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História Príncipe da Máfia e sua obsessão. - Capítulo 47


Escrita por:


Notas do Autor


BOA LEITURA♡

Capítulo 47 - Segunda temporada: capitulo 47


Fanfic / Fanfiction Príncipe da Máfia e sua obsessão. - Capítulo 47 - Segunda temporada: capitulo 47

MELLANY RODRÍGUEZ♡

Estava respirando? Estou viva?

-- Jung-kook! -- chamei quando acordei do meu sono atordoada. Resmunguei de dor levando minha mão até a barriga onde doia.

Fiz uma careta sentindo um gosto estranho na boca, estou com sede.

Olho em volta, estou num hotel ou em algum lugar luxuoso? Senti um braço descansando em minha cintura, então seu cheiro se fez presente. Viro a cabeça o encontrando tão sereno, parece um anjo dormindo.

Passo minha mão na sua franjinha meio bagunçada, sorrio por sentir seu corpo quente e seu cabelo sedoso.

Não consigo me mexer preciso de água ou melhor escovar os dentes ou os dois.

Com cuidado tiro seu braço de cima de mim ele resmungou um pouco, levantei sentindo meu braço latejar, tiro a agulha com soro do meu braço. Caminho com minhas pernas fracas até uma porta a abrindo agradeço por ser um banheiro.

Arregalo os olhos vendo meu reflexo no espelho, estou horrivel ou melhor deplorável.

Observo meu corpo, meu braço esquerdo está enfaixado, suspendo a camisola e encontro um curativo enorme do lado direito da barriga.

Suspiro.

Ligo a torneira da pia com uma mão mesmo lavo meu rosto, pego uma escova de dente que estava lagrada e escovo meus dentes.

Sento em uma poltrona observando aquele quarto melhor. Estou num hotel? Curiosa levanto indo até a porta me segurando na paredes minhas pernas estão francas.

Arrasto a porta colocando só minha cabeça pra fora e avisto de longe alguns médicos e enfermeiras.

Caralho! Aqui é um hospital?

Resmungo setindo dor, saio do quarto irei pedir algum remédio que faça a dor aliviar.

-- Com licença. -- chamo atenção da recepcionista.

Seus olhos se arregalam assim que me ver.

-- Por que saiu da cama? Você não está em condições de andar.

-- Desculpa, é que meu braço ta doendo. -- digo.

Ela suspira pegando o telefone.

-- Mellany!? -- grita.

Olho pro lado vendo jung-kook correndo na minha direção, ele me avalia dos pés a cabeça e suspira colocando a mão no coração.

-- Você está bem? -- pergunto segurando sua mão.

-- Acha que esta em condições de andar? -- fala -- Por que não me chamou?

Você estava tão lindo dormindo.

-- Estou bem.

-- Você acabou de reclamar de dor. -- ouço a voz da recepcionista.

Merda! Realmente estou morrendo de dor.

-- Volte pro quarto, irei chamar um médico para trocar suas ataduras. -- ela diz.

Jung-kook me puxa de volta para o quarto, ele me obrigou a deitar. Parecendo uma criança birrenta me sentei na cama encostando minhas costas na cabeceira que por sinal era muito aconchegante.

Não gosto de hospitais mesmo que eles sejam luxuoso ou não.

-- Quando esse médico vai chegar? -- pergunto.

Jung-kook que estava no celular me olha com as sobrancelhas levantadas.

-- Por que? -- ele senta na beirada da cama com o rosto centimetro do meu.

-- Estou morrendo de fome, quero algo gostoso é grande. -- digo abrindo os braços mostrando o quão grande queria minha comida.

-- É só falar comigo se quer algo grande e gostoso. -- fala tocando no meu queixo com um dedo.

-- Então -- seguro sua nuca o puxando para perto do meu rosto fazendo nossos lábios se tocarem -- vá lá e compre um hambúrguer ou melhor três.

Nesse momento a porta é aberta por uma médica, ela pisca algumas vezes olhando pra gente.

-- Olá. -- comprimenta

-- Oii. -- digo.

Jung-kook dá de ombros voltando a se sentar na poltrona.

A médica se aproxima perguntando:

-- Vamos trocar as ataduras? -- ela diz e eu aceno.

