História Princes of the Night - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Sulay, Taoris
Visualizações 233
Palavras 3.051
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Lábios manchados de sangue


Pov Luhan.

Confesso que depois que Minseok me falou aquelas coisas sobre Sehunnie a mágoa que eu sentia desapareceu e deu lugar a preocupação.

Agora tudo fazia sentido.

Ele queria me afastar.

Ele tinha medo.

Medo de se entregar.

Medo de amar...

- Beba. – Kyung falou me dando um copo de vitamina e eu bufei.

Isso não iria funcionar.

Todos sabiam que só uma coisa que iria fortalecer o meu dom.

Eu já sabia o que eu tinha que fazer...

- Vá descansar Kyung. – pedi baixinho - Eu preciso dormir um pouco, meu corpo está exausto. – menti para fazer o que eu precisava.

Kyungsoo assentiu e foi para o quarto junto com o Jongin, enquanto Jongdae e Minseok jogavam vídeo game e Yixing acariciava os cabelos de Joonmyun que estava deitado em seu colo assistindo a disputa. Yifan apenas observava Tao adormecido contra seu peito o que me fez sorrir. Meu olhar caiu sobre Chanyeol que parecia perdido em pensamentos. Lembrando de Baekhyun.

Meu coração se apertou diante disso.

Deus o amor estava escrito nos olhos de meus irmãos assim como em cada vampiro dessa casa, menos no de Sehun obviamente.

Eu queria que Sehun me amasse.

Quando coloquei meus olhos sob ele a primeira vez, eu sabia que seria dele para sempre.

Balancei a cabeça fugindo daqueles pensamentos.

Tinha algo mais importante que isso naquele momento.

Com uma decisão firme, caminhei em direção ao quarto. Entrei no quarto de Sehun que estava jogado na cama e franziu o cenho ao me ver.

- Eu preciso achar meu irmão. – falei firme e recebi um olhar confuso como se ele estivesse se perguntando aonde eu queria chegar com aquelas palavras – Mas para isso eu preciso de algo que vá fortalecer meu dom. – ele franziu o cenho como se tivesse entendido o que eu queria dizer mas não acreditava - Eu quero beber seu sangue Sehun. – falei desafiante e ele me encarou chocado.

- Você está louco? –  seu rosnado me fez hesitar por um momento mas ao ver seus olhos arregalados eu percebi que ele estava mais assustado que eu.

O encarei fixamente sem hesitar. Deu meu melhor sorriso desafiante mesmo que por dentro eu estivesse mergulhado em um poço de insegurança.

- Do que tem medo, Sehun? – meus olhos se fixaram no dele e minha voz soava como uma provocação e ele fechou a expressão – Tem tanto medo de ceder?  – falei em tom de deboche e ele me olhou de nariz em pé como se a ideia de estar assustado de mim fosse um grande absurdo.

- Sabe o que você está pedindo? Se você tirar de meu sangue, uma parte de você sempre estará vinculada a mim, enquanto estejamos vivos. É uma conexão inquebrável. Eu não quero me ligar a ninguém, muito menos a você, – sua voz saiu fria e eu não me deixei abalar.

Ele estava com medo e achava que poderia me afastar me machucando.

Talvez se eu conseguisse vencer essa barreira ele finalmente cedesse.

- Sei muito bem o que a ligação de sangue implica. – desdenhei e ele semicerrou os olhos – E eu não me importo, eu só quero achar meu irmão. – avisei recebendo um olhar desconfiado - Você pode seguir sua vida e fazer o que quiser e quando isso tudo acabar eu irei embora e você nunca mais terá notícias minha. – tentei negociar.

- Não sou ao que você está acostumado Luhan, eu sou sádico. - ele me disse severamente e a advertência estava implícita em seu olhar - Não pense que seria amável ou gentil contigo. Eu não te demonstraria nenhuma piedade. - seu sorriso zombador me fez estremecer.

Sua expressão tinha um ar assustador e seus olhos demonstravam necessidade de aceitação.

Aquilo somente me deixou excitado com a ideia dele me tocar.

Eu me mantive firme.

Ele não iria me fazer recuar com essas ameaças.

- Eu não me importo. – dei de ombros tentando soar casual.

- Venha aqui. – ele ordenou e eu estremeci.

Eu gostava quando ele me dava ordens.

- Como você quer fazer... - deixei que o rastro da pergunta se apagasse incerto em como proceder agora que realmente o tinha ali disposto – Eu devo ficar...? – perguntei incerto.

Ele me encarou divertido e eu me amaldiçoei por dentro.

- Na cama. - ele respondeu direto.

Ele começou a tirar sua camisa e depois a jogou no canto do chão, expondo seu peito branco e seu abdômen definido e eu senti minhas bochechas esquentarem só de vê-lo daquela forma.

