História Príncipe da Perdição - Capítulo 7


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Categorias Sou Luna
Personagens Benício, Gaston, Luna Valente, Matteo Balsano, Miguel, Monica, Ramiro, Rey, Simón, Yam
Tags Karol Sevilla, Luna Valente, Lutteo, Matteo Balsano, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Visualizações 339
Palavras 4.886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


N tenho oq falar 😂😂
Então fiquem ai com o capítulo

Capítulo 7 - Capítulo 6


Luna

Abri os olhos devagar, esticando meu corpo. Oh! Puta que pariu! Minhas partes íntimas estavam muito sensíveis. Gemi e meus olhos se arregalaram quando me dei conta de onde e com quem estava. Para piorar, um braço moreno pesava sobre meu estômago. Virei a cabeça para o lado e meu coração sofreu um baque com a visão dele. O rosto moreno relaxado, livre do sarcasmo. Assim, adormecido, parecia um menino desprotegido. Sempre gostei do olhá-lo durante o sono. Era o único momento em que ele se desarmava completamente. Levei minha mão até bem perto do seu rosto, hipnotizada, mas recolhi antes de tocá-lo. Fechei os olhos. Ah! Deus! O que estou fazendo? Saia imediatamente dessa cama, desse quarto, Luna. Você não pode voltar a isso. Não. Não dê a ele o poder de te machucar de novo. Retirei o braço de cima de mim com cuidado. Ele se mexeu e eu gelei. Ah! Merda! Eu não posso encará-lo agora. Ainda é muito cedo. Ainda estou frágil da sua posse de homem das cavernas. Ele virou para o outro lado, o lençol escorregando, mostrando as costas musculosas e boa parte da bunda firme e... Nua. Ok. Joguem-me na masmorra, mas esse foi meu único homem e ele é simplesmente um espetáculo aos olhos. Não dá para não olhar! Eu sei. Patético! Mas é a verdade. Sentei-me e quase gemi de novo. Puta merda! Muito sensíveis... Levantei na ponta dos pés e fui catando minhas coisas. Um sapato aqui, outro ali. Meu vestido estava num estado deplorável, mas ainda estava escuro lá fora. Não corria o risco de encontrar alguém pelo corredor. Vesti-o rapidamente e peguei os sapatos na mão. Uma chuva fina ainda caía contra os vidros da janela. Meus olhos pousaram na cama de novo. Os lençóis brancos destacando o corpo moreno. O devorei sem pressa. Me detive nas cicatrizes que subiam em duas linhas finas da base da coluna até as omoplatas. Ele nunca me disse como as adquiriu. Torci os lábios. Ele nunca me disse muita coisa sobre si. Suspeito que seja um resquício do período em que viveu nas ruas. Meus olhos masoquistas não queriam se afastar, guardando cada detalhe com uma saudade antecipada porque eu não sei ainda o que ou como farei, mas não posso deixá-lo me tocar de novo. Isso seria muita burrice. Praticamente um suicídio, porque não importa o quanto ele é de tirar o fôlego. Esse homem me machucou demais. Não posso deixar meu corpo idiota tomar as decisões por mim outra vez. Preciso ser forte e resistir ao seu magnetismo selvagem que infelizmente ainda me atrai.

Aconcheguei-me na cama assim que entrei no meu quarto. Ainda tinha algumas horas para dormir. Ele estava enlouquecido esta noite. Não sei ao certo quantos orgasmos tive. Acho que foram seis. Ou foram sete? Ah! Deus! Não acredito que deixei que me fodesse como uma fera enfurecida. Como vou olhá-lo pela manhã? Sim, porque para piorar tenho uma reunião com ele às dez. Gemi de desgosto. Sei que não vai perder a oportunidade de me hostilizar. Por fim, o esgotamento me venceu e adormeci.

