História Princes of the Night - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Sulay, Taoris
Visualizações 478
Palavras 3.363
Terminada Sim
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Um pouco sobre o passado


Pov Jongin.

Depois da aparição de Taemin, Kyungie me refugiou em seus braços, e eu aceitei.

Logo deitamos na cama e agora ele esta aqui deitado em meus braços.

O que esta acontecendo? Eu jurei para mim mesmo que manteria distância de qualquer companheiro de sangue que cruzasse meu caminho.

Mas eu não queria me distanciar de D.O Kyungsoo.

Eu estava tão assustado...

Logo eu...

 Aquela dor em meu peito persistia. Era o preço a se pagar por se ligar a um companheiro que não te pertence. O preço que se pagar por deixar matarem seu companheiro. Eu odiava Taemin.

E ele era meu melhor amigo.

Como pode fazer aquilo comigo? Ele destruiu minha família.

Pior de tudo é eu saber, eu sentir que Kyungsoo era meu verdadeiro companheiro.

Sim, eu sabia.

Mas não queria aceitar... Não... Eu não podia.

- Você esta bem Jongin? – a voz melodiosa de Kyungsoo me despertou, eu nem o sentir acordar.

- Estou sim amor, volta a dormir. – beijei sua testa e ouvi seu coração bater em ritmo desenfreado.

De repente desviei o olhar.

Eu o chamei de amor.

Eu sentia que para Kyungie eu deveria sempre mostrar o melhor.

Senti suas mãos segurando meu rosto e ele virou me fazendo olhar em seus olhos que brilhavam de forma intensa e meu coração se aqueceu ao ver a felicidade refletida ali.

- Eu gosto que me chame assim. – ele sussurrou e eu sorri de lado.

Eu prometi a mim mesmo que não iria ceder, mas estava tão difícil me controlar.

Ouvi um barulho no outro lado da porta de bufei.

Ryeowook.

Humano insolente, me tira do sério saber que ele já tocou meu Kyung.

Suspirei admitindo para mim mesmo.

Meu Kyungie.

Ele me olhou confuso.

- Seu humano esta na porta... Deve estar decidindo se chama ou não. – falei seco e vi a diversão em seus olhos.

Mas ele não me respondeu.

Apenas se levantou, abriu a porta e eu pude ver a surpresa nos olhos do humano. Revirei os olhos. Hoje à noite iriamos até o suposto tumulo de Yunho e passaremos o dia de amanhã aqui e de noite iremos embora.

Só dois dias.

Tentarei não matar esse humano.

Mas a forma que ele olhava que Kyung me tirava do sério.

- Vamos comer algo Kyung. – ele chamou manhoso.

Revirei os olhos.

Eu no caso passaria fome...

Já que ele só esta chamando meu Kyungie. Sorte dele que não preciso comer comida humana.

Kyung assentiu e saiu do quarto.

Fechei a cara de raiva.

Tchau para você também Kyung e não, não estou com fome! Obrigado por perguntar.

Fui até a mochila, peguei meu notebook e abri a webcam para falar com meus irmãos.

Minseok foi quem apareceu.

- Ué, cadê o Kyung? – ele perguntou e eu bufei raivoso.

- Oi Minseok, eu estou bem... Muito Obrigado por perguntar. – falei irônico e ele revirou os olhos – Kyungsoo esta com aquele humano... Fazendo um lanche. – falei seco e ele deu um sorriso de lado.

Logo vi Yifan, Sehun, Joonmyun e Chanyeol aparecendo atrás de Minseok.

- Eu transei com ele. – falei de repente e eles arregalaram os olhos.

- Vocês se ligaram?! – Sehun perguntou surpreso eu balancei a cabeça negando.

- Não... Eu não quero... Eu não posso... – falei confuso e eles me olharam carinhosos.

- Não se prenda ao passado Jongin... – Yifan murmurou carinhoso e eu olhei pela câmera totalmente perdido.

Eu não queria aceitar...

Eu não quero...

- Yifan, eu não te odeio, nunca te odiei. – tive de confessar com sinceridade e ele assentiu sorrindo.

- Eu sei Jongin. – sua voz saiu suave e seus olhos me observavam com carinho.

- Dói... – sussurrei me sentindo pronto pela primeira vez para falar sobre esse assunto e eles me olharam confusos.

- Eu quero falar... Mas quero que Kyungsoo escute, espera que vou chama-lo. – afobado me levantei e eles assentiram surpresos.

