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História Príncipe de Papel - Capítulo 31


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Capítulo 31 - Capítulo 30


Eu alcanço o corrimão ao mesmo tempo que Taehyung sai de seu quarto. Seu cabelo escuro aponta em todas as direções e seus olhos estão vermelhos quando ele vem ao meu lado.

- Que merda 'tá acontecendo? - Ele murmura.

Nós dois olhamos para o hall de entrada, onde Sunhye e Jaesuk estão discutindo.

É quase cômico, porque ela é mais do que um palmo mais baixa do que ele, parecendo assim a imagem menos assustadora do planeta.

- É o meu direito de estar lá! - Sunhye grita, tocando o centro do peito de Jaesuk com uma unha afiada.

- Não, não é. Você não é uma Jeon e você não é uma Im. Então não é seu lugar.

- Então me diga, qual é o meu lugar? Por que eu suporto todas as suas besteiraz, então? Você me trata como se eu fosse sua amante, em vez de sua namorada! Onde está o meu anel, Jaesuk? Onde está meu anel?!

Eu não posso ver o rosto de Jaesuk, mas a tenção em seus ombros não foi embora. - O corpo da minha mulher mal esfriou! - Ele ruge.

Ao meu lado, Taehyung também fica tenso. Eu pego sua mão, e ele aperta meus dedos forte o suficiente para causar uma picada de dor.

- Você espera que apenas se casar novamente, como se isso não fosse grande coisa. - Ele continua.

- Dois anos! - Interrompe Sunhye. - Ela está morta há dois anos! Supere isso - Jaesuk tropeça como se ela o atingisse. - Eu não vou deixar você me enrolar mais. Eu não vou. - Sunhye se aproxima e agarra à frente da sua camisa, a justando entre os dedos. - Eu estou farta de você. Você me ouviu?! Farta!

Com isso, ela empurra o peito e gira em direção à porta, seus saltos altos batendo no chão de mármore. Jaesuk não vai atrás dela, e quando ela percebe, gira ao redor e aponta um dedo para ele.

- Se eu sair agora, eu nunca mais voltarei!

Sua voz é mais fria do que o gelo. - Não deixe a porta bater na sua bunda quando você sair.

Taehyung ri.

- Você... você... você é um MONSTRO! - Sunhye grita alto. Ela arremessa a porta aberta com tanta força que uma rajada de ar sopra através da entrada e eu sinto do segundo andar.

Sua cabeça loira e corpo revestido de um minivestido desaparecem através do limite. Ela bate a porta com força igual.

O silêncio cai sobre o hall de entrada. Eu vejo um flash de movimento no canto do meu olho, me viro para encontrar os outros Jeons de pé atrás de nós. Os gêmeos com olhar sonolento. Namjoon parece chocado. O rosto de Jungkook está impassível, mas eu juro que eu vi um vislumbre de triunfo em seus olhos.

Taehyung nem sequer tenta esconder sua alegria. - Será que isso realmente aconteceu? - Ele pergunta para nós, sacudindo a cabeça com espanto.

Jaesuk ouve a voz de seu filho, e sua cabeça se inclina ao corrimão. Ele parece aflito, mas não arrasado que sua namorada apenas foi embora.

- Pai, - Taehyung chama, sorrindo de orelha a orelha. - você é o cara! Venha aqui e me dê um grande abraço.

A expressão de seu pai parece cansada. Em vez de responder Taehyung, Jaesuk olha para mim. - Uma vez que você está acordado, Jimin, por que você não vem até o meu escritório? Nós precisamos ter uma conversinha. - Então ele sai do hall.

Eu mordo meu lábio, hesitante em segui-lo. De repente me lembro o que ele disse para Sunhye. "Você não é uma Jeon e nem uma Im". E minha ansiedade aumenta. Eu tenho um sentimento que eles estava brigando sobre Dong-yul. O que significa que indiretamente, foi também sobre mim.

- Vá. - Jungkook murmura quando eu não me novo do corredor.

Como de costume, eu instintivamente obedeço seu comando. É como se ele tomasse conta de mim e eu não tenho certeza se eu gosto. Mas eu sou praticamente impotente para detê-lo.

Desço as escadas com as pernas bambas e encontro Jaesuk no escritório. Ele já atingiu o armário de bebidas, servindo-se de um copo de uísque quando eu entro.

- Você está bem? - Pergunto.