Acordei assustada. Olhei o relógio no criado mudo e o que vi fez-me despertar completamente. Eram nove e meia! Oh! Merda! Pulei da cama e fui direto para o banheiro. Meu reflexo no espelho da pia me fez franzir o cenho. Puta que pariu! Meu torso estava todo marcado de chupões. Esqueci que o cretino adora deixar sua marca. Um som de desgosto saiu da minha garganta. Fiz a minha higiene em tempo recorde e escolhi um vestido de linho verde água. Era discreto, mas charmoso, apenas sugeria minhas curvas. Usei meu sapato de salto oito. Nem tão básico, nem tão chamativo para o dia. Gostei do resultado. No rosto usei corretivo embaixo dos olhos, gloss, lápis e uma máscara para cílios. Ok. Acho que caprichei um pouco na maquiagem. Mas eu definitivamente não ficaria por baixo nesse encontro pós-sexo enlouquecedor. Gemi terminando de arrumar meus cabelos num rabo de cavalo. Olhei meu celular havia dez ligações de Vítor. A vergonha tomou conta de mim. Eu ainda não consigo falar com ele. Não depois de tudo... Peguei minha bolsa e saí para o quarto dos bebês. Meu dia não começa bem se eu não pegar, abraçar, beijar meus pequenos. Meu estômago roncava de fome, mas não daria tempo de comer nada antes de encontrar o todo poderoso. Ironizei, abrindo a porta e estaquei. Um par de olhos escuros se fixou em mim e meu coração passou a bater descompassado. Oh! Merda! Eu não esperava encontrá-lo antes de me fazer o meu discurso mental do dia. Seus olhos prenderam os meus. Algo brilhou no fundo da íris negra e seu semblante pareceu suavizar. Seus olhos desceram por mim lentamente. Obriguei-me a entrar. Seu olhar me acompanhou até quando parei ao lado do tapete macio. Ele estava bem à vontade para uma reunião, observei. Usava camisa polo branca e short de brim, bege.

— Bom dia. — minha voz saiu muito rouca. Ah! Cristo! Quase gemi. Os cantos de sua boca subiram num arremedo de sorriso. Uma expressão surpreendentemente relaxada tomando suas faces.

— Oi. — sua voz foi apenas um sussurro. Os olhos negros flamejaram em mim. Por mais que eu tenha me dado um sermão quando deixei seu quarto na calada da noite, meu corpo simplesmente reage ao dele quando me olha assim. Ele parecia mais relaxado ali sentado no tapete, brincando com os meninos. Ruggero estendeu os bracinhos para mim ao mesmo tempo em que Michael.

— Nada disso, garotão. — Matteo o puxou para si, abrindo um pequeno sorriso. — Deixe seu irmão ficar um pouco com a mamãe. Deixe de ser tão possessivo. — prendeu meu olhar quando me ajoelhei junto deles e Michael se jogou para mim. Ruggero fez biquinho, iniciando uma birra. — Eu sei campeão. É muito difícil não ser possessivo com ela, não é? — completou quase inaudível, mas ouvi perfeitamente. Nossos olhos permaneceram travados. Ele estava diferente nessa manhã. Havia um brilho quase suave em seu olhar. 

— Ei, meu amor. — me inclinei dando um beijinho na cabeça de Ruggero. Matteo continuava me olhando insistentemente. O que há com ele? Isso está estranho. 

— Não seja tão ciumento. Já, já mamãe vai pegá-lo também, prometo. — Pisquei quebrando o contato visual e me levantei com Michael no colo. 

— E você, está melhor, hum? — ele gargalhou lindamente. Já parecia livre da febre e estava bem mais animado. — Sim? Conta para a mamãe, amor. — ele riu mais. Andei em direção à sacada. Eu ainda podia sentir os olhos de Matteo em cima de mim. Ruggero continuou me chamando. Parei a alguns passos da balaustrada encantada com a vista. A chuva havia cessado e o sol já reinava. Avistei várias lanchas e Jet Skis ganhando o mar aberto. Era um cenário paradisíaco. O Brasil era mesmo uma terra linda. Senti a presença dele e virei à cabeça. Ele parou do meu lado com Ruggero mais calmo sacudindo um brinquedo barulhento. 