Eu não me ligaria a Kyungsoo. Mas tinha necessidade de explicar o porquê.

Desci as escadas e caminhei até a cozinha. Abri a boca para chamar Kyung mas logo fechei e a fúria tomou conta de mim.

Ryeowook segurava Kyungie pelos cabelos e os dois se beijavam.

A dor em meu peito foi forte.

Kyungsoo parece ter notado minha presença. Ele se separou de Ryeowook que me olhou vitorioso e eu controlei cada célula de meu corpo para não mata-lo ali mesmo. Apenas virei e fui para o quarto.

Senti meus olhos úmidos.

Eu não acredito que estava chorando por um humano. Não acredito que errei novamente em confiar em alguém. O quão ridículo eu estava sendo? Entrei no quarto e sentei na cama olhando um tanto perdido para o nada.

- O que foi? – a voz de Sehunnie soou preocupada.

Merda esqueci deles...

- E-E-Ele estava beijando o Ryeowook. – falei baixinho.

A dor era mais forte do que a que eu sentia todos os dias.

Eles me olharam chocados.

- A dor é mais forte. – falei fazendo uma careta.

De repente a porta do quarto se abriu.

Kyungie me olhava preocupado o fitei raivoso. Ele abriu a boca surpreso e horrorizado. Imaginei que fosse pelas lágrimas de sangue que estavam em meus olhos.

- Jongin... – ele sussurrou com os olhos marejados – Jongin ele me beijou, eu estava tentando me soltar. – o desespero em sua voz era real, mas eu me sentia tão raivoso e tão quebrado.

Ele se aproximou de mim e eu me encolhi.

Meu corpo formigava.

- Dói. – eu falei me contorcendo.

- Jongin, o que foi? – Yifan perguntou com a voz de desesperada e eu grunhi de dor com aquela sensação de que meu corpo estava pegando fogo.

- Eu preciso de sangue. – sussurrei debilmente e eles arregalaram os olhos.

- Eu...

- Eu não quero seu sangue – rosnei cortando as palavras de Kyungsoo que se encolheu magoado.

Eu estava com raiva.

Muita raiva.

- Desculpa. – ele murmurou e eu vi as lágrimas escorrendo em seu rosto.

Eu me deitei na cama me contorcendo de dor.

Aquilo só podia ser uma maldição.

- Jongin respira, fecha os olhos, tenta se acalmar. – a voz de Chanyeol saiu melodiosa e eu respirei fundo tentando ignorar a dor e fiz o que ele pediu – Isso... Respira. – ele foi falando e meu corpo foi relaxando conforme ele murmurava palavras calmantes.

A sede de sangue vinha com mais força.

Eu precisa me controlar para não machucar Kyungsoo.

Respirei mais calmo.

Kyung assistia tudo encolhido com os olhos marejados.

- Jongin, o que foi isso? – Joonmyun perguntou exasperado quando viu que eu estava mais calmo.

- Dói. – eu sussurrei baixo – Eu sinto essa dor todos os dias, desde que Taemin morreu, mesmo não sendo meu companheiro a ligação fazia eu ter a necessidade de protege-lo, e quando eu deixei vocês mata-lo, a dor foi grande mas não foi embora, vocês não tem noção do quanto machuca, acho que esse é o preço que se paga por se ligar a alguém que não é seu companheiro destinado. – falei fechando os olhos – Mas nunca doeu tão forte do que ver meu verdadeiro companheiro beijando outro. – falei magoado assumindo pela primeira vez que Kyungie era meu companheiro.

Ouvi seu soluço baixo.

- Por que não nos contou Jongin? – fiz careta com a voz embargada de Minseok.

Eu não queria que eles se preocupassem comigo.

- Eu mereço, foi tudo minha culpa... Se Taemin não tivesse tomado meu sangue, quem sabe... – minha voz morreu gradativamente e meus irmãos rosnaram indignados.

- A culpa não foi sua – respirei mais calmo com a voz indignada de Chanyeol -  Taemin se aproveitou de você... Você estava inconsciente e ele sabia quem era o companheiro dele e tomou seu sangue por conta de uma obsessão maluca. – Chanyeol falou e eu assenti.

Era verdade.

Taemin aproveitou que o sol havia me esgotado e bebeu de mim, fiquei horrorizado quando abri os olhos e vi sua boca fechada em meu corpo sugando meu sangue. Ele se ligou a mim contra minha vontade. Senti o peso de Kyungsoo sobre mim e fiquei surpreso com sua audácia.