Porra, ele era tão lindo.

- Você esta vestido. – arregalei os olhos com aquele pedido indireto.

Ele quer que eu tire a roupa?

- Você quer que eu tire a roupa? Preciso realmente fazer isso? – perguntei praticamente implorando para que ele não me pedisse isso.

- Tire. – pelo seu tom era obvio que aquilo era uma ordem que eu não deveria contestar - Eu sou um príncipe e o vínculo de sangue é mais forte que qualquer outro, é um ato sagrado em nosso mundo. – seus olhos brilharam de uma forma linda – É um desrespeito fazer isso de forma leviana, eu aceito que somos destinados mas não estou feliz com isso. – aquelas palavras não me machucaram apenas me deixaram curioso e incerto se ele estava finalmente cedendo – Há muita coisa que precisamos acertar, porém isso agora esta sendo feito por necessidade mas mesmo assim temos que honrar e respeitar esse ato.  - ele falou desabotoando a calça e eu arregalei os olhos engolindo em seco.

Entrei em pânico quando vi que ela não vestia nada por baixo da calça.

- Sehun. - ofeguei - Sehun, por favor. Vo-Vo- você... esta excitado? – perguntei descrente e ele não me respondeu apenas arqueou a sobrancelha me encarando divertido.

- Você esta demorando. – sua voz soou rouca e quase gemi extasiado - Você ainda tem tempo para desistir. – ele falou debochado e eu bufei.

Ele estava me testando.

Ele queria ver até aonde eu iria.

Mas a segurança que eu tinha até agora pouco sumiu em questão de segundos ao vê-lo excitado e desejoso a minha frente.

Eu queria tanto que aquilo fosse real.

Que ele finalmente estivesse cedendo e assumindo seus sentimentos por mim, se é que havia algum.

- E então Luhan? – ele perguntou desafiante.

Fui ao centro do quarto consciente do seu olhar sob mim. Seu olhar dizia claramente que ele pensava que eu iria embora, mas apenas respirei fundo. Com os dedos trêmulos segurei a barra da minha camiseta e a puxei para cima a retirando do meu corpo.

- Suas calças também.– sua voz estava mais grave e suas presas cresceram enquanto ele me fitava com desejo - Pode manter o resto no momento – ele falou assim que eu tirei a calça e fiquei de boxer.

Engoli em seco e caminhei para perto dele.

- Fique no meio da cama e se sente sob seus joelhos. –  obedeci e lentamente fiz o que me foi ordenado. Me senti constrangido por meu membro estar completado duro sem ao menos ele ter me tocado.

Sehun grunhiu algo que eu não entendi.

Olhei em expectativa e ele levou seu pulso até sua boca com seus olhos sobre os meus e expôs suas presas e as afundou na carne debaixo de sua mão. O sangue vermelho escuro gotejou da ferida, caindo brandamente e de maneira constante.

Lambi os lábios.

- Vem aqui pequeno. –sua voz por incrível que pareça saiu suave e ele me ofereceu seu braço.

O encarei com seus lábios manchados de sangue por sua mordida e eu podia jurar que aquela era a imagem mais erótica que eu já vi.

Com os olhos fechados e o coração descompassado em meu peito me inclinei para frente e levei seu pulso a boca, naquele momento vacilei sabendo que não poderia mais voltar atrás, eu estaria ligado ele de alguma forma e estava com medo de ser rejeitado depois, mas aquilo era necessário. Minha mente estava uma confusão.

Olhei para cima e Sehun me encarava fixamente.

- Bebe. - ele grunhiu em um tom necessitado.

 Com seu fixo olhar feroz como se estivesse amaldiçoando nós dois por aquele ato, me inclinei mais sobre seu pulso e com cuidado abri a boca para recebê-lo quando meus lábios tocaram sua pele Sehun grunhiu e aquilo me excitou de forma sem igual. Extrai lentamente, usei a língua para lamber as duplas aberturas de sua pele, seu sangue era quente e formigava quando se deslizava por debaixo de minha garganta, me enchendo de um calor que logo se converteu em uma excitação descontrolada, me golpeou tão rápido que eu gemi diante da intensidade, o calor fervia entre minhas veias. Quando os meninos me falaram eu não acreditei, eu não estava preparado para uma reação tão rápida, tão atordoante.

Olhei para cima, dessa vez ansioso.

Seu olhar fixo em minha boca amaldiçoava meus lábios manchados de sangue.

Agora eu estava enlouquecidamente excitado e por Deus aquilo foi uma péssima ideia, os olhos de Sehun brilhavam, suas pupilas estavam dilatadas e o pensamento de ter Sehun me fodendo com força me fez gemer alto.

A intensidade do meu desejo me assustou.

Definitivamente foi uma péssima ideia isso.