— Já tomou café? — indagou num tom baixo.

— Não. Eu... Hum, não ouvi o despertador... — um sorriso brincou em seus lábios de novo. Os olhos negros incendiando como se tivesse recordando nosso sexo explosivo de ontem. Corei. 

— Não temos uma reunião às dez? — tentei soar firme e quebrar esse clima de repente íntimo que se instalou entre nós. Não gosto nada disso. 

— Sim, temos, mas a reunião será no local das obras, do outro lado da ilha. — seus olhos desceram por mim de novo sem a menor pressa. — Por mais que goste de suas pernas nesses sapatos acho melhor usar algo mais confortável. — acrescentou, um sorriso enigmático e sem vergonha tomando os lábios sensuais. — Você pode tomar café comigo. Acabei de pedir que enviassem o meu para cá. — seus olhos inflamaram mais, mantendo-me cativa. — Também não ouvi o despertador. — ele sussurrou a última parte. A voz insinuante, profunda, sexy como o inferno e apesar de toda dolorida, minha vagina vibrou ridiculamente. Deus! Ele não ia mesmo facilitar para mim, não é? Claro que não. Eu reconhecia esse sorriso charmoso. Esse tom de voz de quarto. Esse olhar que queimava cada centímetro da minha pele. Ele me quer na sua cama de novo. Obriguei-me a repetir mentalmente as dez razões pelas quais eu não deveria me deixar seduzir por ele de novo e assenti levemente com a cabeça. 

Cerca de meia hora depois, o helicóptero descia na clareira da área onde ficavam os chalés nupciais. Sim, é claro que o idiota exibicionista pilotou. E é claro que o restante da equipe foi de carro. Só eu tive o privilégio de ir com ele. Bufei. Desci antes que ele viesse me ajudar. Eu era bem familiarizada com a forma com que me ajudava a descer. Ele se esfregava em mim descaradamente. Houve um tempo em que eu amava isso, mas não agora. Não agora. Havia trocado o vestido por jeans, camiseta e tênis. Ele levantou uma sobrancelha quando me viu pular para o chão. Sua boca se curvando num riso debochado, conhecedor e seus olhos brilharam. Ele adora isso. A espera. A antecipação. 

— Onde estão os outros? — indaguei assim que entramos no primeiro chalé. Virei e o flagrei olhando minha bunda. Bastardo! Fechou a porta atrás dele e avançou devagar. O brilho perigoso, predador tomando à íris escura. 

— Devem estar chegando a qualquer momento. — murmurou, parando bem na minha frente. — Incomoda você ficar sozinha comigo? — sua sobrancelha provocadora subiu de novo. A compreensão afundou em mim. Ele me preparou uma armadilha. Eu caí numa maldita armadilha! Rangi os dentes e me afastei indo até a varanda ampla, onde havia uma banheira de hidromassagem e uma mesa sob um guarda sol. Ouvi seus passos macios atrás de mim. 

— Aqui na área externa pensei em aumentarmos o píer, com uma passarela de uns cem metros. — me pus a falar sobre o projeto. Eu não cairia nessa merda de clima íntimo que estava querendo forçar. Andei até a balaustrada de madeira rústica. — Essa contenção sai, deixando o espaço maior para o casal apreciar melhor a vista. Há espaço para uma piscina pequena também. Podemos... 

— Já vi todas as melhorias que propôs Luna. — seu tom foi levemente entediado. — Mas pode mostrar-me as mudanças que fará na suíte. — seus olhos queimaram nos meus. E ele se aproximou de novo, um sorriso sacana brincando nos lábios. 

— Farei isso quando o restante da equipe chegar. — cerrei o maxilar, minhas mãos segurando a madeira atrás de mim. Ele veio mais, invadindo meu espaço pessoal. 

— Aquilo não voltará a acontecer, Matteo. Pode parar com esse esquema de sedução barata! — rosnei. Seu sorriso ampliou. Oh! Merda! Ele ficava lindo quando ria assim. Minha pulsação acelerou contra a minha vontade. 

