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História Primeiro amor 2 - Capítulo 22


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Capítulo 22 - O amor está no ar.


Fanfic / Fanfiction Primeiro amor 2 - Capítulo 22 - O amor está no ar.

Antônio foi quem a pegou no colo e a levou para dentro de casa.

Já no quarto sua mãe  ficou o tempo todo ao lado dela.

- O que está acontecendo com ela Bia?

- A Helena não está se alimentando direito.

- Meu Deus do céu, minha filha está tão pálida e magra. O que fizeram com ela meu Deus?

Antônio tentou acalmar os ânimos.

- Vocês duas precisam ficar calmas, seja o que for que aconteceu, não é o momento de falarmos disso.

Víctor concordou com seu pai e surpreendeu a Alice e Antônio com seu comentário.

- Tem razão, a Helena precisa descansar, é muita emoção para uma mulher grávida em dia só!

Alice ficou de boca aberta.

- Minha filha está grávida?

Bia explicou a mãe a situação.

- Sim, a senhora vai ser vovó, de dois lindos bebês!

- Meu Deus, hoje só pode ser o dia das notícias boas.

Antônio ficou todo bobo também.

- Eu vou ser vovô meu filho?

Disse Antônio ao tocar o ombro de Víctor.

- Sim pai, vai!

Antônio começou a sorrir atoa.

- Estou até emocionado!

Todos estavam sorrindo entre si, ambos com lágrimas nos olhos. Víctor acariciava os cabelos de Helena.

- Acho que minha irmã precisa descansar.

Manuel concordou com Bia.

- Também acho! 

- Vamos buscar as bolsas Manuel?

- Vamos sim!

Os dois saíram do quarto, Alice também saiu, resolveu fazer algo para Helena comer quando acordar. Antônio foi com ela, deixando apenas Víctor no quarto. Ele com dificuldades saiu da cadeira de rodas e se deitou ao lado dela, a abraçou.

- Nada e nem ninguém vai nos separar, nunca mais, meu único amor!

Ele deu um beijo na testa dela. Ela acordou ainda abalada com tudo o que havia acabado de acontecer.

- Víctor..

- Meu anjo, não queria te acordar.

- Eu tive um sonho..

Ela achava que tudo não havia passado de um sonho.

- Ah é, como foi?

- Eu sonhei que a Bia e minha mãe já sabia de tudo, que a gente se abraçou forte e choramos muito de saudades.

- Minha linda, isso não foi um sonho. Sua família e a minha finalmente estão juntas e seremos felizes 

- Então era real?

- Sim meu bem.

Ela começou a chorar.

- Fica calma amor, está tudo bem! Agora está tudo bem!

Ele a abraçou.

- Meu Deus Víctor, parece um sonho.

- Não é minha linda, mais você precisa ficar calma, pelos nossos bebês.

Ela colocou a mão na barriga.

- A Bia te contou?

- Sim, foi a uma das notícias mais lindas que já recebi. 

- Você ficou mesmo feliz?

- Como não ficaria? Vou ser pai de belos bebês da mulher que mais amo nessa vida!

- Eu te amo Víctor! 

Dessa vez ela o abraçou forte.

- Estou muito emocionada, não consigo parar de chorar!

- Deixa eu enxugar as suas lágrimas.

Ele enxugou as lágrimas dela com suas mãos.

- Não chore mais, a partir de hoje é vida nova para todos nós!

- Graças a Deus! 

Os dois se beijaram.

- Eu vou cuidar de você todos os dias das nossas vidas!

- E eu de você meu amor!

Até que em fim as coisas começaram a se acertar para os dois.

Ao buscar as mochilas, Manuel tomou a liberdade de pegar na mão de Bia.

- Que ousadia é essa homem? Oxe!

- A ousadia de um homem apaixonado!

- Ah é, por quem?

Bia se fez de desentendida.

- Por você. Por quem mais seria?

- Sei lá, vai que você arranjou uma camponesa enquanto esteve aqui sozinho.

- Jamais optaria para outra garota, desde que te vi pela primeira vez eu já me apaixonei, não precisei mais proucurar pelo amor, ele estava lá na minha frente e tinha o teu sorriso e seus olhos.

Bia sorriu.

- Isso é uma declaração de amor?

- Sim, um pedido de namoro também.. 

Ele viu uma flor, pegou em mãos e deu a ela.

- Bia Urquiza, aceita ser minha namorada? 

- Manuel..(risos). 

- Nisso amor será tão grande quanto dos nossos irmãos, só que ao invés de gêmeos, teremos quadrigemeos. 

- Tá amarrado! (Risos) Um está muito bom!

- Então quer dizer que você aceita?

Ela pegou a flor da mão dele.

- Sim, eu aceito ser uma Gutiérrez!

Manuel ficou muito feliz com a resposta dela, logo em seguida os dois deram um beijo.

- A natureza é testemunha do nosso amor!

- Fala não, que com a sorte que você anda tendo é bem capaz de cair um raio em você,  com o céu limpo! (Risos).

- Ah, é assim?