- Você não deveria ter começado algo se não estivesse disposto a terminá-lo. - seu rosto estava sério e implacável. - Toma mais, você sabe que precisa. – eu sabia que ele estava certo.

Eu precisava ficar forte.

Por Baekhyun.

Lambi meus lábios saboreando o gosto do sangue e olhei para Sehun enquanto sugava.

- Porra. - ele grunhiu rouco quando chupei com mais força - Bebe mais de mim, Luhan – gemi diante daquele pedido.

Meu membro pulsava ereto e latejante.

Eu gemia enquanto tragava com chupões mais fortes, meu corpo ardia e implorava para ser tocado. Eu precisava ser tocado.

- Bebe mais só um pouco – ele falou rouco e com um gemido o empurrei para baixo o fazendo deitar na cama. Ele apenas ergueu o braço para que eu continuasse a beber. Foi impossível me segurar, comecei a me retorcer gemendo, eu não tinha controle sobre meu corpo, eu precisava ser tocado de alguma forma.

Quase gritei rouco quando seus dedos começaram a passear pela minha pele até chegar em meus mamilos, ele apenas passou o dedo por cima e um grunhido rouco saiu de minha garganta e eu me esfreguei contra ele. Sehunnie continuou a exploração aonde eu realmente precisava. Sua mão começou a massagear meu membro por cima da boxer e eu choraminguei sentindo meu corpo convulsionar.

Eu estava tão malditamente perto.

- Sehun - ofeguei erguendo a cabeça para olhá-lo desesperado - Sehun... por favor... Faz algo. – implorei em necessidade e coloquei sua mão para dentro de minha boxer. 

Ele começou a me masturbar de forma lenta, sua mão subia e descia em um ritmo torturante e eu só gemia contra seu pulso.

- Por favor. – implorei para que ele fosse mais rápido.

- Bebe um pouco mais. - ele disse com um grunhido rouco de desejo - Eu tomarei conta do resto. - eu gemi montando sob seu corpo.

 Enquanto ele me masturbava eu me movimentava minha bunda em cima de seu membro o fazendo gemer rouco.

- Porra, eu quero te foder como um animal. – ele rosnou apertando meu membro com força e eu gritei gozando entre seus dedos ao mesmo tempo que senti a umidade em minha boxers e vi que ele havia gozado com as fricções de nossos corpos.

Tirei minha boca de seu pulso e deixei meu corpo cair sob o seu totalmente esgotado.

Meu Deus, eu agi como uma puta no cio.

- Dorme um pouco Hannie. – ele sussurrou me apertando contra ele e meus olhos já estavam pesados por conta do orgasmo.

Meu último pensamento antes de adormecer foi que Sehun poderia ser carinhoso assim, sempre.

Acordei sentindo um calor contra meu corpo.

Flashes do que havia acontecido vieram em minha mente.

Meu Deus, eu bebi o sangue do Sehunnie.

Ele me tocou.

E agora eu estava deitado em seus braços.

Ele havia me limpado e me vestido.

Eu não podia nem ao menos fingir que estava dormindo para aproveitar o momento, pois meu coração batia em ritmo desenfreado e eu tinha certeza que ele estava ouvindo.

- Calma precioso, eu não vou sair daqui. – ele sussurrou e beijou o topo de minha cabeça.

Arregalei os olhos e respirei profundamente tentando controlar as emoções que me dominaram.

- Você finalmente aceitou? – perguntei esperançoso.

 Eu estava com receio de me iludir e voltar a ser maltratado.

Ele suspirou me abraçando e eu senti um nó em minha garganta.

- Sim pequeno, eu aceitei. – ele sussurrou e mesmo deitado eu podia sentir minhas pernas fracas.

Sehun finalmente havia aceitado que era meu companheiro de sangue.

-Antes de nos ligarmos completamente temos muito o que conversar. – ele murmurou e eu assenti – Mas agora temos que nos concentrar em salvar o Baekie. –  a lembrança de salvar meu irmão me fez saltar da cama.

- Calma amor.  – ele me puxou para a cama de volta e eu quis protestar – Eu chamo eles. – ele disse me acalmando.

- Yifan, traga todos e traz a caixa do orfanato. – ele gritou e em questão de segundos todos estavam no quarto me observando.

- Você já está pronto para fazer isso? – Joonmyun perguntou preocupado e eu sorri tímido.

- Sim, eu bebi do sangue do Hunnie. –  contei e todos me olharam chocados.

- É bom você se ligar ao meu irmão pirralho, ou eu quebro sua cara. – Tao falou e Sehun arqueou a sobrancelha.

- Eu o amo. – Sehun falou me deixando de boca aberta.

Ama?

Sehun me ama?

Ama?

Eu ouvi direito?

Pigarrei constrangido.

- Me dê a caixa Kyung. – pedi e ele sorriu me entregando a caixa.