— Aquilo o quê? — inclinou-se, suas mãos apoiando atrás de mim, prendendo-me entre seus braços musculosos. Seu cheiro me engolfou e estremeci. — Sexo suado, quente, gostoso? Você embaixo de mim tomando meu pau duramente em seu corpo delicioso? — murmurou abaixando a cabeça ficando a poucos centímetros da minha boca. Os olhos escuros fixaram nos meus com uma intensidade enlouquecedora, fazendo-me promessas obscenas. Minha calcinha molhou. Deprimente, mas o palavreado sujo dele me excita. E ele sabe disso. — Vai acontecer, Luna. Nós dois sabemos disso. — sussurrou. Arfei levemente. — Ainda sinto seu gosto na minha boca. Ainda posso sentir meu pau todo enterrado em você. 

— Não, não vai acontecer, droga! Não mesmo! — juntei forças não sei de onde e o empurrei conseguindo sair de perto do seu corpo tentador. Meu coração batia ensandecido contra as costelas. Tomei uma distância segura dele. 

— Então por que está tremendo? Aposto que sua bocetinha gostosa está toda molhada. — murmurou e o olhar inflamado descendo até minha pélvis e se mantendo lá. Lambeu os lábios lascivamente e voltou a me fitar. Seu cenho franziu um pouco. — Quanto tempo? 

— O-o quê? — balbuciei momentaneamente confusa. Uma sobrancelha subiu sugestivamente e eu entendi. Ele queria saber quanto tempo fiquei sem sexo. 

— Acho que isso não é da sua conta. — disse entre dentes. Ele abriu um riso malicioso. 

— Você não transou com o almofadinha. — afirmou. Seu olhar não me deixando escapar. — Por quê? 

— Isso também não é da sua conta. — cuspi irritada. 

— Posso responder essa. — disse naquele tom baixo que gostava de usar quando estava no quarto. — Ele não é seu tipo, querida. Digo o seu tipo sexual. Você gosta de sexo bruto, de ser dominada. — arquejei e levei meus braços cruzando na minha frente. Seus lábios torceram num riso sarcástico. — Ele deve ser tremendamente enfadonho na cama. Sua natureza submissa soube disso antes de você. — deu mais um risinho presunçoso. — Mas estou surpreso que tenha ficado tanto tempo sem sexo. Agradavelmente surpreso, na verdade. 

— Nem todos são prostitutos como você. — revidei, descendo meus braços, meus punhos cerrando do lado do corpo. — Estive grávida por nove meses, Matteo, caso não tenha percebido. Depois disso os meninos me sugaram completamente. — seus olhos estreitaram sutilmente. Sua cabeça pendeu para o lado direito me analisando astutamente. 

— O que está tentando me dizer? — sua voz foi um tanto fria agora. — Que ficou sem sexo desde que engravidou? Que esteve sem sexo por dois anos? — sua expressão era incrédula. Oh! Merda! Esqueci que o cretino tem um cérebro afiado. 

— Sim, é isso. — levantei o queixo em desafio. — Você não é obrigado a acreditar. Eu com certeza não devo satisfação a ninguém. — ele apertou o maxilar, seus olhos perfurando os meus. 

— Então, nesse tempo todo nunca apareceu ninguém interessado? Acho realmente difícil de acreditar. — disse num tom estranho. 

— Sim, apareceram muitos interessados. — ironizei a última palavra. — A maioria, completos idiotas. Eu tenho o dedo podre, sabe? — dei um sorriso que não alcançou meus olhos. — Tenho uma tendência patética para atrair imbecis. — seus olhos estreitaram de novo. Então, fez algo que me surpreendeu: ele sorriu. Um riso ridiculamente bonito, quase relaxado. Maldito!

— Mas acabou dando uma chance para aquele babaca. — rosnou e seu sorriso morrendo rapidamente.

— Ele não gosta dos meninos. Você sabe disso, não é?

