História Prince of lust (Imagine BaekHyun) 9ª Temporada incesto. - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Exo, Família, Harem, Hentai, Incesto, Romance, Sexo
Visualizações 2.044
Palavras 3.447
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão!👋

Tenho a impressão que vocês estavam esperando esse capítulo!

Leiam ouvindo músicas sensuais... Só isso mesmo.

Apreciem com moderação!😘

Capítulo 15 - Who am I? ... Who are you?


Fanfic / Fanfiction Prince of lust (Imagine BaekHyun) 9ª Temporada incesto. - Capítulo 15 - Who am I? ... Who are you?

UM ANO DEPOIS

Todo o pesadelo que vivi durante aquele ano, passou como um raio, a tempestade se fora junto com o desespero, eu já não era mais a mesma, dormia e acordava sem medo do que me aconteceria, estava vivendo o paraíso.

__ Pesando **** kilos, vencedora de três cinturões de ouro, a grande, maravilhosa e quebradora de ossos, S/N A DESTRUIDORA!!!! _a plateia ia a loucura, todos os holofotes eram pra mim.

Caminhei até a jaula de cabeça erguida, minha oponente fazia gestos para me assustar, mas nada era capaz de tal feito, eu nunca tinha medo, por isso era a melhor e a campeã de todos os tempos, muitos me chamavam de monstro e outros de super mulher.

Subi na arena, o técnico deu as instruções, mas eu já sabia o que exatamente iria fazer, coloquei o protetor de boca, o juiz ditou as regras e o gongo soou, ela parecia intimidadora, na verdade todas eram, todas tinham fama, anos de experiência na arena e eu era só uma novata, mas uma novata super forte.

Aquela luta durou um round e meio, não porque ela era boa, mas queria lhe cansar um pouco, a vitória foi certa e nem suei, a multidão foi a loucura gritando meu nome, olhei para a plateia e lá estava ela, a razão de eu ter entrado de cabeça naquilo.

Depois de anos longe, me odiando simplesmente porque ficou doente, minha mãe surgiu do nada, lutando com unhas e dentes para me tirar das garras da minha avó, como era de maior, o juiz deu total guarda a ela, ainda tentaram dizer que era incapaz de cuidar de mim por ter tido depressão pós parto, mas foi provado que estava totalmente sã.

Finalmente estava livre, livre da opressão, daquele pesadelo, dos malditos remédios que me destruíam e de ser a herdeira, pois minha avó me deserdou de todas as posses, mas não liguei, tinha duas pernas e dois braços para trabalhar, só que não foi fácil, já que com a influência que minha avó tinha, ninguém queria me contratar.

__ Existe um lugar onde sua força será necessária e ninguém te dirá não! _aquela foi a primeira vez que minha mãe falou sobre o ringue. __ Foi lá que descobri como usar minha força e lá onde fará o mesmo.

Nem mesmo na escola eu era uma atleta, mas com meses de treino, ganhei meu primeiro cinturão de ouro dentro de um ringue, era conhecida como S/N A destruidora ou quebra ossos, eu finalmente estava tendo uma vida, uma vida bem diferente da que vivi durante anos, mas pelo menos a opressão havia acabado.

Meu agente não parava de falar sobre minha primeira viagem internacional para uma luta, ele junto com minha mãe, planejavam tudo, desde a hospedagem ao dia da luta, eu no caso estava com a mente longe, na verdade era no último sonho estranho que tive na noite anterior, sempre no mesmo padrão, uma voz masculina chamando meu nome, podia sentir o cheiro dele, seu hálito quente no meu pescoço, mas não conseguia vê-lo e isso me frustrava muito.

Desde que deixei o instituto, eu sempre tinha aquela impressão que havia esquecido alguma coisa, como se algo estivesse faltando dentro da minha cabeça, mas não sabia identificar, também não queria falar sobre isso com minha mãe, ela não entenderia, então guardei aquilo somente para mim.

[...]

__ Por que não vai dar uma volta pela cidade? _fui desperta dos devaneios pela voz da minha mãe. __ É muito chato ficar olhando pela janela o dia todo!

__ Só estou descansando para a luta! _respondi ainda encarando a janela.

__ Mas a luta só é amanhã! _respirei fundo.

__ Eu não conheço essa cidade!

__ E como sabe falar coreano tão bem? Ainda não me explicou! Fiquei muito surpresa por não precisarmos usar tradutor. _virei meu rosto encarando a mais velha.

