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História Príncipe da Perdição - Capítulo 27


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Notas do Autor


Leiam as nota final

Capítulo 27 - Bônus


  Quatro anos e alguns meses depois...

Valentina 

Andei na direção do pequeno lago na nossa propriedade. Os últimos raios de sol dourando o entardecer do outono. As risadas dos meninos enchiam o jardim. Parei uns momentos e fiquei apenas os observando. Meus filhos. Ou o time de futebol misto que Mike e eu montamos, como diria Agus, meu muito irreverente cunhado. Não consigo conter meu riso orgulhoso, feliz pela linda família que construímos. Luna e Ruggero passaram no início da semana a caminho de uma visita diplomática em Paris e deixaram Matteo, Alana e o pequeno Max conosco. Matteo é muito apegado a Mike e acaba influenciando os irmãos. Bianca Luna e Gastón estavam aqui também, enquanto Agus e Carolina faziam uma visita aos trabalhos da Fundação Príncipes Di Castellani na Colômbia. Mike é tão coruja com os sobrinhos. Todos eles fazem farra quando encontram o tio. Nos encontraríamos na próxima semana para deixar os pequenos em Ardócia e seguir para Las Vegas. Sorrio ao imaginar o que o Agus preparou para seu aniversário de casamento. Logo depois retornaríamos à Ilha para o aniversário de casamento do tio Max. Um gritinho infantil seguido de choro me faz virar a cabeça e vejo Enzo correndo para levantar Alana da grama.

— Lana! Ei, pronto. Shhhh — ele murmurou pegando-a no colo. Lana é a forma como Matteo a chama e todos nós acabamos adotando. — Não foi nada, pequena.

Aproximei-me dos dois e passei os olhos pela pele branca da pequena. O joelho direito estava com uma escoriação leve. Ela fazia beicinho, os lábios muito vermelhos, os olhinhos verdes cheios de lágrimas. A acalmei beijando o ferimento.

— Tá doendo muito — reclama, seu rostinho contorcendo. Sorrio, beijando seus cabelos.

— Foi só um arranhão, Lana. Já já vai passar, querida.

— Eu vou passar um remédio, boneca. Não vai doer nada, você vai ver — Enzo disse suavemente. Ele sempre a chama desse apelido. Lana realmente parece uma bonequinha. É tão amoroso com seus irmãos e primos. — Eu já volto, mãe. A senhora fica com esses bagunceiros? — Ri para mim. Meu coração se enche de amor e orgulho cada vez que meu menino marrento me chama assim. Foi um longo caminho, mas Mike e eu conseguimos integrá-lo ao nosso time. Às vezes me pergunto se ele não é um filho biológico perdido do Mike de tão parecidos fisicamente e na personalidade. Mas não, são apenas muitas coincidências, como o fato de Enzo também ser um produto de orfanatos e lares adotivos onde nunca foi aceito e amado, exatamente como meu grandão.

— Claro, querido. Vá cuidar de Lana — assenti e fiquei olhando-o se afastar com a pequena nos braços. Ele era tão bonito. Seu porte já é alto e forte e ainda nem tem quinze anos. Quer ser engenheiro como seu pai. Eu sei que vai ser um homem lindo, talentoso e íntegro, porque tem nos mostrado isso a cada dia. Suspirei e me voltei para meus bagunceiros preferidos.

— Mamãe! — Cassandra me grita, mas para, rindo e colocando um dedinho nos lábios num gesto de silêncio e, antes que pudesse perguntar, braços fortes me rodeiam a cintura. — Papai chegou! — ela grita e logo os outros a seguem fazendo uma festa ao nosso redor.

— Ei, loirinha linda — Mike sussurra no meu ouvido, meu corpo todo treme com seu tom profundo, seu cheiro, seu peito duro e musculoso se moldando às minhas costas. É incrível como ainda somos tão intensos na cama como no começo. Agora precisamos fazer alguns arranjos, porque temos muitos filhos que exigem nossa atenção e amor dobrados. Mas nossa necessidade um pelo outro não diminuiu e acho que não vai diminuir nunca. A quantidade com certeza vai arrefecer com o tempo, mas a intensidade, a necessidade sempre estará conosco. Eu o amo com todo o meu coração e ele me ama da mesma forma.

