História Princes of the Night - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Sulay, Taoris
Visualizações 240
Palavras 3.633
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Lua de Sangue


Pov Sehun.

Luhan realmente havia me desafiado?

Sorri de forma sádica.

- Ah Luhan, uma coisa que eu gosto mais que sentir dor, é causar dor. – ronronei malicioso e ele arregalou os olhos.

- Sehun eu...

- Tira roupa. – o cortei e suas bochechas tomaram uma coloração rosada.

Adorável.

Luhan fechou os olhos e respirou fundo. Ele realmente me surpreendia, um minuto ele era tímido e envergonhado e em outro me provocava deliberadamente.

Luhan tinha mil faces.

E eu teria a eternidade para descobrir todas.           

Observei divertido ele respirar fundo tentando se acalmar, seus dedos deslizaram trêmulos pelos botões da camisa desabotoando um a um.

Minhas presas salivaram.

A camisa foi jogada ao chão e minha vontade era jogar tudo para o alto e fode-lo até o mundo acabar.

Sua pele branca apenas me fazia querer marca-lo.

Ele suspirou e eu ergueu o rosto me fitando.

Ao encontrar a intensidade do meu olhar, desviou o rosto e eu sorri minimamente.

Tão envergonhado.

- Olha para mim enquanto tira a calça. – ordenei com a voz rouca.

Arqueei a sobrancelha ao ver sua pele arrepiada somente com o som da minha voz.

Antes que pudesse provoca-lo, o caminho de suas mãos deslizando por seu corpo me chamou atenção. Sua mão trêmula abriu o botão de sua bermuda deixando-a escorregar pelas suas coxas deliciosas, ficando apenas a boxer vermelha a mostra.

Sorri com a ereção visível ali.

Ele ergueu o olhar um tanto vacilante.

- Tudo. – falei sério e ele estremeceu.

Como eu amava essas pequenas reações.

Relutante e envergonhado ele abaixou a boxer.

Lambi os lábios diante a visão.

Luhan era delicioso.

Caminhei lentamente até a sacola e tirei um par de algemas e ele arregalou os olhos.

- Sehun você nã... – ele começou a falar desesperado e em questão de segundos eu já o tinha preso na cama – Sehun. – ele murmurou assustado

- Agora vamos nos divertir Luhan. – lambi o lábios - Eu não vou machucar você... Muito. – completei sádico e ele esbugalhou mais ainda os olhos.

Mas antes que ele pudesse protestar eu tomei seus lábios de forma urgente, seu gosto era único e completamente viciante.

Segurei seus cabelos com força mostrando quem mandava ali. Minha boca sugava sua língua de forma completamente erótica.

 Ele gemeu baixo me fazendo ronronar em satisfação.

Eu queria leva-lo além da loucura.

Me separei dele relutante, afinal ele precisava de ar.

Peguei a sacola e abri.

- Hmm, vamos ver o que temos aqui. – murmurei e ele ergueu a cabeça tentando visualizar o conteúdo da sacola.

Sorri de lado e tirei uma corrente que continha duas pinças em cada ponta e prendi cada ponta em um mamilo, ele gemeu de dor e prazer.

Aquilo me excitou.

- Hm, então você gosta de dor. – sussurrei deliciado com sua reação e ele me encarou desconcertado.

Acho que até mesmo ele se surpreendeu por gostar daquilo.

Inclinei meu corpo sobre o dele e fechei minha boca em sua orelha, mordi a ponta e suguei fazendo um barulho de sucção, ele gemia alto e eu enfiava a língua simulando uma penetração.

Tão sensível.

- Você não sabe o quão gostoso você fica assim contido em meus domínios somente para o meu prazer. – sussurrei malicioso

- Hunnie me solta e deixa eu te tocar. – ele murmurou ansioso e eu ri baixo.

- Eu mando aqui Luhan.  – sussurrei enfiando a mão na sacola buscando outro acessório – Eu quero você hoje para o meu prazer apenas. – ditei recebendo um suspiro trêmulo.