— Vítor não é má pessoa. Ele apenas... Apenas...

— Não gosta de crianças, Luna. — seu tom foi duro agora. — Você vai continuar com um imbecil que não gosta dos seus filhos? — ok. Ele tinha um bom ponto. Além disso, eu teria mesmo que terminar tudo com Vítor. Eu fui desleal com ele. Quase gemi de desgosto. Deixei me levar pelo momento e dois anos de abstinência sexual e fui realmente o que Matteo alardeava sobre mim: uma vadia. Ele me transformou de fato numa vadia. Nenhuma mulher decente faz o que eu fiz.

— Eu vou terminar tudo com ele. — seu semblante suavizou um pouco e os malditos olhos negros brilharam luxuriosos. — Mas não vou ser sua puta. Você não vai me transformar em sua puta de novo, Matteo. — minha voz saiu surpreendentemente firme e me congratulei internamente por isso. Sustentei seu olhar o máximo que pude. Eu precisava me libertar disso. Envolver-me com ele de novo seria um tiro no pé. Ouvi o barulho dos carros parando na frente da construção e deixei o ar sair devagar dos meus pulmões. Eu havia ganhado um round, mas o brilho perigoso no olhar dele e o sorriso pecaminoso, conhecedor do seu poder sobre mim me deu a certeza de que eu havia me transformado na sua caça. De novo. Eu não estava enganada. A semana transcorreu com muitas visitas aos chalés, nas quais nunca ia ninguém da equipe conosco. Ele estava me tentando absurdamente. Numa dessas visitas ele tirou toda a roupa e mergulhou nu. O cretino mergulhou nu na minha frente. Foi impossível não ver a sua ereção enorme, pois ele não teve a mínima decência de esconder. Puta merda! Em outros momentos quando estávamos no escritório do resort, sempre dava um jeito de me tocar acidentalmente. Seu alvo preferido era minha bunda. O idiota era tão óbvio. Entretanto, tenho resistido bravamente. Não sei até quando. Não me levem a mal, nem queiram me atirar pedras. Ele tem tornado as coisas muito difíceis para mim. Essa coisa entre nós só faz crescer. Piorou muito depois que provamos um do outro de novo. Portanto, não serei hipócrita de afirmar que estou completamente imune, a salvo. Quando seus olhos pousam em mim a cada manhã quando nos encontramos no quarto de Ruggero e Michael, uma força quase incontrolável me puxa em sua direção. E antes de dormir o processo se repete quando Matteo passa por lá para colocar os filhos no berço. Esse é outro aspecto que tem trabalhado contra mim. Ele é um pai maravilhoso. Não é porque ele é uma péssima pessoa em um relacionamento que vou deixar de reconhecer sua dedicação aos meninos. Nunca pensei que tivesse tanto jeito com criança, mas eu não sabia muito sobre ele, não é? Os meninos já o chamam de papai. A primeira vez que presenciei isso tive que sufocar as lágrimas. Ele me olhou como se quisesse ver minha alma. 

Matteo

Eu estou parecendo à porra de um adolescente. Deitei-me na cama e levei minha mão ao meu maldito pau traidor. Fechei os olhos e gemi. Grandes olhos verdes surgiram na minha mente. A boquinha rosada em volta do meu pau, mamando bem gostoso. Acelerei meus golpes. Porra! A sensação de esporrar em sua garganta quase me levou a borda. Repeti a experiência toda. Minha mão era incansável agora e eu estava fodendo seu cuzinho apertado bem duro.

 — Ahhhhh! Luna... — rosnei e o som do seu gemido quando gozou comigo enterrado em sua bunda veio nítido e me fez rugir alto, meu quadril levantando da cama, apertei mais em volta do meu pau inchado e eu gozei duro, muito duro. 

