História Princesa Celestial - Capítulo 6


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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alec, Alice Cullen, Angela Weber, Aro Volturi, Bella Swan, Benjamin, Billy Black, Brady Fuller, Bree Tanner, Caius Volturi, Carlisle Cullen, Charlie Swan, Claire Young, Collin Littlesea, Edward Cullen, Embry Call, Emily Young, Emmett Cullen, Eric Yorkie, Esme Cullen, Jacob Black, Jane, Jared Cameron, Jasper Hale, Jessica Stanley, Kim, Leah Clearwater, Marcus Volturi, Mike Newton, Paul Lahote, Personagens Originais, Quil Ateara, Rachel Black, Rebecca Black, Renée Dwyer, Renesmee Cullen, Rosalie Hale, Sam Uley, Sarah Black, Seth Clearwater, Sue Clearwater, Tyler Crowley, Victoria
Visualizações 85
Palavras 1.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então gente, fiquei super feliz com o resultado do capítulo anterior, vocês não imaginam o quanto.
Gente, continuem comentando, isso é um grande incentivo para que eu continue a escrever a fic, digam o que acharam da história, favoritem se tiverem gostado, recomendem, e serei muito grata a vocês.
Boa leitura.

Capítulo 6 - Florestas Problemáticas


 Jacob Black


Logo que Bella voltou para casa, eu fui para a minha tentar fazer sozinho o trabalho de Literatura, e já estava finalizando o trabalho quando meu pai apareceu na porta, com um olhar confuso passando por todos os cantos do meu quarto. 

_Kathe não está aqui? 

_Não, e é muito provável que me evite por um bom tempo.

_Sabe onde ela possa estar? 

_Na sua casa, provavelmente._dei de ombros._Mas, por que o interesse?

_Katherine sumiu, Olivia e eu pensávamos que ela estivesse aqui.

Será que havia virado moda entre as garotas pálidas da Escola de Forks se perderem por aí? Que maldição!

Puxei meu moletom do cabideiro, calcei meus tênis e saí do quarto, passando rapidamente pelo meu pai. 

_E então? Ela está aqui?_eu podia sentir o nervosismo na voz de Olivia, e aquilo me deixou ainda mais preocupado. E se Kathe estivesse passando por maus bocados?

_Não, eu sinto muito Liv.

_Já liguei pro celular dela, mas ela não atende. 

_Acho melhor vocês virem aqui._meu pai disse, ao lado da janela. 

Havia um homem parado do lado de fora, com Kathe no seu colo, seus cabelos lilases estavam manchados de terra e sangue, ela parecia tão frágil daquele jeito. 

Me senti culpado por tê-la deixado de lado, Kathe é tão surtada que toparia pular de um penhasco apenas para não ficar sozinha com seus pensamentos. 

Olivia não perdeu tempo e foi ao encontro do homem. Nós apenas seguimos a mulher, ainda em choque. 

_O que aconteceu com ela!?

_Algo que eu já imaginava que poderia acontecer._ele respondeu-lhe, sua voz contendo raiva demais direcionada a ela, o que não fazia sentido, já que ele era um simples desconhecido. Ou não. 

Olivia não pareceu se importar com o que ele disse, apenas o guiou pela entrada de sua casa, provavelmente, para o quarto de Kathe.

_Venha, filho, Kathe receberá a ajuda de que precisa. 

O velho entrou em casa e fechou a porta. Eu permaneci ali, encarando a casa das Hunter, com imagens dessa tarde passando como um trator pela minha cabeça. 


Na manhã seguinte eu acordei cedo, mesmo que tenha dormido por insignificantes três horas. 

Tomei um banho gelado, vesti as primeiras roupas que me apareceram e de café da manhã apenas despejei cereal e leite na boca, saindo de casa logo em seguida. 

A porta da casa de Kathe estava aberta, mas eu bati mesmo assim, para não ser mal educado. 

_Jake, que surpresa._Olivia veio até mim e me deu um forte abraço, o que já era normal devido à nossa convivência. 

_Oi, érr, onde está a Kathe?

_No quarto com Leah e Seth, Sue veio pra cá logo que soube, acho que devo agradecer ao Billy por isso._ela sorriu. 

_Eu posso...? 

_É claro, querido. 