Sorri tirando duas bolinhas de gel.

- Você vai enfiar isso em mim? – ele perguntou arregalando os olhos.

- Claro, são bolinhas lubrificantes. – sua expressão confusa me fez rir - Elas estouram dentro de você. – falei lambendo seus lábios – Você vai gostar. – sorri de lado e ele estremeceu.

Antes de colocar as bolinhas decidi provocar um pouco.

Mordi seu pescoço com força, mas sem tirar sangue.

Ele gritou rouco em expectativa.

Não, ainda não era hora de tirar seu sangue e nem dele tomar o meu.

Continuei meu caminho beijando seu corpo.

Podia sentir sua frustração por eu não tê-lo mordido.

Passei por seu abdômen e enfiei a língua em seu umbigo dando pequenas mordidas. Ele arqueou o corpo gemendo arrastado e eu ri baixo. Continuei o caminho e passei direto de seu membro recebendo um bufar frustrado, mordi sua coxa com força e ele gritou rouco.

- Hunnie para de me torturar. – ele implorou rouco e eu gargalhei sendo fuzilado.

- A tortura nem começou ainda. – minha voz soou sádica e maliciosa.

Antes que ele pudesse falar qualquer coisa levei minha língua em sua entrada e lambi enfiando a língua em seu orifício.

- Sehun. – ele gritou rouco.

Mas eu não parei, sugava e lambia aquela era que era sensível para ele, enfiava minha língua sem dó e quando estava completamente lubrificado substitui minha língua por um dedo. Sabia que deveria ir com calma, mas não resisti e introduzi de uma vez recebendo um gemido dolorido em resposta. Não esperei ele se acostumar e comecei a fazer movimentos rápido, quando ele começou a gemer de prazer introduzi o segundo dedo fazendo movimentos tesoura. Seus gemidos estavam me enlouquecendo. Quando ele já estava acostumado tirei meus dedos e introduzi a primeira bolinha que estourava um gel gelado. Ele arregalou os olhos com a sensação de ter algo enfiado em si e logo em seguida introduzi a segunda bolinha que estourava um gel quente.

Ah, ele iria me agradecer depois.

Me levantei na cama e tirei toda minha roupa de forma afoita.

Levei minha mão até meu próprio membro e me masturbei lentamente ao vê-lo amarrado na minha cama, todo aberto e com aquelas pinças apertando seus mamilos já inchados.

- Delicioso. – falei rouco.

- Hunnie. – ele se contorceu e gemeu com a movimentação das bolinhas dentro de si.

- Agora começa a diversão Lu. – sorri de lado – Sua pele deve ficar linda toda marcada. – falei pegando o chicote e ele me olhou um tanto assustado.

- Sehunnie. – ele murmurou hesitante.

- Abre a boca. – ordenei e ele me avaliou antes de fazê-lo.

Assim que ele abriu a boca eu me postei em pé, com cada perna de um lado do seu corpo e mordi meu pulso, ergui e deixei o sangue cair até sua boca.

Ele gemeu alto e ergueu os braços tentando se soltar.

- Sehun. – ele gemeu alto com a boca suja com meu sangue – Ta queimando. – ele gritou rouco – Me fode logo. – seu grunhido me fez rir alto.

Retirei a pinça de seus mamilos e lambi os lábios ao vê-los vermelhos e inchados.

Peguei o chicote e acertei com força em um de seus mamilos e um grito rouco se desprendeu de sua garganta.

- Filho da puta. – ele grunhiu desejoso.

- Você devia me respeitar afinal eu sou seu dono. – arqueei uma sobrancelha e acertei seu outro mamilo arrancando outro grito de dor e prazer de seus lábios.

Seu membro pulsava.

Ele estava perto.

Peguei o chicote e dessa vez bati em sua barriga fazendo uma fileira de sangue.

Minhas presas salivaram diante a visão.

