1. Spirit Fanfics >
  2. Princess Kingdom >
  3. Princesas

História Princess Kingdom - Capítulo 27


Escrita por:


Notas do Autor


Capítulo narrado pela personagem feminina.

Capítulo 27 - Princesas


Dara


Minha vida pareceu entrar em um estado de calmaria depois do final de semana que passei no apartamento de Yoshi, agora meu namorado oficial. No domingo mesmo nós decidimos manter nossa relação em segredo. Por mais que tínhamos grande aceitação do público, não queríamos que invadissem nossa privacidade e desgastassem nossa relação.

No trabalho, eu ainda tinha a agenda lotada, mas consegui me fazer mais presente em meu café já que decidi usar meus fins de semana para gravar os episódios do meu programa que iria ao ar no ano seguinte.

Com os finais de semana ocupados, Yoshi e eu nos víamos em qualquer oportunidade que aparecia pela frente. Quando em casa, eu preferia deixar o apartamento de cima para o casal mais antigo e descer para o de Yoshi, não que, de vez em quando, meu namorado não subia para passar uma noite comigo e o outro casal.

Nós dois, também, passamos a usar os locais "secretos" para "pegação" no prédio da "Zéfiros". Principalmente depois que eu virei uma espécie de "traine" ao frequentar alguns dos cursos oferecidos pela agência para seus novatos e quem tivesse disposto a pagar.

Foi preciso que isso acontecesse já que estavam me requisitando para algo que eu não tinha experiência nenhuma, mesmo que para fazer um simples comercial.

Nesse meio tempo, sem que eu soubesse, fui incluída em um pequeno grupo que também usava o "Talk" para se manter em contato. Eu ri quando li o nome do grupo; "Princesas".

Esse grupo era o grupo que as mulheres e o homem dos meninos do "Lovely Princes" usavam para se manterem em contato já que os meninos eram bem unidos. Foi por lá que fiquei sabendo que Sam estava em um relacionamento sério com a minha amiga de escola que apresentei a ele na festa do "Views". Fiquei feliz por eles, Clara, esse era o nome de minha amiga, era uma boa pessoa e eu sabia que Sam a faria feliz.

E soube também, pelo grupo, que Alec e Namie iriam se casar assim que a turnê terminasse, em junho. Casal esse que descobrir ser um dos maiores apoiadores do "YoDa". Por conta disso, Namie acabou se tornando uma amiga para mim.

Não só ela, mas as princesas se tornaram minhas melhores amigas. Elas tinham experiência em viver relacionamentos secretos, principalmente Marcela, a mulher de Jack. Ela é Namie eram as que mais me ajudavam a passar pelas ausências de Yoshi depois que a turnê começou.

Por mais que eu já estivesse acostumada com a ausência de Yoshi e de meu irmão, desde o momento que eles se fizeram mais presentes em minha vida, ficar muito tempo longe deles era torturante.

Para aguentar a ausência, costumávamos nos reunir no apartamento ou casa de cada uma em reuniões que começavam normais, mas logo se tornavam uma pequena festa que gerava ótimas histórias entre nós.

Com a proximidade do casamento de Namie, decidimos fazer mais uma dessas reuniões antes do chá de panelas oficial. Na noite do jantar, nós mulheres e o único homem nos reunimos mais cedo na casa de Marcela para esperarmos nossos homens que estariam em um compromisso importante antes.

Na tarde mencionada, eu fui na companhia de Mark, que acabou nos atrasando por não se decidir com que roupa ir.

_Finalmente chegaram! – Marcela foi logo dizendo ao abrir a porta.

_Culpa dele! – Eu disse antes de cumprimentar à ela e ao pequeno Alan, o filho dela e Jack.

_Nem vem, você também chegou tarde em casa. – Mark fingiu estar irritado.

_Eu estava trabalhando, Mark. – O repreendi.

_Já falei que não precisa se doar tanto para o café. – Ele puxou minha orelha.

