História Primeiro Raio de Luz - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Falierux, Luz, Primeiro, Raio
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Palavras 373
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LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Sobrenatural

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Primeiro Raio de Luz



  Andando por um caminho asfaltado da cidade grande, em uma madrugada na qual ouvia-se apenas os poucos pássaros ali presentes dialogando entre sí, ela dirigia-se a algum lugar. Destino incerto, no qual nem mesmo ela sabia, apenas seguia á caminhar.


O intrigante é que seus pés encontravam-se nús. Na verdade, isto nem seria o mais relevante; Não lembrará-se de como chegou ali, entretanto isso parecia não lhe importar tanto quanto deveria.


Sentia-se pesada, todavia, prosseguia colocando um pé frente do outro. Parecia que quanto mais aproximará-se de seu destino mais leve ficava.


Logo não via-se mais prédios nem casas, a grama e a terra tomaram o lugar das calçadas. O céu, antes cheio de nuvens em tons negros de cinza, agora jazia decorado com estrelas de brilho singular.


De repente, um nevoeiro de origem desconhecida começará a envolver-la, e parecia que prosseguia durante quilômetros á sua frente. Seus pés, que antes sentiam um piso áspero, agora andavam sob um solo fofo e úmido, no qual deixava seus rastros.


Seguiu atravessando toda essa neblina, chegando a um campo de coloração viva. Ainda havia rastros de nuvens que desceram ao solo, porém isso não lhe impedia de olhar para o céu, o qual encontrava-se por clarear. Entretanto, de repente, ouvia-se atrás de sí vozes. Vozes desconhecidas, mas que chamavam-lhe a tornar seu caminho.


Ela negava-se a voltar, e por mais alto que suplicasem as vozes, nada lhe faria mudar de ideia. Sentia-se leve como uma pena, era como se pudesse flutuar a qualquer momento. Uma paz interior tomava-a por inteira, ao mesmo tempo que uma adrenalina parecia percorrer todo seu corpo por seus vasos sanguíneos.


Quando deu-se por sí, já estava correndo em direção ao horizonte, onde começará a surgir o sol com seu primeiro raio da manhã. Quanto mais perto, maior eram as sensações que lhe invadiam. A leveza, a paz…


Corria e corria, e o sentimento de liberdade lhe invadindo. Nada vivido em sua vida comparava-se. Nunca sentira-se tão viva.


E foi naquele primeiro raio de luz do amanhecer no qual elas desfei-se, levada com a brisa do Outono.


Tarde daquela manhã passava-se o noticiário de forma costumeira, e com sua primeira manchete despertava os cidadãos:


 “Mulher encontrada morta em estrada nesta madrugada


Notas Finais


Bom, foi isso. Meio "trágico", mas espero que tenham gostado :'''3


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