História Prince of China - Capítulo 5


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lady Camille Belcourt, Lilith, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Robert Lightwood
Tags Alec, Magnus, Malec
Visualizações 61
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Musical (Songfic), Policial, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amorecos , todos bem?
Aqui vai mais um capítulo.
Espero que gostem.

Capítulo 5 - A pipoqueira demoníaca


Fanfic / Fanfiction Prince of China - Capítulo 5 - A pipoqueira demoníaca

Estava jogado sobre minha cama quando ouvi as batidas em minha porta, logo em seguida dois rostos familiares surgiram dando sorrisos amáveis pra mim.

- Podemos entrar Alec? – meus irmãos perguntaram.

- Claro. – respondi me endireitando sobre a cama, abrindo espaço pra que Izzy e Jace se acomodassem ali também.

- Ei mano, está tudo bem com você? – meu irmão perguntou com cautela.

- Sim, por que não estaria? – respondi tentando soar despreocupado.

- Não sei, desde que chegamos da casa do garoto Bane você está trancado aqui nesse quarto. – Jace disse me encarando.

- Se foi a respeito daquele inconveniente na festa, sabe que não fico zangada de verdade com você. – Isabelle me garantiu sorrindo.

- Eu não devia ter perdido o controle. – disse simplesmente. – Imagine se eu tivesse machucado aquele garoto. Nosso pai me mandaria direto pra casa dos nossos avós em Nova Iorque e jamais deixaria eu o ajudar de novo.

- Sabe que por mais que ele não admita, por mais que ele fale por aí que se sente um péssimo pai por nos envolver nos negócios dele, ele sente orgulho de como você é bom em proteger as pessoas, em nos proteger. – Isabelle disse carinhosa. – Então pare de se preocupar com isso Alec. Tá bom?

- Tá certo! Vai ver só estou cansado e com um princípio de ressaca. – disse dando um meio sorriso. – Amanhã é domingo, o que acha de nos fazermos como quando eramos mais novos? – perguntei.

- Eu vou buscar meu travesseiro. – Anunciou Izzy animada já saindo porta a fora. 

- Então eu vou pra cozinha fazer pipoca. – Jace me falou saindo também. E eu soltei um suspiro.

Devo confessar que em alguns momentos eu me pego sentindo saudade de quando eu tinha uns nove, dez anos. Tudo era mais simples, qualquer coisa me deixava contente e satisfeito, as responsabilidades não eram de fato minhas, por que meus pais sempre estavam ali pra consertar os erros que eu cometia. Mas agora, eu sou responsável pelos meus atos, eu mesmo tenho que consertar meus erros, o único problema era que alguns eu não fazia ideia de como consertar.

Involuntariamente meus pensamentos voltaram pra aquele quarto na mansão Bane, onde mais cedo eu fui manipulado pelos olhos esverdeados e gatunos daquele garoto. O quase beijo não era o que havia me deixado irritado, mas sim a maneira como ele me deixou sem ação, como se eu fosse a presa de um felino que encurralava o seu jantar.

- Droga... – resmunguei pra mim mesmo quando a sensação fantasma dos lábios dele quase tocando os meus apareceu.

A raiva ficou maior quando me lembrei dele se afastando e rindo debochado da minha cara e eu só conseguia me perguntar uma coisa “como aquilo foi acontecer? , “ como eu fui ser tão burro?”, estava na cara que ele só estava me testando e se divertindo as minhas custas.

- O que nos vamos fazer? Ver filmes? Maratonar alguma série? Contar fofocas? – Isabelle entrou no quarto sem bater me tirando dos meus devaneios.

- Podemos esperar o Jace pra decidirmos.

- Não precisam mais, eu já voltei e já vou avisando que preciso de ajuda pra arrumar a bagunça na cozinha.

- Mas você só foi fazer pipoca! – falei incrédulo com a capacidade do meu irmão em fazer desordem.

- Você já usou uma pipoqueira chinesa? Ela parece estar possuída, voou pipoca pra todos os cantos, menos pra dentro da tigela. – Jace explicou e começou a rir, só pude seguir seu riso contagiante e afastar meus pensamentos daquilo que me incomodava. Afinal eu ainda tinha o domingo, antes de encarar Magnus de novo.

A nossa pipoca não durou nem a metade do primeiro filme, Isabelle havia decidido ver A Saga Crepúsculo toda em sequência. Devo admitir que eu mais cochilei do que assisti os dois últimos e somente acordava quando minha irmã e meu irmão decidiam brigar por que Jace estava fazendo chacota com o tal do Edward.

- Ele queria proteger ela de toda essa loucura sobrenatural, pare de rir dele Jace. – Izzy resmungava fazendo com que eu risse das tentativas dela em acertar nosso irmão com seu travesseiro.

- A para ... esses lobisomens e vampiros não botam medo em ninguém... só pode ser piada! – Jace retrucava claramente implicando com a pobre Isabelle.

- Jace por favor pare de implicar com a Iz... você sabe que ela adora esses filmes.

- Mas se eu não implicar com ela o que vou fazer enquanto o filme não acaba Alec?

- Sei lá... dormir? Eu ao menos já dei uns cochilo maravilhosos, devia tentar. – admiti rindo.

- Vocês são dois idiotas, sabiam? – Izzy ficou irritada e desligou a televisão, se acomodou na minha cama e ficou quieta.

- Ei... não vai dar boa noite sem educação?

- Boa noite idiotas... – disse ela tentando parecer brava mas logo em seguida riu.

- Vem Jace, cabe você aqui do outro lado... – comentei .

- Você quer me usar de travesseiro humano, isso sim... eu vou ficar do outro lado. Chega pra Isabelle. – Jace disse empurrando nossa irmã pro meio da cama.

- Então tá. Boa noite, amo vocês. – declarei e me virei de lado, logo voltando a dormir agora mais profundamente.

No domingo nos acordamos depois da uma hora da tarde, dado o fato de termos ido dormir lá pras três da madrugada, mas pro meu alívio não tínhamos muito o que fazer além de ajeitar os nossos quartos, guardamos nossos uniformes escolares e fazermos os trabalhos passados durante a semana. Como ainda não havia escurecido eu decidi sair pra correr um pouco, coisa que eu não havia feito naquela semana ainda.

Enquanto me exercitava ficava imaginando o que poderia acontecer no colégio no dia seguinte, se Magnus havia contado a alguém sobre ele ter me prensado na porta e eu ter agido de maneira nervosa, ao invés de afasta-lo. Não que eu escondesse de alguém que eu gostava de garotas e de garotos, mas eu sempre preferi ser reservado quanto a isso. E se o garoto decidi contar por aí e acabar me constrangendo?


Teria que pagar pra ver e me preparar pra seja lá o que fosse.


Notas Finais


O que será que esse garoto tá aprontando pra cima do nosso Alec?
Aí aí aí Magnus Bane...


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