_Mas era importante. Aconteceu uma emergência na cozinha e eu tive que ajudar o pessoal resolver. Só isso. – Findei aquela discussão ao entrarmos na sala.

_Olá "DaYo"! – Namie me provocou.

Desde que começou os boatos entre Yoshi e eu, ela, secretamente me chamava assim. Depois que ela ficou sabendo do namoro, ela não escondeu mais isso de mim.

_Oi Namie! – Disse ao revirar os olhos.

_Dara, Mark. – Clara foi mais comportada.

As duas estavam sentadas em um dos sofás da sala com uma taça gorda de vinho nas mãos.

_Olá meninas! – Mark disse animadamente, sentando-se no espaço vazio do sofá antes de as cumprimentar.

_Olá! – As duas disseram juntas antes de receber os beijos e abraços dele.

Eu as cumprimentei decentemente antes de me sentar na poltrona de frente ao sofá que estavam sentada.

_Vocês dois vão beber? – Marcela perguntou a nós dois.

_Hoje não. – Eu a respondi. – Terei que levar meus homens para casa. – Expliquei ao ver sua cara de estranheza.

_Tenho uma companhia então! – Ela me respondeu feliz.

Assenti antes de receber o pequeno Alan para que ela pudesse ir até a cozinha e buscar mais taças e bebidas.

Com cuidado, sentei o pequeno em minhas pernas e comecei a brincar com ele. Curiosos, os outros três olharam para mim enquanto tentavam entender de onde vinha aquele meu jeito.

_O que querem perguntar? – Eu percebi a enorme interrogação em seus rostos.

_Quando aprendeu a cuidar de criança? – Mark foi o que abriu a boca primeiro.

O mais corajoso por já estar acostumado comigo.

_Desde que comecei a namorar o Yoshi. – Respondi sem dar atenção a ele.

O pequeno em meu colo era bem mais fofo que meu amigo naquele momento.

_Yoshi não tem filho. – Clara apontou duvidosa.

_Mas a irmã mais velha dele tem. E como os dois moram muito perto, eles estão sempre fazendo algo juntos. Quando eu tenho a oportunidade de estar junto, também passo um tempo com o pequeno Yan.

_Também? – Namie estava muito perdida.

_Yoshi gosta muito de seu sobrinho e ele tem uma paciência incrível com ele. É até fofo ver os dois juntos. – Expliquei.

_Yoshi? Cuidando de crianças? – Marcela, que já estava de volta à um tempo, não deixou de comentar.

_É. Não vejo problema nenhum nisso. – Dei de ombros ainda mais atenta ao bebê que o resto da sala.

_Yoshi? Aquele homenzarrão todo? Com aquela cara de bravo? – Namie não acreditou em mim.

Aliás, nem mesmo Mark acreditou no que eu havia dito. Me sentindo frustrada por não acreditarem em mim, disse:

_É sério gente! Tenho vários vídeos dos dois juntos em meu celular. – E esse foi meu erro.

_Se é assim, nos mostre? – Clara me desafiou.

Na inocência, eu peguei meu telefone na pequena bolsa nas mãos de Alan e passei para elas já com um dos vídeos selecionados. Não o recebi de volta mais.

Em euforia, os quatro passaram as próximas horas analisando todo o conteúdo de meu aparelho. Começou com as minhas mensagens para Yoshi. Essas eram mais simples e impessoal. Depois elas passaram para nossas conversas no "Talk", aí sim eles ficaram loucos.

Yoshi e eu tínhamos o hábito de nos provocarmos sexualmente pelo aplicativo quando sempre que possível, como aquela manhã em que quase fizemos sexo por mensagem antes de eu ir para o trabalho.

Sorte que o pequeno acabou dormindo antes que o álcool no sangue dos três mais "espevitados" os tornassem pior enquanto liam as conversas mais "vergonhosas". Sem a criança ali, as coisas ficaram realmente piores.