__ Não faço ideia, só sei que sei! _dei de ombros.

__ O que sua avó mandou que fizessem com você naquele laboratório? _dei de ombros novamente.

__ Novidades! _Paulo meu agente, entrou no quarto cantando. __ Fomos convidados para uma festa com os patrocinadores e pessoas da alta sociedade que são fãs da nossa estrela! _minha mãe sorriu e eu apenas revirei os olhos, por algum motivo não gostava de festas.

__ Acho que vou comprar um café! _levantei da poltrona pegando um casaco.

__ Pensei que não conhecesse a cidade, filha?

__ Como disse, meu coreano é muito bom... posso sair perguntando! _respondi saindo do quarto.

Sempre que eles começavam aquele assunto, eu fugia, assim como o diabo foge da cruz, era uma sensação estranha quando falavam de festa, claro que isso acabaria comigo em um salão fazendo cabelo, unha e maquiagem, não que eu não gostasse, mas era tão entediante.

Vesti o casaco e saí do hotel andando pela cidade, Seul era bem diferente do que eu imaginava, pelo menos na TV ela parecia mágica, romântica... só que era uma cidade como as outras, com gente da mesma cara, tirando isso, era uma cidade comum.

Caminhei até um café que não era muito longe do hotel, entrei no estabelecimento e pedi um café preto, o atendente franziu o cenho me encarando, mas depois pegou meu pedido, olhei ao redor e haviam poucas pessoas no lugar, verifiquei o relógio e no Brasil seria o horário onde haveriam muitas pessoas tomando café.

__ Aqui seu café, senhorita! _ele entregou a xícara e tomei o primeiro gole.

Caramba... que café fraco!

Tomei aquilo à contra gosto, mas se pedi, tinha que tomar, enquanto isso eu observava as poucas pessoas do lugar, alguma coisa nelas me causava uma sensação de djavu, só que não sabia o motivo, queria poder entender o que aquela cidade tinha de tão especial.

De repente o sininho de entrada tocou e um grupo de jovens entraram no local, eles riam e conversavam alto, então um deles olhou diretamente para mim e franziu o cenho, virei o rosto voltando minha atenção para a café fraco.

__ S/N? _levantei a cabeça com a voz que chamava meu nome, então virei a cabeça e o mesmo rapaz me encarava. __ S/N, é você? _franzi o cenho e olhei para os lados para ter certeza que era comigo que ele falava. __ Quando voltou? _o rapaz caminhou na minha direção, o que me deixou muito desconfortável. __ Pensamos que algo ruim tivesse acontecido com você!

__ Me desculpe, mas o quê? _fiz uma careta e ele ficou confuso. __ Eu te conheço? _o rapaz piscou algumas vezes confuso.

__ Como assim, quem sou eu? Está brincando? JongDae! _neguei com a cabeça de cenho franzido. __ Chen, S/N! Sou o Chen! _coloquei o dinheiro do café encima do balcão, pronta para sair daquela saia justa.

__ Não sei do que está falando! Eu não sei quem é você... sinto muito! _respondi saindo, então a porta do café abriu e uma casal entrou por ela, era um cara alto, com o braço envolta do pescoço de uma menina baixinha.

__ S/N!!! _o cara alto levantou a cabeça e ao me ver seus olhos arregalaram. __ ChanYeol, a S/N está fingindo não me conhecer! _olhei para trás e depois para o cara alto que ainda estava com a cara de quem viu um fantasma.

Será que o fantasma sou eu?

__ Eu já disse... não sei quem e você! _respondi e saí daquele café de loucos.

Não conseguia compreender o que estava acontecendo, aquela gente sabia meu nome, mas eu nem fazia ideia de quem eram eles, talvez fossem fãs, mas achei pouco improvável já que aquele tal de Chen insistia em dizer que eu o conhecia.

Caminhei o mais rápido que podia, porém fui parada bruscamente por uma mão ao redor do meu pulso, olhei para trás e o mesmo cara altão estava na minha frente, então franzi o cenho com aquele toque nada bem vindo.

__ O que aconteceu com você S/N? _respirei fundo e puxei meu braço de volta.

__ Qual a parte de eu não saber quem são vocês, você não entendeu? _respondi ríspida e ele me olhou dos pés à cabeça.

__ O que fizeram com você? Éramos amigos! _bufei fechando os olhos.

__ Está me confundindo com outra pessoa... não sei quem você é e não tenho amigos! _respondi deixando o cara alto confuso. __ Agora não me importune! _disse lhe dando as costas.