— Ei, grandão — miei, sorrindo um tanto ofegante, sentindo-o espalhar beijos quentes em meu pescoço e ombro. Virei-me em seus braços, apoiando as mãos em seu peito. Ele estava tão sexy ao final de um dia de trabalho. Havia se livrado do terno e a gravata estava frouxa. Nossos olhares se encontraram e ele riu perversamente vendo a luxúria em meus olhos.

— Casa da piscina ou treino de boxe? — murmurou na minha boca, um brilho safado tomando a íris escura. Ele levou a sério sua proposta de recuperar minha boa forma no boxe e eu... Bem, eu amo cada treino de boxe. Ele me faz suar muito... Não consigo conter meu riso guloso de antecipação e o provoquei usando meu tom submisso que adora:

— Boxe, meu senhor. — Os olhos de ônix brilharam duros, lascivos e sua mandíbula apertou. Eu sei que vai me punir mais tarde por provocá-lo assim na frente das crianças. Eu mal posso esperar. — Preciso manter minha barriga e bunda firmes.

— Seu traseiro está firme pra caralho, escrava — rosnou, e sussurrou no meu ouvido: — Minha mão e meu pau estão coçando para abusar dele mais tarde, uma e outra vez, bem duro, até você aprender a não ser tão atrevida. — Gemi baixinho. Seus olhos voltaram para os meus. — Isso é o que você ganha por me provocar, meu anjo. — Ri amplamente ao ver meu estado, beijando meus lábios suavemente.

— Papai, vamos jogar futebol? — Simon grita e nos viramos para os meninos no pequeno campo que Mike havia feito para eles. Samuel, Matteo, Max e Gastón endossam o pedido.

— Não, o papai vai brincar de casinha comigo, a Cassie e a Bianca — Âmbar gritou do outro lado. Mike riu indo até as meninas e pegando nossas filhas, uma em cada braço.

— Deem-me alguns minutos, campeões — pediu para os meninos, que fizeram caras de poucos amigos, dois pares de olhos azuis, dois negros e um âmbar, muito contrariados. — Garotas loira são muito geniosas. — Revirei os olhos rindo da sua provocação. — Vamos, princesinhas. Vamos brincar de casinha. — Elas fizeram festa cobrindo o rosto do pai de beijos.

— Será que eu consigo substituir o papai nesse jogo? — perguntei para os meninos, seus rostinhos se iluminaram e eu fui até eles.

Brincamos até o sol se pôr com a turma agitada. Depois que as babás cuidaram de cada um deles, eu e Mike fomos nos preparar para nosso treino de boxe. Olhei-me no espelho do closet e um riso se abriu no meu rosto. Meu corpo não só havia voltado à boa forma, como havia ganhado músculos mais firmes e levemente aparentes. Não considerem isso como vaidade, por favor. Vocês já deram uma boa olhada no meu marido? Hum, então conseguem entender por que preciso estar bonita para ele. Mike é a perfeição masculina. Sou louca por cada centímetro daquela pele morena, daqueles músculos duros, fortes. Minha boca já saliva só em pensar na minha língua correndo pelo abdome que tanto amo. Sacudo a cabeça para expulsar meus pensamentos lascivos, avançando pelo corredor do segundo andar, onde fica nossa academia particular. Abri a porta devagar e entrei me encostando à ela. Mike já estava lá no ringue. Puta merda! Nunca me acostumo com essa visão. Ele em seus short de treino. Hoje usava um branco que destaca sua tez morena. Ele estava debruçado sobre as cordas, certamente aguardando a minha chegada. Um riso perverso se espalhou em sua boca, enquanto observa minha caminhada em sua direção. Os olhos negros brilham deslizando por todo o meu corpo. O desejo claro em suas feições e isso me deixa em apuros, porque já estou ofegando e ainda nem começamos o treino. Ele ri mais, se divertindo em me deixar excitada. Tão malvado... E eu adoro isso.