E o que eu achava que era ruim ficou ainda pior quando descobriram a pasta "secreta" na galeria de fotos contendo as fotos que tirava nos momentos mais íntimos com Yoshi. Ele também fazia o mesmo comigo.

_Jesus do céu! Isso é o que eu estou pensando? – Marcela se espantou com o que estavam vendo.

Não que os outros estivessem diferentes.

_Não sei! – Choraminguei um pouco apavorada.

Com os olhos ainda em espanto, Clara virou a tela do meu telefone para mim e eu vi uma das fotos que Yoshi tinha me mandado do quarto do hotel que ficou na última cidade que fizera show para a turnê. Embora a toalha branca em sua virilha estivesse tampando o principal, era óbvio que ele estava gloriosamente nu sobre o lençol bagunçado da cama em que estava deitado. Seu rosto apoiado em um dos braços sorria de uma maneira bem sugestiva para o espelho que ele usara para tirar a foto.

_Esse é o Yoshi. – Consegui dizer em minha vergonha.

_Ele é mesmo tudo isso? – Marcela perguntou ainda sem acreditar.

_É. – Minha resposta foi um sopro tímido.

_Onde fica tudo isso nas roupas que ele veste? – Ela estava indignada.

_E porque nenhuma empresa o mandou tirar a roupa para fazer um comercial? – Clara estava como ela.

_Ou as emissoras das novelas que ele gravou? – Até Mark estava bobo.

_Ele é assim mesmo, gente! – Tentei o defender.

_Duvido! – Namie, quieta até então, também não deixou de expressar sua descrença.

_Mas é verdade. Essa foto ele me mandou no último final de semana e se ainda acham que é mentira, eu tenho várias outras dele pra provar. – Consegui controlar minha timidez.

Para conferir, Clara, que estava em poder do meu aparelho, foi passando lentamente o dedo pela tela, sempre engrossando o coro excitado toda vez que passavam por uma foto muito ousada de meu namorado que iria me matar quando soubesse daquilo tudo. Ainda no meio daquela bagunça, eu vi meu telefone começar a ficar rosa.

Meu coração acelerou por antecipação. Não que fizesse muito tempo que eu não o tinha visto, porém sempre ficava ansiosa quando percebia a mudança em meu telefone.

_Dara, por que seu telefone está rosa? – Eu não fui a única. Mark, também percebera.

_Ele está perto! – Consegui segurar minha animação.

Eles não entenderam minha resposta e nem foi preciso explicar melhor. A porta da sala foi aberta antes que tivesse tempo para isso. Um a um eu os vi entrar na sala em que estávamos ansiosa para ver o que mais queria. Ele foi o último a entrar e, quando me viu em pé em frente à poltrona que estava sentada, sorriu de um jeito tão meigo e genuíno que não foi possível controlar a reação que ele mais gostava.

Sem prestar muita atenção nos outros, ele veio até mim e me apertou em um abraço gostoso antes de me beijar. Não foi bem um beijo, só um encostar de lábios. Mesmo assim foi o bastante para nos fazer sorrir quando ele colou sua testa na minha.

_Tão lindo! – Namie retirou as palavras de minha boca.

Se dando conta, finalmente, que não estávamos sozinhos, Yoshi olhou para trás. Sorrindo despreocupado, ele disse sem me soltar.

_Olá Namie!

_Ignore que eu existo. – Ela não o cumprimentou. – Podem continuar a fazer o que estavam fazendo.

Intrigado, ele voltou a me olhar.

_Por quê ela está com o seu telefone? – Ele estava leve em sua curiosidade.

_Eu mostrei para elas um vídeo seu com o Yan. Desde então elas não me devolveram. – Expliquei envergonhada.

_E por que não?

_Desculpe. Elas viram as nossas fotos. – Meu sussurro foi quase que inaudível.

_Fotos? – Ele não entendeu o que quis dizer.

_Aquelas. – Meus olhos e tom o fizeram entender quais eram.

_Ah! Tudo bem. Estamos quites. – Ele estava tranquilo demais.

