História Princesas disney - contos eroticos - Capítulo 4


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, LGBT, Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Este capitulo ficou bem menor que os demais (embora eu o considere com um bom tamanho para um conto érotico) encerrando o núcleo "Corcunda de Notre Dame - Aladdin" temos um capitulo com duas das protagonistas atraentes da Disney.

Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 4 - Jasmine - Esmeralda


Fanfic / Fanfiction Princesas disney - contos eroticos - Capítulo 4 - Jasmine - Esmeralda

A noite prometera ser maravilhosa e cheia de surpresas, mas até o momento ela não estava indo muito bem em cumprir essa promessa. Jasmine assistia a apresentação de diversos artistas, primeiramente um poeta que proclamou sonetos de amor, depois uma dupla de atores que apresentaram um show mudo que, era a intenção, ser engraçado, mas a única reação da rainha de Agrabath fora bocejar.

Jasmine era a rainha de Agrabath, esposa de Aladdin, uma mulher linda com longos cabelos negros e pele também escura. Tinha feições atraentes, um corpo belo, magra, e com intensos e perspicazes olhos. Seu marido não estava ali no momento, havia saído para conhecer a cidade e provavelmente voltaria só no dia seguinte. Jasmine sentia inveja dele, pois poucos lugares seriam menos tediosos do que o qual ela estava agora.

Um malabarista acabara de se apresentar, Jasmine aplaudiu apenas por educação, o homem saiu e uma moça surgiu no palco. Jasmine revirou os olhos, sabia que viria mais um espetáculo de comedia ou algo do gênero, mas mudou totalmente de ideia quando a moça começou a dançar. A mulher dançava de forma hipnotizante mexendo os pés com agilidade e energia. Sua saia girava a cada rodopio que dava e seus cabelos escuros giravam também, com graça e elegância. Jasmine ficou simplesmente encantada por aquela moça estranha, olhou-a com atenção, como se só agora a enxergasse de verdade. O que viu foi uma bela moura, uma mulher cigana de pele escura e cabelos também negros, volumosos e brilhantes. Ela vestia uma blusa branca com um decote generoso que oferecia uma bela visão do contorno de seus fartos seios. A saia descia até os pés e era de um roxo forte e vibrante. Ela possuía um longo lenço que trazia enrolado entre os braços, o pano também era roxo, semitransparente, e girava e se movia com graça, como se ganhasse vida nas mãos habilidosas da cigana. A mulher, a qual Jasmine já admirava, trazia um lenço enrolado na cabeça e brincos que chacoalhavam ao ritmo da dança. Ela tinha um sorriso atraente e já era desejada por todos que assistiam ao espetáculo. Inclusive por Jasmine.

- Quem é essa? – perguntou a rainha da Agrabath a um nobre que estava ao seu lado.

- Ah, essa é Esmeralda, uma graça de moça, charmosa, atraente, apesar de ser uma cigana é uma pessoa maravilhosa – respondeu o nobre, um homem de meia-idade, com uma barriga um pouco protuberante, que não parava de olhar Esmeralda por um segundo. Era evidente o preconceito do homem com o povo cigano, mas Esmeralda era tão encantadora que se tornava uma exceção a seus olhos.

Esmeralda, era um nome bonito, de uma joia preciosa. Jasmine não se importava muito com pedras preciosas, pois as possuía as centenas em seu tesouro, mas aquela joia em particular ela queria ter. A rainha voltou a olhar a cigana dançar, seus movimentos eram de uma beleza hipnotizante. Ela a olhava com desejo e, por um breve instante, teve a impressão que Esmeralda havia olhado de volta, mas tudo se passou tão rápido que era difícil de dizer se havia acontecido ou se era apenas imaginação da rainha.

Enquanto assistia a dança Jasmine bebeu uma taça de bom vinho, ela gostava da bebida, a deixava mais leve, mais ousada e ela precisava estar assim para o que faria em seguida.

Com um gesto chamou um de seus guardas, o homem se aproximou rapidamente. Jasmine apontou para a cigana e disse.

- Quando ela terminar seu espetáculo quero que a procure e diga que a rainha de Agrabath deseja ter uma conversa com ela – o soldado fez um sinal positivo com a cabeça e, só por precaução, a rainha completou – se ela se mostrar relutante lhe entregue isso.

Jasmine deu ao soldado um colar dourado com uma esmeralda incrustrada. Era apenas uma coincidência que ela tivesse uma joia com o mesmo nome da cigana, mas Jasmine achou que aquilo atiçaria a curiosidade da moça, ou, em outro caso, a sua cobiça.