- Jongin olha para mim – ele pediu fraco e eu o encarei.

Olho a olho.

- Ele me beijou, eu não queria... Eu juro. – ele falou e eu sabia que ele estava sendo sincero.

Mas eu ainda estava com raiva.

Muita Raiva.

Virei Kyungsoo ficando por cima dele e ele arregalou os olhos assustados. Ouvia seu coração batendo em ritmo descompassado. Nessa hora meus irmãos encerraram a chamada de vídeo e eu agradeci mentalmente.

Ouvi um barulho do lado de fora próximo a porta.

Ryeowook.

Minha vontade de matar Ryeowook era enorme.

Minha vontade de mata-lo era forte, mas eu não poderia fazer isso. Infelizmente... Pois o mataria sem dó.

Como ele ousou tocar no meu companheiro?

A única coisa que eu podia pensar era : Vingança.

Rasguei a blusa de Kyungie e ele me olhou surpreso e o fiz inclinar o quadril e tirei seu short e sua boxer. Lambi os lábios diante da visão. Ainda podia ouvir o coração daquele humano batendo, mas o ignorei e me concentrei no meu pequeno humano de olhos arregalados.

Abaixei meu rosto lentamente e lambi seus lábios. Ele fechou os olhos diante a simples caricia. Eu nem o toquei e seu corpo já estava reagindo a mim. Sorri de lado ao ver seu membro semi ereto sem eu nem ter encostado nele.

Eu queria beija-lo mas não o fiz.

- Eu ainda posso sentir o gosto dele em seus lábios. – rosnei e seus olhos brilharam me encarando desafiante.

- Eu não queria que ele me beijasse, ele me pegou de surpresa... Eu sou seu Jongin, eu quero apenas seu gosto em minha boca. – ele falou alto e firme e eu tinha certeza que o humano do lado de fora havia escutado.

Puxei seus cabelos com força e colei nossos lábios. Minha boca sugava seus lábios avidamente e desesperadamente. Queria apagar qualquer indicio daquele humano dali. Kyungie gemeu alto em minha boca. Ele precisava de ar, então deixei sua boca e ataquei aquele pescoço convidativo.

Suguei aquela área deixando uma marca roxa.

- Jongin... – seu gemido manhoso me deixou enlouquecido e eu apertei sua cintura com força.

Tirei a boca de seu pescoço e ele me encarou com os olhos brilhantes.

- Você é meu Kyungie, somente meu e eu vou te mostrar que você não deve deixar outra pessoa te tocar. – sussurrei puxando seus cabelos e lambi seu pescoço o fazendo gemer baixinho – Você é só meu. - falei pausadamente mordendo o lóbulo de sua orelha o fazendo estremecer.

Eu ficava maravilhado com suas reações.

Eu não pude deixar um gemido baixo sair de meus lábios quando colei nossos quadris roçando nossas ereções. Puxei seus cabelos tomando seus lábios novamente, pedi passagem para minha língua, passagem que ele deu de boa vontade. Novamente o ar se fez necessário, ele jogou a cabeça para trás ofegante quando eu comecei a masturba-lo lentamente.

- Eu vou te deixar louco meu amor. – eu sussurrei enquanto massageava seu membro completamente duro.

- Você já esta me deixando louco. – ele choramingou me fazendo sorrir.

- Fala para mim Kyungie... – apliquei mais pressão em seu membro o fazendo erguer o quadril gemendo – A quem você pertence? – sussurrei antes de envolver os lábios em seu mamilo.

Ele gemeu alto e manhoso sem consegui me responder.

Suas pupilas estavam dilatadas imerso ao prazer.

- A Quem meu amor? A quem você pertence? – perguntei rouco e logo em seguida raspei os dentes naquela área sensível.

Ele choramingou alto de novo sem consegui responder.

- Responde. – ordenei.

- Você Jongin, eu sou seu. – ele praticamente gritou enroscando as mãos em meus cabelos me fazendo chupar seu mamilo com mais força.

Eu fiz para agrada-lo.

- Você vai deixar outra pessoa te tocar? – sussurrei fazendo um caminho de beijos em seu abdômen.

Mais uma marquinha me chamou a atenção. Logo em sua cintura estava a marquinha de estrela. A marca de um companheiro de sangue. Depositei um beijo nela e segui meu caminho.

