História Príncipe Apaixonado - Capítulo 19


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 22
Palavras 1.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá docinho do meu Core
Estou de volta
Para quem estava preocupada comigo, obrigada por me enviarem mensagens de apoio. São vocês que adoçam minha fic 💙
Capítulo não betado

Capítulo 19 - É um absurdo


Fanfic / Fanfiction Príncipe Apaixonado - Capítulo 19 - É um absurdo

-Pode apostar que foi. Ele deve estar fora de si.

Jungkook amassou o papel e o colocou sobre a mesa, e o ruivo notou uma ruga surgir na testa perfeita do príncipe. Sentiu vontade de acariciar o semblante preocupado do monarca, mas se conteve.

-Taehyung, seria muito mais fácil de eu lhe garantir proteção se você se tornasse meu marido, e não apenas mais um hospede em minha casa.

-Mas, sendo seu marido eu não correria um risco ainda maior? Agora sou apenas um estrangeiro sem dinheiro, mas se nós nos casarmos... eu serei o seu consorte, não é? E se esse for o caso, suponho que mais cedo ou mais tarde... - ele mordeu o Lábio, observando a gravata do príncipe. -Bem, uma vez casados nós poderemos ter um filho. Isso não deixaria seu primo ainda mais irritado?

Jungkook ergueu o queixo de Taehyung com a ponta dos dedos. Relutante ele levantou o rosto e viu que os olhos escuros não estavam mais sombrios. Tinham agora um brilho perturbadoramente sedutor.

-De fato meu doce, se eu tivesse um marido, e ele fosse você, eu trabalharia dia e noite para fazer um filho.

- Dia? - o Ruivo deixou escapar. -Mas as pessoas podem fazer aquilo durante o dia?

-Certamente. Antes do café da manhã, talvez até depois do almoço também.

- O que você está dizendo é um absurdo.

O príncipe sorriu e curvou-se para beijá-lo, mas ele se esquivou e saiu antes que se rendesse ao desejo que transbordava em seu corpo.

Mais tarde, o príncipe se recostou na balaustrada do Terraço do Castelo e olhou para o Jardim abaixo. Respirou fundo saboreando o cheiro de terra úmida e Mato. A brisa de verão soprava, enquanto ele admirava o céu da noite encoberta de nuvens.

Ele amava o palácio. Estava em seu sangue e em seu coração. Mas no dia seguinte partiriam para a barulhenta e suja Ilsan, onde estava a sociedade com os olhos curiosos e a língua afiada, esperando lhe darem motivos para fofocar e colocarem defeitos nas vestimentas dos nobres, e o pior, seu primo também estaria lá. Maldição.

Eles poderiam ficar no campo, seria melhor. Mas seu irmão Jin tinha direito a sua estreia na temporada. Assim como Taehyung, ele deveria ir as festas, dançar, e até mesmo ser cortejado por outros homens, antes de se tornar seu esposo. Antes que ele o levasse para a cama e lhe desse um filho.

Deus, ele mal podia esperar para tê-lo nu em sua cama, sob seu corpo, como tivera na estalagem. Na próxima vez, ele poderia terminar o que haviam começado.

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-Ele está em Ilsan. – Taemin atirou o luxuoso convite na lareira. As chamas consumiram em segundos o papel de qualidade, queimando junto a tinta cara. –Ele abrirá as portas do Palácio para o Baile do Jin. Foi tanta gentileza me convidarem. Bando de filhos da Puta.

-Você é da família. –Choi MinHo apertou o cinto do robe de seda chinesa azul e esticou as pernas diante da lareira. Era difícil se manter aquecido durante as frias noites em Ilsan. – O reino inteiro iria comentar se você estivesse ausente no Baile.

Taemin resmungou e bebeu um gole de conhaque, em sua taça adornada em ouro.

-O Palácio deveria ser meu, ou melhor, o trono deveria.

-Eu sei, meu amor. E será. Seus planos...

-Sempre falham. Deus-Todo-Poderoso. Aquele filho de uma boa mãe tem muita sorte, Vai cachimbar formiga. Já era para ele ter morrido a muito tempo atrás com uma bala no meio da testa. Mas não, o desgraçado voltou da Guerra sem nem um único arranhão.

-Bem, sim. Foi muito azar. Mas quem iria supor que os chineses iriam falhar?

MinHo olhou para a cama, logo atrás. Adoraria entrar embaixo das cobertas para se manter aquecido. Mas não iria adiantar, pois logo Taemin estaria muito embriagado para se importar com ele. Era assim que as coisas estavam ocorrendo ultimamente. Os momentos felizes dos dois estavam sendo cada vez mais raros; a vida agora não passava de uma mera sombra do passado alegre e feliz que eles haviam compartilhado muito tempo atrás.

MinHo fechou os olhos, espantado de sua mente a memória da fisionomia sombria de Taemin. Ele esperava que as coisas melhorassem depois que Taemin assumisse o ducado. Então, quem sabe, ele abandonaria a bebida e parasse de frequentar bordéis, e que o ódio que o havia contaminado desapareceria para sempre.

MinHo contraiu os lábios ao sentir aquela dor familiar perpassando por seu corpo. Quando tinha dezessete anos e havia se apaixonado pelo nobre, acreditara naquela história sem questionar nada.

Mas agora já tinha trinta, e sentia frio. Porque tinha que ficar? Era um bom valete. Poderia encontrar outro trabalho. Alguém iria aceitá-lo. Não um príncipe, é claro. Que deus o livrasse de servir alguém da realeza. Mas talvez algum Fidalgo, afinal, ele tinha experiência.

Mas não era a promessa de riquezas e luxuria que o mantinham ao lado de Taemin. Deus, como ele desejava que fosse apenas isso. Mas não, apesar de todo abuso e negligência, ele ainda amava Taemin. O amor que ele sentia pelo nobre era como uma erva daninha em seu peito. Estava entrelaçado em seu coração, não deixando espaço para ele continuar batendo.

-Ele trouxe aquele vagabundo para Ilsan, aquele ruivo asqueroso.

-Ele não é um vagabundo Taemin, é o primo do atual Conde Kim.

-Ele é ruivo, não é? Como aquele vadiozinho do Green Man.

-Aquele Vadiozinho morto do Green Man. Assassinato Taemin? – MinHo apontou. –Você não pode ficar deixando uma fila de corpos por onde passa, Taemin. Você ainda vai ser pego por sua maldita irresponsabilidade. Já estou cansado de ficar lhe avisando todas as vezes que isso acontece. Não adianta querer se vingar dele, estando preso nas masmorras do Castelo.

-Eu não teria matado aquela maldita criatura se você estivesse lá junto a mim, MinHo. –Taemin se serviu de mais conhaque, enchendo novamente a taça até a boca. –Você precisava ver os olhos esbugalhados daquele ruivinho de merda quando ele percebeu que eu iria mata-lo.

MinHo se ajeitou na poltrona.

-Se eu estivesse lá, garantiria que você não colocasse as mão no pobre coitado.

-Não – Taemin se recostou, confortável. – Jungkook não pode ter um Herdeiro.


Notas Finais


Até o próximo
✋✋
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