História Prince of China - Malec fic - Capítulo 6


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lady Camille Belcourt, Lilith, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Robert Lightwood
Tags Alec, Magnus, Malec
Visualizações 87
Palavras 1.689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Musical (Songfic), Policial, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei minha gente...
Já peço de antemão, não me matem...

Aproveitem .

Capítulo 6 - Jie Framboesa


Fanfic / Fanfiction Prince of China - Malec fic - Capítulo 6 - Jie Framboesa

Era segunda feira de manhã e eu saí da cama com certa relutância, mas mesmo assim tomei meu banho, me arrumei e desci rumo a cozinha atrás de algo pra comer. Só então cheguei a conclusão de que jamais devia ter saído do meu quarto.

Dei de cara com minha mãe chorando na cozinha, enquanto meu pai passou por mim sem olhar pros lados. Era mais do óbvio que mais cedo ou mais tarde todas as mudanças, riscos e temores cobraram seu preço, mas minha mãe sempre parecia pagar o mais caro deles, já que por mais que fosse admissível e até mais sensato, ela não se perdoava por deixar Maxwell, meu irmão de oito anos com nossos avós em Nova Iorque.

- Oi mãe... – falei me aproximando e dando um beijo no topo de sua cabeça. Ela passou as mãos no rosto, claramente tentando disfarçar que chorava.

- Bom dia querido, quer um pouco de café? – ela me questionou e seguiu até a cafeteira.

- Quero saber se a senhora está bem? – perguntei olhando-a recortada na pia.

- Estou sim querido, não se preocupe com isso. – ela me garantiu. Mas não conseguia acreditar nela.

- Se o papai disse algo que a magoou me conte.

- Fico grata pela sua preocupação Alec, mas adultos brigam o tempo todo, não devo e não vou esquentar sua cabecinha com isso. Agora por que não apressa seus irmãos, vocês irão se atrasar.

- Tudo bem... mas se precisar estou a disposição. Tá bom? – disse a abraçando antes de sair em direção ao andar de cima atrás dos meus irmãos.

Por mais que eu não quisesse sair e deixar minha mãe sozinha em casa remoendo suas decisões, lá estava eu entrando no local onde futuras torturas provavelmente teriam seu início, já que eu esperava olhares estranhos e até debochado sobre mim, mas pra minha surpresa eles não vieram. Pelo contrário, muitos dos colegas que havia feito nos últimos dias me dando oi e acenos de cabeça. Estava tudo na mais perfeita normalidade.

- Zǎoshang hǎo Alec... – ouvi uma voz feminina atrás de mim dizer, virei pra encarar a dona da voz e pra minha surpresa era aquela linda chinesa ruivinha da festa da piscina.

- Zǎoshang hǎo ... – disse fazendo uma pausa, esperando que ela se apresentasse.

- Jie... me chamo Jie. – disse ela me dando um sorriso amplo e gentil. – Vi você na casa do Bane, mas quando pensei em ir conversar com você não te encontrei.

- Eu tive um imprevisto e precisei ir embora. – menti, obviamente e por alguma intervenção divina ela é a grande maioria das pessoas não me viram estrangulando o Magnus. – Mas enfim, no que posso ajudar você Jie?

- Em nada. – disse ela, logo reparei que suas bochechas tomaram um tom rosado forte, ela estava envergonhada, mas do que? – A verdade é que uma amiga disse que te pegou olhando pra mim na festa.

- Ah... sobre isso... me desculpe. É que eu te achei muito bonita. – disse aela sem jeito.

- Você é um cara muito bonito também Alec. – ela declarou colocando uma mexa dos longos cabelos laranjas atrás da orelha, se era pra me chamar a atenção funcionou, por que o gesto dela foi adorável.

- Que acha de nós nos conversamos no intervalo.

- Seria bom... – ela se aproximou e me deu um beijo no rosto. – Até mais tarde Alec.

Ela saiu rumo aos corredores e eu só fiquei ali parado me perguntando como uma garota com um corpo tão gostoso igual o dela podia ser tão meiga e inocente como Jia havia acabado de ser? Se ela está fazendo tipo, está indo bem, por que tive que admitir a mim mesmo que gostei daquilo.

- Não foi você que falou pra eu prestar atenção nas coisas e esquecer as garotas ? – Jace surgiu acompanhado de Isabelle me dando um susto.

- O que? Isso? Ela só estava sendo educada e esclarecendo uma dúvida minha.

- E desde de quando você é amigo dela pra perguntar coisas? – disse minha irmã erguendo uma das suas sobrancelhas.

- Ah... desde hoje?

- Você estava paquerando aquela menina Alec? Eu não ligo... desde que eu possa sair desse estado celibatário que você me impôs. – meu irmão declarou rindo.

- Jace... toma jeito. Pelo anjo. – Izzy disse e saiu andando, mas parou no meio do caminho e sussurrou – Garoto mimado se aproximando as seis horas...

Tentei ficar alheio a aproximação de Magnus, mas não consegui, por algum motivo que não sei explicar me peguei me virando pra encarar ele se aproximar.

- Lightwoods... bom dia. – disse ele cortes, o que pareceu bem falso vindo dele. – Espero que tenham tido um bom domingo.

- Foi um domingo legal Bane... e você, como está? – meu irmão perguntou o encarando.