- Porra Sehun. – seu grito foi estridente.

Mas eu não parei.

Acertei dessa vez sua coxa e logo em seguida chicoteei a outra.

Sua pele toda marcada e seu sangue ali escorrendo me tentando.

Joguei o chicote de lado e me inclinei sobre ele puxando seus cabelos e fitei intensamente tendo seu olhar preso no meu.

- Sua pele fica linda marcada. – ronronei e ele me fuzilou.

- Para com esses joguinhos e me fode logo porra. – ele rosnou roçando seu membro no meu e eu grunhi com a fricção.

Puxei seus cabelos com mais força o fazendo entortar sua cabeça.

- Eu vou te foder a hora que eu quiser entendeu? – rosnei e ele bufou - Agora, você vai aprender quem manda aqui e agora vai gozar como um bom menino. – sorri de lado e mordi minha mão e a levei a sua boca.

- Bebe de mim. – ordenei e ele levou a sua boca sugando meu sangue.

E no mesmo momento joguei meu corpo para baixo e fechei a boca em seu membro. Ele parou de sugar e jogou a cabeça para trás em um grito rouco.

Eu tirei a boca de seu membro.

- Bebe, se você parar, eu paro. – grunhi e ele me olhou desejoso levando a boca em minha mão novamente, enquanto masturbava a base com a mão livre fechei minha boca na ponta de seu membro e o suguei com força. Ele gemeu alto erguendo os quadris, fiz movimentos lentos de vai e vem, minha língua brincava com a ponta lambendo a área aonde tinha um grande acumulo de pré gozo.

Ele gemia descontrolado contra a palma da minha mão.

Devido ao meu sangue os cortes feitos pelo chicote já haviam se fechado.

Levei a minha livre a sacola e tateei até buscar o que queria.

Sorri de lado ao tirar o vibrador lá de dentro.

E o peguei de surpresa ao enfiar de uma vez em sua entrada.

Ele gritou rouco e eu comecei sem dó a penetra-lo com o vibrador, sua entrada se contraia e eu ergui o rosto observando suas feições. Ele estava com a boca entreabertas deixando escapar gritos roucos, seus olhos reviraram de prazer o que me fez gemer em necessidade. Ele puxou as algemas se debatendo e eu sabia, as bolinhas haviam sido estouradas, enfiei o vibrador com mais força o fazendo gritar descontrolado.

Ele estava no limite do prazer.

- Goza pra mim neném. – pedi rouco e seu corpo convulsionou enquanto ele chegava ao ápice no próprio abdômen.

Ergui meu corpo e soltei as algemas e o puxei para mim.

- Você é meu. – sussurrei e antes que ele pude falar qualquer coisa o penetrei de uma vez e ele arregalou os olhos e gemeu arrastado.

Gemi alto ao ver o quão apertado ele era e o lubrificante gelado e quente se misturavam testando minha sanidade.

- Hunnie. – ele gemeu e eu senti seu membro ganhando vida.

Os movimentos de meus quadris eram lentos, eu entrava e saia de forma tortuosamente devagar até mesmo para mim. Afundei meu rosto na curva de seu pescoço e fitei a marquinha de estrela em sua nuca.

Levantei o meu rosto e fitei seus olhos semicerrados de desejo.

- Eu te amo. – ele sussurrou e eu gemi baixo.

- Eu te amo mais. – respondi rouco antes que ele pudesse retrucar abaixei minha cabeça de uma vez enterrando as presas em seu pescoço.

Ele gritou rouco e eu gemi alto com o gosto do seu sangue.

Me afastei de seu corpo com meus lábios manchados de sangue assim como os dele.

Erótico.

Retirei meu membro de sua entrada e ele resmungou em protesto me fazendo sorri.

Seu membro já estava completamente duro novamente.

- Sehun faz amor comigo. – ele gemeu manhoso e eu não consegui resistir.

