusa e um sorriso frouxo. 

O resto da manhã havia sido diferente para os dois, Steve tentava se acostumar com o assédio dos alunos, depois do jogo tudo tinha mudado. Garotas, bebidas, festas, mais garotas. Talvez o maior dos problemas que chegaram. Sem Tony lá, ele andava com os outros garotos do time, os mesmos garotos que forçavam ele a lidar com as garotas. Era tudo diferente, em um dia você tem um encontro que é interrompido por que seu amigo entrou em coma alcoólico, no outro dia você tá se esfregando com a mesma garota que você abandonou, em um beco pra provar alguma coisa pra alguns idiotas. O corpo dele gostava dos toques, dos beijos, mas sua cabeça estava em outro lugar. 

Quando Sharon começou a abaixar no meio das suas pernas Steve já sabia o que ia acontecer, sorriu ao lembrar da última vez que isso aconteceu com ele. E antes que o ato pudesse se concretiza e ele não pudesse mais pensar, decidiu parar.

Steve: Sharon. - segurou os braços dela na altura do pulso e a trouxe pra cima. - eu preciso ir embora. E-e... obrigado. - Steve saiu correndo com sua mochila na mão, havia feito uma promessa. 

Enquanto Steve tinha um fim de manhã agitado, Tony só esperava ansioso por sua alta. A enfermeira já conhecida entrou acompanhada com um médico que não se deu o trabalho de falar nada além de "você está liberado". Tinha cara de quem não dormia bem a semanas. A enfermeira pareceu um pouco mais preocupada. 

Enfermeira: você já pode sair, tem um homem te esperando. - estranhamente Tony sentiu uma sensação boa ao pensar que o homem seria seu pai. O que foi totalmente destruída quando viu o motorista da família sentado na sala de espera. Passou por ele em silêncio sendo prontamente seguido. O homem alto pediu pra ele esperar na entrada do hospital enquanto buscaria o carro. Tony concordou apenas com a cabeça e colocou seus fones de ouvido de volta. A música alta fazia ele não prestar atenção o suficiente, mesmo quando um homem vinha correndo em sua direção.

Steve: Hey, Tony. - disse alto colocando a mão no ombro do amigo, sua respiração era descontrolada fazendo seu peitoral suado na camisa subir e descer repetidas vezes.

Tony: steve. - disse surpreso. - acredita se eu disser que o seu rosto era tudo que eu queria ver agora? - o moreno não deixou de notar o sorriso aberto que estava no rosto do mais novo. - por que toda essa felicidade? - o mais novo deu uma pausa, ainda tentava controlar sua respiração.

Steve: eu corri muito achando que você já tinha ido embora, e olha, quase que eu não te pego. - antes que Tony pudesse continuar a conversa o carro com seu motorista parou no outro lado. Steve teve seu braço puxado por Tony em direção ao carro no outro lado da rua.

O homem em silêncio abriu a porta do banco traseiro para que os dois pudessem entrar, Steve mesmo não estando acostumado com aquele tipo de serviço seguiu Tony em seus passos até se ajustarem, o carro era espaçoso e tinha um cheiro incrível. O motorista deu partida e o corpo deles realaxados foram um pouco pra frente. Algumas ruas passadas e o carro parou em frente a um portão imenso, ficaram ali por alguns segundos até que o mesmo fosse aberto automaticamente dando entrada a um jardim com muitas árvores e nada além disso, quando desceram do carro Steve pôde observar que ali não havia nenhuma espécie de flor, era como se não deixassem elas crescerem. Seus pensamentos sobre flores e jardim foram rapidamente dispersados quando Tony tocou seu braço e fez um sinal com a cabeça o chamando pra entrar. O loiro seguiu-o até a entrada, a sala parecia maior que toda a sua casa, luxuosa e bem decorada, mas de alguma forma nem um pouco aconchegante, Tony viu o mais novo parecer perdido na imensidão do cômodo, ele olhava tudo como quem admirava os melhores e mais raros seres. Passou por ele e antes de subir as escadas chamou-o pelo segundo nome, sendo prontamente seguido. Steve subiu as escadas rápido o suficiente para poder alcançar o mais velho ainda entrando em uma porta. Seu quarto, presumiu ao ver roupas impedindo que o chão fosse visto, sorriu vendo-o cantando desesperadamente todas elas e as jogando no armário. 

