História Princesa de Papel - Tomdaya - Capítulo 7


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Categorias Tom Holland, Zendaya
Personagens Brie Larson, Camila Mendes, Chris Evans, Cole Sprouse, Elizabeth Olsen, KJ Apa, Shawn Mendes, Tom Holland, Zendaya
Tags Adaptação, Hot, Romance, Tom Holland, Tomdaya, Zendaya
Visualizações 15
Palavras 1.463
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um cap pra vcs

Capítulo 7 - Cap 5 I


Acordo em uma cama desconhecida e não gosto. Não da cama. A cama é demais. É macia, mas é firme ao mesmo tempo, e os lençóis são suaves como manteiga, não são como as porcarias que arranham a pele, com que estou acostumada, isso quando eu dormia em uma cama com lençóis. Muitas vezes era só um saco de dormir, e esses sacos de náilon ficam fedidos depois de um tempo.

Esta cama tem cheiro de mel e lavanda.

Todo esse luxo e essa gentileza são ameaçadores, porque, na minha experiência, toda gentileza costuma ser seguida de uma surpresa bem ruim. Uma vez, mamãe voltou do trabalho e anunciou que íamos nos mudar para um lugar melhor. Um homem alto e magro foi nos ajudar a empacotar nossos poucos pertences, e várias horas depois estávamos na casinha dele. Era adorável, com cortinas quadriculadas nas janelas, e, apesar de ser pequena, eu até tinha meu próprio quarto.

Naquela noite, acordei com o som de gritos e vidro quebrando. Mamãe entrou correndo no meu quarto e me tirou da cama, e estávamos fora da casa antes de eu conseguir respirar. Só quando paramos a dois quarteirões de distância foi que vi o hematoma se formando no rosto dela.

Ou seja, coisas legais nem sempre vêm de pessoas legais.

Sento e observo o meu entorno. O quarto todo foi feito para uma princesa, uma bem novinha. Tem uma quantidade vomitável de rosa e de babados. Só faltam os pôsteres da Disney, se bem que tenho certeza de que pôsteres são objetos vagabundos demais para esse lugar, assim como minha mochila no chão perto da porta.

Os eventos de ontem passam pela minha mente e param na pilha de notas de cem dólares. Pulo da cama e pego a mochila. Abro correndo e suspiro de alívio quando vejo a pilha com a cara de Benjamim Franklin no alto. Mexo nas notas e ouço o som doce de papel substituindo o silêncio do quarto. Eu poderia pegar isso agora e ir embora. Dez mil me manteriam bem por um tempo.

Mas... se eu ficar, Christopher Holland me prometeu tão mais. A cama, o quarto, dez mil por mês até eu me formar... só para estudar? Para morar nesta mansão? Para dirigir meu próprio carro?

Guardo o dinheiro no bolso secreto no fundo da mochila. Vou esperar mais um dia. Nada me impede de ir embora amanhã, no mês que vem ou no seguinte. Assim que as coisas ficarem ruins, posso pular fora.

Com o dinheiro guardado, coloco o resto das coisas da mochila na cama e faço um inventário. As roupas são duas calças jeans skinny, a calça larga que usei depois de sair do clube de striptease para fugir das atenções, cinco camisetas, cinco calcinhas, um sutiã, o corpete que usei ontem para dançar, uma calcinha fio-dental, um par de saltos altos de stripper e um vestido bonito que foi da minha mãe muito tempo atrás. É preto e curto, e faz parecer que tenho uma parte de cima mais avantajada do que a que Deus me deu. Tem um kit de maquiagem, novamente mais coisas que minha mãe usava, mas também artigos descartados por várias strippers que conhecemos no caminho. O kit deve valer pelo menos mil dólares.

Também estou com meu livro de poesias de Auden, que considero a parte mais romântica e desnecessária dos meus pertences, mas encontrei na mesa de um café, e a inscrição era a mesma do meu relógio. Foi obra do destino, apesar de eu geralmente não acreditar nessas coisas. O destino é para os fracos, pessoas que não têm poder ou força para moldar a vida como precisam que seja. Ainda não cheguei lá. Não tenho poder suficiente, mas terei um dia.

Passo a mão pela capa do livro. Talvez eu consiga um emprego de meio período como garçonete. Seria bom se fosse numa churrascaria. Isso me daria dinheiro para o dia a dia, para eu não precisar botar as mãos nos dez mil, que agora decidi que são intocáveis.

Uma batida na porta me assusta.