— Oh! Porra! Ohhhhhhhhhhh! — Santa Mãe! Tremores assaltaram meu corpo e abri os olhos. Meu esperma escorrendo por entre os dedos. Foda! Ela está me enlouquecendo. Merda! Merda! Levantei-me e fui limpar a bagunça. Eu preciso de um plano. Preciso fodê-la até tirar essa porra toda de dentro de mim. Mas ela está certa numa coisa. Fodermos complicaria tudo. Tem os meninos agora. No entanto, meu pau não entende isso. Ele a quer. Quer ferozmente e minha mão não é uma substituta à altura, nem de longe. Torci os lábios em desgosto. Por que ainda a desejo dessa forma louca, desenfreada, primitiva? Basta vê-la para incendiar. Tudo que penso quando a vejo pela manhã é em dobrá-la na superfície plana mais próxima e fodê-la sem sentido. O destino é mesmo um bastardo cruel por trazê-la de novo para mim. Mas, ao mesmo tempo não posso lamentar isso porque ela tem meus filhos. Oh! Porra de situação fodida! 

— Não se preocupe irmão. Luna virá. — a voz provocadora de Ramiro me fez desviar os olhos da entrada do restaurante para ele e Yam, sentados à minha frente. — Ela prometeu à Yam que viria. — deu um risinho idiota. — Você já pode relaxar. — Bastardo! 

— Ramiro, amore mio. — Yam repreendeu beijando-o nos lábios. — Pare de provocar. — Ele aprofundou o beijo e gemeu descaradamente. Bastardo tarado! Bufei e olhei de novo para a entrada e meu corpo todo entrou em ebulição. Porra! Luna havia acabado de entrar e parecia flutuar por entre as mesas em nossa direção. Meus olhos passearam esfomeados pelo corpo delicioso num vestido azul de um ombro só se ajustando às curvas perfeitas parando a vários centímetros dos joelhos. Meus olhos possessivos registraram olhares masculinos das mesas por aonde ela ia passando e meu sangue ferveu. Malditos bastardos! Parem de olhar para ela, porra! Finalmente chegou até nós. Levantei-me galantemente e puxei sua cadeira. É claro que tomei o cuidado de colocar bem mais perto da minha do que estava antes. Ninguém perceberia isso... Levantei meus olhos. Bem, a não meu irmão idiota que tinha um riso malicioso no rosto. Ah! Cristo! Ainda bem que vai embora amanhã. Ele estava me enlouquecendo com seus comentários nada discretos sobre meu interesse por Luna. Essa história era minha, porra! Eu preciso arrumar um jeito de lidar com tudo. Eu. Apenas eu. 

— Obrigada por ter vindo, Luna. — Yam quebrou o silêncio que se instalou depois dos cumprimentos iniciais. Luna estava rígida, tensa do meu lado. Minha coxa estava colada na dela. Era esse o motivo e foi por isso que fiz. Ela também sente essa coisa estalando, crepitando entre nós quando estamos assim perto. É por isso que tem corrido de mim a semana toda. Ela é muito ingênua se acha que vai escapar de mim hoje. Servi sua taça com um pouco de vinho. Ela quase não bebe. Uma vez se embriagou com apenas duas taças. Foi hilário... Franzi o cenho para a lembrança inoportuna e tomei um gole do meu uísque. 

— Imagina. Adorei conhecê-los. — ela disse abrindo um de seus sorrisos doces para Ramiro e Yam. — Espero poder encontrá-los outras vezes. — acrescentou tomando um pequeno gole da sua bebida. 

— Nós também íamos adorar revê-la e aos meninos, não é amore mio? — Yam garantiu. Ramiro entrelaçou a mão na dela, puxando-a para o círculo dos braços. 

— Claro, princesa. — disse cravando os olhos em mim, me passando uma mensagem com a palavra que estava queimando em minha mente nos últimos dias: casamento. — Você é da família agora, Luna. É mãe dos meus sobrinhos. Serão sempre bem-vindos em nossa casa, não é amor? — beijou carinhosamente os cabelos da esposa.

 — É isso mesmo, cara mia. — os olhos de Yam brilharam entusiasmados. — É da família agora. 

— Cristo! Era impressão minha, ou até Yam estava me pressionando? 