Manuel sorriu e tentou dar mais um beijo nela, só que ela correu. Os dois ficaram correndo um atrás do outro, na maior alegria. Antônio ficou olhando na janela da cozinha.

- Olha lá os nossos filhos, como está felizes!

Alice estava atenta ao fogão, estava fazendo uma sopa.

- É, a Bia gosta do seu filho!

- Percebe?

- O que?

- Nossos dois filhos estão juntos! 

- Você quis dizer quatro, não é?

- É sim, me perdi nos cálculos. Matemática nunca foi meu forte!

- Deu para perceber.

- Mas eu estou muito feliz, agora vamos viver como uma família de verdade, o Víctor e a Helena, o Manuel e a Bia e..eu e você!

Alice se fez de desentendida.

- Eu e você? Não entendi essa sua linha de raciocínio.

- Alice, eu não esqueci aquele beijo que nós demos a anos atrás.

- Então sua memória não está tão boa assim, pois a gente não se beijou, você que roubou um beijo meu é diferente!

- Que seja, mais o fato é que eu não esqueci.

- Deveria ter esquecido.

- Você não acha que devemos nos dar uma oportunidade? 

Ela parou de cozinhar e  chegou perto dele.

- Onde você quer chegar com isso?

- Quero muito ser feliz ao seu lado. Formar uma grande família, com nossos filhos e nossos netos.

- Está realmente falando sério?

- Sim, eu gosto de você Alice.

Antônio segurou nas mãos dela. O clima estava desenhado, só que Alice fugiu.

- Eu vou levar a sopa para minha filha. 

Alice pegou um prato, lavou e colocou um pouco da sua sopa. Antônio ficou olhando, se sentiu ignorado.

- Depois conversamos!

Alice se retirou.

- Pelo menos isso!

Reclamou Antônio consigo mesmo.

Alice levou a sopa para sua filha, no quarto.

- Com licença!

Helena sorriu ao ver a mãe.

- Mãe!

- Minha filha linda!

Alice se sentou do lado da filha e de Víctor, as duas se abraçaram entre lágrimas.

- Te amo tanto minha mãe.

- Também filha, você não tem idéia da dor que senti no dia que você sumiu.

- Me perdoa mãe, não queria te fazer sofrer.

- Tudo bem filha, o importante é que você está bem, e eu fiz uma sopa para você comer. Quero que meus netos nasçam saudáveis.

Helena sorriu.

- Mãe..

- Bem, acho que estou sobrando.

Disse Víctor percebendo que o momento era só das duas.

- Que nada Víctor. Graças a você agora tenho minha filha de novo aqui. Muito obrigada!

- Que nada, eu não fiz mais que minha obrigação como noivo da Helena, tenho que assegurar que ela esteja sempre em segurança.

- Então vocês estão noivos?

Helena mostrou o anel a mãe.

-  Eu fico muito feliz por vocês dois, por esse amor ter permanecido mesmo com o tempo.

Helena brincou.

- Não tem como o Víctor me esquecer, afinal eu sou única!

Sua mãe concordou.

- Errada não está não.(risos).

- Na minha vida é sim, a única que eu amo e vou amar eternamente. 

- Ah Víctor..

Ela segurou nas mãos dele.

- Bom, vamos comer minha filha, quero você bem para podermos fazer aquela reunião em família mais tarde.

- Com certeza, vou comer tudo, pois nada se compara a sua comida mãe. Senti muita falta.

Víctor riu.

- Ah bom, achei que teria que te dar comida na boca.

- Não vai ser necessário senhor Víctor, hoje estou com bastante fome. Sabe o que eu queria comer também?

- Fala filha, se estiver ao meu alcance.

- Queria comer cajá. 

Até Víctor estranhou o desejo dela.

- Cajá? 

- Sim, será que por aqui tem?

Víctor e Alice se olharam, ambos não sabiam onde achar a tal fruta. Víctor nem sabia que fruta era essa.

- Bem filha, vamos tentar achar, mais antes você precisa se alimentar bem.

- Está bem mãe.

Helena pegou a sopa em mãos e com calma começou a se alimentar.

Bia e Manuel chegaram de mãos dadas no quarto.

- Olha quem acordou gente!

Disse Bia sorrindo ao ver a irmã bem.

- Bia, vem cá, quero te dar um abraço.

Bia se aproximou de Helena e as duas se abraçaram.

- Minha maninha linda! 

Bia deu um beijo no rosto da irmã.

- Como você está Helena? 

- Estou bem, nunca me senti tão mimada, como estou sendo agora.

Alice respondeu.

- É por que essa família te ama muito.

Manuel sugeriu.

- Abraço coletivo?

Todos concordaram com um sonoro "sim".

Todos abraçaram Helena, quase retornaram a sopa toda.

Antônio apareceu na porta e ficou só olhando. Alice o chamou.

- Junte- se a nós Antônio!

- Não obrigado..

Alice levantou e puxou ele pelo braço.

- Larga de ser frio homem, vem cá!

Todos estavam muito felizes, uma família grande e unida estava nascendo.

Já na cidade, bem longe..Celeste e Maycon conversavam sobre os problemas dela.