__ O BAEKHYUN SABE QUE VOLTOU? _parei no meio do caminho ao ouvir aquele nome.

BaekHyun? Quem é BaekHyun? Por que esse nome parece familiar?

Não respondi e continuei meu caminho, não entendi porque tinha parado para ouvir aquele nome, mas algo naquele nome era estranhamente familiar e minha cabeça começou a formigar, precisava tomar um café de verdade, pois era geralmente ele que me mantinha centrada.

[...]

Foi aquela produção toda para a tal festa, estava usando um vestido cubinho azul escuro, de mangas compridas e costas nua, um salto e o cabelo com um lindo penteado... fizeram minha maquiagem para noite, marcando bem os olhos e o batom um pouco mais suave.

Não parece eu!

Minha mãe explicou que às vezes ser uma atleta daquela modalidade, as pessoas duvidariam da minha sexualidade e como estávamos indo para uma reunião social, a aparência era tudo, então o vestido e maquiagem, até insinuou que eu poderia encontrar um cara legal, mesmo que fosse por uma noite.

Isso é conselho que se dar, mãe?!

No carro eu encarava a janela, mas minha mente estava no período da manhã quando encontrei aquelas pessoas estranhas, só que o mais estranho foi que não parava de pensar no nome que o cara altão disse, pronunciei diversas vezes aquele nome, como se estivesse no meu cérebro, bem lá no fundo.

O carro parou na entrada de uma enorme mansão, Paulo saiu dele e abriu a porta para eu e minha mãe sairmos... olhei ao redor deslumbrada com o luxo do lugar, era fabuloso, então Paulo entregou os convites e entramos naquela enorme casa.

__ Mr. Paulo! _um homem caminhava na nossa direção sorrindo.

__ Sr. Kwon! _Paulo cumprimentou o homem. __ Obrigado pelo convite!

__ Quando soube que a grande S/N estava na cidade, tive que chamá-los para minha festa, sou um grande fã! _ele se virou para mim e sorriu, fiz uma reverência com um sorriso pequeno.

__ Obrigado pelo convite, senhor! _respondi.

__ Aproveitem a festa! _ele disse e saiu para receber os outros convidados.

__ Querem beber algo? _Paulo perguntou.

Quando saiu para pegar bebidas, só pra ele e minha mãe, porque nunca bebia, fiquei olhando as pessoas se divertirem, logo minha mãe também saiu dizendo que iria atrás de Paulo que estava demorando, então fiquei sozinha, parada igual uma estátua, vendo aquela gente de divertir.

Vai dançar amiga! Se solta!

Devo ter dado dois passos quando parei ao ver um ser do outro lado, de todos daquele lugar, ele era o mais bonito, se não fosse o único, a criatura sorria lindamente enquanto tomava cerveja conversando com algumas pessoas, algo em mim sentiu coisas, coisas bem estranhas para falar a verdade.

Então começou uma música com uma batida que me lembrava muito música latina, as mulheres mexiam os quadris chamando atenção dos homens, olhei para o rapaz bonito e ele encarava uma garota que praticamente esfregava a bunda na cara dele, como se aquilo fosse sexy.

Por que estou enciumada? Nem conheço ele!

Eu só podia ter perdido o juízo, porque fui para o meio da pista de dança e comecei a remexer no ritmo da música com batida latina, não era uma Anitta na vida, mas sabia agir sensualmente, quando dei por mim, estava sendo o centro das atenções, principalmente a masculina, nada vulgar claro, eu estava ficando louca mesmo.

Por instinto olhei para o rapaz bonito e ele estava com o olhar centrado em mim, com um brilho nada casto, o safado estava gostando do meu momento loucura, então fiz questão de sensualizar ainda mais e nem sabia de onde arrumei tanta ousadia... mordi o lábio fechando os olhos remexendo os quadris ainda mais.

De repente senti alguém atrás de mim, seu cheiro era delicioso e estranhamente familiar, suas mãos pousaram na minha cintura colando nossos corpos, um calor subiu fazendo com que eu continuasse os movimentos de olhos fechados.

As mãos dele apertavam meus quadris de uma forma tão sensual que achei que fosse explodir, nunca imaginei que um asiático exalava tanto calor, então meu corpo foi virado e finalmente nossos olhos se encontraram, como imaginado, era o rapaz bonito com aparência de desenho japonês.