— Obrigada, vocês são muito gentis. — Luna agradeceu com um tom meio emocionado. Pedimos os pratos e o jantar transcorreu num clima agradável, tirando é claro as indiretas nada sutis de Ramiro e Yam. Introduzi temas mais amenos e a conversa fluiu. Era estranho, mas me senti bem, muito bem na verdade. Meus olhos buscavam Luna com mais frequência do que gostaria e algumas vezes a flagrei me observando também. Nossos olhares se prendiam por instantes longos e torturantes. Meu pau estava enfurecido pressionando o zíper das calças. Hoje eu daria um fim nessa situação frustrante. Nessa ânsia louca de me enterrar nela. Ela corou sob meu olhar e tudo que deve ter visto nele. Ramiro e Yam se despediram mais cedo. Ele me deu uma piscada sem vergonha antes de deixarem a mesa. Revirei os olhos. Ele era tão óbvio. 

— Vou acompanhá-la até seu quarto. — anunciei me erguendo assim que se levantou. Ela estava visivelmente nervosa agora. 

— N-não é preciso. — disse num fio de voz e passou por mim. Não tão rápido, querida. Apressei-me atrás dela. 

— Já disse que não é preciso. — repetiu num tom apertado, enquanto atravessávamos o terraço para os quartos. Mantive-me calado, mas continuei no seu encalço. Ela abriu a porta com dedos trêmulos e entrou batendo-a num baque forte bem na minha cara. Oh! Uau! Abri um sorriso e enfiei a mão no bolso. Ela teria uma surpresinha. Dei-lhe alguns minutos e girei a chave na fechadura. Entrei devagar no ambiente. Apenas a luminária perto da cama e a porta do banheiro aberta davam iluminação ao quarto. Não demorou muito ela surgiu num roupão branco e curto. Estacou quando me viu. Seus olhos arregalaram e suas mãos foram nas laterais do roupão fechando-o mais. 

— O-o que está fazendo aqui? Co-como entrou? — seu tom foi de alarme total. Andei até ela lentamente e agitei a chave na sua frente. 

— Sou o dono. — sussurrei, enfiando o cartão- chave no bolso de novo. Sua língua saiu lambendo os lábios nervosamente. 

— Saia, seu filho da puta! Você não tem esse direito! — rosnou. Seus dedos estavam com os nós brancos da força que fazia para segurar o roupão. Sorri. Um de meus sorrisos lentos, sacanas e cravei as duas mãos em sua pequena cintura puxando-a para mim, bruscamente. Arfou quando sentiu meu pau duro em seu ventre. Os olhos incendiaram mais, só que agora era de excitação também. 

— Você é uma grande tola se acha que isso irá embora me evitando. — grunhi abaixando minha boca ficando bem próximo da sua. — Essa porra só irá embora quando gastarmos até o último resquício e é isso que faremos de agora em diante. — moí meu pau direto em sua pélvis. Não sei como fez, foi tão rápido, só senti o tapa acertando em cheio em minha face direita. Rosnei e cavei minhas mãos em sua bunda levantando-a do chão. Ela se debateu, seus punhos me esmurrando nos ombros. Joguei-a em cima da cama com força. O roupão se abriu e minha boca salivou diante da visão. Cristo! Uma semana com a lembrança desse corpo perfeito do caralho! Uma semana me masturbando sem parar como um retardado! Ela ficou lá parada. As pernas levemente abertas, dando um vislumbre dos lábios inchados de sua boceta coberta por malditos pelos loiros bem aparados. Seu peito arfava. Os seios redondos e cheios, os mamilos duros. Ela esteve excitada todo o jantar. Senti o cheiro de fêmea embriagador. Quase enlouqueci de tesão, antecipando esse momento. Avancei sobre ela, prendendo seu corpo na cama.

 — Não perca seu tempo negando que não está tão louca por isso quanto eu. Sinto seu cheiro. Senti durante todo o maldito jantar. — rosnei e puxei seus braços para cima da cabeça. Enfiei-me entre suas coxas, obrigando-a a abri-las. Esfreguei-me em sua boceta, girando o quadril lentamente e ela soltou a porra do gemido que atiça a fera dentro de mim. 