Ele acena o vidro em sua mão, fazendo com que o líquido espirre sobre a borda. - Estou bem. Está tudo bem. Lamento que você acordou para ver isso.

- Você acha que realmente 'tá tudo acabado entre vocês dois? - Eu não posso ajudar, mas me sinto mal por Sunhye. Eu vi um lado mal-intencionado nela, sem dúvida, mas ela também tem sido boa para mim. Ou pelo menos eu acho que ela tem. Sunhye é um osso duro de roer.

- Provavelmente. - Ele toma sua bebida. - Ela não estava inteiramente fora da linha. Dois anos é muito tempo para uma mulher esperar. - Jaesuk coloca o copo sobre a mesa e passa a mão através de seu cabelo. - A leitura do testamento está prevista para daqui a duas semanas a apartir de amanhã.

Eu olho fixamente para ele. - Testamento?

- Sim. A vontade de Dong-yul.

Eu ainda estou confuso. - Isso ainda não aconteceu? Eu pensei que você disse que teve um funeral.

- E teve, mas a propriedade ainda não foi resolvida. Kyung-hwa e eu começamos as sucessões após a morte de Dong-yul, mas a própria leitura foi adiada até que você pudesse ser localizado.

Aposto que Kyung-hwa deve ter amado isso.

- Eu realmente tenho que ir lá? Kyung-hwa não vai herdar tudo porque ela era a esposa?

- É muito mais complicado que isso. - Ele não elaborou. - Mas sim, você precisa estar lá. Eu estarei lá, também, como seu tutor legal e assim será Kyung-hwa e nossos advogados. Ela partiu para Paris noite passada, mas ela vai estar de volta em duas semanas, e depois vamos ter tudo em ordem. Vai ser indolor, eu prometo.

Com Im Kyung-hwa presente? Okay, certo. Doloroso é mais parecido com o que será.

Mas apenas balanço a cabeça e digo: - Okay. Se eu tiver que ir, eu vou.

Ele acena, também, e pega sua bebida movamente.

Jaesuk sai um pouco depois para jogar golfe. Ele afirma que andar a dezoito buracos ajuda a clarear a mente.

Um por um os Jeons saem. Namjoon sai antes do almoço para voltar para a faculdade. Ele sempre parece mais feliz quando sai do que quando chega.

Logo eu estou sozinho comigo.

Aqueço as sobras de quiche e, em seguida, considero ir para um passeio na praia.

Estou apenas um mês na casa dos Jeon, mas este mês foi cheio de... bem, a vida. Sempre estão acontecendo coisas. Nem sempre é coisa boa, mas eu não tenho estado sozinho e, até agora nesse momento de solidão, eu percebo que não gosto de ficar sozinho.

É bom ter amigos e familiares ao redor, mesmo que a família seja super disfuncional.

Gostaria de saber se essa é a razão de Namjoon continuar voltando.

- Você salvou um pouco dessa coisa de ovo para mim? - A voz de Jungkook me faz pular.

Coloco a mão sobre o meu coração para evitar que pule fora do meu peito. - Você me assustou. Achei que tinha saído com Taehyung.

- Não. - Ele atravessa a cozinha para olhar por cima do meu ombro. - O que mais tem na geladeira?

- Comida. - Eu respondo.

Ele puxa o meu cabelo divertidamente. Pelo menos eu espero que seja de brincadeira. E vai investigar suas opções.

Com a porta em uma mão, ele fica na frente da geladeira, inclina-se com a outra mão apoiada no armário, até que toda a cozinha está fria com ar refrigerado.

- Problema? - Eu faço uma pausa de comer para que eu possa admirar a linha sexy de seu corpo e a forma como seus músculos estão duros e flexionados enquanto ele vasculha por comida.

- Não acho que você me faria um sanduíche. - Diz ele olhando para algum lugar no interior da geladeira.

- Isso seria um não.

Ele fecha a porta e se junta a mim na mesa, puxando meu prato e garfo debaixo do nariz e colocou metade do quiche em sua boca antes de eu poder até mesmo protestar.

- Isso era meu! - Eu me estico tentando pegar de volta.

- Sandra iria querer que você dividisse comigo. - Ele me prende com uma mão... mais uma vez.

Droga. Eu preciso começar um programa de levantamento de peso. Tento de novo pegar o prato de volta, e desta vez Jungkook não me afasta. Ele me puxa para perto e a surpresa do movimento me faz perder o equilíbrio. Eu acabo caindo em seu colo com as pernas espalhadas em ambos os lados de suas coxas largas.

