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História Príncipe da luxúria - Sprousehart - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Oioi

Boa leitura xoxo

Capítulo 12 - Capítulo 5 parte II


C O L E

Meu coração batia descompassado. Amo esse tipo de emoção. O proibido me atrai. Adoro quebrar regras.

Bati na bundinha linda de Lili e abri o zíper da minha calça. Não abri o botão, apenas tirei meu pau furioso, babando por ela. Em tempo recorde eu já havia vestido a camisinha e a curvava sutilmente sobre o parapeito.

Deslizei meu pau em sua racha molhada. Ela gemeu alto. Tapei sua boca com uma mão a puxei bruscamente pela cintura com o outro braço. Rasguei seu canal apertado e quente até o fundo. Seu corpo estremeceu em meus braços. Um grito escapando de sua boca por entre meus dedos. Rosnei baixinho e me forcei a ficar parado uns instantes. 

Caralho! Eu estava prestes a gozar se eu me mexesse. Porra! Havia estado a tarde quase toda dentro dela, mas essa fome que tomava conta de mim quando meus olhos pousavam nela estava me consumindo. 

Tirei devagar e meti de novo, girando o quadril como se estivéssemos dançando. Comi sua bocetinha gostosa bem devagar. Minha mão desceu de sua cintura e foi para seu clitóris. Ela grunhiu, rebolando em mim, pedindo-me para foder mais duro.

— Quer mais duro, minha cadela gostosa? Quer meu pau comendo essa bocetinha virgem bem forte? — ela assentiu. Seu corpo me dizendo que estava bem perto. Bati violentamente dentro dela, sentindo seu útero. — ohhh! Princesa! Jesus! Caralho de boceta gostosa! Toma, cadela safada! Toma meu pau onde qualquer um pode ver! Gostosa! — enlouqueci comendo-a freneticamente. 

Eu não pararia nem se aparecesse alguém ali. Ela é minha e vou comer quando eu quiser.

Soltou um gemido abafado pela minha mão e seu canal me estrangulou. Meu pau expandiu e eu meti sem dó em seu buraquinho. Meus dois braços foram ao redor de sua cintura puxando-a para mim, fazendo-a tomar todo o meu pau numa estocada brutal. Ela gritou, agora e eu também. 

— ahhhhhhhhhh! — esporrei dentro de seu calor. Esvaindo-me em esperma. M ordi sua nuca e continuei fodendo-a como um louco. Jesus! Eu vou me viciar. Não, eu já estou viciado, caralho! Fui perdendo a força dos movimentos e parei dentro dela, mais relaxado, satisfeito do que já estive em toda a minha vida. Cheirei seus cabelos. Eu não queria sair de dentro dela. A boceta de Lili era meu novo lugar preferido. 

— Jesus! Princesa... Você é dinamite pura! — sorrio em sua nuca.

Ela sorri também. A apertei mais. Ela virou o rosto afogueado, corado para mim. Nos olhamos por alguns momentos, então a beijei. Ela era exatamente do jeito que eu imaginei. 

Linda, muito gostosa e quente pra caralho por baixo daquela aparência fria e enfadonha.

Mas era também perigosa, porque algo nos olhos dela me chama, me encanta, me domina de uma forma que ainda não consigo entender. Preciso lembrar que isso é apenas sexo. Sexo espetacular, explosivo, mas apenas sexo. Dom Harper não faz romance. Eu fodo e vou embora. Sempre. Já comi muitas mulheres gostosas, não vou ficar todo maricas, porque Helena tem uma boceta que só podia ser descrita como presente dos deuses.

Acho que o homem das cavernas dentro de mim está gostando de saber que meu pau foi o único a estar dentro dela. Cristo! Só de pensar nisso, ele palpitou.

Obriguei-me a arrancar minha boca da sua e saí de sua quentura, devagar. Gememos. Dei um jeito na camisinha e arrumei minhas calças. Ela já havia arrumado o vestido.

— Dio! Você é realmente louco! — exclamou baixinho enquanto a tomei nos braços de novo, agora frente a frente.

— Sua vida comigo nunca terá um minuto de tédio, princesa. — avisei, beijando-a de leve nos lábios. Porra!