Seu olhar era penetrante e intenso, ele passou a mão no meu rosto e cabelos delicadamente, fechei os olhos sentindo aquele toque que estava me enlouquecendo, foi aí que seus dedos tocaram meu pescoço causando um arrepio descomunal, isso sem quebrar o contato visual, pois seja quem fosse aquele ser, estava me deixando de quatro.

Fui girada e novamente nossos corpos se chocaram, sua habilidade na dança era incrível, parecia que ali só existiam nós, rebolei um pouco e pude sentir seu membro atrás de mim, arfei mordendo o lábio, simplesmente não me reconhecia, então outra vez sua mão foi até minha nuca e ele se aproximou.

__ Está me enlouquecendo, moça! _sussurrou no meu ouvido rouco.

Não mais que você!

__ Essa era a intenção! _respondi sorrindo de lado e ele fez o mesmo.

[...]

Nossas línguas travavam uma luta dentro da boca, enquanto suas mãos passeavam meu corpo, ele era simplesmente louco, estava dirigindo comigo em seu colo aos beijos, mas o calor da excitação era tamanha que nem me importei com o perigo.

Ele parou em frente a um pequeno prédio no centro da cidade e saiu do carro me puxando pela mão, olhei aquela construção e me parecia familiar, mas dei de ombros e segui o mangá ambulante, ele nem esperou chegar no andar de cima, no elevador mesmo tomou meus lábios para si.

A criatura era tão diferente dos outros, tinha paixão, tinha calor e tinha sensualidade, não resisti e me deixei levar pela excitação que ele estava causando no meu corpo... gemi em resposta quando senti seus lábios no meu pescoço, o danado estava querendo me fazer implorar.

Chegamos no seu apartamento aos beijos, ele fechou a porta com o pé e foi me levando corredor à dentro, minhas mãos estavam ao redor do seu pescoço, então antes de chegar no quarto, fui encurralada contra a parede e meu corpo erguido ficando com as pernas ao redor de sua cintura.

Nenhuma palavra foi dita entre ambos, nossos corpos falavam por si só... o mangá retirou o casaco, enquanto me beijava com gana, ele sentou na cama comigo no colo, mas levantei ficando à sua frente e em um ato meio louco, comecei a remexer o corpo enquanto tirava o vestido e ele apenas me encarava mordendo o lábio.

No fim ele me puxou pela cintura beijando minha barriga, fechei os olhos mordendo o lábio, o corpo se arrepiou por inteiro, então fui colocada na cama e ele ficou por cima de mim sorrindo, logo pude sentir seus beijos lascivos percorrendo meu corpo, arqueei as costas gemendo baixinho.

Aquele ser de olhos pequenos estava me levando ao delírio apenas com os lábios e sem que eu percebesse, sua língua já estava próxima à minha intimidade molhada, soltei um gemido alto quando ela se adentrou em mim suavemente, era puro êxtase.

Agarrei os lençóis da cama mordendo o lábio para conter os gemidos, o mangá usava a língua como um verdadeiro mestre, revirei os olhos sentindo que o corpo fosse explodir e não demorou muito para acontecer, pois suas mãos apertaram meus quadris e me derramei no mais delicioso orgasmo, nunca antes sentido.

Ele me encarou e sorriu sacana, minha respiração estava irregular e coração batendo forte... nossas roupas já estavam no chão e seu corpo sobre o meu, deixei em oculto a parte que eu era cem por cento virgem, mas não  queria parecer uma idiota, depois que fiz aquela sedução toda.

Começou, agora termina!

Mordi a língua quando ele se adentrou no meu íntimo, não podia dizer que era virgem, mas aquilo doía mais do que apanhar no ringue, só que eu tinha que pôr uma coisa em mente, era forte e aquilo não era coisa de outro mundo, um dia tinha que perder o bendito cabaço.

Ele deve ter percebido minha cara de dor, pois fez movimentos lentos que pareciam que me rasgavam por dentro, a testa suava, mas eu tinha que ir até o fim com aquela bagaça, então cravei as unhas nos ombros dele e o mesmo foi se movimentando até que ficasse acostumada com o tamanho.

Mas que P**** É ESSA? Pensei que asiáticos tinham o pinto pequeno, c*****!!!

__ Relaxa baby, logo a dor passa! _sussurrou no meu ouvido.

Fiquei totalmente surpresa com aquela reviravolta, pois ele sabia que eu era virgem e ao invés de me rejeitar, foi um cavalheiro para que ficasse confortável com aquela situação, o cara era mestre do sexo, talvez até um príncipe.