Minha tentativas de me libertar param quando ele prende uma mão ao redor da minha bunda e me puxa contra ele. Quando ele me beija, eu não posso deixar de responder ansiosamente, querendo que ele fizesse esses ruídos roucos que me dizem o quão necessitado eu o deixo.

- Você me deixou essa manhã. - Eu digo quando ele libera a minha boca. Eu gostaria de poder puxar as palavras de volta, porque eu tenho medo de que ele vai dizer algo doloroso.

- Não queria. - Ele responde.

- Então, por que deixou? - Todo o meu orgulho é deixado no chão, mas minha fraqueza não desliga.

Ele passa os dedos pelo meu cabelo. - Porque eu sou fraco quando se trata de você. Eu não confio em mim mesmo para ficar na sua cama a noite toda. Merda, eu deveria ser jogado na cadeia pelas coisas que eu penso.

Suas palavras me enchem de prazer vertiginoso. - Você pensa demais.

Ele faz um barulho indecifrável e me beija novamente. Logo, o beijo não é suficiente. Eu chego para baixo para puxar a parte inferior da camisa dele. As mãos dele estão em cima de mim também, dentro da minha camiseta e por baixo do meu short. Eu puxo em direção e ele.

Um barulho diferente fora da cozinha nos faz separar.

- Você ouviu isso? - Eu sussurro.

Jungkook se levanta em um gesto suave e poderoso, ainda me segurando em seus braços, e sai para o corredor. Está vazio. Me colocando em meus pés, ele dá um tapinha na minha bunda.

- Por que você não vai colocar uma sunga?

- Hum, por que eu iria querer fazer isso? - Eu só quero voltar para a mesa e me sentar no seu colo enquanto ele me beija, mas ele já está se movendo para fora.

- Porque nós estamos indo dar um mergulho. - Ele fala por cima do ombro.

Com um suspiro, eu marcho para o andar de cima. Quando eu chego no topo, eu vejo Sunhye saindo do meu quarto. Ou, pelo menos, isso é o que parece.

Eu paro no meu caminho, raiva e suspeita formando um nó apertado no meu estômago. O que ela estava fazendo no meu quarto?

Ah merda! Meu dinheiro está lá!

E se ela o levou?

Eu examino-a rapidamente, mas ela não tem uma bolsa e suas roupas estão tão apertadas que não há nenhuma maneira que ela possa esconder uma pilha de dinheiro nela. Ainda assim, ela não pertence aqui, e eu faço o meu desagrado conhecido quando caminho em direção a ela.

- O que você está fazendo aqui? - Eu exijo.

Ela passeia meu caminho. - Olha se não é o pequeno órfão Jimin, o novo príncipe do Castelo Jeon.

- Eu pensei que tivesse dito a Jaesuk que você estava indo embora e nunca mais voltaria. - Eu digo cautelosamente.

- Você não gostaria. - Ela zomba e joga seu longo cabelo loiro de lado. Seja qual for os sentimentos que ela pode ter tido por mim estão muito longe.

Não há nenhum ponto em se envolver, então eu contorno ao redor dela e me movo para frente da porta do meu quarto.

- Fique fora do meu quarto. 'Tô falando sério, Sunhye. Se eu pegar você aqui de novo, eu vou dizer a Jaesuk.

- Certo. Jaesuk. Seu salvador. O homem que tirou você da sarjeta e trouxe para seu palácio. - Amargura enche seus olhos. - Ele fez a mesma coisa por mim. Ele salvou-me também, lembra? Mas adivinha só, querido, somos descartáveis. Todos somos. - Ela se aproxima e ponta seu dedo na minha cara. - Sua vida se transformou, não é? Como um príncipe de conto de fadas, mas contos de fadas não são reais. Pessoas como nós, sempre voltaremos a ser abóbora.

Eu noto que seus olhos começaram a brilhar com lágrimas não derramadas. - Sunhye, - Eu digo suavemente. - deixa chamar um táxi 'pra você, okay? - Meu coração amolece em direção a ela. Ela está sofrendo e precisa de ajuda. Eu não sei o que eu posso fazer por ela, que não seja um passeio seguro para casa

- Ele vai se cansar de você também. - Sunhye continua como se eu não tivesse falado. Minha resposta não importa. Ela só precisa de uma audiência. - Marque minhas palavras.