Corri até o quarto de Kathe, encontrando-a sentada em sua cama, com o edredom cobrindo as pernas. 

_Pijama legal._eu disse, fazendo-a sorrir. 

Kathe raramente corava de vergonha, então não foi surpresa ela continuar em sua palidez cadavérica. 

_Gosto dessa música._ela apontou para a minha camisa, que tinha o símbolo e parte da letra da música Where Is The Love, do Black Eyed Peas. 

_Como você está?

_Com a cabeça rachada, talvez._ela franziu o cenho, tocando na faixa branca que rodeava a sua cabeça. 

A imagem dela sendo carregada pelo desconhecido na noite passada, com terra e sangue manchando seus cabelos e o rosto mais pálido que o normal, me deixou nervoso. 

_Não exagere, Kathe, não foi tão profundo._Leah falou, sentando-se ao seu lado na cama._Eu ajudei a fazer o curativo, foi um corte superficial. 

_E eu vi a quantidade de sangue na noite passada._rebati._Não parecia ser de um corte superficial, Leah. 

_O mais estranho nisso tudo é o meu braço._Kathe falou._Eu podia jurar que Benjamin o quebrou na noite passada. 

_Quem é Benjamin?_Seth apareceu no quarto, ele carregava uma bandeja de café da manhã._Relaxa, a dona Sue foi quem preparou tudo isso. 

_Valeu, Seth, estou morrendo de fome. 

_Deixa que eu te ajudo._Leah falou, apoiando a bandeja numa mini mesa que estava ao lado de Kathe. 

_Mas e aí? Quem é Benjamin?

_Não acho que seja da sua conta, pirralho._Leah falou, ela era a única entre mim e Seth que não estava curiosa a respeito do tal cara, ou a única que não deixava sua curiosidade transparecer. 

_Tudo bem, Leah._Kathe voltou sua atenção para Seth, e com uma calma absurda disse quem era Benjamin e o que ele havia feito com a melhor amiga, contou sobre a sua volta para a escola, a depressão, o medo que sentia quando pensava que ele poderia voltar, e por fim, como fora o seu encontro com o tal garoto na noite passada. 

_Esse cara é um psicopata!_Seth conseguiu falar o que estava entalado na minha garganta, e imagino que na de Leah também. 

_Acho que eu tive sorte dessa vez, mas isso não garante que ele não vá tentar novamente. 

Kathe foi rápida em mudar de assunto, era óbvio o seu motivo para isso e nós, silenciosamente, concordamos. 


(Música: Paper Aeroplane_ KT Tunstall) 


A manhã passou rápida entre conversas amenas e boas risadas. Eu não conseguia lembrar da última vez em que vira Leah se divertir tanto, parecia um milagre vê-la ali, rindo de coisas bobas e até brincando como fazia antes. 

Kathe ficara me enchendo o saco, dizendo que eu deveria, pelo menos, ir entregar meu trabalho para a srta. Mitchell, mas eu não queria sair dali. Talvez fosse a culpa que eu sentia por tê-la deixado de lado, não pensei que algo ruim pudesse acontecer ao me ausentar por tão pouco tempo. 

No fim das contas eu cedi e fui entregar meu trabalho para a professora, expliquei minha situação e, por algum motivo desconhecido, ela aceitou o trabalho e me liberou de sua aula. Eu não esperei que a mulher mudasse de ideia e voltei para a casa de Kathe, que ainda tinha a companhia dos irmãos Clearwater. Leah e Seth passaram metade da tarde conosco, até o momento em que o remédio que Sue deu para Kathe fazer efeito e ela adormecer no meu colo.

Eu fiquei ali por alguns minutos a mais, observando-a enquanto dormia. Sua pele, tão translúcida e aparentemente macia, parecia acariciável demais para resistir. Ah, se Kathe pudesse ver essa cena, como uma pessoa assistindo à tv, tenho certeza de que ela me daria uns bons tapas, até porque a garota nunca foi dessas frescurinhas. 

Com a pouca luz que passava por entre as frestas da cortina roxa do quarto, o qual era um tom mais escuro que os cabelos de Kathe, eu pude analisar melhor os seus traços. Os lábios rosados, seu nariz afiladinho, a linha levemente arqueada dos seus olhos fechados, com cílios grandes o suficiente e curvados, daquele jeito que as garotas tanto invejam umas nas outras. 