O espetáculo durou cerca de vinte minutos ao seu fim muitos foram os que aplaudiram Esmeralda, outros gritaram seu nome ou lhe jogaram rosas vermelhas. Jasmine saiu dali e foi até seus cômodos, um quarto de luxo no melhor hotel da cidade. O quarto era enorme com uma cama que cabia facilmente quatro pessoas, mas a rainha estaria satisfeita se conseguisse trazer apenas a cigana para se deitar nela.

Jasmine se admirou no grande espelho que havia no quarto, a imagem que viu foi de uma linda mulher vestindo roupas curtas e com curvas generosas. Em sua opinião não estava atrás da cigana em termos de beleza, nem de sensualidade. Ela se lembrou do momento em que, supunha, os olhares das duas se encontraram e perguntou-se se Esmeralda também não havia sentido atração por ela.

Uma batida na porta fez com que a rainha deixasse seus pensamentos de lado. Ela não voltou seu olhar para porta, continuou admirando-se no espelho.

- Entre – disse fitando seu lindo corpo refletido.

- Soube que queria falar comigo.

Jasmine se virou com um sorriso de satisfação no rosto. Lá estava a cigana, a bela Esmeralda. Vendo-a de perto Jasmine a achou ainda mais bonita com seus volumosos cabelos negros e seus seios fartos. Esmeralda tinha um jeito provocativo que não era forçado, ela não tentava ser sedutora, mas simplesmente o era. A cigana tinha um perfume exótico que atiçou os sentidos de Jasmine aumentando ainda mais o seu desejo.

- Sim – Jasmine olhou a cigana de cima abaixo, saboreando a beleza dela com os olhos – eu gostei do seu espetáculo, queria que fizesse outro espetáculo para mim – ela sorriu maliciosamente e indicou com o olhar a grande cama com cobertas vermelhas que estava as suas costas – aquele será o seu palco.

Esmeralda olhou para a cama e depois para a rainha, ela havia mesmo sentido atração pela moça, e isso em nada tinha haver com a posição social de Jasmine. Já estava acostumada a dançar para grandes públicos, mas embora os expectadores mudassem nenhum deles atraia sua atenção. Era verdade que Paris recebia visitas constantemente, era uma cidade turística, a cidade do amor, mesmo assim nenhum dos estrangeiros, fosse homem ou mulher, despertavam-lhe o interesse.

Com Jasmine porem foi diferente, Esmeralda a achou exótica, independente e possuidora de uma inteligência e sagacidade admiráveis. Poderia parecer esquisito que tivesse tido essa impressão da rainha apenas observando-a por um breve momento, mas Esmeralda era muito boa em ler as pessoas. Ela conseguia diferenciar uma pessoa honesta de uma desonesta apenas com um único olhar. Jasmine confiava na sua intuição e ela dizia que a rainha de Agrabath era uma flor rara e bela, assim como seu nome sugeria.

- Você está muito enganada se acha que eu vou me vender para você apenas por causa disso – dito isso a cigana estendeu a mão com o colar, Jasmine deu um breve olhar ao objeto.

- Não acho isso, e, se você fosse uma mulher assim eu não teria motivos nenhum em deseja-la – Jasmine sorriu de forma simpática e atraente, aquilo não era bem verdade ela desejaria a cigana mesmo que a mulher aluga-se seu corpo para ela, mas preferia mil vezes que a mulher o fizesse sem intenções financeiras – o colar foi apenas um meio para lhe atiçar a curiosidade. Eu sei muito bem que você não veio até mim por causa de dinheiro, mas porque também está interessada em mim da mesma forma que estou interessada em você – era um blefe, ela não tinha certeza disso, mas sua intuição dizia que sim e decidiu arriscar.

Esmeralda colocou o colar e admirou-se no espelho, o objeto não combinava muito com ela, pois parecia sofisticado demais para a beleza exótica da cigana. Ela devolveu o objeto a Jasmine e quando a rainha o pegou em sua mão ela a puxou bruscamente em um movimento rápido e astuto. Os corpos das duas ficaram bem grudados, seus seios pressionando-se e seus rostos a apenas centímetros de distancia. Esmeralda acariciou o rosto da rainha de uma forma intima e provocativa, tocando com as pontas dos dedos na bochecha da mesma e descendo até os lábios, contornando-os lentamente.