- Obrigado por sua preocupação. - Eu digo secamente. - Mas eu acho que é a hora de você ir.

Eu tento conduzi-la em direção à escada, mas ela recua longe, tropeçando contra a parede oposta. A risada maníaca cai dos lábios vermelho cereja. - Eu tive os Jeons na palma da minha mão por muito mais tempo que você tem, querido.

Estou cansado de ouvi-la. Ela só quer reclamar e falar mal dos Jeons.

Minha paciência se evapora, então eu apenas entro no meu quarto, batendo a porta fechada e corro para o banheiro. Com a mão trêmula, me sento na frente do armário. Quando minha mão escova em todo o maço guardado de notas, cedo ao alívio.

Eu preciso mover o meu dinheiro para um lugar que só eu tenho acesso. O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

- O que 'tá errado? - Pergunta Jungkook no momento em que passo pelo pátio.

Eu não posso responder-lhe imediatamente porque minha língua está presa ao céu da minha boca. Eu não sei como eu deveria funcionar quando Jungkook está lá em apenas um par de calções que parecem que estão prestes a cair de seus quadris. Seu peito é uma parede de músculos, e é difícil de se concentrar. Meu argumento com Sunhye desvanece sem importância quando o cara mais gostoso do planeta está lá em exposição para mim.

- Jimin? - Ele pede com humor em sua voz.

- O que? - Pergunto abalado. - Ah, me desculpa. Foi Sunhye. Ela 'tava saindo do meu quarto. Ou pelo menos eu acho que foi o meu quarto.

O quarto de Jaesuk fica do outro lado da casa. O meu quarto e os dos meninos ficam de uma lado e o quarto de Jaesuk fica do outro. Não havia absolutamente nenhuma razão para Sunhye estar do nosso lado da casa.

Jungkook franze a testa e começa a se mover em direção à porta.

- Ela já foi. - Digo a ele. - Eu vi o carro descendo a unidade antes de vir 'pra cá.

- Precisamos mudar o código do cofre. - Ele murmura.

- Uhum. - Eu não consigo parar de olhar para ele.

Antes que eu possa piscar, Jungkook me levanta em seus braços e me joga na piscina.

Eu aterriso com um respingo enorme, cuspindo água, enquanto eu chuto até a superfície.

- O que foi isso?! - Eu grito puxando fios molhados do cabelo longe do meu rosto.

Ele sorri maliciosamente. - Você precisava se refrescar.

- Você é quem está falando. - Eu me balanço para agarrar a borda de azulejos e subo para ele.

Jungkook desliza se afastando facilmente. Não há nenhum ponto em persegui-lo. Ele é maior e mais rápido que eu, então tenho que recorrer a artifícios meio desesperados.

Eu finjo bater o pé contra uma espreguiçadeira.

- Ai! - Eu grito e cambaleio sobre a beira da piscina, onde eu me abaixo e agarro meu pé.

Jungkook vem imediatamente. - Você 'tá bem?

Eu levanto meu pé supostamente ferido para sua inspeção. - Eu bati o dedo do meu pé.

Ele inclina para baixo e eu o empurro para dentro da água. Ele volta para a superfície rapidamente, sacudindo a cabeça ao redor para tirar a água de seus olhos. Em seguida, ele sorri.

- Eu deixei você fazer isso.

- Claro que sim.

Eu assisto com fascinação como a água se agarra ao seu corpo. Ele acena. - Nós dois estamos molhados, então você poderia muito bem entrar na piscina.

- Por que? 'Pra você me afundar?

- Eu não vou afundar você. - Ele levanta uma das mãos e separa dois dedos. - Palavra de escoteiro.

Eu olho para seus dedos abertos. - Eu acho que está é a saudação de Vulcana e não dos escoteiros.

Ele bate a mão aberta contra a superfície da água e os respingos me atingem. - Espertinho. A saudação de Vulcana é de quatro dedos. Agora, não me faça ir até aí.

- Só vou entrar porque eu quero, não porque você mandou.

Jungkook revira os olhos e me pulveriza novamente.

Corro muito, lançando-me alto no ar e, em seguida, enrolado em uma bola caio ao lado de Jungkook. Ouço ele soltar um riso quando eu afundo na água.

Gastamos cerca de dez minutos tentando afogar um ao outro. No processo, eu posso ter puxado o calção dele para baixo um pouco longe demais e ele pode ter arranhado minha bunda. Mesmo sendo por cima de trajes e sendo uma carícia leve, meu corpo responde imediatamente.

