História Primo Jimin (kookmin) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Jeongguk, Jimin, Jungkook, Kookmin, Vmin
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Palavras 873
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


qualquer coisa, me diga nos comentários.

se tiver erros também, os ignore por favor.

se divirtam : )

Capítulo 1 - Comendo o rosto um do outro


   É, nós – eu e meu primo – já estávamos nos amassos a um bom tempinho. Eu não vou ficar enrolando aqui, 'pra contar com detalhes sobre como chegamos até esse ponto, vou apenas dar uma resumida rápida nessa bela coisa, chamada "incesto". Na verdade eu nem sei muito bem se seria isso mesmo, ou se a regra só vale com os irmãos ou pais, mas para minha família, podem ter certeza que era uma das coisas mais graves que alguém poderia cometer, o famigerado pecado.

Então, "pecado", eu sabia que era. Se eu ligava 'pra isso, ai já eram outros quinhentos. 

Querer pegar o carinha gostoso, que antes não era tão gostoso assim é uma tentação. Sim, aquela velha história de que a carne é fraca. 

 Ô se era

Ainda é.

 Digamos que resistir a um pedaço de carne bem passada – 'pra mim – era uma tarefa um pouco complicada, ainda mais se o pedaço de carne fosse da minha própria família.

 Ai o meu coração não aguentava. 

Seria mentira dizer que meu irmão não sabia dessa coisa pecaminosa chamada pegação entre parentes, mas ele se fazia de sonso, fingia que "nunca nem viu" e isso era ótimo 'pra mim.

 Bom, o meu priminho era sim uma tentação difícil demais 'pra alguém como eu resistir, ainda mais com as provocações da parte dele que eram numerosas e bem certeiras em atingir meu psicológico.

 E eu vou dizendo: "Adeus sanidade."

 Mas aqui está a dúvida cruel: 

 "Ele beijava bem?" – Você me pergunta. 

 Eu preciso mesmo responder? – Te pergunto de volta. 

 É, meu primo levava jeito 'pra coisa. Sem dúvidas ele beijava maravilhosamente bem. E bom, ele nunca reclamou do meu beijo, provavelmente eu beijo tão bem quanto ele, se bobiar até melhor, obrigado por perguntar. – Adicione a sua leitura um pouco de ironia nessa ultima parte, 'vlw, flo

 Eu acho que vocês querem saber sobre como tudo começou. Então, lá vamos nós.

 Tudo de uma forma bem clichê, digamos. Pois estávamos eu, meu irmão e o garoto tentação na casa dos meus país assistido a um filme. – Tal que nem me lembro mais qual era, já que se passou anos desde o ocorrido –  Nós estávamos no mesmo sofá – eu no meio dos dois – tudo na mais perfeita ordem, até um acidente – mais correto dizer incidente – acontecer em pleno minutos iniciais do filme. Tal incidente contava com uma mão em minha coxa, uma respiração batendo em meu rosto e uma voz sussurrando bem perto do meu ouvido.

 "Sussurrando?" – Vocês me encaram e indagam curiosos. 

 Sim, sussurrando. – Eu sano o questionamento, com um sorrisinho nos lábios, vulgo moon face. 

 Se esse sussurro afetou minhas reações e influenciou minhas ações depois daquilo? Vocês podem ter certeza que sim.


 Ele sussurrou nada mais nada menos que: "Gatinho, pega pipoca 'pra gente." 

 Meu Deus, vocês tem noção do quanto aquilo fez o meu coração acelerar? Do quanto aquilo me arrepiou?    Gente, era o meu primo maravilhoso que estava em jogo, na verdade jogando comigo. Não tenham dúvidas de que mesmo sendo, até então, pipoca o que ele queria, ele falou o que eu, Jeon Jeongguk, gostaria de ouvir. Pois ver filme sem pipoca não é ver filme, não é mesmo? 

 Agilizando tudo 'pra parte que interessa de verdade, a hora onde a chama que sobe, sobe; onde as coisas começam a ficar mais atrativas; enfim, a parte da boca com boca. 

Pois então, foi mais ou menos assim:

 Meu irmão tinha ido ao banheiro – clichê – e sobraram eu, o sedento por um cara que era uma delícia, e o dito cujo, naquela sala que era iluminada por um abajur com uma luz amarelada. Um perfeito lugar e clima 'pra rolar alguma coisa. 

Foi tudo muito rápido, já que queríamos aquela coisa de que perigoso é mais gostoso, então assim que ouvimos a porta do banheiro bater nos atracamos. Sim, atracamos. 

 É vergonhoso lembrar e falar disso agora mas na época eu me gabava para meus amigos e outras primas que assim como eu tinham a vontade de dar uns 'pegas no carinha que naquele momento estava comigo, beijando a minha boca. 

 Bom, o beijo foi um beijo normal de língua, com bastante língua. O que a gente gosta, com pegada, passada de mãos em todos os lugares permitidos possíveis. Éramos adolescentes com os hormônios a flor da pele, queimando desejo por dentro, era difícil não imaginar que uma hora ou outra eu cometeria essa loucura.

Foi uma coisa de louco e confesso, a coisa só não evoluiu para algo mais pois meu querido irmão voltou poucos minutos depois e nos pegou no flagra,  riu da nossa cara e disse que aquilo não era um beijo e sim duas pessoas imaturas tentando comer o rosto um do outro. 

Acabou com a graça do momento.




 Certamente eu tive sérios problemas  por causa das minhas ações tão impensáveis cometidas naquela época, mas como eu já disse, eu não ligava e hoje em dias as coisas não são muito diferentes.

Infelizmente, eu e Park Jimin não temos mais contato e por escolha do destino eu estou solteiro, largado na rua da amargura e completamente ferrado na vida, enquanto ele está super feliz, aparentemente, com seu novo namoradinho influencer, Kim Taehyung. 

Triste, mas acontece. 


Notas Finais


tchaaaaau


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