- Antes de qualquer coisa quero saber se você não tem nenhum rei. Não quero me envolver com ninguém comprometido entende?

Jasmine riu, beijou os dedos de sua companheira e inseriu o indicador e o médio em seus lábios chupando-os lentamente. Foi um gesto carregado de erotismo, seus lábios estalaram com um som úmido e ela sorriu deliciada por sentir o gosto da cigana.

- De onde venho um homem pode ter quantas esposas e amantes puder sustentar, infelizmente o mesmo não se aplica as mulheres, mas meu rei e eu temos um acordo que considero bastante vantajoso para ambas as partes.

Esmeralda colocou a mão na cintura da rainha, acariciando a lateral de sua bunda. Jasmine gostava da ousadia da mulher que a puxou ainda mais para perto, apertando de forma agradável seus seios.

- Que acordo seria esse? – perguntou a cigana, os lábios de ambas tão próximos que por pouco não se tocavam.

- Ele fica com quantas mulheres quiser e eu também posso ter quantos amantes desejar. Tudo que precisamos fazer é manter a confiança e lealdade, avisamos para o outro quando dormimos com outra pessoa.

- Parece um excelente acordo... imagino o que você falara de mim para ele – Esmeralda falou de um jeito manhoso, seus lábios encostaram nos de Jasmine em um beijo rápido, um selinho, mas que foi suficiente para aumentar os desejos da rainha.

A tensão sexual havia chegado em seu ápice, aquelas preliminares serviram para atiçar o fogo do desejo que cada uma trazia dentro de si. Jasmine avançou em um beijo demorado, pressionando seus lábios nos de Esmeralda, inserindo sua língua faminta na boca da outra. Esmeralda retribuiu, desceu as duas mãos pela bunda de Jasmine, uma bela bunda protegida apenas pelo fino tecido que a cobria, ela queria se livrar daquele pedaço de roupa o mais breve possível para poder tocar diretamente na pele da rainha, sentir-lhe a textura macia, enfiar suas unhas nela, apalpa-la, toca-la.

O beijo foi intenso e nenhuma das duas queria parar, mas tiveram que faze-lo para tomar ar. Jasmine retirou apressadamente a blusa da cigana e os fartos seios da garota saltaram para fora, grandes, com mamilos escuros como chocolate, a pele da cigana parecia brilhar a luz ardente das velas que estavam dispostas no quarto. Jasmine segurou aqueles seios com firmeza, aqueles grandes e maravilhosos seios, grandes até demais para suas mãos pequenas. Ela voltou a beijar Esmeralda apertando os seios com prazer enquanto sentia as mãos rápidas da cigana descendo por debaixo de suas roupas tocando diretamente sua bunda.

- Sente-se – ordenou Jasmine com desejo e paixão, Esmeralda sentou-se na cama com um sorriso voluptuoso que provocava a outra a continuar a explorar seu corpo.

Jasmine olhou com água na boca os seios da cigana, tão lindos, tão perfeitos. Como alguém poderia ser tão atraente? Ela já havia conhecido algumas nobres europeias, até mesmo visitado algumas princesas, mas a beleza delas era ideal demais, delicada demais, e isso não fazia seu tipo. Eram mulheres como Esmeralda que atraiam Jasmine, mulheres com uma beleza mais vulgar, mais popular, mais diabolicamente mundana. Ela retirou a pequena peça de roupa que cobria seus seios e a visão deles fez um sorriso surgir nos lábios da cigana. Jasmine tinha seios menores dos que os de Esmeralda, mas igualmente belos e atraentes, os mamilos era castanhos escuros e estavam rígidos devido a excitação que a rainha sentia.

Ela se sentou no colo de Esmeralda e aceitou com prazer as mãos da mesma acariciando suas costas nuas. As duas se beijaram mais uma vez, lentamente, Jasmine soltou um gemido baixo de prazer e depois riu em êxtase.

- Você é um pedaço de pecado – disse lambendo a os lábios da cigana – um fruto proibido.

- Proibido para muitos que já me desejaram e apenas se contentam em me ver dançar, mas... para você, rainha... – ela acariciou a barriga de Jasmine, suas mãos subindo até os seios e se acomodando neles – eu estou completamente disponível.

Jasmine empurrou Esmeralda fazendo-a deitar na cama, retirou o resto de das roupas da cigana com gosto e sentou-se em cima da mesma.

- Vou possuir cada pedacinho de seu corpo, você vai se sentir nas estrelas de tão satisfeita querida.