_Por quê?

_Seu irmão me fez passar meu telefone para ele na última viagem. Ele teve um vislumbre da nossa conversa. Bem... – Ele pareceu envergonhado e arrependido. – Todos eles viram as que eu tenho de você.

_Céus! – Meu olhos quase soltaram por minhas órbitas.

_Me desculpe? – Foi a vez dele pedir.

_Ela te perdoa. – Namie tomou a frente. – Com uma condição.

_Qual? – Yoshi não viu a maldade no olhar da outra.

_Solte ela e venha até aqui. – Ela pediu mandona.

Sem se incomodar, Yoshi me soltou e foi até o meio da sala. Sem que ele tivesse tempo de pensar, Namie agarrou a barra de sua camisa e a levantou até que estivesse satisfeita com o que estava descoberto.

_É de verdade! – O espanto dela era o reflexo dos outros descrentes.

Yoshi, ao finalmente entender o que estava acontecendo, irrompeu em uma ruidosa gargalhada. Não teve como o resto não o acompanhar, até eu o fiz, depois de revirar os olhos para aquilo tudo, claro.

_A gente fala para ele mostrar para o resto. – Alec abraçou sua noiva pelas costas ainda rindo. – Mas ele não acredita.

Yoshi só olhou para mim antes de o responder:

_Porque só tem uma pessoa que pode me ver assim. – Seu olhos ardiam em desejo.

Óbvio que fiquei vermelha e me escondi ainda mais na reação da mascote do grupo. Os demais riram mais um pouco do que estava acontecendo antes de Jack chamar nossa atenção.

_Parece que vocês se divertiram muito. – Havia uma leve nota de repreensão em sua voz.

Também, em três horas os três que estavam bebendo beberam quatro garrafas de vinho.

_Eu estou sóbria! – Marcela se esquivou ao abraçar seu homem.

Fofo, ele a beijou nos lábios antes de constatar:

_É verdade. – Sorriu bobo para ela.

_Agora, aqueles três ali – ela apontou para Mark, Namie e Clara, todos abraçando seus homens – estão impossíveis!

Os culpados fizeram cara que não eram com eles, ignorando, também na brincadeira, a repreensão de Marcela. Curioso, Yoshi perguntou ainda em voz baixa para mim:

_Você não bebeu?

Fiz que não antes de explicar:

_Eu fiquei responsável por levar vocês para casa.

_Quem disse isso? – Ele me pareceu divertido em sua indignação.

_Mark, depois que eu o xinguei por trocar de roupa pela milésima vez. – Revirei os olhos ao lembrar daquilo.

_Que pena, mas eu te faço companhia. – Ele voltou a me abraçar, desta vez nada inocente.

Me prendi em seus olhos, mas fui impedida de receber seu beijo por um grito raivoso.

_EI! – Jack chamou nossa atenção.

Por mais carregada que sua voz estivesse, seus olhos revelaram que ele só fez aquilo por não poder perder aquela oportunidade de zoar seu amigo. Mesmo assim eu corei de vergonha. Yoshi ampliou mais seu sorriso antes de me virar de costas e passar seus braços por sobre meus ombros.

_Ok, general! – Ele devolveu a gozação.

_Bom! – Marcela nos surpreendeu ao respondê-lo pelo marido.

Rimos mais um pouco antes de o líder aquietar os ânimos.

_Então... – Ele parou a bagunça. – O que ficou resolvido para o jantar?

_Bem... – Eu comecei. – Quanto à sobremesa, eu deixei o pedido no Princes antes de ir para casa. Eles vão entregar aqui por volta das oito da noite. Agora, quanto ao jantar, não tivemos tempo de discutir sobre isso... – Olhei cúmplice para as outras "princesas".

_Por que não? – Sam perguntou desconfiado.

_Porque estávamos ocupadas demais para pensar nisso. – Namie foi evasiva ao, finalmente, me devolver meu telefone.

