História Princesas De Reinos Distantes - Blackpink - Capítulo 22


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, mais um capítulo. Espero que gostem, desculpe qualquer erro.
Boa Leitura <3

Capítulo 22 - Um Novo Olhar - Rosé


Fanfic / Fanfiction Princesas De Reinos Distantes - Blackpink - Capítulo 22 - Um Novo Olhar - Rosé

“Me desculpe”

“Ainda reclama que não serve para administrar seu reino”

“Acabei de ter minha primeira decepção amorosa e primeiro beijo”

“Acabei de ler um livro em que contava sobre uma guerra que aconteceu há poucos anos entre ninfas e bruxas contra um demônio.”

“Agora está com uma história de que se tornar uma bruxa”

“O curioso é que existem diversos conteúdos, seja de magias a poções, vestimentas...”

“Mesmo a rainha mais poderosa tem suas fraquezas”

“Porque que temos que nos apaixonar? Quer dizer, olhando agora é tão bobo, um sentimento que desenvolvemos com outra pessoa, para não sentirmos sós”

“Preciso verificar as plantas, me parecem bem tristes”

“O lago... ele simplesmente ficou escuro em uma hora, e durante esse intervalo escutamos um grunhido aterrorizante”

“O que está havendo?”

Neste exato momento sinto algo em minha cintura puxando-me cada vez mais para perto do lago, notei que não era a única. Todos que estavam ali presentes se encontravam na mesma situação tentando ao máximo sair.

É impossível conseguir descobrir o que era aquilo quando sua visão fica borrada de lágrimas e a garganta desgastada pelos gritos. Meus olhos podem estar me enganando neste exato momento, entretanto é similar a uma luz verde o que está em minha cintura.

Sinto meus pés molhados estou cada vez mais perto do fundo. Então é assim? É desta maneira que terei meu fim? De forma misteriosa? Com outros sete cadáveres que não tiveram a oportunidade de ter uma vida com uma família? Eles podem não encontrar meu corpo. Mas nós boiamos, não?  Que rainha patética eu fui.

Paro de lutar sei que é bobagem, o que quer que seja é muito mais forte e com certeza o seu único objetivo é matar o que esteja em sua frente. Monstros. Violeta tinha razão. Eles existem. E não são nem um pouco amigáveis ou fracos, como dizem nos contos de fadas.

Estou sendo puxada para o fundo, prendo a respiração por reflexo, porém minha esperança de viver está morta há um bom tempo. Observo os pesquisadores. Porque ainda insistem em continuar resistindo? Não percebem que este é o fim? Talvez eu morra de falta de ar antes de encarar o monstro.

De repente algo acontece. Sinto meu corpo ficar secar. Quer dizer não na mesma hora, mas sinto que estou fora da água, como se estivesse na superfície. Sou jogada contra uma parede, uma dor agonizante cobre minhas costas, entretanto quem estava atrás de mim sentiu pior. Tento me levantar rápido, está escuro demais.

- Pelo jeito a rainha é corajosa – uma voz suave manifesta.

- Quem é você? Onde estamos? – pergunto.

- Estamos no lago, por acaso é cega? Permitir que visse todo o caminho e ainda pergunta onde está? Precisa de algumas aulas – fala sarcástico.

- E por acaso á água é seca? – desafio a escuridão.

- Obviamente que não. Fiz uma proteção para que conseguissem respirar, pelo jeito os seres humanos precisam de ar.

Uma luz aparece no meio do escuro, com certeza não é parecida com o sol. Sua luz não traz nenhuma sensação de que seja fogo, parece gelo. Uma luz que emana frio. Um rosto surge. Esperava algo assustador como escrito nos livros, entretanto é atraente, muito atraente.

- O que é você? – pergunto com tom alto.

- Imagino que esperava uma criatura estranha que tenha o rosto deformado e desconheça a beleza, pois bem, sou um pouco... diferente.

- O que é você? – grito mais alto.

- Vossa Majestade... – sussurra um dos pesquisadores ainda tremendo.

- Cala a boca – falo rápido

- Tão gentil com seus funcionários...

- Responda!

- Persistente... certo – me analisa – acredito que minha espécie é conhecida em seu reino, ou melhor, em muitos reinos.

- Do que está falando?

- Tente raciocinar, acredito que utiliza o cérebro para as tarefas cotidianas, não?

- Eu... – uma imagem fixa em minha cabeça.

Sereia. A aparência atraente, poderes subaquáticos, voz suave.

- Sereia? – pergunto com muitas dúvidas.

- Quase, os humanos só conhecem a versão feminina. Eu sou um tritão, enquanto as tarefa do sexo feminino são seduzir os marujos afundados seus navios, o meu papel é protegê-las de perigos.

- Por que me trouxe para cá?