E sem aviso o puxei pelos cabelos e o penetrei de uma só vez o fazendo gritar extremamente alto. Segurei sua cintura com força e sai novamente dele para logo em seguida voltar a entrar em uma estocada forte o fazendo choramingar manhoso.

- Hunnie eu preciso rápido. – ele gritou rouco arranhando minhas costas me fazendo grunhir como um animal.

 Meus movimentos começaram rápidos e necessitado, e quando percebi ele já estava se movendo contra mim, fazendo a fricção ser muito mais gostosa. Gemi alto com aquilo. Meus quadris impulsionarem com força em sua entrada esmagando seu ponto e ele gritei alto. Eu não tinha dó e queria o levar a loucura, mas eu mesmo já estava insano de prazer. Minha mente estava em branco, segurei sua cintura com força impulsionando com brutalidade em seu ponto, ele gemia alto junto comigo e meus movimentos se tornaram mais bruscos em procura de alivio.

- Luhan.– gemi seu nome arrastado e ele gritou mordendo meu ombro arrancando meu sangue e gritei sentindo meu membro inchar com o barulho da sucção dele sugando meu sangue.

 O prazer me atingia como uma navalha me rasgando por dentro, sua entrada apertava meu membro me deixando insano. Puxei seus cabelos novamente e finquei minhas presas em seu pescoço o fazendo convulsionar em meus braços.

- Porra – ele gritou quando sai de novo para em seguida o penetrar mais uma vez acertando seu ponto. Eu já estava no meu limite, meu corpo implorava por alivio, eu estava insano de tesão.

 Ele arranhava minhas costas eu o sentia me rasgando com as unhas, a dor era prazerosa. Quando eu acertei seu ponto mais uma vez sua entrada se contraiu e eu gritei alto de prazer e ele gemeu junto comigo, estremecendo com o orgasmo intenso que tomou conta do seu corpo e gozou em seu abdômen, sendo acompanhado por mim que cheguei ao ápice junto ele em um grito rouco gozando em seu interior apertado.

Cai ofegante por cima de seu corpo.

Porra.

Que porra foi essa?

Foi o sexo mais intenso da minha vida.

Ele estava ofegante e me abraçou de forma carinhosa.

Eu juntei minhas forças e o puxei para mim o colocando em uma posição que ele fitasse meus olhos.

- Eu te amo. – sussurrei e seus olhos brilharam.

 Ele abriu a boca para me responder e eu coloquei os dedos em seus lábios o silenciando e ele me fitou confuso.

Eu precisava falar.

- Eu passei um século da minha vida me fechando para o mundo, eu sentia nojo de mim, nojo de ter sido tocado daquela forma, nojo de ser quebrado, fraco, me sentia uma aberração por gostar da dor. – confessei e seu olhar suavizou - Eu nunca deixei ninguém me tocar depois daquilo, hoje, você foi o primeiro a tocar em meu corpo, eu tentei negar meus sentimos, tentei negar que te queria, não podia confiar novamente, não depois de tudo. – sussurrei fraco e limpei as lágrimas que escorriam de seu rosto – Mas você se manteve ali, firme e forte, apesar das grosserias que eu falei para te afastar, você me desafiou Luhan. – falei orgulhoso - Você me desafiou e me fez encarar meus medos de alguma forma, mas eu sentia aqui Hannie. – coloquei a mão no peito - Aqui dentro meu coração morto, intocável... Meu coração de gelo derreteu no momento em que pus meus olhos em você, obrigado por lutar por mim pequeno e principalmente por me amar. – sussurrei e dei um pequeno e rápido selar em seus lábios – Eu te amo e vou cuidar de você, meu bem mais precioso obrigado por me trazer a vida. – falei firme e ele me sorriu entre lágrimas.

- Sehunnie... – ele murmurou falho e eu sorri pela alegria que transbordava em seu rosto.

Acariciei seus cabelos de forma carinhosa.

Ele era tão adorável.

Tão perfeito.

Tão meu.