Por Deus, o que eu estou pensando!? Mesmo dormindo ela ainda é a Kathe, minha melhor amiga mal educada, a garota que sempre me ajuda com as tarefas da escola, a garota que tem sempre uma resposta cortante na ponta da língua, a garota que sempre me defendia, até de mim mesmo se precisasse. 

Kathe se remexeu desconfortável no meu colo, o que foi uma dica e tanto para sair dali antes que eu começasse a enlouquecer, se é que já não havia enlouquecido. 

Com todo o cuidado que eu não sabia que tinha, pousei sua cabeça sobre o travesseiro e saí do quarto a passadas leves e inaudíveis. 


Da varanda já podia ver a minha casa, e uma Bella extremamente frustrada saindo da mesma. Eu corri para falar com ela, que por estar de cabeça baixa não viu quando me aproximei, talvez por isso, ou pela combinação do chão lamacento com sua grande descoordenação, ela tenha caído. 

Me apressei em ajudá-la, apenas para que ela não caísse novamente, na tentativa de se levantar sozinha. 

_Acho que esse vai para a lista dos mais vergonhosos._ela disse, muito corada e se contorcendo para conseguir ver o estrago na parte de trás do seu jeans. 

_Vem, acho que deve ter alguma calça antiga de Rebecca que lhe sirva._eu puxei a figura branquela para dentro de casa, passando rapidamente por Billy, que, ao ver o estado catastrófico em que Bella se encontrava, prendeu o riso por respeito à coitada. 

Eu indiquei o quarto das minhas irmãs para ela e disse qual dos armários era o de Rebecca, deixando-a sozinha para que pudesse escolher uma calça que lhe agradasse. 

Sentei-me de frente para o meu pai, que assistia aos noticiários mesmo sem ter grandes expectativas de notícias novas, apenas os mesmos ataques de animais ou gente matando gente. 

_Como está a Kathe, filho?

_Bem melhor, dramática como sempre.

_Ela o evitou como previu na noite passada?_ele ergueu uma sobrancelha em minha direção. 

Meu pai tinha a irritante mania de fazer perguntas retóricas, mas, mesmo sabendo que eram retóricas, eu sempre as respondia. 

_Não, foi como se ela nem lembrasse do que eu fiz ontem. 

O velho riu, como se eu fosse a piada ali. 

_E o que você fez ontem, filho? 

Eu não respondi, apenas dei de ombros e me recostei à poltrona.

_Jake._a voz suave de Bella veio de perto, como se estivesse atrás de mim, e realmente estava. 

Nós fomos juntos até o velho galpão onde as motos estavam, cuidando para que Bella não caísse outra vez. 

_Onde você estava quando eu cheguei?_ela perguntou, tímida. 

_Na casa da Kathe, ela se acidentou na noite passada._ou quase isso.

_Oh, sinto muito. Até faria uma visita a ela, mas tenho quase certeza de que ela não gosta de mim.

Eu não falei nada, até porque era verdade que Kathe não ia com a cara de Bella, mesmo ambas tendo tanto em comum: são branquelas, vêm de cidades grandes e têm a estranha mania de sofrer por quem já se foi. 

_Vou pedir pizza._ela falou, talvez se dando conta de que era melhor mudarmos de assunto. 

Resisti à vontade de ligar o rádio, já que Bella mostrara tanta aversão por música. Uma das diferenças entre ela e Kathe, que não ficava um dia sem sua trilha sonora. 


Passamos o resto da tarde consertando as motos, comendo pizza e jogando conversa fora. 

Era bom ver Bella tão animada com algo, até porque esses meses foram bem difíceis para ela. O que me assustava era a probabilidade muito grande de ela usar uma dessas motos para algo que levasse à sua morte, e isso não dependia apenas da sua vontade, afinal, esse é um veículo muito perigoso até para motoristas experientes e não tão azarados, e Bella é o que se pode chamar de "ímã para desastres". 

Evitei pensar muito nisso, mas em minha mente já estava montada a cena em que Charlie me levava em sua viatura para o presídio mais próximo, por induzir a morte de sua filha. 

Que cara sortudo eu sou. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo.
Comentem, por favor.


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