- Você vai deixar alguém te tocar novamente? – perguntei de novo lambendo a ponta de seu membro.

- Jongin. – ele gemeu alto revirando os olhos.

- Hein? – perguntei apertando seu membro e ele gritou de prazer – Responde. – ordenei novamente.

- A-AH-AAH N-Ã-NÃO. – ele gritou rouco.

- Bom garoto... – falei baixo erguendo meu corpo e chupando seu pescoço – Acho que agora devo te recompensar por ser tão obediente. – sussurrei e ele estremeceu em meus braços.

Me abaixei e enfiei seu membro todo em minha boca arrancando um grito rouco de seus lábios e dei uma lambida na ponta arrancando um choramingo manhoso, ele se contorcia desesperado em busca de alivio, cravei minhas unhas em suas coxas torneadas e fechei minha boca na ponta de seu membro e o suguei com força.

- Jongin... Oh Deus. – seus olhos reviraram e ele gemeu manhoso erguendo os quadris, fiz movimentos lentos de vai e vem, eu sabia que ele estava perto, levei um dedo em sua entrada e introduzi, ele gritou rouco, enquanto o sugava o fodia com o dedo pressionando sua próstata, em um grito rouco ele gozou chamando meu nome.

Engoli tudo e ergui o rosto sorrindo.

Ouvi um barulho alto do lado de fora.

E o cheiro de sangue subiu.

Ryeowook.

Ele ouviu tudo.

E pelo barulho... Socou a parede.

Kyung me olhou sonolento e confuso.

- Seu humano estava ouvindo nossos momentos íntimos. – falei debochado e ele arregalou os olhos.

- Você fez de propósito. – ele murmurou desviando o olhar.

Eu virei seu rosto o fazendo me encarar.

- Eu te toquei, porque eu quis te tocar. – falei e ele ficou me encarando sem falar nada - Vamos tomar um banho e depois arrume suas coisas, no cair da noite vamos para um hotel. – falei sério.

-Mas você... - ele falou tímido olhando a ereção que tinha entre minhas pernas.

- Vamos tomar banho Kyungie. - falei sem da atenção aquilo e ele assentiu.

O peguei no colo e caminhei com ele até a banheira, entrei ali e coloquei ele entre minhas pernas e ele se aconchegou em meu peito e isso me aliviou, de certa forma fiquei preocupado dele ficar bravo por Ryeowook ter escutado.

- Jong.

- Shiiu. – falei o cortando.

Depois de vê-lo beijando Ryeowook, eu sabia que não poderia mais fugir. Ele era meu em todos os sentidos.

Ele precisava saber.

- Eu preciso falar... – sussurrei e ele assentiu – Taemin, era meu melhor amigo, nós vivíamos em um reino aqui na China, Taemin era um companheiro de sangue, ele se dizia apaixonado por mim, dizia que era destinado a mim, mas eu nunca senti isso, eu sabia que não era e depois de te conhecer tive mais certeza ainda. – falei e ele se remexeu buscando mais contato, e eu sorri depositando um beijo em sua nuca, mas logo lembranças ruins tomaram conta da minha mente e meu sorriso morreu – Taemin era destinado a um vampiro que eu conhecia bem, só que Taemin  não aceitava, acho que por orgulho, ele não aceitava ser destinado a alguém ele queria escolher, queria ser dono do próprio destino, e como explicamos, no começo quando nos transformamos o amanhecer suga todas nossas energias, o vampiro apaga como se estivesse desmaiado, um dia... – minha voz morreu e Kyungie segurou minha mão apertando com força me dando segurança – Um dia, eu acordei, depois que apaguei e Taemin estava sob meu corpo, com os lábios sujos de sangue, fiquei horrorizado, ele era meu melhor amigo e eu confiava nele, não acreditei quando ele tomou meu sangue sabendo que ele pertencia a outro e me deu do sangue dele, por puro orgulho ferido. – falei seco, quem sabe se ele nunca tivesse feito aquilo, tudo teria sido diferente – Kyungsoo, companheiros destinados não é somente uma ligação de sangue, é de espirito. Nossos espíritos são entrelaçados podemos morrer, mas sempre estaremos juntos. Eu posso reencarnar em outro corpo, mas você sempre será meu companheiro, eu te encontraria em outra vida de qualquer forma, nossos espíritos se reconhecem, por isso sentimos a quem nós pertencemos, por mais que tentamos fugir, não tem como... Por isso, mesmo que Taemin tomasse meu sangue, o espirito dele sempre responderia a quem ele pertence, o pior pecado que um vampiro pode cometer é tomar sangue de outro, isso deixaria seu verdadeiro companheiro insano, nós somos possessivos, por isso que machucou te ver beijando Ryeowook. – falei fraco.