- Eu nunca desistiria de você, eu iria até o fim pra te ter ao meu lado, eu amo você mais que tudo. – ele murmurou me encarando sério e eu sorri com a sinceridade implícita em seu olhar.

De repente ele gemeu alto e eu ri baixo.

Olhei para o seu membro completamente duro.

Ah, como eu amo a lua dos companheiros.

Sorri malicioso e ele arregalou os olhos.

- Sehunnie, eu eu preciso de você agora. – ele gemeu arrastado levando a mão em seu próprio membro e se masturbando de forma rápida.

Gemi ao sentir o cheiro de sua excitação que me atingiu em cheio. Eu já estava completamente duro e desejoso. Puxei sua mão de forma brusca e me virei ficando por cima dele o prensando na cama. Ele se contorcia roçando nossos membros me fazendo gemer alto.

Ah Luhan, você ainda vai me levar a loucura não é?

Deliciosamente inocente.

Tentadoramente provocante.

Meu céu e meu inferno.

O Puxei firme e rolamos entre os lençóis sucumbindo ao prazer, nos entregando ao desejo, tendo como única testemunha a Lua, que nos ligava mostrando que pertencíamos um ao outro.

Um laço de sangue único.

Um Laço espiritual inquebrável.

Luhan havia nascido para mim.

E eu havia nascido para Luhan.

Destinados ao pecado e ao prazer.

E assim, me afundei naquele corpo cedendo a luxuria.

Afinal... Eu amo o pecado.

Ainda mais se o pecado for o corpo de Luhan.

Meu Luhan.

 

 

3 dias depois

- Porra até que enfim. – Chanyeol grunhiu se jogando no sofá exasperado.

Rosnei de forma divertida e meus irmãos se limitaram a revirar os olhos.

Luhan dormia no meu colo da mesma forma que cada um de meus irmãos estavam agarrados a seus companheiros.

Olhei em volta da casa, cadeiras quebradas, sofás revirados, objetos jogados ao chão, roupas rasgadas e o cheiro de sexo impregnado na casa.

Estava tudo destruído.

3 noites nos entregando ao prazer carnal que a lua proporcionava. Transamos em cada cômodo, em todas posições possíveis. A Lua testava toda nossa sanidade, nos levando ao alto do prazer.

3 Dias de Loucura, amor, sangue e sexo, muito sexo.

As marcas vermelhas, roxas, mordidas e arranhões eram visíveis em nossos corpos. Sorri de lado lembrando o quão foi intenso estar com Luhan.

Ergui meu rosto e encontrei o olhar frustrado de Chanyeol.

- Calma cara, nós vamos achar o Baekie. – murmurei e ele suspirou tentando aliviar aquela frustração.

Sabia que não estava sendo fácil para ele.

Principalmente vendo o quanto nós estávamos bem.

Me ligar a Luhan foi a melhor coisa que fiz.

Deus, eu tentei afogar esse amor em mim, mata-lo, mas não, eu o sinto com cada fibra do meu ser.

E eu sabia que Channie queria sentir.

Ele queria amor.

Um clima nostálgico se instalou pela sala.

- Destruímos a casa. – Joonmyun falou risonho quebrando aquele clima nos fazendo rir baixo, até mesmo o Chanyeol.

- Quando eles tomarem ciência do que fizemos, aonde fizemos, ele irão ficar MUITO envergonhados. – Jongin falou gargalhando e nós rimos altos.

Já até imagino.

Os rostos vermelhos, o constrangimento, os desvios de olhares e sem saber como nos encararem.

Quero só ver a cara de Luhan ao lembrar que fizemos amor no tapete da sala na frente do Chanyeol, enquanto Yixing e Joonmyun transavam do nosso lado.

Gargalhei alto enquanto eles riram comigo.

Chanyeol riu escandalosamente como se tivesse entendido o que eu estava pensando.

- Agora já sei como me vingar quando eles me chamarem de orelhudo. – ele falou maldosamente com uma expressão vingativa e eu revirei os olhos juntos com meus irmãos.