A próxima vez que eu mergulho para seus quadris, ele envolve suas mãos em torno de meus pulsos e me puxa até a superfície. Ele me arrasta para trás até que ele está sentado na borda da piscina e eu estou de pé na frente dele, ainda na água.

- Você acha que pode me derrotar, hein?

- Eu só 'tava nadando. - Eu pisco. - Eu sou inocente. - Elevo meus pulsos ainda "algemados"

Jungkook passa o dedo sobre o meu peito. - Você não parece inocente.

Em retaliação, eu passo o meu pé ao longo de sua panturrilha e sorrio presunçosamente quando ele muda desconfortavelmente contra o azulejo.

- Está frio aqui fora. - Eu digo. 

- Se você está com frio, eu deveria te esquentar. - Ele deixa uma leve carícia sobre o meu peito.

Eu acho que eu sempre fechei os olhos antes quando ele me tocou aqui e é chocantemente erótico vê-lo, em plena luz do dia, tomando-me em sua boca. Ele me dá uma mordida suave e depois lambe a picada de distância antes de abrir a boca e chupar meu mamilo.

Santo inferno.

- Eu, ah, acho que eu vou me afogar aqui.- Eu suspiro.

Ele levanta a cabeça e me dá um olhar perverso. - Nós não podemos deixar isso acontecer. - Então ele me impulsiona fora da piscina e me arrasta para a casa da piscina.

Sem fôlego, nós caímos sobre o sofá, então Jungkook rola em suas costas e me puxa em cima dele, assim eu estou montado em suas coxas.

Estamos ambos encharcados, mas eu não me importo que meu cabelo está pingando água em todo o seu peito nu. Eu estou gemendo muito ocupado por causa de suas mãos, que estão puxando minha sunga, enquanto seus quadris estão balançando-se contra mim.

- Eu queria você desde o segundo que te vi. - Ele confessa.

- Sério? - Eu provoco. - Você quer dizer quando eu entrei em sua casa pela primeira vez e você levantou  no parapeito olhando para mim?

- Oh sim. Você entrou vestido como um mendigo, com aquela camisa de flanela abotoada até o seu pescoço e seus olhos brilhando para mim. Foi a coisa mais sexy que eu já vi.

- Acho que nós temos diferentes definições de "sexy".

Ele ri.

Falando de sexy, seu peito está em chamas, queimando minhas mãos enquanto eu acaricio seus peitorais.

Quando eu me inclino para beijá-lo, ele responde com tanta ansiedade que me tira o fôlego. Nossos lábios se encaixam perfeitamente. Eu corro minhas mãos sobre o peito e ele suga uma respiração. Os músculos tremem sob os meus dedos.

Eu amo saber que eu sou o único transformando-o. Estou ligando Jeon Jungkook, o cara que faz uma carranca, em vez de sorrisos, que mantém suas emoções sob sete chaves, as escondendo do mundo.

Ele não está escondendo nada agora. Seu desejo para mim está escrito por todo o rosto.

Eu posso sentir isso quando ele pressiona contra mim.

Dobro a cabeça para beijá-lo novamente e ele me faz suspirar chupando minha língua. Em seguida, ele faz-me gemer usando os polegares para brincar com meus mamilos.

Respirando com dificuldade, eu me inclino para as palmas das mãos e um barulho frustrado deixa sua boca.

- Eu estou sendo egoísta de novo. - Resmunga.

- Eu gosto quando você é egoísta. 

- Eu quero fazer você se sentir bem. - Seus lábios encontram os meus e o toque dispara corridas de prazer sobre mim. Eu fecho meus olhos e cavalgo as ondas incríveis da sensação até que estejamos ambos respirando com força suficiente para embaçar cada painel de vidro da casa.

- Jungkook. - O nome dele estremece ao meu redor. Meu cérebro desliga.

Tudo o que posso fazer é deixar o prazer crescente assumir.

Quando eu bato de volta à Terra, ele está sorrindo para mim, olhando poderoso, satisfeito com ele mesmo.

Eu estreito meus olhos, querendo bater nele por ter o poder de me fazer perder e me descontrolar assim, mas esse é um pensamento estúpido, porque, Deus, isso foi muito bom. 