- Embora seu lindo irmão tenha tentado me enforcar ... tive até um fim de semana bem agradável.

- Alec não fez por querer... ele já se desculpou. – Jace respondeu por mim, o que eu particularmente achei muito bom, já que o jeito que ele me olhava me deixava de uma maneira estranha.

- Olha lourinho... Eu agradeço pela sua preocupação naquele dia, mas você poderia deixar eu e seu irmão conversarmos a sós?

- Tá legal... eu vou nessa então. – meu irmão me deixou ali sozinho cara a cara com Magnus, o que me deixou ainda mais estranho e apreensivo.

- O que você quer Bane? – disse o encarando e ele sorriu me deixando com raiva.

- Nossa... Por que está tão na defensiva lindinho. Tem medo de que? Eu não mordo. Ao menos que me peçam é claro. – o jeito como ele me encarava e como parecia se divertir com aquilo me deixava com tanta raiva que a ideia de apertar ele contra a parede ou apertar minhas mãos em seu pescoço ficava cada minuto mais tentadora.

- Olha, se você tem algo realmente importante pra dizer estou ouvindo, mas se seu único propósito é vir aqui debochar da minha cara eu vou nessa... – falei me afastando dele.

Achei que ele viria atrás de mim pra me atormentar, mas pra minha sorte ele não o fez. Eu o vi durante algumas aulas do primeiro período, mas permanecemos cada um no nosso canto, o que era muito bom dado o que havia ocorrido na festa no último sábado, mas e sobre espiar ele pro meu pai? Como eu iria me manter perto daquele garoto quando claramente o único propósito dele parecia ser me tirar do sério?

Se eu já tinha pensando em ser franco e dizer ao meu pai que eu não suportava ficar perto daquele garoto? Sim Eu pensei, mas não me ajudaria a manter a confiança dele em mim, coisa que eu demorei muito pra conquistar.

- Alec... Alec... intervalo mano! – Jace me chamava e só então me lembrei de que havia ficado de conversar com a garota ruiva naquela hora.

- Ah... valeu mano. Eu encontro vocês depois, fiquei de conversar com a Jie na hora do intervalo.

- O que tá rolando entre vocês?

- Eu só a acho uma garota bonita ... não sei se pode rolar algo.

- Então eu tô livre pra paquerar agora?

- Você sempre esteve, eu só não quero que faça isso quando nos estamos nos esgueirando por aí seguindo um certo alguém. – declarei rindo.

- Oh... faz sentido. Eu vou nessa...

Assim que sai da sala consegue ver Jie no fim do corredor, ela sorriu ao me ver se aproximar dela.

- Oi Jie... como foi seu primeiro período?   

- Foi bem ruim, matemática me estressa.

- Se quiser posso te dar uma ajuda, sou bom em matemática.

- Ia ser bem legal da sua parte. Srta. Jiang tá prestes a me reprovar. – ela disse chateada.

- A gente pode ficar depois do período e estudar na biblioteca se quiser. – falei sorrindo e pelo jeito ela adorou a ideia, por que ela se jogou sobre mim me dando um abraço meio desajeitado.

- Bonito, educado, inteligente e prestativo. Você é realmente um cara e tanto Alec.


E lá estávamos, na biblioteca com o livro de matemática aberto nas infinitas fórmulas loucas que eu tenho quase certeza que jamais iríamos usar.

- Então quer dizer que o valor do x é a soma destes dois ângulos? – Jie perguntou enquanto mordia a ponta superior do lápis.

- Mais ou menos isso...- disse tentando explicar aquela fórmula a ela com mais clareza.

- Isso parece impossível de decorar... – ela disse se recostando na cadeira ao meu lado.

- Não é tão difícil... você só precisar prestar atenção e ser paciente.

- Você pode ser paciente, mas eu não ! Será que a gente pode fazer um pausa? Minha cabeça chega a estar dolorida.

- Sem problemas ... Mas já está quase a noite, acho que devíamos deixar o resto pra amanhã.

- Verdade ... nem reparei. A hora parece não passar quando a gente está bem acompanhado né... – ela disse e eu tive quase certeza que ela estava querendo algo mais além de que eu a ensinasse matemática, "por que não?” Pensei.

- Vamos ajeitar bossas coisas e eu te levo até sua casa. O que acha?

- Acho ótimo.

Nos então terminamos de guardar nossos matérias e fomos rumo ao metrô, mas quando descemos na estação se ficava próxima a casa dela Jie pegou na minha mão e me puxou pra um canto pouco movimentado.

- Eu gostei de você Alec, basta saber se você também gostou de mim? – ela falou com o corpo perto do meu.

- Acha que eu uso meus dotes matemáticos com qualquer uma? – disse tentando fazer charme e ela sorriu sapeca.

Passei minha mão pela sua cintura fina e a puxei pra mais perto, afunde a outra mão nos cabelos alaranjados dela e a puxei pra um beijo calmo, sua boca tinha gosto de framboesa, talvez pelo brilho labial avermelhado que ela usava, mas era bom e eu não contive a vontade de morder de leve seu lábio inferior. Depois de um tempo me separei dela e ela sorrindo dizendo que nos veríamos no dia seguinte.

Não estava nos meus planos, mas por que não?


Notas Finais


Como disse acima não me matem.

E desculpem os erros.

Beijocas.


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