Foi Yoshi que pegou da mão dela antes de colocar no bolso de sua calça. Sinal de que iriamos passar a noite juntos nem que seja só para dormir.

_Com o que? – Ele não desistiu.

_Em me crucificar. – Brinquei ao responder.

Ele riu, entendendo agora o alvoroço que estávamos quando chegamos e dando por encerrado sua repreensão.

_Já que não decidimos, vocês poderiam fazer isso. – Clara sugeriu olhando para seu namorado feito um cachorrinho pidão.

_Mas eu nem sei cozinhar. Você sabe muito bem disso. – Ele a respondeu assustado.

_O Yoshi sabe. – Alec não perdeu a oportunidade de se livrar daquilo.

_E Diego e Jack também. – Meu homem protestou.

_Mas você é melhor do que eu. – Jack também tentou se livrar.

_Muito melhor do que qualquer um de nós. – Meu irmão também tentou tirar o corpo fora.

Vendo que aquilo não teria futuro, me virei de lado nos braços de Yoshi antes puxar sua cabeça para que pudesse sussurrar:

_Eu te ajudo. – Meu sopro fez o corpo dele se arrepiar levemente.

Ainda com a cabeça mais próxima da minha, ele a virou para que pudesse me provocar com o olhar ao responder em alto e bom som:

_Tudo bem, eu vou. Mas o resto arruma a cozinha.

_Justo! – Marcela impediu que a discussão continuasse.

Yoshi a respondeu com um aceno antes de me soltar para pegar minha mão e me carregar até a cozinha. Lá, Marcela nos explicou o que tinha pensado para o jantar e nos mostrou onde ficavam o que iriamos precisar.

Sozinhos ali, não deixamos de nos provocar enquanto nos divertimos ao fazer algo que gostávamos. Éramos muito bom naquilo, reconhecia que Yoshi era melhor do que eu na cozinha normal e ele reconhecia que eu era melhor do que ele nos doces. Assim, ficava fácil dizer o que o outro desejava para a refeição em andamento. Só que, desde que eu fizera com ele, Yoshi gostava de ficar atrás de mim enquanto me ajudava com a faca só pelo prazer de me ver desestruturada por sua proximidade.

Namie nos flagrou uma vez assim e saiu agitada, por estar ainda mais bêbada, gritando o quão bom era ver o seu "O.T.P." se tornando real. A ignoramos e continuamos nosso jogo até a hora do jantar.

Pela euforia dos que estavam bêbados, os outros seis também não se controlaram. O pequeno Alan teve sorte por seu quarto ser bem longe da bagunça e a babá eletrônica grudada em Marcela só estar configurada para transmitir o som do bebê, e o casal pelo bebê dormir tranquilamente até depois do jantar.

No meio daquela bagunça toda, eu pude entender um pouco do que tornaram os cinco "idols" tão unidos. Vê-los longe das câmeras e compromissos era como ver a reunião de cinco irmãos ainda em sua adolescência, brigando para ver quem tinha mais atenção ou a melhor história.

Me senti grata por fazer parte daquela família que ajudava a preencher o vazio deixado pela minha. Por mais que meu pai se fizesse presente em minha vida, o tempo que ficou longe não pôde ser recuperado. Ele ainda era meu pai, eu adorava a companhia dele e de sua mulher, estava ansiosa pela chegada do meu irmãozinho, mas ainda assim não me sentia a vontade como eu me sentia como quando era apenas minha mãe e eu.

Por fim, naquela noite, Yoshi acabou dormindo comigo em meu quarto. Estávamos tão cansados pela semana que passou que não me importei de tê-lo comigo só para me manter aquecida naquela noite amena de primavera. Teríamos muitas oportunidades de fazer o que despertamos na cozinha de nossos amigos.


Notas Finais


Antes de mais nada, o nome do grupo foi uma ideia de Mark que sempre quis ser uma princesa, mas nunca lhe fora permitido.

Muito obrigada por chegar até aqui e até a próxima quarta!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...