- Eu não gosto desse momento, em que tenho que ir para casa.

- Ah é, por quê? 

- Minha mãe, vive implicando comigo, diz que antes eu era um bom exemplo, que agora eu me perdi.

- Caramba, você está aqui na minha frente, como se perdeu? (Risos).

Celeste sorriu.

- Eu sei que a coisa é seria, mais você não pode se abater por isso.

- Como não, é a minha mãe.

- Eu sei, mais ela não falou por mal. As vezes os pais sentem que perderem o controle sobre nossa vida, então acabam em uma tentativa desesperada dizendo coisas sem pensar. Mais não falam isso por mal.

- Mais isso dói. 

- Sim, eu entendo. Já ouvi muito essas coisas dos meus pais. Mais voltando a você, por que mudou de estilo?

- Ah, cansei! Eu era boazinha o tempo todo, e só levava a pior. Era zoada, pisada pelo pessoal da sala. Só depois que me juntei com a Mara que passei a ser respeitada.

- Entendi. Mais você se sente bem assim?

- Sei lá, acho que sim!

- Entendi.

Ao chegar no portão da casa dela, os dois pararam frente a frente.

- Também tem outra coisa que está me incomodando.

- O que é? 

- Eu estou afim de um menino, faz pouco tempo, só que eu não tenho coragem de falar com ele.

- Bem, o melhor é você ser sincera e contar a verdade. Quem sabe ele não sinta o mesmo por você?

- Você acha?

- Sim, é o melhor a fazer.

Celeste respirou fundo e decidiu falar a verdade.

- Está bem, Maycon, eu estou apaixonada por você!

Ele tomou um baita susto, nem sabia o que dizer. Foi uma baita surpresa.

E aí, será que rola esse casal?

Ja Thiago se deu por si do sumiço de Ana, então ficou louco, achando que Jaime e Sônia haviam feito algum mal a ela.

- Onde está a Ana?

Thiago foi até a piscina questionar eles.

- Como, ela não está no quarto?

Sônia pareceu preocupada.

- Não! 

Ambos saíram da piscina(Sônia e Jaime) e foram proucurar por Ana, mas ninguém a achou. Resultado, Thiago ligou para a polícia sem que eles vissem e denunciou os dois! A Polícia prendeu os dois. Thiago ficou arrasado com o sumiço da amada. Coitado!

Por volta da tarde a família se reuniu em frente a casa. Tiraram fotos e muito mais. Bia e Alice não se desfrutava de Helena um minuto. 

- Esse lugar é muito lindo!

Helena estava admirada com a paisagem e o por do sol.

- Sim, o Manuel é muito lindo!

Bia estava admirada com Manuel, que estava com Víctor tirando foto.

- Ah, o Manuel né.. 

Helena e Alice riram.

- Eu disse Manuel? Eu quis dizer a tarde.

- Ah claro! Eu te conheço filha.

- Tudo bem, vou dizer a verdade. Eu e o Manuel, estamos namorando.

Helena amou a notícia.

- Que?

Alice já sabia, pois Antônio havia falado que eles estavam juntos, aquela hora na cozinha.

- Eu já sabia.

- Ah mãe.. Como a senhora sabia, se eu comecei a namorar hoje?

- O Antônio viu vocês dois juntos hoje cedo e me falou.

Helena e Bia estavam desconfiadas.

- Ah o Antônio!

- O que foi? 

Bia mandou logo a pergunta.

- Mãe, o que a senhora acha do Antônio?

- Eu não acho nada, ele é um homem frio e estranho.

Bia e Helena se olharam.

Bia fez o seguinte comentário.

- Quem sabe um grande amor não quebre o gelo?

Alice não gostou nada do comentário.

- Eu não, ele não faz meu tipo! 

Alice resolveu mudar de assunto.

- Bem, vamos mudar de assunto! Como você está Helena?

- Eu estou muito bem, um pouco enjoada..

- Normal, os primeiros meses são assim mesmo filha.

- Estou percebendo.

Bia estava toda boba.

- Em breve nossa família vai crescer, vamos ter que comprar uma casa maior.

Helena não sabia que eles ficariam ali.

- Nos vamos morar aqui agora?

Bia respondeu.

- Sim, pelo menos até tudo se acalmar na cidade.

- Aí Bia! E seus estudos?

- Não se preocupe comigo, o importante é estarmos todos bem e felizes!

Alice concordou.

- Verdade!

Ambas sorriram. Alice beijou Helena e em seguida beijou Bia. O clima estava ótimo entre elas. Já Antônio fez um café e ofereceu a todos em uma bandeja, só Helena que não bebeu. Ao oferecer Víctor, ele acabou deixando o café cair no colo dele. 

- Nossa! Como queima.

- Me desculpa filho, não quis te machucar.

Manuel se tocou de um detalhe. 

- Você sentiu dor nas pernas?

- Claro! Um café quente caiu em cima delas, como não iria sentir?

Manuel sorriu.

- Perai eu senti as minhas pernas..

Víctor se deu conta que estava recuperando a sensibilidade das pernas.


Notas Finais


Eitah??


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