— Traga esse traseiro gostoso aqui, loirinha. — Ri, se dirigindo para o meio ringue. Ele faz aquela coisa de lutador profissional, pulando e socando à sua frente. Lindo demais! Sorrio içando-me para o tablado suspenso. Rolei por baixo das cordas e coloquei-me de pé rapidamente num movimento ágil que ele havia me ensinado logo no primeiro dia. — gostei do top, senhora Di Castellani... — Seu tom soa muito bajulador e seus olhos descem famintos pelo meu colo no top vermelho e muito justo. — É novo? Seus peitos parecem que vão saltar a qualquer momento e eu estou louco para ver isso. — Ri perversamente, enquanto seu olhar segue pelo meu ventre agora reto e tonificado. Seu maxilar trinca quando para no monte entre minhas coxas. O short combinando com o top é escandalosamente justo. Mike tomou uma respiração aguda e me encara. — Provocadora... — rosnou antes de tomar sua posição de combate.

— Que bom que gostou, meu senhor — sussurro, preparando-me também. Ele rosna outra vez.

— Continue assim e será fodida antes do treino, escrava. — Ai, Deus.

Sorrio e o ataco num gancho de direita. Ele esquiva e sorri, lindo, arrogante, superior. Continuo tentando acertá-lo, mas ele é muito mais rápido e tem anos de treino. Cerca de meia hora depois, já estou ofegante e seu corpo grande está me distraindo. Não consigo me concentrar direito com seu peitoral musculoso, tatuado e seu muito impressionante pacote de oito descobertos bem na minha frente. Soltei um gemido. Gargalhou e bloqueia mais um soco, girando meu braço, me puxando com força contra seu peito. Gemi de novo, lamuriosa, quando senti seu pau bem desperto na minha bunda.

— Porra! Você está tirando a minha concentração com esse top e short indecentes do caralho, anjo — grunhiu no meu ouvido. Suas mãos passeando pelo meu ventre. Gritei de luxúria quando uma desceu apalpando minha vagina e a outra puxou meu seio direito para fora do top. — Vamos suar de uma forma bem mais interessante agora, minha putinha gostosa. — Mordeu meu lóbulo, moendo, cavando no meio do meu traseiro. — É isso que você queria o tempo todo, não é? Tomar o pau do seu dono nessa bocetinha gulosa. — Deu um tapa em minha vagina. Gritei, meu short molhando com minha excitação.

— Sim, era isso que eu queria, meu senhor — miei desavergonhada. Ele me deu um tapa forte na bunda e riu perverso, mordendo meu pescoço.

— Tire a roupa e fique de joelhos, escrava — rosnou, seu tom dominante me fazendo tremer as pernas. Me livrei rapidamente das roupas, mas não caí imediatamente na posição que ordenou. Meus olhos correram esfomeados pelo peitoral e abdome suados e lambi os lábios. Ele riu malvado, arrogante, sabendo o que eu queria fazer, o que amo fazer. — Vá em frente, faça o que sei que está louca para fazer. — Sorrio, não me importando com seu sorriso sem-vergonha e convencido. Me aproximei mais e deslizei as mãos pelos músculos firmes do peito. Ele rosnou baixinho com meu toque.

— Você é tão lindo, amor — murmurei quase para mim mesma e minha língua saiu ansiosa, desejosa, lambendo a pele suada. Ele soltou um gemido tão esfomeado quanto o meu. Rio, me sentindo poderosa de afetá-lo assim. Fui descendo, lambendo, beijando, me deliciando com cada gomo do seu abdome, seus músculos se contraindo com meu ataque.

— Chega, sua provocadora! — grunhiu, arrancando seu short, o pau enorme e grosso, erguido, babando pré-sêmen da ponta. — De joelhos, escrava! — Cravou as mãos em meus ombros e eu caí obediente diante dele. — Sem mãos, use apenas essa boquinha perfeita — ordenou e recolhi as mãos atrás das costas. Ele segurou seu eixo e esfregou a ponta espessa em meus lábios. — Abra-os! Mama bem gostoso no seu dono, minha putinha! — rosnou e caí de boca. Estiquei os lábios à sua volta e chupei a cabeça, lambendo devagar. Ele assobiou, seu corpo estremecendo. Enfiou as duas mãos em minha nuca e me puxou rudemente, metendo até a minha garganta. — Ahhhh! Porra! Tão gostosa, escrava... — Puxou meus cabelos e passou a me foder com vigor, obrigando minha mandíbula a relaxar e tomar o máximo possível dele. Lágrimas enchem meus olhos e já estou sem ar, mas continuei chupando-o, deixando me comer como ele precisa. — Chega! Quero gozar na minha bocetinha loira. — Soltei-o, gemendo, ele riu perverso e me puxou para cima, tomando a minha boca num beijo urgente, lascivo. Comeu-me nesse beijo. Quando separou nossas bocas, me olhou num misto de ternura e luxúria. O marido e o dominador se alternando em suas ações. Acariciou meus lábios. Gemi. Seus olhos incendiaram. — De quatro, putinha! — choraminguei e me pus na posição subserviente.