[......]

-- VOU MATAR VOCÊ JEON! -- grito.

Uma hora, há uma hora! Estamos discutindo porque ele não quis comprar meus hambúrgueres.

-- Você não escutou a médica? NADA.DE.GORDURA. -- fala pausadamente.

-- EU QUERO COMER! olha pra minha barriga -- aponto pra minha barriga -- está vazia, e a comida daqui e horrível sem sal que tipo de hospital luxuoso é esse!?

Ai que ódio.

Estou quase virando o verdadeiro satanás, quero sair daqui! e a comida é horrivel!

Me aproximo dele alisando seu rosto e fazendo minha melhor cara de cachorro pidão.

-- Isso não vai funcionar. -- ele diz. E eu murmuro um "merda".

-- Eu quero ir pra casa. -- digo derrotada jogando minha cabeça no seu peito.

-- Ainda sente dor? -- pergunta alisando meu cabelo.

-- Se eu disser que não, vai pedir minha alta?

-- Mesmo que eu peça, eles não vão dar. Mellany entenda.. -- ele envolve seus braços na minha cintura -- você tomou dois tiros, dois. Precisa de repouso absoluto, então seja uma boa menina e descanse.

Ele sorri confortável, Jung-kook beija meus lábios em um beijo calmo. Minha mão desliza pela sua nuca até seu cabelo onde seguro forte aprofundando o beijo.

Ele se afasta ofegante e eu resmungo decepcionada.

-- Por que parou? -- pergunto e ele me olha com o cenho frazido.

-- Voltando ao assunto, você está ferida.

-- Jung-kook! Agora estou com fome e excitada, resolva meu problema aqui.

Ele ri. Me virando e me emburrando na cama.

-- vou pegar algo pra você comer, depois dormi pra apagar esse fogo ai.

-- CRETINO! -- grito assim que ele fecha a porta.

[......]

No dia seguinte.....

Abro um grande sorriso quando vejo min-jee tirar de sua mochila uma caixa de chocolate.

-- Você não ta casanda de ontem?

Ontem depois de comer a comida horrivel daqui, min-jee e seus paus vieram e ficaram super irritados com jung-kook por não ter ligado para ele para dá a noticia que já tinha acordado. eu não perguntei achando que ele tinha ligado.

Ficamos conversando até de madrugada, e soube que esse hospital é dos pais de jung-kook.

Fiquei boquiaberta com essa noticia, bate várias vezes na minha boca por chamar a comida daqui de horrivel.

Abro a caixa de chocolate fazendo um " O" perfeito com a boca.

-- Obrigada jee. -- abraço ela com um braço.

Está sendo uma tortura não poder mexer meu outro braço e também é dificil até para andar que a barriga doi. Estou detonada.

-- Tchau mel. Preciso ir, a primeira aula começo daqui a pouco.

-- Tchau. -- aceno.

Ela é um verdadeiro anjo.

Assim que ela saiu, levantei da cama. Vou caminhar um pouco na entrada do hospital tem um grande jardim. Caminho pelos corredores arrastando meu suporte de soro.

Vejo algumas médicas e médicos andando pra lá é pra cá. Em um corredor distante meus olhos encontram a mesma garota que encontrei semanas atrás ou um mês atras? Por algum motivo não consegui esquecer seu rosto, ela está sem maquiagem e se parece comigo. Por que ela se parece comigo?

Ela também está me encarando. Ela dá um sorriso fraco colocando as mãos no bolso da calça e sai andando.

Por alguma loucura minha comecei a correr pelo corredor tentando alcança-la, minha barriga começou a doer olhei rápido e percebi que tinha sangue na minha camisola, os pontos abriu?

No decorrer da minha corrida escutei vários médicos gritando " sem correr nos corredores". Continuei correndo até ve-la sair pela ' saida de emergência'.

Porra!

Sinto algo escorrer pelas minhas pernas, olho pra mesma e vejo sangue escorrer pelas minha perna.

Ando de volta pelo mesmo caminho, minhas pálpebras começam a ficar pesadas. Me sento em uma cadeira gemendo de dor, respiro fundo tentando acalmar a dor.

Fecho os olhos e fico ali até alguém me achar.



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