Esmeralda riu e se deixou tocar. Jasmine apalpou os seios da cigana, passou as mãos pelos seus cabelos negros e por seus ombros. Ela estava queimando por dentro, Esmeralda a fazia perder a cabeça de tanto desejo. Ela retirou suas calças sentindo-se mais confortável com sua nudez.

Jasmine entrelaçou suas pernas com as de Esmeralda, encostando suas vaginas e, com energia e vigor, começou a dar estocadas firmes, a intimidade das duas se colidiam fazendo estalos sonoros, causando explosões de prazer nas duas mulheres. Esmeralda soltou um gemido prolongado arqueando sua cabeça para trás com uma expressão de completo gozo no rosto.

Jasmine continuou, sem deixar de dar atenção aos grandes seios de sua amante, apalpando-os e apertando-os com força. Ela sentia um prazer indescritível com aquela dança calorosa em que seus corpos estavam envolvidos, um prazer diferente, nem melhor nem pior, do que sentia com seu marido Aladdin.

- Ahh... mais rápido, mais rápido... meu deus não pare com isso por nada nesse mundo! – dizia a cigana entre gemidos delirantes de prazer e Jasmine obedecia, bombeando cada vez mais forte sua intimidade contra a dela, seus corpos suavam e seus seios balançavam freneticamente.

Elas chegaram ao orgasmo e Jasmine desabou na cama exausta. O liquido branco escorria livremente entre duas pernas. Esmeralda a abraçou na cama, beijando-a com paixão.

- Nada mal para uma rainha – seus lábios se uniam com os de Jasmine em beijos sucessivos.

Jasmine sorriu, em seguida pegou o colar que havia dado a cigana antes e o colocou em seu pescoço com delicadeza.

- Quero que fique com isso, não pense como um pagamento por esta noite, mas queria apenas presenteá-la e lhe dar um meio de se lembrar de mim.

Esmeralda sentiu sinceridade nas palavras de Jasmine e aceitou com gratidão e carinho o presente.

- Obrigada, mas eu acho que não precisaria de nada para lembrar de você, essa noite por si só será inesquecível.

Jasmine riu adorando o elogio, ela também não esqueceria daquela noite pois a cigana não era uma mulher a ser esquecida. A rainha de Agrabath admirava aquela mulher que mal conhecia, por um lado queria desbravar mais daquele mistério que dançava e sorria, aquele pecado em forma de mulher. Ela queria conhecer melhor Esmeralda, saber de sua vida, sua família, seus sonhos e ambições, mas sabia que não teria tempo para tanto, em breve sairia da cidade e a cigana seria apenas uma lembrança, uma boa lembrança, mas mesmo assim apenas uma lembrança.

- Esmeralda... – ela acariciou o rosto da cigana – amanha eu sairei de Paris. Eu e meu marido estamos viajando rumo a Arendelle para uma reunião com a rainha Elsa.

- Elsa? – Esmeralda já havia ouvido falar daquele nome, uma mulher abençoada com o dom da magia. Para o seu povo cigano pessoas assim tinham um destino especial. Ela sentiria um grande prazer em ler a sorte da rainha de Arendelle e descobrir a causa de seus poderes – ouvi falar dela, dizem que é muito bonita.

- Talvez, mas ela não faz meu tipo. Pelo que ouvi é muito magra, palida e delicada, prefiro mulheres mais ousadas e com um corpo mais... – ela deslizou os dedos pelos seios de Esmeralda – avantajados.

A cigana riu e puxou Jasmine para mais perto dando-lhe outro beijo de tirar o folego. Jasmine retribuiu agraciada por ter em sua cama uma mulher tão ardente e sensual.

- De que importa o amanha? – perguntou a cigana com seu sorriso provocativo – estamos aqui agora, juntas, porque não aproveitamos a presença uma da outra enquanto pudemos?

Jasmine sorriu era exatamente isso que ela queria. No dia seguinte sua cama estaria vazia, mas enquanto Esmeralda ainda estava nela a rainha queria aproveitar ao máximo daquela mulher que lhe incendiava os desejos mais íntimos.


Notas Finais


Sim, há uma grande diferença desse conto em relação aos anteriores o que inclusive explica seu tamanho reduzido. Ao contrario dos outros esse não foca no amor entre os personagens, mas sim no desejo, é algo mais de paixão. Queria variar e colocar contos assim também. Gosto dos dois tipo espero que tenham gostado também ;)


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