Michael 

Linda pra caralho! Não me canso de ver minha mulher assim, entregue, rendida, submissa, pronta para ser possuída por mim, seu dono, seu senhor, seu marido. Me masturbei lentamente, me deliciando com a visão de sua bunda firme, empinada. Ela recuperou a forma e ainda ganhou músculos tonificados depois do nascimento das nossas filhas. Eu sei que ela pensa que me importo com isso, mas não. Eu amo essa mulher de uma forma tão louca, intensa e transcendental que não me importa se está em forma ou acima do peso. Para mim sempre vai ser ela, apenas ela.

— Isso, boa menina — bajulei-a, me abaixando, deslizando as mãos pelos ombros macios, joguei seu rabo de cavalo para o lado, expondo a tatuagem. Meu peito enche de amor e meu pau é tomado pela luxúria sempre que vejo meu nome gravado em sua pele branquinha e delicada, perfeita. — A quem você pertence, escrava? — murmurei, mais suave agora, descendo as mãos pelas costas esguias, numa carícia lenta.

— A você, meu senhor. — Gemeu, quando acariciei os globos firmes do seu traseiro. — Você é o meu dono. — Dou um tapa forte na nádega direita. Gemeu lascivamente e intercalei palmadas com massagens e lambidas na pele rosada. Linda! A perfeição do caralho! Meus dedos desceram sondando sua boceta. 

— Porra! Tão meladinha, meu anjo. — Minha voz é apenas um rugido. Meti dois dedos, rasgando-a bem fundo. Nós dois gememos. Me abaixei mais e caí de boca em sua linda boceta. Combinei lambidas com estocadas, ela já estava tremendo, seu corpo se preparando para o orgasmo. Retirei os dedos, deixando-a pendurada. Rio com seu lamento. Dou mais dois tapas fortes em seu traseiro e puxo seu rabo de cavalo. — Quieta, escrava! Você só goza quando eu quiser. Se eu quiser, entendeu! — Ela soltou um suspiro baixinho e acenou com a cabeça, obediente. Isso sempre me derrete. Ela me domina e nem se dá conta disso. — Boa menina. — ronronei e beijei onde bati. Me alinhei em sua vulva melada e cravei as mãos em cima da carne gorda da bunda. Sua respiração travou na expectativa, rio baixinho e me enfiei numa estocada forte até o fundo. Gritamos os dois. — Caralho! Que bocetinha perfeita, meu anjo — rosnei, puxando tudo e me enterrando de novo até as bolas. Peguei ritmo, comendo-a ensandecido, rosnando, uivando de tesão. — Rebola gostoso, minha putinha linda! Vem, rebola no meu pau, porra! — Ela fez o que ordenei e continuei metendo fundo, bem fundo, rasgando-a com brusquidão a cada golpe.

— Ahhh! Deus! Mike, amor... — lamentou, seu corpo todo arrepiando. Ela estava perto, bem perto. Levei uma mão para seu clitóris e o massageei enquanto a outra mantinha o agarre em seu quadril e a fodi com mais força, sacudindo-a toda e ela gritou, se desfazendo no gozo. Não parei de martelar brutalmente, montando-a enquanto gozava. Puxei seu rabo de cavalo outra vez e meti sem dó, perseguindo minha liberação.

— Gostosa! Porra! Valu, meu anjo... — grunhi, olhando meu pau rasgar furiosamente seu pequeno buraco. — Ahhh! Vou gozar, amor... Porraaaaaaa! — rugi, minhas bolas eletrizando e estremeci, esporrando direto em seu útero. Continuei comendo-a até ir perdendo as forças. Me debrucei sobre suas costas e beijei a tatuagem. Ela ronronou, rindo fracamente, ofegante, seu rosto rubro. — Amo treinar com você, loirinha linda — murmurei em seu ouvido. Bufou, rindo mais em seguida.