Eu o empurro para que ele esteja deitado de costas novamente. Então eu começo a beijar seu peito. Cada centímetro glorioso dele. A respiração de Jungkook cresce instável. Quando meus lábios viajam até o cós dos seus shorts, ele fica tenso. Eu levanto a cabeça para verificar sua expressão. Está apertada com antecipação.

Meus dedos tremem enquanto brinco com a sua cintura. - Jungkook?

- Mmm? - Seus olhos estão fechados agora.

- Você pode me ensinar como... é... - Murmuro vagamente. - você sabe...

Seus olhos se abrem. Para meu aborrecimento, ele parece que está tentando não rir.

- Ah. Sim, claro.

- "Sim, claro"? Eu não tenho que fazer se você não quer...

- Eu quero. - Ele responde tão comicamente rápido que eu sou o único rindo agora. - Eu realmente, realmente quero. - Ele rapidamente tira seu short.

Meu coração bate quando eu trago minha boca para perto dele. Eu quero fazer isso direito, mas por sentir ele me observando, a autoconsciência me faz querer correr.

- Você realmente nunca fez isso? - Diz ele com a voz rouca.

Eu balancei minha cabeça. Por alguma razão, ele parece muito chateado com isso. - O que 'tá errado? - Minha testa tem vincos quando sua expressão cresce ainda mais torturado.

- Eu sou um idiota. Todas as coisas que eu disse 'pra você no iate... Você deve me odiar, Jimin.

- Mas eu não odeio. - Eu esfrego minha mão ao longo de seu joelho. - Me ensina a fazer um bom trabalho 'pra você.

- Isso já 'tá bom. - Seus olhos são nebulosos e ele envolve a parte de trás da minha cabeça, delicadamente enfiando os dedos pelo meu cabelo. Sua outra mão chega na minha, e ele lentamente envolve os meus dedos em torno dele. - Use sua mão, também. - Ele sussurra.

Começo a mexer minha mão lentamente. - Assim?

- Sim, assim. Isso é bom...

Sentindo-me mais ousado, eu levo a ponta dele na minha boca e chupo. Ele quase goza no sofá. Eu sorrio contra ele, apreciando os ruídos que ele está fazendo. Eu posso não ter experiência, mas espero que o meu entusiasmo compense isso porque eu realmente quero fazer ele se sentir bem. Eu quero que ele perca o controle.

Ele continua acariciando meu cabelo e eu recebo o meu desejo mais cedo ou mais tarde. Ele vem além debaixo de mim, tremendo descontroladamente, e quando eu arrasto o seu corpo depois, ele me segura apertado contra ele e diz: 

- Eu não mereço isso.

Eu quero perguntar a ele o que ele quer dizer, mas eu não tenho a chance. Alto batendo em uma das portas de vidro nos interrompe.

- Irmãozinho! Irmão mais velho! - É Taehyung, e ele está rindo histericamente enquanto martelava o punho contra o vidro.

- Vá à merda. - Jungkook fala de volta.

- Adoraria, mas o pai acabou de ligar. Ele 'tá a caminho de casa e quer nos levar para jantar fora mais tarde. Ele vai 'tá aqui em cinco minutos.

- Merda. - Jungkook se levanta  e tira a mão do meu cabelo. Em seguida olha para os nossos corpos nus e sorri. - Devemos nos vestir. Meu pai vai cagar um tijolo se ele nos encontrar assim.

Ele vai? Pela primeira vez desde que essa coisa com Jungkook começou, eu me deixo pensar sobre como Jaesuk reagiria se soubesse. Meu coração afunda à boca do estômago, porque eu acho que Jungkook pode estar certo. Eu estou em Bayview apenas um mês e Jaesuk já é super protetor comigo. Merda, ele era meu protetor antes mesmo dele me conhecer.

Jaesuk não vai gostar disso.

Meu olhar fixa na bunda nua de Jungkook quando ele se levanta e puxa seu short acima de seus quadris.

Não, Jaesuk vai odiar isso. 


Notas Finais


Várias coisas aconteceram: Sunhye tá ficando doida e terminou seu namoro com Jaesuk, Jimin e Jungkook quase fizeram tchaca tchaca na butchaca e... Ok, talvez não tenha acontecido TANTA coisa assim

......................
Obrigada por lerem, por comentarem e pelos favoritos 💜💜 nem posso acreditar que já tamo no capítulo 30 juro que surpresas virão já já kkkkk

Desculpa se tiver algum erro e blá blá blá

Se cuidem e até o próximo capítulo <3

......................
Meu Twitter:
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