Abri a tampa hesitante e olhei a todos que parecia me incentivar a continuar.

Respirei fundo pegando o medalhão.

De repente eu não estava mais no quarto.

Estava em uma rua escura e sem movimento e estava chovendo muito.

Foi então que reconheci.

A rua do orfanato.

Pulei assustado quando ao meu lado havia uma moça muito linda e um rapaz cada um deles segurava um bebê conforto para tri gêmeos.

Arregalei os olhos chocados.

Eu, Kyung, Yixing, Baekie, Jongdae e Tao.

Ao lado deles ainda havia uma criança de mais ou menos 5 anos.

- Mãe eu não quero deixar meus irmãozinhos. – o pequeno falou triste e minha mãe começou a chorar descontroladamente.

- Amor eu não quero deixar meus filhos, tem que haver outro jeito. – ela implorou e aquele que era meu pai chorava aflito.

- Não temos escolha amor, os bruxos estão atrás deles. – sua voz soou trêmula - Temos que mistura-los no mundo dos humanos. – ele falou e a tristeza era visível ali.

- Mãe eu vi, no futuro eu irei reencontra-los, mas eles serão grandes, eu vou ajuda-los mamãe, eu os trarei de volta para nós. – meu irmão falou firme e meu coração se aqueceu.

- Eu não quero deixar meus filhos. – ela falou chorando – Mas preciso ser forte, meus príncipes da luz o destino de vocês já foram traçados assim que vocês vieram ao mundo, só vocês podem salvar a nossa existência. – ela falou beijando cada um de nós.

Eles colocaram a gente em na porta do orfanato.

- Mamãe, a senhora como rainha não deveria chorar. – meu irmão pequeno falou e eu sorri.

- Ah meu filho, dói ver meus pequeninos ficar para trás – ela sussurrou abraçando o pequeno.

- Precisamos ir meu amor, os bruxos estão atrás da gente. – meu pai parecia tenso - Não podemos arriscar que eles encontrem nossos filhos e assim como a fada do leste falou devemos nosso pequeno para se esconder nos montes de Hunion. – sua mão segurou a de mamãe que parecia querer nos pegar e sair correndo.

Por que nos separaram do nosso irmão mais velho?

Nossa mãe se abaixou e beijou cada um de nós assim como nosso pai e meu irmão, ela tirou o colar do pescoço em forma de estrela e depositou na minha manta.

- Não sei qual o dom de vocês meu amores, mas espero que um dia vocês possam descobrir que não tivemos escolha ao deixá-los aqui e que nós amamos vocês mais que tudo. – senti um nó em minha garganta e respirei trêmulo - Vocês são os únicos que podem deter essa maldição que assola suas vidas, é um carma que só vocês podem acabar, eu os abençoo meus filhos. – eu podia sentir toda sua dor de nos deixar - Filhos da rainha da luz Yanael e do rei Vampiro Yohowan, príncipes da luz, meus amores. – e como uma oração ela bateu na porta e se virou desaparecendo na escuridão.

Pisquei uma vez tentando absorver tudo que vi e quando dei por mim encarava vários pares de olhos chocados.

- Temos mais um irmão. – Tao falou entre lágrimas.

- Vocês viram também? – perguntei abismado e eles assentiram – Como? –  olhei surpreso para todos que pareciam incrédulos com o que viram.

- Meu sangue te deixou mais forte, quando te toquei consegui ver e quem tocou em mim foi tendo a mesma visão. – Sehunnie explicou e eu arregalei os olhos.

Eu ainda estava chocado com tudo.

Nossa mãe e nosso pai nos amavam.

Eles foram obrigados a nos deixar.

- Será que eles estão vivos? – Yixing perguntou com a voz embargada.

- Não é possível. – Kyung falou alto olhando para um lugar vago no quarto.

Fiquei em alerta.

Fantasma.

- Kyungie, o que foi bebê? – Jongin perguntou preocupado indo para o seu lado.

- Jongin – Kyungie falou com lágrimas nos olhos parecendo perdido.

- Que foi amor? – Jongin perguntou aflito.

De repente ele esticou o braço para o nada e eu arregalei os olhos ao ver uma moça linda e um rapaz muito belo aparecerem na nossa frente.

- Mãe. – Jongin, Sehun e Minseok falaram juntos.

- Pai. – Yifan, Chanyeol e Joonmyun falaram ao mesmo tempo.

Eu arregalei os olhos ao ver a mãe e o pai dos vampiros nos encarando com um sorriso triste no rosto.

Mas que porra ta acontecendo?

Por que agora?

- Olá meus filhos! – o pai deles falou de forma solene.

- Prontos para descobrirem a verdade? – a mulher falou com um sorriso triste e eu engoli em seco.

Eu tinha medo...

Será que nós gostaríamos de descobrir a verdade?

 

 



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