Tony: desculpa por isso. - ele terminava de fechar o armário empurrando algumas das peças pra dentro. 

Steve: eu não me importo. - sorriu jogando uma camisa que acabara de encontrar jogada perto do seu pé.

Tony: não é sempre assim. - sorriu enquanto o mais novo passava seus olhos pelo quarto, diferente do que havia visto no andar de baixo o quarto de Tony apesar da bagunça o fazia se sentir bem.

Steve: eu vou acreditar em você. - o mais novo jogou suas costas na cama de Tony. - deita, você deve manter repouso. - pateu a palma da mão no lado da cama enquanto terminava a última frase com uma voz engraçada fazendo o moreno se jogar na cama gargalhando. 

Ambos deitados com as costas no colchão e encarando o teto, Steve passava um de seus braços atrás de sua cabeça. O silêncio não era incômodo, ambos apreciavam o momento. Mas Steve ainda sentia uma espécie de obrigação te forçando a contar o que houve na escola, aquilo não o fazia bem, mas contar para Tony depois da sua reação ao encontro com Sharon não parecia ser a melhor escolha.

Tony: como foi no colégio hoje? - "puta merda" foi o que Steve pensou quando ouviu a pergunta. Ele por acaso ler pensamentos? 

Steve: sem você é um saco. na verdade eu dei uns amassos na Sharon. - o loiro pausou alguns segundos esperando a reação do mais velho, mas não recebeu nada além de um uma encarada de dois míseros segundos. - eu não gosto dela... na verdade eu não sei de que eu gosto, mas eu não fiz por escolha, aqueles caras do Quill ficaram dizendo coisas sobre mim e então eu fiz. - nem Steve acreditou quando tudo saiu, ele não conseguira desabafar com ninguém mas aquilo saiu tão natural, era incrível como as coisas com Tony sepre era natural. 

Mesmo depois do desabafo de Steve o moreno manteu o silêncio, seu estômago se revirava só de imaginar a idéia de Steve e Sharon de agarrando. Mas por alguma razão não sentia raiva. 

Steve: não quero que você fique sem falar comigo. - o loiro não gostava da idéia de ser ignorado, ainda mais por Stark.

Tony: eu não vou. - seus olhos estavam fixados no teto, mas o tom da sua voz fez Steve a sentir profundamente.

O loiro guiou sua mão próxima a do mais velho, o suficiente pra que seus dedinhos se encostassem. Ele passeava devagar pela mão de Tony até encontrar a posição perfeita onde seus dedos se entrelaçaram. Aquela posição com as suas mãos unidas fazia o peito de Tony acelerar, agora Steve havia virado o rosto em sua direção e sua pele queimava. Quando os seus olhos se encontraram Tony podia jurar que o seu coração pularia pra fora do peito, era intenso demais. Steve estava calmo mas não graças ao seu alto controle, mas de alguma forma aquela proximidade depois do turbilhão de sentimentos que ele vivera nos últimos dias parecia ser a única certa. Ao contrário das últimas vezes que eles estiveram próximos o loiro era quem tomara uma iniciativa. Suas bocas estavam próximas mas não o quanto eles precisavam, Tony apertava a mão de Steve com firmeza como quem implora por mais contato. O mais novo soltou suas mãos e guiou a sua para lateral do rosto do moreno, acariciou com delicadeza, arrastando o corpo para que pudessem ter a proximidade que seus corpos tanto desejavam, o moreno segurou a mão de Steve que acariciava o seu rosto e seus lábios finalmente se tocaram, um selinho interrompido com um sorriso depois de ouvirem batidas na porta. "Não tinha hora melhor pra servir o almoço?" Tony gritava pra si mesmo mentalmente.



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