O que havia comigo? Não sou de ficar de chamego depois do sexo. Odeio essas merdas! Não gosto nem de beijar. M as, estou parecendo um adolescente viciado na primeira garota com quem fez sexo. Ela é a inexperiente.

Não eu, porra!

— Percebi. — murmurou e me enlaçou pelo pescoço. Foda-se todas as merdas de não beijar! Eu a quero completamente.

— Isso é só o começo, princesa. Vou levar você a lugares inimagináveis. — sussurrei e enfiei uma mão em sua nuca mantendo-a cativa. — você é minha e eu sou seu, por três meses. — completei e tomei sua boca de novo. 

Ela se moldou a mim com o mesmo desespero com que a puxei e nos devoramos. Ficamos assim por um tempo que não soube cronometrar. Já estávamos sem fôlego e ela arrancou sua boca da minha sorrindo, buscando por ar. Sorrio também. Nossas bocas respirando uma na outra. Nossos olhos travados. 

— eu quero dançar com você. O que acha de irmos lá para dentro?

Os olhos de verdes água se alargaram e seu corpo ficou tenso.

— Eu... Eu nunca dancei esse tipo de música. — ela disse visivelmente perturbada.

— Eu conduzo você. É muito fácil. Ninguém liga muito se você sabe ou não. A pista está lotada, princesa. — seu desconforto aumentou com a menção da última parte.

— Cole... Eu realmente não me sinto bem em lugares fechados e cheios de pessoas. — revelou, seu corpo ainda mais tenso.

— Ei, tudo bem. — concordei preocupado, agora. Mais cedo na empresa de paraquedismo ela teve uma reação estranha quando achou que a forçaria a saltar. — não precisamos ir lá para dançar. — segurei os lados do seu rosto e a forcei a me olhar. Seus olhos tinham a mesma expressão apavorada. — vamos dançar bem aqui.

Ela relaxou nos meus braços e seus olhos suavizaram um pouco. Mas ainda havia uma sombra lá.

— Ok, mas não reclame se eu pisar nos seus pés. — concordou abrindo um riso ainda meio nervoso. Eu estava intrigado, porque havia me acostumado a vê-la sempre altiva, segura de si. Essa garota frágil, insegura e tímida que vislumbrei hoje não combinava com ela.

Sorrio e a beijo de leve. Timber de Pitbull e Kesha começou a tocar. Seus olhos se iluminaram lindamente.

— adoro essa música. — sussurrou. — quero ir lá. Leve-me, Cole. — ainda detectei um toque de incerteza no seu tom.

— Tem certeza? Podemos dançar aqui se ficar mais confortável, princesa. — ofereci. Ela se esticou toda.

Assumindo aquele ar de sou inatingível que eu me acostumei a ver. M as eu já havia visto em sua fragilidade.

— Eu vou lá. Tenho certeza. — disse parecendo querer convencer mais a si mesma do que a mim.

Apenas sorrio admirando-a, porque era obvio que estava tentando vencer algo que a incomodava. Eu ainda não sabia o que era, mas descobriria. Por enquanto, a ajudaria dando a melhor dança que ela já teve. Tomei sua mão e a conduzi para dentro. Cortamos todo o caminho, descendo a escada para a pista de dança que estava realmente lotada. Duas loiras voluptuosas dançando obscenamente me encararam. Desviei os olhos e continuei abrindo caminho puxando Lili comigo. 

Ben e Scott enlouquecem quando faço isso. Misturando-me na multidão. M as sou assim. Cresci assim, no meio da massa. É assim que me sinto bem. Parei e virei para encarar Lili. A expressão no rosto dela era de fascínio puro. Sorrio e a puxo virando-a de costas contra meu peito.

— Bem-vinda ao meu mundo, princesa! — disse bem no seu ouvido. Minhas mãos foram para a cintura delicada e a puxaram mais, colando-a completamente a mim. — feche os olhos e sinta a música. Sinta o clima. Sinta meu corpo. — completei e comecei a mover o quadril em direção ao dela simulando o ato sexual, bem lento. Ela arfou quando minhas mãos desceram mais segurando sua pélvis. 

As subi de novo até a base de seus peitos, meus polegares massageando perigosamente perto dos mamilos.