Ficamos em silêncio, perdidos em pensamentos.

De repente Yifan suspirou pesado e nós o fitamos indagativos.

- Yunho. – ele disse simplesmente e meu coração se apertou

- Eu ainda não acredito que no começo o odiamos, carregamos essa mágoa por tanto tempo e ele estava apenas nos protegendo o tempo todo. – Minseok murmurou e eu suspirei de forma frustrada.

- Procuramos erros, o acusamos, o transformamos em algo que ele nunca foi apenas para justificar nosso sofrimento. – Joonmyun falou fraco.

A saudade bateu forte.

Eu queria meu irmão de volta.

Eu queria minha família.

- Não temos culpa e nem Yunho, não se esqueçam das palavras da mamãe! – olhei curioso para Jongin - A verdade é que nossa história foi marcada de mentiras e segredos e agora nós podemos mudar nosso futuro. – Jongin falou e eu assenti.

- Vamos trazer Baekie de volta e vamos salvar nosso irmão. – senti a esperança me dominar - Vamos salvar nossa família. – Yifan falou firme e nós trocamos olhares determinados.

Não aceitaríamos a derrota.

Morreríamos lutando.

Teríamos tudo ou nada.

Antes que pudéssemos responder Luhan começou a se debater em meu colo me fazendo arregalar os olhos preocupado.

- Luhan. – o chacoalhei tentando acorda-lo, mas ele apenas se debatia e resmungava em meus braços.

Olhei assustado.

Os meninos acordaram assustados e fitaram Luhan se debatendo sem parar.

- Hannie. – tentei mais uma vez acorda-lo.

O que porra ta acontecendo?

Antes que eu pudesse chacoalha-lo de novo ele abriu os olhos.

Seus olhos estavam vagos.

Ele me encarava como se não estivesse me vendo e se sentou no sofá e ficou parado olhando em minha direção.

- Luhan – sussurrei e ele piscou algumas vezes como se estivesse se lembrando de onde estava.

Seus olhos se arregalaram de par em par e eu o encarei confuso.

- Eu sei aonde é o galpão. – sua expressão era sombria – Eu já sei o que eu tenho que achar. – ele falou agora fitando todos nós.

- Tem certeza? – busquei seu olhar.

- Tenho. – ele concordou suspirando e me abraçou com força.

Chanyeol olhava de forma ansiosa.

- Quanto tempo para o anoitecer? – Minseok perguntou sério.

- 1 hora. – Kyung respondeu fraco.

- Hoje é noite da Lua de sangue. – Jongin murmurou nos olhando intensamente e os humanos nos encaravam confusos.

- É assim que chamamos a primeira lua depois da lua dos companheiros. – murmurei explicando para eles e Luhan olhou sério.

- Preparem todas armas e vamos traçar uma rota. – Yifan ordenou.

- Yifan. – Luhan chamou e meu irmão o fitou de forma intensa – Hoje acaba tudo. – ele falou de forma enigmática.

Um arrepio correu sobre o meu corpo.

- Como você sabe? – Joonmyun perguntou ansioso

- Eu vi. – suas mãos tremeram levemente - Eu vi em meu sonho. – Luhan falou e eu arregalei os olhos.

- O que você viu? – Chanyeol questionou um tanto preocupado.

- Eu vi o medo, eu vi a luz, a escuridão e eu vi a morte – ele falou e eu o abracei assustado.

Selei nossos lábios de forma carinhosa.

Eu tentei mostrar força.

Mas eu podia ver o medo no olhar de cada um daquela sala.

- Então vamos acabar com isso de uma vez. – Yifan falou sério e sorriu maldoso.

- Salvar nossa família. – Jongin falou.

- Ou vamos queimar no inferno. – sorri sádico recebendo os mesmos sorrisos em troca.

Então, essa noite depois um século de sofrimento tudo terá um fim.

Vingança.

Salvação.

E morte...

Principalmente morte.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...