— Vou comer você. Está me ouvindo? Esse é o seu lugar, porra! Embaixo de mim. — desci minha boca sobre seu seio direito e o chupei duramente. Suas costas arquearam gemendo alto. Rosnei e mordi a auréola. Ela adora isso. Lambi bem devagar depois. Segurei seus pulsos com uma mão e com outra abri meu zíper. Eu estava tremendo e gemendo com um tesão desenfreado tomando meu corpo. Tirei meu pau e o deslizei entre os lábios de sua boceta. Grunhi olhando a imagem linda dos pelos loiros me roçando. Lambuzei a cabeça em seu creme, massageei seu clitóris. Ela arqueou as costas de novo. Sua boquinha rosada entreaberta, arquejando. Prendi seu olhar e me alinhei em sua vulva. Nós dois ofegávamos em expectativa e eu meti com força, indo todo o caminho em seu canalzinho escaldante e apertado. 

— Ahhhh! Puta merda! Matt... — choramingou quando nossas pélvis se colaram. Fiquei imóvel um instante para ela se ajustar e também porque eu estava a ponto de gozar. 

— Eu não consigo mais ficar sem isso, caralho! Você consegue? — rugi tirando tudo, deixando só a ponta e bati de volta numa estocada dura que a sacudiu toda. — Você tem a porra da boceta mais perfeita que já fodi. Nunca quis tanto foder uma boceta! É isso que faz comigo, Luna. — passei a fodê-la duramente. Nossas pélvis se chocando num barulho alto no silêncio do quarto. Ela me abraçou com as pernas e me deixou meter fundo, bem fundo do jeito que ela sabe que gosto. Do jeito que ela também gosta. Miou quando girei o quadril completamente enterrado nela. Puxei seus mamilos, senti mais líquidos jorrarem de sua boceta e a fera saiu comendo-a sem dó. Montei-a enfurecido. Chupei, lambi e mordi seus peitos com vontade. Soltei seus pulsos e a levantei, ficando de joelhos na cama com ela escarranchada em mim. Firmei sua bunda e a fodi com tudo, rasgando seu buraquinho apertado. Jogou a cabeça para trás, rosnando, grunhindo. Abocanhei seu pescoço, chupando, mordendo. Seu corpo começou a se retesar no início do orgasmo. Puxei seus cabelos da nuca e trouxe sua boca para a minha num beijo de olhos abertos. Nós dois enlouquecidos buscando nossa liberação. Comi sua boca enquanto a puxava para tomar meu pau até as bolas. — Toma tudo, minha escrava gostosa! Toma meu pau até o cabo nessa boceta gostosa, porra! Toma! — ela quebrou gozando, sua boceta estrangulando meu pau. Bebi seus gritos e gemidos, metendo e metendo, rasgando-a bem gostoso. — Porraaaaaa! Ahhhhh! Vou gozar! Cristo! Luna... — me lembrei no último segundo que estava sem preservativo e abaixei seu corpo no colchão. Tirei meu pau e me masturbei freneticamente esporrando em seu ventre. — Ohhhhhhhhhhh! Caralho! Gostosa! Gostosa... — uivei jogando a cabeça para trás. Meu corpo todo sendo tomado por espasmos que pareciam não ter fim. Santa Mãe! Definitivamente minha mão não era uma substituta à altura. Porra! Nenhuma outra estava à altura. Ela era mesmo a merda do pacote completo. Olhei-a lá esparramada. O rosto rubro, os olhos anuviados do gozo intenso. Linda pra caralho! Eu não posso mais me privar disso. Não posso mais me privar dela. Então eu soube que teria que considerar a maldita palavra casamento.


Notas Finais


Esses dois tão incendiando tudo, e esse final?? Vai ter casamento?? Ihh muitas emoções
Até o próximo capítulo😘


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