Minutos depois meu corpo avisou que estava pronto para a melhor parte do sexo, gemi pedindo que aumentasse o ritmo dos movimentos e sem hesitar ele foi me estocando com mais velocidade, causando explosões dentro de mim, arqueei as costas gemendo alto enquanto nossos corpos se chocavam naquele momento de prazer e satisfação.

Outra vez meu íntimo se contraiu e me derramei em outro orgasmo maravilhoso, então ele voltou a me beijar sem me dar espaço para descansar... fui virada e apoiei as mãos na cabeceira da cama, olhei para a face desejosa daquele homem sensual e sorri.

Fechei os olhos mordendo o lábio quando fui penetrada sem aviso prévio, ele segurou meu tronco se adentrando ainda mais fundo... nossos gemidos eram audíveis dentro daquele pequeno quarto, não sei ele, mas eu estava no céu.

__ Se segura gatinha! _então ele agarrou meu corpo contra o seu derramando-se por completo.

[...]

__ Você não me é estranha! _ele disse alisando meu rosto, estávamos deitados um de frente para o outro.

__ Deve ter me visto na TV! _respondi e ele franziu o cenho. __ Sou lutadora de UFC! _suas sobrancelhas arquearam e um sorriso brotou no seu lindo rosto.

__ Está me dizendo que acabei de transar com uma lutadora? _assenti. __ Ainda bem que fui um cavalheiro, senão iria apanhar! _dei uma risada, então seu sorriso se desfez e passou a me encarar de uma forma estranha.

__ O que foi? _perguntei.

__ Acho que vi esse sorriso em algum lugar! _nos encaramos e ele tomou meus lábios para si, claro que retribui até faltar o ar.

__ Isso foi...

__ Familar! _abri os olhos e ele me encarava sério.

__ Você tem água? _mudei de assunto, pois aquilo estava me deixando desconfortável.

__ Ah... claro... na cozinha... pode pegar? Estou meio que... nu! _desci os olhos e ele soltou uma risada baixa.

__ Claro! _respondi levantando.

O mangá como o apelidei carinhosamente, me emprestou uma de suas blusas, então fui até a cozinha pegar água, só que antes e chegar lá, uma porta no corredor me chamou atenção, parei encarando-a por um tempo, foi aí que olhei ao redor e uma sensação de djavu me abateu.

Por que tenho a sensação que já estive aqui?

Continuei meu caminho e fui até a geladeira pegando uma garrafinha d'água, então algo na parede também me chamou atenção, caminhei para ver melhor e era uma fotografia com um grupo de jovens... meus olhos se arregalaram ao reconhecer aqueles jovens.

Um deles era o mesmo rapaz que me abordou no café, o outro era o altão, só que estava com uma cor de cabelo diferente e nela também havia o mangá com os cabelos vermelhos, mas o que me surpreendeu foi a pessoa ao lado de uma garota sorridente.

Coloquei a mão na boca, pois aquela pessoa era eu, tinha total certeza que era eu, não podia ser outra pessoa, principalmente por causa do moleton, era uma edição limitada que ganhei de um tio, mas não me lembrava de tirar aquela foto e não poderia existir outra pessoa igual a mim, usando o mesmo moleton.

__ Você está com fome? _o mangá apareceu vestindo somente uma calça moleton.

__ Quem é ela? _perguntei apontando para minha sósia e ele se aproximou da fotografia.

__ Ela? _assenti. __ Ela se chama S/N... _arregalei os olhos.

Impossível!!!

__ Agora vendo melhor, é com ela que te achei parecida! _se virou para mim. __ Só que ela era muito introvertida e quieta! _voltei a encarar a fotografia, minha cabeça começou a formigar e imagens desconexas surgiram. __ O que foi? _senti sua mão tocar meu ombro me fazendo retornar.

__ Como eu fui parar nessa foto? _ele franziu o cenho.

__ Como?

__ Essa sou eu... só existem três moletons desses no mundo e eu sou a única mulher que pertence um! _respondi. __ Não há cópias dele, então essa só pode ser eu! _meu corpo foi virado e ele analisou meu rosto com o cenho franzido, então tomou meus lábios de repente.

__ S/N? _perguntou com nossas testas juntas.

__ Quem é você? _seus olhos se abriram me encarando.

__ Sou eu, o BaekHyun! _levantei a cabeça.

BaekHyun?!


Notas Finais


ALELUIA, ELA FINALMENTE PERDEU O CABAÇO!!!!👏👏👏
Agora podem gritar!

Vejo vocês nos comentários!😉

💋💋💋 no ❤


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