- Ele me beijou de surpresa Jonginnie, eu não o retribui. – ele sussurrou desesperado e eu acariciei seus cabelos o acalmando.

Eu sabia.

- Taemin ficou dependente do meu sangue para sobreviver assim como eu precisava do dele, eu nunca o amei, era questão de sobrevivência, mesmo não o amando ele era meu companheiro de sangue, o instinto de protege-lo era devido a ligação e quando meus irmãos o mataram, doeu, a pior dor que existe é quando uma ligação esta sendo quebrada, seu corpo queima, parece que seus ossos e seu coração estão sendo esmagados, como eu deixei o matarem, eu fui amaldiçoado a dor esta comigo até hoje. – suspirei cansado.

- A ligação de vocês então foi quebrada? – Kyungie perguntou esperançoso e eu sorri de lado.

- Sim, companheiros de espirito são ligados por vidas, eras, séculos, milênios, eu sempre irei te encontrar Kyungie, a ligação de sangue é só para complementar, e interligar as almas mais uma vez, então, não importa o que acontecer, estamos ligados para a eternidade. – sussurrei e ele virou o rosto me olhando com os olhos marejados.

- Eu te amo Jongin, eu fico feliz por nós termos nos encontrado de novo, nessa vida. – ele me sorriu entre lágrimas.

Eu passei os dedos limpando as lágrimas presas.

- Eu tentei fugir porque não queria confiar de novo, tinha medo de me ligar, mas não da Kyungsoo, você é meu amor... Eu preciso de você. – sussurrei e beijei seus lábios em um simples selar.

- Ainda tem tantas perguntas em minha mente, mas agora não é o momento. – ele suspirou e eu sorri por ele ser tão compreensivo.

- Sim, vamos sair daqui e vamos para um hotel... Depois até o tumulo de Yunho. – falei o levantando e peguei uma toalha o enrolando, e depois fiz o mesmo em mim.

Nos trocamos rapidamente, olhei pela janela já havia escurecido, pegamos nossas malas e descemos as escadas e encontramos Ryeowook que olhou Kyung de forma triste.

- Sabia que você iria embora. – Ryeowook suspirou.

- Você não deveria ter me beijado, eu deixei bem claro que não queria nada com você. – meu pequeno respondeu seco e eu sorri maldosamente.

- Kyungsoo, eu te amo, eu posso te oferecer tudo. –Ryeowook implorou e eu controlei minha raiva e incredulidade pela forma que o humano estava se humilhando.

- Ryeowook, a única pessoa que eu amo é Jongin, se não for ele... Não será mais ninguém. – ele falou firme fazendo meu coração acelerar – Muito obrigado pela sua hospitalidade... Adeus. – ele ditou e saiu me puxando.

Olhei para trás e pisquei para Ryeowook que me olhava de forma furiosa.

Pegamos um taxi e seguimos rumo ao hotel.

Chegando ao hotel Kyungie foi para o quarto enquanto eu acertava a hospedagem, entrei em contato com meus irmãos e expliquei o que havia acontecido. Subi para o quarto, que ficava no 5° andar, quando entrei no aposento, Kyungie estava ajeitando a mala.

Ele me olhou e sorriu.

Deus como eu amava aquele sorriso.

- Nós vamos agora ao tumulo de Yunho? – ele questionou e eu apenas o encarei.

Ah Kyung, por que tão tentador?

De repente seu corpo já estava prensado contra a parede do quarto. Ele arregalou os olhos. Eu abaixei meu rosto e suguei seu pescoço o fazendo gemer alto.

- Não, agora você será meu... De todas as formas possíveis. – ronronei em seu ouvido e me deliciei com o arrepio que correu em seu corpo.

- Eu sou seu Jongin... Me faça seu. – ele falou manhoso e aquilo foi demais para minha sanidade.

E quando dei por mim minhas presas já estavam fincadas em seu pescoço. Seu sangue escorria em minha boca me fazendo entender o significado da palavra paraíso.

Kyungsoo seria meu por completo.



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