— Eu amo mais, grandão — miou visivelmente esgotada. Saí de dentro dela devagar e deitei no tablado puxando-a para mim. Se aninhou no meu peito, nossas respirações ainda alteradas. Beijei seus cabelos. — Eu te amo, amor — sussurrou, levantando o rosto para mim.

— E eu a você, meu anjo — murmurei de volta, beijando-a suavemente nos lábios. Aprofundamos o beijo. Nossas línguas dançando devagar, gostoso, apaixonado. Dei pequenos selinhos e a apertei mais contra mim. — Está animada para nossa viagem à cidade do pecado na próxima semana? — Sorrio em sua boca. Ela ri também.

— Não quero nem pensar no que o Agus tem preparado, amor — disse e gargalhou. Com certeza meu irmão exibicionista vai nos chocar. Isso é fato.

— Discrição não é com o meu irmão, anjo. Podemos esperar algo bem espalhafatoso. — Gargalhei também. Agus havia insistido para eu, Ruggero e nossas esposas nos juntarmos a ele e Carolina em seu aniversário de casamento. Eles comemoram e repetem o ritual a cada ano em Las Vegas. Nós concordamos, mas tanto Ruggero quanto eu estamos receosos com as loucuras que nosso irmão pode aprontar na cidade do pecado. — Acho que vai ser interessante, na pior das hipóteses, ele nos levará para saltar de paraquedas. — Rimos mais.

— Concordo, acho que será interessante, grandão — acena.

— E como foi nossa turminha bagunceira, hoje? — Ela ri, seus olhos se enchendo de ternura e amor pelos nossos filhos e sobrinhos. Eu amo ter toda a farra desses merdinhas aqui em casa. Agora que estão maiores, sempre que meus irmãos podem, os mandam para cá. Os nossos também vão sempre visitar os tios e primos. É uma promessa que eu e meus irmãos fazemos questão de manter. Nossos filhos serão criados como irmãos, convivendo o máximo de tempo juntos. Mesmo nosso marrentinho Enzo já está completamente entrosado com os tios e primos. Ele foi um achado. Será meu sucessor na Ronda’s um dia. O merdinha quase me fez chorar quando me chamou de pai pela primeira vez. Valu não conseguiu segurar as lágrimas. Tão amorosa e sensível, meu lindo anjo. Eu não poderia ter encontrado melhor mãe para meus filhos e melhor mulher para mim.

— Agitados como sempre, mas eu amo ter a turma toda junta, amor — suspirou no meu peito. — Além disso, Enzo tem tanto cuidado com eles.

— Eu também, meu anjo — concordei. — Nós fizemos a coisa certa com nosso marrentinho, não foi, amor?

— Sim, amor, nós fizemos. Ele é nosso filho agora, um Di Castellani do coração — sussurrou, seu tom levemente embargado.

— Isso mesmo, anjo. Nosso pequeno homem tem mostrado a cada dia que fizemos a coisa certa. Ele é nosso. — Garanti e caímos em um silêncio confortável, saciado.

— Pronto para o segundo round, grandão? — Valu murmurou, me fazendo abrir os olhos. Eu havia cochilado. Rolou para cima de mim, montando-me. Porra! Gostosa pra caralho! Meus olhos despertaram, bebendo seu torso esguio, a barriguinha plana, linda, tonificada. Os peitos fartos, cheios, a cinturinha perfeita, a boceta loira, alojada em cima do meu pau que já estava acordando pronto para atender sua dona. Sorrio safado, correndo as mãos pela tez macia e branca. Encho-as em seus peitos. Gemeu, arqueando as costas, um riso atrevido se abrindo nos lábios cheios. — Meu lindo príncipe fodão — ronronou, plantando as palmas das mãos em meu peito e rebolou, torturando meu pau. Rio e abaixei uma das mãos para tocar seu brotinho inchado. Ela estava molhando toda a minha virilha do nosso gozo combinado.

— Vou mostrar o fodão em toda a sua glória, loirinha linda, safada... — rosnei, dando um tapa em sua bunda. — Vem, monta o meu pau, anjo. Afunda essa boceta quente e gulosa no meu pau, porra! — Ela gemeu e levantou os quadris prontamente...




Notas Finais


" Atenção "


Atendendo um pedido de uma leitora, na próxima semana irei publicar a adaptação do livro O Natal Real dos Príncipes Di Castellani !


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