- Fui ameaçado por isso. Precisavam de você fora da superfície, aparentemente parece mais forte do que parece.

Logo depois aparece as sereias indo em direção aos homens, rapidamente o humor deles mudam drasticamente, estão hipnotizados. As sereias estão com pernas para conseguir se locomover nesta parte seca. Sou surpreendida por uma mão em minha cintura, é o tritão.

- Acredito que esteja precisando de alguém, corações machucados são tão fáceis de curar – sussurra em meu ouvido.

Ele rapidamente me vira, fico de encontro com seu pescoço. A sua semelhança com um humano é incrível, sua beleza é esplendida. Seus olhos são verdes como o mar. Estou enfeitiçada.

- Dizem que primeiros beijos são terríveis, mas o segundo pode ser perfeito – aproxima-se encarando meus lábios.

Então me beija. É uma explosão, é bom... porém não é o que quero. Não de quem quero. Suas mãos ainda estão em minha cintura e apertam de acordo com que intensifica o beijo.

- Vamos princesa, com certeza quer continuar e esquecer aquele babaca que desconhece toda a sua beleza – fala com uma voz incrivelmente suave.

- Você errou – falo.

- Como? – pergunta desconcertado.

- Eu sou Roseanne, rainha de Melbourne – respondo com entonação na palavra rainha.

Com isso soco sua cara com toda a força que tenho, é o bastante para afastá-lo. Por conta do ato as sereias assustadas fogem, são medrosas comparadas com o dizem nos livros.

- O que pensa que está fazendo? Sou mais forte!

Não consigo pensar em nada. Minha mão começa a formigar, quando a vejo está soltando faíscas rosa.

- Não... ele disse que não tinha magia! – tritão grita amedrontado.

A única que faço é ir a sua direção agilmente com a mão de faíscas a frente, talvez cause algum dano. E fez. Apesar de ter se defendido não foi suficiente, seu braço e rosto foi derretendo à medida que pressiono mais força. É uma cena terrível.

- Desgraçada!

Então ele desmaia, o calor foi demais.

- Majestade... – um dos pesquisadores.

- Não falem nada, vou tirá-los daqui – acenam com a cabeça, estou com medo. De mim.

Tento imaginar o que poderia fazer se consegui conjurar uma bola de energia é possível fazer algo a mais. A idéia das sereias retornarem é impossível, são fracas, seu único papel é hipnotizar homens em oceanos. Oceanos. O que elas estão fazendo em um lago? Apenas para me matar? Quem está por trás disso?

- Majestade – interrompe um dos funcionários – acredito que não tenhamos muito tempo.

Olho para cima e noto que a camada de oxigênio onde estamos salvos está começando a sumir, talvez o tritão adormecido esteja ficando mais fraco e com isso seu poder irá sumir.  Começo a ter um pensamento da Violeta, ela sempre diz que como sereia gostaria de fazer uma bolha onde poderia entrar e conhecer o mundo através dela.

Deu certo. Uma bolha gigante surge ao nosso redor, dentro dela contém oxigênio. Não tenho palavras para dizer como fiz, apenas imaginei, como Violeta cita em suas brincadeiras. A bolha começa a subir para a superfície, todos ainda permanecem apavorados. Quando finalmente posso avistar a grama da margem, noto Jennie e Charlie com uma expressão de assustados.

Droga. Agora os dois irão me encher de perguntas, com certeza Jennie esconde algo, percebi desde que a vi roubando. O cabelo loiro? A mulher que a acolheu apenas para trabalhar em seu jardim? Não sou boba. Se ela souber alguma coisa haver com o lago a consequência será severa, disso vou garantir.

Quanto ao Charlie o máximo que posso fazer é esconder, posso me fingir de inocente quanto à bolha magia. Menos souber melhor, para mim.

- Tragam algo para eles se secarem, podem ficar doentes – ordeno.

Charlie nem hesita.

- O que está fazendo? Não ouviu?! Vá rápido – encaro furiosamente Jennie.

Ela finalmente desperta de seu transe e corre para a cabana.

Os pesquisadores continuam tremendo. De frio ou de medo? Pouco me importa, resolvo este obstáculo mais tarde.

Aquela criatura que nos capturou me conhece muito bem, tinha conhecimento de tudo que já aconteceu recentemente comigo. Deveria ser o responsável pela seca repentina do lago? A poção? Talvez. Preciso de respostas rápido. E sei onde posso encontrar, a mulher com a capa vermelho-sangue, é tão suspeita quanto Jennie. Pode se disfarçar como uma senhora que cuida de plantas e que se diz ser pobre, porém tem a posse de tantos bens valiosos.

Sou esperta como todos dizem e posso descobrir por conta própria.


Notas Finais


O pensamento de Rosé pode ter mudado...
Até a próxima :D


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