It's going down

I’m yelling timber

Estou gritando “madeira”

You better move, you better dance

É melhor você se mexer, é melhor você dançar

Let’s make a night you won’t remember

Vamos fazer uma noite que você não vai lembrar

I’ll be the one you won’t forget

Eu serei aquela que você não vai esquecer



Deixou a cabeça cair para trás em meu ombro. Seu corpo todo meu. Dando-me acesso total. Moí meu quadril no dela. Começou a mover-se lentamente a princípio, mas foi ganhando ritmo e crescendo junto com a batida animada da música. Começou cantar baixinho.

— Isso, princesa! Se solte! Cante! — gritei sorrindo, moendo em sua bunda deliciosa. Ela sorriu.

Um riso lindo, de puro deleite e virou o rosto para mim. Peguei seu queixo com uma das mãos e espalmei a outra de dedos abertos em seu ventre, os dedos encostando e massageando discretamente sua pélvis. Seus olhos incendiaram. Lindos no jogo de luzes a nossa volta. 

E nos beijamos. Um beijo sensual, lascivo. A música a todo vapor. M eu quadril colado no dela, movendo-se obscenamente agora. Meu pau completamente duro de novo, cavando no meio de sua bunda. Tudo sumiu em volta. Éramos só nós dois, beijando-nos e quase fazendo sexo no meio da pista. Nunca me senti tão eletrizado.

Tão louco de desejo por uma mulher. A música acabou e outra se seguiu, outra, mais outra e estávamos suados agora, minhas mãos passeando por ela sem qualquer pudor. Sua bunda serpenteando deliciosamente no meu pau. Jesus! Ela era nitroglicerina pura! 

— vamos pegar uma bebida, princesa. Você é mesmo uma coisinha quente, não é? — sorrio, batendo em sua bunda indicando para ela ir na frente. Enrolei meus braços ao redor dela. Parei de tentar entender. Eu quero ficar com ela nos braços. 

Pronto! Era só isso! 

Bebemos dançamos de novo e quando por fim estávamos deixando o local, um verdadeiro circo estava armado do lado de fora. Os malditos paparazzi estavam a postos na nossa saída não mais clandestina. Caralho!

— Duquesa! É verdade que se casou com o príncipe Cole? — disse um sujeito asqueroso que vivia me seguindo e ganhando dinheiro com meus escândalos. Ele já devia estar rico, por sinal.

— Isso tem algo a ver com o testamento de seu avô? — gritou uma mulher no meio deles.

Flashes nos cegando de todos os lados. Lili estava pálida, trêmula, estática do meu lado.

— É verdade que está falida? Por isso se casou com o libertino de Manhatan? — gritou o sujeito asqueroso de novo.

— Venha! Vamos sair daqui, rápido! — chamei, mas ela continuava lá com aquela expressão de cedo e de antes da nossa dança. Jesus! Seus olhos estavam vítreos, era como se não tivesse vendo, nem escutando nada. — Lili? Afastem-se, seus abutres! Não estão vendo que ela não está bem? — berrei e eles afastaram um pouco.

Ben e Scott chegaram e foram para cima deles com tudo. Virei-me para Lili de novo e a levantei nos braços. Seguindo pelo caminho que meus seguranças iam abrindo. Os flashes ainda continuaram. Mais perguntas. Cristo! Eles nunca me deixavam em paz. Entramos finalmente na limusine. Acomodei-me com ela no meu colo. 

— fale comigo, princesa. — meu tom foi suplicante, preocupado. Ela estava me assustando pra caralho. — vamos, Lili. — sussurrei olhando seu rosto. Ela estava retomando a cor. Piscou e lágrimas se formaram em seus olhos. Escondeu o rosto na curva do meu pescoço. O que era aquilo? Então, começou a soluçar baixinho, seu corpo tremendo. 

Havia algo muito sério ali. Mas não era o momento de confrontá-la. Suspirei e a aconcheguei mais contra mim, adorando a forma como se encaixava perfeitamente em meus braços.

Beijei seus cabelos suavemente e antes que eu pudesse detê-las as palavras escaparam dos meus lábios: 

— Eu vou cuidar de você, princesa.


Notas Finais


Comentem e favoritem xoxo


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