- Chris? - eu digo.

- Não, é o Tom. Abra.

Olho para minha camiseta enorme. Foi de um dos namorados da minha mãe e me cobre razoavelmente, mas não vou enfrentar o olhar acusador e furioso de um dos garotos Holland sem estar totalmente armada. O que quer dizer vestida e com uma camada impecável de maquiagem de menina má.

- Não estou apresentável.

- Estou cagando pra isso. Você tem cinco segundos, e vou entrar. - As palavras são secas e potentes.

Babaca. Com os braços do sujeito, não duvido que fosse capaz de derrubar a porta se quisesse.

Ando até lá e abro a porta.

- O que você quer?

Ele me olha grosseiramente de cima a baixo e, apesar de minha camiseta ser comprida o bastante para cobrir qualquer coisa ousada, ele me faz sentir completamente nua. Odeio isso, e a desconfiança que surgiu na noite anterior vira antipatia genuína.

- Quero saber qual é a sua. - Ele dá um passo a frente, e sei que é para me intimidar. É um homem que usa o físico como arma e como atrativo.

- Acho que você devia conversar com seu pai. Foi ele que me sequestrou e me trouxe para cá.

Tom dá outro passo, até estarmos tão próximos que cada respiração faz nossos corpos se tocarem.

Ele é lindo o bastante para minha boca secar e eu começar a formigar em partes que eu gostaria de pensar que um babaca como ele jamais faria despertar. Mas outra lição que aprendi com minha mãe é que seu corpo pode gostar de coisas que sua cabeça odeia. Só que é a cabeça que tem que estar no comando. Esse era um dos conselhos dela estilo "faça o que eu digo e não faça o que eu faço".

Ele é um babaca que quer machucar você, grito para o meu corpo. Meus mamilos se enrijecem apesar do aviso.

- E você lutou muito contra isso, não foi? - Ele olha com desdém para os picos que se formaram embaixo da minha camiseta fina.Não tem nada que eu possa fazer além de fingir que meus mamilos estão sempre alertas.

- Mais uma vez, você devia estar falando com seu pai. - Eu me viro e finjo que Tom Holland não está despertando todas as terminações nervosas do meu corpo. Vou até a cama e pego uma calcinha simples. Como se não tivesse preocupação nenhuma no mundo, tiro a que estou usando e deixo em cima do tapete creme.

Atrás de mim, ouço uma inspiração repentina. Ponto para o time visitante.

Com o máximo de indiferença possível, visto uma nova, puxando com cuidado pelas pernas até a barra longa da camiseta. Consigo sentir os olhos deles percorrendo meu corpo como se estivesse me tocando.

- Fique sabendo que, seja qual for seu jogo, você não tem como ganhar. Não contra todos nós. - A voz dele está mais grave e rouca. Meu show o está afetando. Mais um ponto. Estou muito feliz de estar de costas para ele, porque assim ele não pode ver que também estou afetada por sua voz e seu olhar. - Se você for embora agora, não vai se machucar. Vamos deixar que fique com o que o papai deu para você e nenhum de nós vai incomodar. Se ficar, vamos destruir você de tal maneira que você vai sair daqui rastejando.

Eu visto a calça jeans e, ainda de costas, começo a tirar a camiseta.

Uma risadinha ríspida soa em seguida, e ouço passos rápidos. A mão dele se fecha no meu ombro, segurando a minha camiseta. Ele me vira até eu estar de frente para ele. Inclina-se e leva os lábios a centímetros do meu ouvido.

- Vou contar uma novidade, baby: você pode fazer striptease na minha frente todos os dias, e nem assim eu pegava você, entendeu? Meu pai pode estar comendo na palma da sua mãe, de olho na sua bunda de menor, mas o resto de nós sacou direitinho qual é a sua.

O hálito quente de Tom desliza pelo meu pescoço, e preciso de toda a minha força de vontade para não tremer. Estou com medo? Com tesão? Quem sabe. Meu corpo está tão confuso agora... merda. Sou mesmo filha da minha mãe, né? Porque gostar de homens que a tratam mal é, ou melhor, era a especialidade de Claire Stoermer.

- Me solta - digo friamente.

Ele aperta os dedos no meu ombro por um momento antes de me empurrar para longe. Cambaleio para a frente e me seguro na beirada da cama.

- Estamos todos de olho em você - diz ele de forma ameaçadora, e sai batendo os pés.


Notas Finais


Q cap foi esse Brasil


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